História Immortals (season 3) - Take me there - Capítulo 1


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Categorias Magcon
Personagens Brandon Rowland, Brent Rivera, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Chris Miles, Christian Collins, Christian Delgrosso, Connor Franta, Crawford Collins, Daniel Skye, Dillon Rupp, Dylan Dauzat, Hayes Grier, Hunter Rowland, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Sartorius, Jacob Whitesides, JC Caylen, Kian Lawley, Mahogany LOX, Nash Grier, Nate Maloley, Nick Tangorra, Personagens Originais, Ricky Dillon, Sam Pottorff, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff, Trevor Moran, Willie Jones
Tags Johnny Orlando, Magcon, Sobrenatural
Visualizações 9
Palavras 871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Family


Stranger

XX1 - finalmente estão prontos! Treinados o suficiente! 

Lá estavam eles, sentados no sofá de couro. Os olhos não tinham nenhuma emoção, ouviam atentamente cada palavra que falávamos. Eram 18 no total. 18 criações perfeitas. Feitas em laboratório, depois de vários testes. Dessa vez não tinha como dar errado.

XX2 - você tem certeza que dessa vez seu plano vai funcionar?

XX1 - é claro que vai! Eles já tiraram o suficiente de nós! - E eles vão pagar.

XX3 - da última vez quase morremos. Sua mãe e dois outros morreram.

XX1 - por isso eles existem - me virei para minhas criações - prontos para irem para Ibran? 

Criação1 - achei que não ia perguntar...

Johnny Orlando

Johnny – Matt, aonde está me levando?

Matthew havia me vendado e me guiava para algum lugar, pelo o que senti, era um bosque ou algo assim. Uma das vantagens de ser um Imothia era ter uma sensibilidade melhor que um Comandado.

Matt – se conseguir esperar mais um pouco vai descobrir – resmunguei – cuidado! Tem uma

raiz aí. – dei um passo um pouco maior para não tropeçar, embora eu soubesse que ele ia me segurar caso fosse cair, não queria tropeçar. Quem gosta ou quer ficar tropeçando?

Matt – chegamos! – fiz a menção de tirar a venda – não ouse!

Johnny – mas...

Matt – shhh! Sente.

Johnny – eu estou vendado!

Matt – tá certo. – Matthew me sentou em uma pedra.

O local estava úmido e pude ouvir o som de água caindo. Matthew Lee Espinosa, o que você aprontou dessa vez?

Matt – pode tirar a venda se quiser.

Tirei o pano preto e... mano do céu! O lugar era maravilhoso!

Johnny – Matt que lugar é esse?

Matt – nosso quintal particular – ele piscou para mim, com um sorriso travesso no rosto. A cada dia eu me apaixonava mais por aquele homem e agradecia por poder chama-lo de meu.

Sorri quando ele me abraçou, o cheiro acentuado de hortelã, que era próprio dele me envolveu. Céus como era possível que tudo nele fosse maravilhoso?

Matt – eu te amo muito John.

Johnny – eu também amo muito você – olhei para ele. Eu poderia fazer isso o dia todo, nunca ficaria satisfeito de olhar para aquele homem.

Para o meu homem.

Ficamos lá por um tempo. Conversando e trocando carícias. Estava perfeito. Eu nunca esperava nada de Matt além de seu amor, que ele provava sempre que podia.

Matt - vamos entrar?

Johnny – precisa? – Matt sorriu com malícia. E eu entendi o que ele quis dizer com isso.

Me levantei e fui com ele a caminho de casa, o pequeno bosque ficava atrás de nossa casa. Passamos pela área da piscina se subimos a escada que conectava o segundo andar com a piscina. Matt entrou primeiro e eu logo depois fechando a porta. Me virei e Matt atacou meus lábios com desejo. Meus dedos foram para o passador do cinto da calça jeans dele, o puxando para mais perto. Sua mão direita estava apoiada na porta, enquanto a esquerda estava em minha nuca. Eu não tinha como escapar dali. Não que eu quisesse sair de lá, claro. Matt me puxou dali e me jogou na cama, e voltou a me beijar, enquanto sua mão esquerda passeava pela minha coxa.

Matthew era meu.

Lauren Orlando

Era impressionante como Matthew e Johnny se amavam. Eles pareciam coelhos! Transavam o dia todo! Certeza que tinham esquecido de Catarina!

Catarina era a Comandada que Johnny havia adotado. Ela tinha 8 anos, cabelos pretos assim como os olhos. A cor de seus olhos quando se transformava era prata, como todos os outros Comandados.

Comandados são demônios sem DNA, isso significa que podem mudar de forma sempre que quisessem, mas eram “domados” por Imunes.

Imunes são seres sobrenaturais que não podem ser influenciados por outros seres sobrenaturais, as mordidas de Vampiros ou Lobisomens não os incomodavam, Fadas e Vampiros não conseguiam hipnotiza-los. Eles eram... imunes.

O problema é que desde a morte de Aaron, não tínhamos mais um Imune. Mas tínhamos Johnny e Matthew, que eram parte Imunes.

Imonthias são sobrenaturais que tem parte de tudo: são parte Vampiro, parte Lobisomem, parte Comandado, parte Imune, parte Transmorfo, Feiticeiro, Fada, etc. são uma mistura de tudo. Sendo assim Matt e Johnny que eram Imonthias conseguiam domar Catarina.

Assim como Catarina eu também sou Comandada.

Resolvi ir atrás da pequena demônia, chequei primeiro seu quarto, e lá estava ela, sentada, brincando de matar pequenas plantas.

Orlando - por que faz isso?

Catarina - quando Shawn me treinou ele apenas aperfeiçoou os poderes que eu já conhecia, não me ajudou a descobrir novos. 

Orlando - sabe invocar demônios menores?

Catarina - nem sabia que podia fazer isso.

Orlando - quer aprender?

Ela apenas me olhou com um sorriso maldoso, isso era tudo que precisava. Quando ia chama-la para o quintal Jade nos interrompeu rudemente

Jade Hitstock

"E ai gatinha? Vamo sair?

"estou totalmente livre"

Fazer o que né? Eu não nego sexo.

Orlando - Posso te ensinar amanhã?

Catarina - eu vou cobrar.

Sorri e me retirei do quarto, passei pelo quarto dos coelhos e ouvi gemidos

"sorte que Catarina é Comandada e não é totalmente domada''

Bufei e saí dali rumo ao meu quarto. Eu ia me divertir muito hoje.

 



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