História Incidente - Capítulo 10


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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Personagens Originais
Tags Camila Senna, Henrique&juliano, Romance
Visualizações 118
Palavras 682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Hoje eu volto acompanhada pra casa!


- Mohana? Ele. Não. Me. Ama. Ok? – bufei e passei o iluminador nos pontos altos do rosto agressivamente. Eu estava furiosa.

 

  Depois de tudo aquilo, Henrique agia como se nada tivesse ocorrido. Meu estômago revirava a cada carícia ou insinuação que ele e Larissa trocavam. Mohana me olhava vez ou outra sorrindo tímida, ela sabia o quanto eu me sentia desconfortável com tudo aquilo, ela também sentia.

- Vinte minutos! – gritou Emil da porta do camarim e Henrique levantou-se juntamente com Juliano. Última olhada no espelho, último gole na cerveja e últimos cumprimentos antes do show.

- Boa sorte, meu amor! – Moh selou os lábios com Juliano, logo após suas felicitações.

- Boa sorte, cunhado! – cumprimentou também Henrique, enquanto Xuliano andava até mim.

- Bom show, irmão. – o abracei forte e ele sussurrou um “obrigado” e “Desculpa” em meu ouvido. Assenti de cabeça baixa e ele beijou o topo de minha cabeça.

  Quando ia saindo com Moh para o lado do palco Henrique me puxou pelo braço, abraçando-me calorosamente e eu suspirei.

- O que há de errado? Por que está estranha comigo desde a carona? – balbuciou, só pra que eu escutasse a sua voz, aquela voz que me deixava apaixonada.

- Nada, só não estou me sentindo muito bem. – repeti seu gesto (refiro-me à voz baixa).

- Está bem então, baixinha! – beijou meus cabelos e logo após a ponta de meu nariz. Sorri tão grande que podia sentir minhas bochechas doerem – Quero te ver assim, feliz. Sorrindo. Se for algum mané que esteja te iludindo, é só falar comigo. – neguei rindo e ele me acompanhou.

  Era tão irônico ele dizer isso. Minha vontade era repetir os gestos de Mohana, selar nossos lábios e desejar um “Boa sorte, meu amor!” . Ah... O selar de nossos lábios... um sonho tão longe, e eu o queria tão perto, mas tão perto.

....... Eu e Moh ficamos do lado do palco, junto com a insuportável da tal ‘Larissa’. Ela nem sequer havia trocado no mínimo duas palavrinhas comigo ou com a Mohana; pelo contrário, me encarava com sorrisinhos sínicos que eram retribuídos por mim mesma. Ela não tinha ido com a minha cara, isso era uma coisa em comum.

- Dá pra parar de olhar a Lari com esses olhares mortais? – Moh provou e eu sorri sínica – Relaxa amiga, você sabe que só é mais uma, meu cunhado não é de uma só!

- Ótimas palavras de conforto, óh, querida amiga! – fiz drama e gargalhamos juntas – Eu falei que não iria me importar Moh, estou cumprindo o que te disse. – fiquei séria e ela sorriu negando.

- Você sabe que não é bem assim Mila, está na cara que você morre de ciúmes do Henrique. – ela gritou tão alto que olhei para Henrique no palco, pensando que ele havia escutado.

- Dá pra calar a boca Mohana? – a repreendi e comecei a prestar mais atenção no show, que por sinal tocava ‘5 km’.

....................................

- Baladinha, quem topa? – Emil gritou e levantou a mão, sendo seguido por Larissa (que estava sentada no colo de Rique), Xuliano e Mohana. A mesma olhou pra mim como se esperasse que eu levantasse também.

- Nem vem, não estou me sentindo bem. – neguei repetidas vezes e ela assentiu.

- Mila vai no carro dela com o Rique, eu, amor, e Emil. – a encarei raivosa, mas acabei concordando.

- E eu? – disse Larissa com aquela voz de pato fanho (ri sozinha pela minha infantilidade, ótimo apelido, não? Preciso contar pra Moh).

- A, você? – minha amiga a olhou de cima abaixo e eu prendi o riso – Pega um Uber.

- Você vem comigo né, Ri? – quase vomitei, mas bebi a água que estava em minhas mãos, o empurrando pra baixo novamente. Henrique a encarou e depois me encarou.

- Eu vou com você, gatinha. – se referiu-se a mim... espera! Ele vai com a LARISSA?? Mordi o interior das bochechas prendendo a vontade de gritar que eu sentia.

- Ok então, menos um! Mas já vou avisando, hoje eu volto acompanhada pra casa! - tentei provocá-lo. Em vão, com certeza.

 


Notas Finais


Baladinha vai bombar ein?? kkkkkkkkkkkkkkk
Amo vxs!


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