História In love with the Devil - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 150
Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gosteeeeeeeeeeeeeeeeem!

Capítulo 6 - School


 


 

    A limousine parou, e logo minha atenção foi desviada da janela e dos meus pensamentos, para a mão fria de Ayato que repousava em minha coxa. Arrepiei por completo, sentindo todo e qualquer pelo do meu corpo se eriçar. Encarei aqueles olhos cor de safira, tentando ao máximo controlar qualquer sinal de que estava envergonhada, ou seja, não queria mostrar que meu rosto estava vermelho como um semáforo dizendo “pare”.

- O que pensa que está fazendo? - O olhava, mexendo as pernas para longe, mas ele me segurava com tanta força que não me movia nem um centímetro. Mas obviamente, minha outra opção não era tão boa, já que “a sorte está sempre ao meu favor”. Laito estava do outro lado, e acho que me jogar para ele, tentando sair de perto de Ayato não é boa ideia, até porque, todos são vampiros no fim, não é?

- Ore-sama pode pegar nas coisas dele quando quiser! - Sinceramente, ele agia como um menino de 8 anos! Um menino de 8 anos que provavelmente tem 800, extrema força, é sádico e se alimenta de sangue, mas ainda assim, 8 anos! Todos os garotos se levantaram, saindo um atrás do outro, e eu, logicamente fiquei presa ao lado de Ayato.

- Me solta, baka! -  Dei a língua pra ele, porque, obviamente, é assim que se lida com pessoas de 8 anos, e mais rápido do que pude fechar a boca, o ruivo já havia mordido minha língua, e me puxado pra perto. Sua mão ficou mais forte em minha coxa, e me puxou para seu colo. Sei muito bem que devia ficar longe deles e não dar nenhuma chance, mas, você já esteve na situação em que estou? É, foi o que pensei. Porque acho que qualquer uma na minha situação teria feito o que fiz. 


 

Se você acha que eu fui uma trouxa e beijei ele porque ele me enrolou direitinho, é....parabéns! Acertou!

 

O ruivo não me dava liberdade, não me dava controle. Ele mandava. O jeito que invadia minha boca, sem nem me dar tempo para respirar, a forma como suas mãos gélidas seguravam minha cintura com firmeza, e logo passavam para minhas coxas, seu modo de dominar tudo sem parar nem para piscar, esse era o Ayato. Podia sentir a completa luxúria invadir minha boca enquanto sua língua dominava a minha. Mas não durou muito.

 

- Ayato. Dirija suas atividades para seu quarto. - O ruivo logo me soltou. Olhei para a porta do carro que ainda estava aberta. Alguns olhavam para nós. Tentei não pensar muito nisso. O primeiro passo em minha mente era sair do colo de seu colo e tentar raciocinar sobre o que havia acabado de acontecer, mas assim que o fiz, vi que Ayato ainda me segurava. O olhei. Seu olhar era vazio.

- A-ayato? - O olhei, o encarando de perto. Ele piscou, e logo voltou ao normal.

- Esqueça, *Nyngiõ-chan - Ele apenas se levantou e me soltou, andando para fora do carro luxuoso que havia nos trazido.

 

Saí de dentro do carro, seguindo Ayato. Lembra que eu disse que haviam vários nos observando? Bom, lá estavam eles. Um monte de alunos, e um Reiji, com sua expressão impassível nos encaravam. Tive a honra de ter as meninas me olhando com ódio, e os meninos ficavam assoviando que o ruivo havia me pegado. Tentei ignorar tudo. Ajeitava uma mecha teimosa do meu cabelo que insistia em cair próxima ao meu olho enquanto andava em direção ao segundo mais velho dos Sakamaki, que permanecia de braços cruzados e tinha seu próprio grupo de fangirls próximo dele.

 - Sua sala é a mesma de Kanato e Ayato, siga-os até sua sala. - Ele disse isso, me dando um olhar tão mortal que me dava vontade de me enterrar até o núcleo da Terra. - Entendeu?

- Sim, Reiji-kun. - Disse à ele, pensando em seguir Ayato, mas assim que olhei para o lado em que o ruivo deveria estar, vi que ele já havia desaparecido.

- E o salvador da pátria sumiu… - resmunguei baixinho apenas para que eu ouvisse. Demorei tempo demais na droga daquele carro, e agora estou atrasada, e não tenho ninguém pra pedir ajuda, já que todos já estão na sala.

 

Segui caminho pela direita. Direita sempre!* Como vou saber qual a droga da sala do Ayato e do Kanato, se eu não perguntei pra eles? Nem sei a idade deles! E porque eles vão pra escola? Eles não são super vampiros? Bom, não tenho muita opção, mas já que vou faltar aula, que eu não deixe ninguém ver que estou fazendo isso, né? Decidi pegar o caminho que me levaria até a biblioteca. Não, eu não descobri isso sozinha. Fui olhando as plaquinhas que tinham por todo lado indicando as partes do grande colégio.

Vi a entrada da biblioteca. Era enorme. Havia apenas uma mulher, que estava bem ao fundo do lugar, olhando alguns livros. Entrei, tentando fazer o mínimo possível de barulho. Se ela notou ou não, eu não sei, mas pelo visto, ela não demonstrou, já que continuou olhando os livros.

Não acho que vai existir uma seção de vampiros falando sobre a história deles, mas talvez, se eu procurar por “Sakamaki” ache alguma coisa. Procurei por entre os livros que começavam com a letra “s”. Obviamente, encontrei um monte de nada. Então, resolvi olhar livros que pudessem contar da história da cidade.

- Machi no rekishi.* - Li o nome do livro, mais para mim mesma, na esperança de encontrar algo útil. Me sentei no chão, com o livro e o abri, procurando qualquer coisa que me lembrasse um dos garotos, vampiros, de onde vieram, de onde eu vim, de onde veio esse mundo!

- Garota inútil. Ela não assistiu a aula, para ficar aqui na biblioteca, Teddy. - Vi Kanato sentado em cima da mesa que estava de frente para mim. Apenas o vi soltar com cuidado o pequeno animal inanimado, de forma que ele nos encarasse. Juro que o ouvi rir. - Me dê seu sangue.

 

    Me levantei e corri. Era pra eu ter corrido, na verdade. O garoto de grande olheiras me segurou com força pelo pulso. Meu pulso machucado. Ia soltar um grito de dor, mas ele me puxou para perto de si antes que pudesse fazer meus pulmões funcionarem. Bati de frente com seu corpo gelado. Ele segurava meu pulso acima da minha cabeça, quase erguendo meus pés do chão. A risada de Teddy era altíssima em minha mente. Mudando de tons graves para agudos. Era uma tortura. Tudo que queria era que ele me soltasse para que pudesse fugir de lá. Meus olhos se encheram de lágrimas, mas não deixei que nenhuma escapasse.

- *Yakunitachimasen. - Ouvi Kanato dizer, mas sua boca não se movia. Era possível que eles falassem na minha cabeça? Meu pulso latejava, e eu queria me encolher e chorar. Mas não o fiz.

 

    O arroxeado sorriu. O pior e mais macabro sorriso que já havia visto. E então me mordeu na região da clavícula. Um grande sorriso se abriu no rosto de Teddy. Senti a dor de duas mil agulhas dentro de mim, junto do meu pulso. Era muita dor. Não sabia se estava delirando devido á ela. Senti meu corpo queimar. Kanato drenava meu sangue insanamente. Sentia minhas forças sumirem, á medida que ele continuava. A risada de Teddy me alucinava, e era insuportável. Então, ele parou. Kanato tirou suas presas de mim. Foi pior do que quando me mordeu, mas já não me importava. Seria melhor do que se ele começasse de novo. Daí, ele me olhou nos olhos. Seus olhos brilhavam. Era como se luzes arroxeadas saíssem deles. Os olhei bem no fundo, senti que havia significado naquilo, e logo perdi os sentidos. A última coisa que pude ouvir foram as risadas de Teddy.

 


Notas Finais


*Machi no rekishi: é como história da cidade
*Nyngiõ : é como boneca
*Direita sempre: frase do Luba
*Yakunitachimasen: é como inútil


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