História Imortal - Em busca de vingança - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ação, Camila Cabello, Camren, Fantasia, Ficção, Fifth Harmony, Investigação, Lauren Jauregui, Policial, Psicopata, Romance, Serial Killer, Suspense, Vampiro
Visualizações 106
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey terráqueos!

Bom, CCabelloLT e Mistyc-Winter acertaram sobre o tio Victor, porém só a Mistyc-Winter desconfiou da nossa "H". Deixo aqui meu salve pra vcs 😛

Hoje é dia das três coisas que não podem se esconder pra sempre. O sol, a lua e a verdade. (Ouvi um amem Camren?)

Enjoy.

Capítulo 27 - The sun, the moon, the truth


Tyler se encontrava em prantos enquanto estava algemado perante o juiz e confesso que sorri minimamente não por ele, mas por Peter.

Ele foi condenado a dois anos de reclusão, mas por ser réu primário irá responder em liberdade após pagamento de multa.

Hoje à tarde o pequeno voltaria para seu pai. Após o término do julgamento, dirigi até em casa para dar a boa notícia ao garoto. Desci da moto vendo a marca preta do incêndio no chão, apenas disse aos policiais que houve pane elétrica no carro e não consegui controlar as chamas. Assim como não controlo as do meu interior.

Retirei o capacete e franzi o cenho ao chegar à porta que estava entreaberta.

- Mas que porr... – Minha respiração falhou ao ver um rastro de sangue na entrada indo em direção à cozinha.

Retirei a arma do coldre ficando em posição de combate, não a uso nos assassinatos por causa da perícia, mas esse é um caso de defesa e serei obrigada.

Dei passos lentos atenta em tudo ao redor, mas confesso temer pela cena que irei encontrar.

- Não pode ser... – Sussurrei estupefata ao encontrar o corpo no chão.

Como vou explicar a Peter que ele não terá mais um gato?

Umbreon estava imersa em uma poça de sangue, porém havia um pedaço de papel junto à cena deplorável.

“Minha querida,

Finalmente descobriu quem é que manda nesse joguinho idiota. Perdi pessoas muito importantes para os negócios por sua culpa, que tal eu retribuir esse favor então?

Adoraria esclarecer todas suas dúvidas, inclusive de como eu sei que você me descobriu... Mas para isso você vai ter que vir me pegar, sabe onde me encontrar.

Aproveitando para dar uma lição sobre perdas ao Peter, quem sabe ele cresça e também se torne monstruoso. Adoraria ter alguém tão genial quanto você do meu lado no Cartel.Já imagina quem será o próximo a estar imerso no sangue que você tanto gosta?

– Com amor, tio Vic.”

Amassei o papel com ódio. O próximo serei eu, mas imersa no seu sangue desgraçado.

Peguei meu celular e liguei imediatamente para o telefone de Ariana, mas só dava caixa postal. É por isso que aquele verme me indicou ela, para ter acesso livre ao Peter. Estava sempre um passo a frente.

A fúria consumia meus ossos. Não posso perder tempo e por mais que isso seja uma merda, preciso confiar naquelas órbitas verdes. 


Bati repetidamente em sua porta, ouvindo um “já vai” em seguida. Bati novamente para apressa-la.

- Caralho, pra que tanta press... – A interrompi forçando seu corpo para me dar passagem pela porta.

- Eu sou a serial killer Selene. – Não havia como ser sutil nesse momento.

- Ok... Esperava que você me contasse isso algum dia, mas porque especificamente agora? – Lauren apoiou uma mão na cintura após fechar a porta.

- O que?! Você já sabia? – Minha expressão de espanto parecia diverti-la.

- Você é genial, sem duvidas, mas bem atrapalhada as vezes.

- Como? – Ainda não conseguia pensar em tal possibilidade.

- Primeiro, eu dedico minha vida a capturar pessoas como você. Segundo, sabia que era alguém do departamento, pois Selene tinha acesso a arquivos muito específicos. Porém só comecei a desconfiar de você depois que Marco Stewart, barman do D’Luna te denunciou e subitamente morreu em seguida. – Ela caminhou até se sentar no sofá. - Ai teve a revista em quadrinhos na sua casa, você ter esquecido de devolver a chave do escritório para o porta￾retrato, os sumiços no meio da noite... Até que implantei câmeras na sua casa e rastreei seu celular para ter a confirmação. – Ela desdenhou com as mãos.

- Porque não me prendeu se já tinha tantas provas? – Sentei ao lado dela digerindo tantas informações.

- Porque depois de tantos anos cega diante de informações sobre o criminoso que matou meu irmão, você me trouxe esperança. – Suspirou. - Mesmo que eu não concorde com seu meio de resolver as coisas, precisava que você me mostrasse o caminho até o Big Daddy.

- Você me usou todo esse tempo então? – Confesso sentir decepção e excitação por tal mente brilhante.

- No começo sim... No dia em que estava seguindo Victor e o vi estacionar com uma BMW na porta de sua casa me surpreendi, foi ai que eu tive certeza de que deveria me aproximar mais de você.

- E a caixa com aliança que achei em seu escritório? – Essa parte não fazia sentido.

- Ai que está a questão... Eu me aproximei demais, me envolvi, comecei a sentir coisas que não deveria. – Me engoliu com aquelas órbitas verdes. - Tanto pelo sexo quanto por saber que você é parecida comigo, movida por uma vingança pessoal. E você sabe o quanto o sabor de jogar com as pessoas é maravilhoso, ainda mais com uma mente brilhante como a sua.

- No fim você é uma puta de uma mentirosa. – Sorri em descrença.

- Pode ser, mas é verdade quando disse que me apaixonei por você. – Parecia sincera, mas já me enganei demais todo esse tempo.

- Eu juro que minha vontade é de foder você do jeito mais perverso possível. – Um sorriso brotou em seus lábios. - Mas temos um problema bem maior do que nossas mentiras. Victor sequestrou Peter.

- Maldito! – Ela levantou de supetão. - Precisamos de um plano rápido então, vou convocar a SWAT para dar apoio.

- Ainda não, conheço alguém que pode ajudar mais. – Disquei o numero do pedaço de papel e logo ele passou o endereço para nos encontrarmos.

- Quando tudo isso acabar, quero que você realize seu desejo de me foder perversamente. – Lauren disse sorrindo sacana ao passar do meu lado para chegar ao carro.

- Isso é uma promessa, detetive.


- Mas que porr... Eu conheço essa casa – Observei a fachada cinza chumbo ao estacionarmos o carro. Descemos e eu ainda não acreditava nessa possibilidade.

- Oi Camila! – Seu sorriso irônico me fez confirmar a teoria em minha mente.

- Allyson? Você mora aqui? – Lauren indagou ao meu lado.

- Espero que você tenha uma boa explicação para ter me escondido isso, vadia. – Eu disse enquanto ela soltava uma gargalhada.

Mas foi interrompida quando Lauren sacou a arma ao ver o ser mascarado atrás de Ally.

- Está tudo bem Lauren, viemos encontrar ele. – Apoiei a mão por cima da sua fazendo-a recuar.

- Me explique, porque estou perdida. – Adentramos a casa e após acomodar no sofá, tomei frente a conversa.

- Bom... Allyson Brooke Hernandez é minha mentora. – Sua expressão parecia ficar mais confusa a cada instante. – Ela chegou antes de todos na cena do meu primeiro assassinato e quando me viu correndo com a roupa toda ensanguentada, me abordou. Ally me levou para sua casa e me explicou tudo sobre a seita vampiresca. Segundo ela eu não era um monstro, apenas estava perdida assim como tantos outros. – Fitei seu olhar gentil em que reforçava tal pensamento. - Sendo assim, ao longo dos anos me ensinou a focar o ódio em quem merecia, mesmo que às vezes eu matasse alguém aleatório por simples prazer. Quando lhe contei minha história, ela me ajudou com a vingança. Só não sei como ela conheceu esse mascarado... – Bufei na última parte vendo sua expressão de divertimento.

- O tal “mascarado” como você chama – Fez aspas com a mão. - Me procurou há algum tempo e explicou coisas que não cabe a mim te contar agora, mas foi o suficiente para me convencer a ajudar se aproximar de você.

- Eu deveria prender todos vocês agora. – Lauren pronunciou após refletir por um momento.

- Você quer isso tanto quanto nós, eu sinto a mesma dor de quando Victor matou seu irmão. – Olhei seu semblante triste e raivoso ao mesmo tempo.

- Prefiro prende-lo, já perdemos vidas demais nessa história. – Ela ponderou.

- Todas por culpa dele, nada mais justo cobrarmos o mesmo preço. – A voz abafada pela máscara tomou o ambiente.

- Qual o plano então? – Após um tempo a detetive disse, me despertando um sorriso malígno.

Luz e sombra caminham juntas, só depende de qual você deixa incidir mais. 


Notas Finais


E ai, nessa fic aprenderemos três coisas:
As aparências enganam, não confie.
Realidade e ficção se misturam mais do que se imagina.
Gato não tem sete vidas.


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