História Impossible Love - Capítulo 6


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Categorias Got7, Lee Min Ho, Lee Soo-Hyuk
Personagens JB, Jinyoung, Lee Min Ho, Lee Soo-Hyuk, Youngjae
Tags Got7, Jaebum, Jinyoung, Kactors, Kidols, Kpop, Lee Min Ho, Lee Soo-hyuk, Youngjae
Visualizações 4
Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde a todos!! Espero que estejam a gostar!!
Aqui vai mais um capitulo <33 Beijinhos!!

Capítulo 6 - POV Soo Hyuk


Fanfic / Fanfiction Impossible Love - Capítulo 6 - POV Soo Hyuk

Rapidamente cheguei à casa de Minho. Bati à porta ansioso e ele abriu-a passados uns 2 segundos, como se já tivesse lá à minha espera o que para algumas pessoas poderia ser assustador, mas que a mim dava-me grande felicidade. Ele estava extremamente bonito, tinha mudado de roupa e os seus olhos brilhavam. 

Minho- Boa noite! 

Eu- Boa noite... 

Entrei em casa, tirei o casaco, pendurei-o no cabide de parede que havia e descalcei-me. Minho dirigiu-me até à pequena mesa que ele tinha na sala onde já estava já comida. Cheirava muito bem e tinha tudo muito bom aspeto.  

Eu- Celebra-se alguma coisa?  

Minho- Esqueceste o teu próprio aniversário? - disse enquanto se ria. 

Fiquei boquiaberto. Não esperava que ele soubesse quando é que eu fazia anos. 

Eu- Como...é que tu sabes?  

Minho- A Na Ri mandou-me mensagem a avisar. Eu queria-te comprar uma prenda, mas não sabia o que te dar... 

Eu- Estar contigo já é o suficiente, obrigada! - não sei porque disse aquilo, mas era o que eu sentia. Ambos ficamos corados e sem saber o que dizer por mais de 2 minutos. Minho quebrou o silencio.  

Minho- Anda comer! 

Fomos os dois para a mesa jantar. A comida estava muito boa, queria que fosse infinita, a culinária de Minho era a melhor. Durante o jantar conversamos sobre vários temas um deles a nova musica de K.Will, Minho tinha-a ouvido mal tinha sido lançada e também tinha adorado! Pensei em perguntar-lhe o que tinha feito já que de manhã de me tinha dito que tinha coisas para fazer, mas preferi não perguntar, não queria que ele pensasse que o estava a tentar controlar ou algo do género. Acabamos de comer e fui ajudá-lo a lavar a louça. Ele não queria que eu o fizesse, mas não podia deixa-lo trabalhar sozinho só porque era aniversariante. Acabamos de lavar a louça e ele pediu-me para ir para a sala e esperar por ele, assim o fiz. Do nada as luzes desligaram e a única luz a iluminar a casa era a das velas acesas num bolo. Não esperava que Minho fosse comprar um bolo, só pela quantidade de comida que ele fez eu já estava espantado. Aquele ato fez-me ficar emocionado, sem ser Na Ri nunca ninguém tinha celebrado comigo o meu aniversário nem se preocupado em fazê-lo. Conhecia Minho à pouco tempo e ele já tinha sido mais simpático para mim e mais amável que a minha própria família. Lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, olhei para baixo enquanto tentava limpar as mesmas. 

Minho- Soo Hyuk? Estás bem? - disse enquanto pousava o bolo na mesa e colocava as suas mãos no meu rosto elevando-o ao nível do seu. 

Estava muito escuro, não conseguia ver bem a sua cara, mas sentia bem a sua respiração. Nem pensei duas vezes, levei os meus braços ao seu tronco e abracei-o com força deitando a minha cabeça no seu ombro. Pedi-lhe para ficarmos assim durante algum tempo e ele afirmou que sim com a cabeça. Ficamos naquela posição por um bom tempo. Sentia o seu coração a bater rápido, tal como ele sentia o meu que provavelmente estaria bem mais acelerado. Afastei apenas a cabeça e dei-lhe um beijo na bochecha. Algo que fiz sem pensar mas que me soube bem, repeti o ato outra vez. Já sentia tanto as minhas bochechas como as deles vermelhas. Minho fazia me agir de formas que eu nunca agiria se estivesse a pensar racionalmente e fazia-me sentir coisas que nunca havia sentido antes. 

Eu- Obrigado... - disse ao ouvido dele e o mesmo arrepiou-se. 

Foi precisamente esse arrepio que me fez afastar de uma forma um pouco agressiva. O que é que eu tinha na cabeça? O meu lado racional veio ao de cima e começou a questionar todos os meus atos. Soprei as velas do bolo e liguei a luz muito rapidamente, as minhas mãos tremiam e os meus lábios queimavam. 

Eu- Vamos comer o bolo...  

Minho assentiu com a cabeça. Sentamo-nos e comemos o bolo de chocolate e morangos com chantili quase todo. Eu amava chantili!! Raramente olhamos um para o outro e quando olhávamos desviávamos logo o olhar para outro sitio. O Minho impedia o meu lado racional de trabalhar e eu não gostava disso. Queria controlar mais as minhas emoções, mas não conseguia. E quanto mais me aproximava dele, pior era.  

Minho colocou o resto do bolo numa caixinha para eu levar mais tarde para casa. Ainda não tínhamos falado. Sempre que acontecia algo constrangedor era muito complicado para voltarmos a falar um com o outro. Ambos preferíamos o silêncio, comunicavamo-nos com alguns olhares. Era suposto passarmos mais tempo juntos a ver um filme ou algo do género, mas o nosso estado de espirito impediu-nos. De qualquer forma não me importava muito, já tinha jantado e passado um bom tempo com ele, não me arrependi de o ter feito, muito pelo contrario, queria tê-lo feito todos os dias, queria fazê-lo pelo resto da minha vida. 

Despedimos-nos em frente à porta. Finalmente Minho tinha quebrado o silêncio. Queria me levar a casa, mas eu neguei, não podia fazer com que ele voltasse para casa sozinho. Além disso podia voltar a fazer algo estranho se continuasse mais tempo perto dele.  

Fui para casa a andar muito devagar, não conseguia parar de pensar no momento em que lhe beijei na bochecha. Sabia que sentia algo mais pelo Minho sem ser amizade e isso assustava-me, sabia, mas não queria acreditar. Depois do que me aconteceu em criança apaixonar-me por um rapaz seria impensável, mas estava a acontecer, estava a acontecer e eu estava com medo do futuro. Apesar de ter a noção dos meus sentimentos não conseguia ainda aceitar os mesmos, além disso eu não sabia se Minho era gay ou não. Nunca tínhamos falado sobre esse assunto e nem Na Ri nem os outros comentaram comigo algo sobre isso. Podia correr o risco de não ser correspondido, seria horrível, sentiria a pior sensação de sempre. 

Já em casa lembrei-me da roupa de Minho. Fui buscá-la pois já estava seca, dobrei-a e coloquei-a dentro de um saquinho para lhe dar no dia seguinte. Mudei de roupa e fui para a cama. Adormeci muito rapidamente e sonhei com os meus tempos de criança, com a minha trágica infância e com o aparecimento de Minho na minha vida, como se fosse um filme...um filme com final feliz, esperava eu.  



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