História Imprudente -MITW - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Impudente, Nichole Chase, Série Royal
Visualizações 38
Palavras 900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - 11


– Preciso confirmar. Esquecemos de alguém? – Ela olhou os papéis.

– Mais ou menos. Felipe está com um convidado em casa e ele vem para o casamento. – Pensei por um momento. – Se não tivermos mais quartos para convidados, coloque-o na ala da família. O nome dele é Mikhael Linnyker.

– Ele é amigo próximo do duque? – Val tomava notas.

– Sim. Eles estudaram juntos na faculdade e ele vai cuidar do FBT enquanto Rafael e Felps estiverem viajando. – Tirei meus sapatos quando chegamos à pequena sala que eu usava como escritório. Eu devia ter usado chinelos, mas, às vezes, a aparência realmente importava. Pelo menos quando eu precisava causar uma boa impressão. Fui até a pequena geladeira que ficava atrás de minha mesa e peguei outra garrafa de água. Eu já havia acabado com a primeira. Minha cabeça latejava e tudo o que queria fazer era tirar um cochilo. – Tem alguma aspirina aqui?

– Vou pegar para você. – Ela colocou a prancheta em sua mesa. – Você precisa de mais alguma coisa?

– Talvez um lanchinho. – Um pouco de comida também poderia ajudar a acalmar o meu estômago. – Nada muito pesado, por favor.

– Volto logo. – Ela fechou a porta e eu caí na cadeira, suspirando. Idiota, idiota, idiota. Por que eu tinha bebido tanto na noite anterior? Esfreguei a testa, fechei os olhos e tentei aliviar o enjoo que sentia.

  Uma batida na porta chamou minha atenção e foi rapidamente seguida pela irritação. Eu ainda devia ter uma hora livre antes de começar a olhar os meus e-mails.

– Pode entrar. – Endireitei-me na cadeira e forcei um sorriso.

– Achei que você iria precisar disto. – Lucca sorriu para mim e me entregou uma bebida. – Eletrólitos.

– Eu queria te dar um beijo, mas provavelmente, vomitaria se me levantasse. – Suspirando, me encostei na cadeira.

– Então, por favor, não se levante. – Ele fechou a porta delicadamente antes de abrir a bebida e entregá-la para mim.

– Você é fantástico. – Tomei um gole da bebida de laranja e fechei os olhos.

 Val era maravilhosa e nós nos dávamos muito bem, mas existia um sentimento maternal em nosso relacionamento. Acho que isso era de se esperar, já que havia sido ela quem tinha me explicado o que fazer quando meu primeiro dente de leite caiu.

– Achei que você passaria o dia bebendo água, mas também pensei que talvez precisasse de algo mais eficiente. – Ele sentou-se na cadeira à minha frente. – Você está bem?

– Pareço estar bem? – Franzia a testa.

– Bom, você sempre está lindo, mas pessoas como eu, que te conheço, podem dizer que não está se sentindo muito bem. – Ele apoiou a perna no joelho e encostou-se na cadeira. – Você se lembra de alguma coisa da noite passada?

– Pouca coisa. – Torci meu nariz. – Coisas bem vergonhosas.

– Estou orgulhoso de você.

– Por quê – Franzi a testa. Com certeza, ele não estava orgulhoso da parte em que pedi para que Mikhael tirasse as roupas ou em que vomitei no vaso de planta. – Estou trabalhando com meia carga hoje.

– Você se permitiu se divertir ontem à noite. Eu não me lembro da última vez em que vi você tão relaxado.

– Eu relaxo – protestei. – E, de verdade, estou pagando um preço alto pela diversão de ontem à noite.

– Eu não estava falando sobre meditar no jardim. Você tem 21 anos de idade! Tem que se divertir. – Ele riu da minha cara. – Talvez não deva se divertir tanto, mas entendo o que eu quero dizer.

– Lucca, você sabe o quanto sou ocupado. – Comecei a sacudir a cabeça, mas pensei melhor no assunto. – E não posso me dar ao luxo de deixar as pessoas me verem da maneira como estava na noite passada.

– Você também não pode se dar ao luxo de não se divertir nunca. – Ele franziu a testa para mim. – Sei o quanto se dedicou a este casamento. Sei o quanto se dedicou à escola. Precisa ser você mesmo e não se preocupar em chatear as pessoas.

  Suspirei. Não tinha muito como argumentar com ele quando decidia bancar o irmão mais velho.

– Não suspire para mim, mocinho. Não estou dizendo para acabar com a sua vida. Só estou afirmando que o Pac é uma pessoa tão boa quanto o Príncipe Tarik. Você não precisa escolher ser um ou outro.

  Olhei para ele, pensando no que dizia. Eu só não sabia como ser os dois. Não mais.

  Houve uma pequena batida na porta e Val entrou com uma bandeja com uma garrafa e uma aspirina.

– Olá! – Ela sorriu para o cabeça vermelha sentado à minha frente.

– Como vai você, Val? – Lucca levantou-se e deu licença para que ela colocasse a bandeja em minha mesa.

– Muito bem. Enviei um e-mail para você hoje pela manhã com alguns detalhes da próxima semana. Assim que você concordar com tudo, envio os horários. – Ela descobriu os sanduíches enquanto falava, e eu murmurei um agradecimento baixinho.

 – Vou ver isso hoje à noite. – Lucca sorriu para ela antes de virar-se para mim. – Vejo você mais tarde, Tarik.

– Saia daqui. – Eu detestava quando ele me chamava pelo meu nome completo. – Obrigada pela bebida.

– Disponha. – Ele piscou para mim enquanto saía e eu sacudi a cabeça.

 Abri meu notebook e comecei a trabalhar. Eu precisava fazer algumas coisas antes do jantar. Se conseguisse terminar logo, talvez desse para tirar um cochilo para estar em melhor forma no jantar. Eu me sentaria ao lado do irmão mais novo de outra família real, e ele era uma pessoa pegajosa. 



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