História In the world of animes. - (Imagine Animes) - Capítulo 10


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Josei, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente fiz esse cap pequeno pq estou cheia de coisas para fazer. E moça do perfil do JK eu irei fazer o do Sebastian pode ficar relex.

Capítulo 10 - Imagine.- Ban Parte 1.(Nanatsu no Taizai)


Fanfic / Fanfiction In the world of animes. - (Imagine Animes) - Capítulo 10 - Imagine.- Ban Parte 1.(Nanatsu no Taizai)

POV´s ALGUÉM AI.

Ban caminhava aos tropeços totalmente bêbado, pelas ruas de uma cidade qualquer, a qual ele desconhecia totalmente o nome. No estado em que se encontrava , não lembrava nem onde se encontrava o chapéu de javali. Só lembrava que estava festejando alegremente com seus amigos, enquanto bebia e cozinhava para todos. Até que lembrou o motivo de sua frustração, hoje era o dia que marcava a morte de sua amada.

Tentara ficar feliz pelos amigos, que encontravam-se alegres pela vitória contra Hendrickson, mas nem isso foi capaz de fazer . Fingiu sorrisos a noite inteira, e quando já não aguentava mais , afogou-se na bebida. Coisa que o pecado sempre fazia,estando triste ou não. Mas hoje fora diferente, a bebida já não curava mais suas dores. Pelo contrário, o fazia sentir-se pior do que já estava.

Então para descontar suas frustrações , quebrou a garrafa de cerveja no chão, soltando um grito de puro ódio. O pecado se encontrava enraivecido , estava com ódio de tudo e de todos. Mas principalmente de si mesmo. Fora ele que deixou Elaine morrer, ele que arrancou o coração do demônio sem saber que o mesmo possuía mais de um coração. Odiava viver sem proposito , odiava todos a sua volta por estarem felizes consigo mesmos.

Conseguia odiar até Elaine por dar sua vida por ele. O pecado da raposa não se achava digno de metade do que recebera da fada,ela deixara de viver para que ele pudesse sobreviver. A verdade é que desde a morte da loira, o pecado embora fosse imortal. Já se sentia morto a muito tempo, deixou-se ser torturado como castigo por tudo o que causou. Mas nada era o bastante , nada o fazia se sentir vivo. Do que valia a pena ser imortal , se não tinha motivo para viver?

Mas com a volta do capitão, conseguiu sentir-se vivo novamente. Afinal agora sua vida tinha sentido , lutar ao lado dos pecados o fazia se sentir vivo, e não descartaria aquilo por nada. Até que se lembrou , que já tentara matar Meliodas só para te-la de volta. Deu uma risada debochada ao lembrar-se do ocorrido, como podia ser tolo a este ponto? Precisava tanto assim dela? A resposta era sim. 

Elaine conseguia o deixar louco mesmo depois de morta, as lembranças com a loira era oque deixava seu dia melhor. Pelo menos as felizes. Foi tirado de seus pensamentos, quando uma voz feminino o chamou.

- Ei, você está bem?- perguntou uma garota (ruiva,loira,morena...).

- Hã?- indagou Ban.- Se estou bem? Eu estou ótimo.- disse o pecado com a voz enrolada. Quando foi tentar levantar , tropeçou nos próprios pés, mas antes de atingir o chão , foi amparado por mãos pequenas e rápidas.

- Bem? Só se for bem bêbado. Deixe-me ajuda-lo...-disse a garota o sentando sobre o chão da rua deserta.- Sou (S/N). E você quem é? 

- Ninguém que te interesse pirralha.-disse o pecado raivoso. Ele se encontrava cansado e com raiva, não queria ser ajudado. Queria apenas afogar as magoas num enorme como de cerveja." Afinal quem aquela garota pensava que era?"

- Ora , é sempre tão mal educado assim? Estou tentando te ajudar.- falou a garota .- E não me chame de pirralha. 

- Mas você é uma pirralha, pirralha. - falou a raposa rindo. 

Ouve-se um suspiro cansado da garota. (S/N) andava pelas ruas da cidade se perguntando aonde fora parar todos, apenas queria respostas para sua pergunta. Não um bêbado a chamando de pirralha, ela poderia simplesmente ignora-lo . Mas tinha certeza que se o deixasse ali, mais tarde ,iria se sentir a pior pessoa do mundo.

- Você sabe onde foram parar todos?- perguntou a garota.

- Eu sei mas não vou te falar.- disse  o pecado enquanto gargalhava sem motivo .

- Ora,pelo menos me diga onde estão seus amigos, namorada...?- perguntou duvidosa.

- Eu não lembro nem onde eu estava antes de chegar aqui . E quanto a minha namorada.- disse assumindo uma pose séria.- Já se foi a muito tempo.

- Oh, eu sinto muito. Não devia ter perguntado.- falou a garota sem graça. 

- Venha , vou te levar pra minha casa.- disse a menina pegando o mais velhos pelo braço , ajudando-o a se erguer.

- Não preciso da sua ajuda.- falou enrolado.

- Pare de ser cabeça dura, você mal consegue ficar em pé.- disse (S/N)

- Mas eu poderia ser um assassino estuprador.- falou o pecado rindo.- Eu poderia te machucar.-sussurrou no ouvido da garota de maneira sensual, fazendo a garota arrepiar-se.

- N-não fale besteiras. No momento você é apenas um bêbado .- falou a garota lutando contra a vermelhidão do rosto.

- Sou mais forte que você até bêbado.- falou sorrindo malandro. Quando a garota ia responder, percebeu que já haviam chegado a sua residencia .

- Chegamos!- falou se animando , enquanto corria pra abrir a porta . 

A casa de (S/N) era pequena e confortável, as coisas viviam sempre arrumadas, pelo simples fato da garota possuir uma quantidade minima de objetos. O local não possuía divisão alguma, no centro ficava uma cama pequena de madeira, ao seu lado um armário velho e surrado. Numa parte mais separa , havia alguns alimentos ,como maçãs e biscoitos. E lá num canto, havia um pequeno sofá 

- Você mora aqui sozinha?- perguntou o pecado observando o lugar.

- Sim.- falou enquanto retirava os sapatos.

- Onde estão seus pais?

- Eles estão mortos. Sou órfã , na verdade eu nunca os tive , vive minha vida nas ruas.- respondeu simplista.- E de onde vo-

Enquanto tirava os sapatos, a garota não percebeu que o pecado já havia se jogado preguiçosamente em sua cama.

- Ei seu folgado saia dai.- falou subindo na cama também, enquanto tentava sem sucesso acorda-lo.

- Acorde...- ficou insistindo até que sentiu os braços fortes do pecado agarrarem-lhe a cintura.- Ei o-oque pensa que está fazendo?

- Apenas durma.- falou com o rosto enterrado no pescoço da menina.

- Nada disso seu...- parou de falar, assim que ouviu novamente os roncos do mais velho. E sem mais escolhas , não protestou. 

E assim ficaram a noite inteira. Ao fazer isso Ban não se tocara que estava prestes a repetir uma mesma história, só que dessa vez com um final feliz.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E foi essa bosta ai sorry pelos erros e falou.


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