História Infamous Friends. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Marina Ruy Barbosa
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Infamousfriends, Justinbieber, Marinaruy, Segundachance
Visualizações 12
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem apareceu!

Capítulo 8 - Você foi importante pra mim.


Fanfic / Fanfiction Infamous Friends. - Capítulo 8 - Você foi importante pra mim.

- Já fomos em todos os brinquedos e jogos?- perguntei.

- Desde o mais infantil até o mais louco.- respondeu Justin.

- Mas não podemos ir naquele trenzinho...- apontei pro trenzinho.-... porque somos grande de mais.- fiz uma carinha triste e Justin riu.- Para de rir, seu idiota. Eu quis ir nesse trem desde de que cheguei nessa cidade.

- E porque não foi?

- Porque eu achava sem graça.

- Não acha mais?

- Acho.

- Então porque você quer ir se acha sem graça?

- Porque eu queria ir em todos.

- Deus, você é complicada.- gritou e eu ri.

- Mas é você que está complicando sua cabeça, é você que está perguntando.- dei de ombros e ele revirou os olhos.

- Vamos pra fila logo.

Fomos pra fila e aconteceu a mesma coisa que na fila do engresso. E eu fiquei pensando se ele é tão amado assim? Eu sempre pensei que ele tinha mais haters do que fãs, mas não, ele tem um número imenso de fãs ou melhor, belieber que chego a me assustar.

Cara, como deve ser essa vida? De famoso? Sem privacidade, com várias pessoas te seguindo, regras pra todo lado e dormi quantas horas por dia? 5? Parece complicado, mas não deve ter só lado ruim nisso.

Porra, você pode viajar o mundo, ganha dinheiro até mesmo se você piscar, se você é um "bom famoso" todos te respeitam e outros.

Tudo bem que eu sou seguida um pouco por ser a amiga de infância do  Justin e filha do meus pais... Lógicamente.

Mas, eu digo "filha dos meu pais" porque, bom... minha mãe é conhecida como "A profissa da moda" e meu pai, "Turner uou".

A Família Turner é seguida por isso, mas não é nada comparado com os meus pais e muito menos o Bieber.

- Oque você vai querer?- perguntou Justin me tirando dos meus pensamentos.

- An, um pastel de frango.- respondi e ele assentiu.

Justin fez os pedidos e em seguida fomos pra mesa comer os nossos preciosos lanches.

- Então, você disse que podiamos conversar na hora de comer, bom... está na hora de comer.- Justin disse me lembrando doque havia dito no telefone.

- Ah, é algo chato? Se for, não reclama por eu não ter prestado atenção.- falei com um sorrisinho no rosto e Justin riu pelo nariz como se ja esperava eu dizer isso.

Ele sempre soube que não suporto coisas patéticas. Deve ser por isso que odeio política, palestra e enrolação, sem falar que eu não sou muito paciente.

- Bom, você vai me ouvir.- Disse mandão, até que eu achei um pouco engraçado.- Sandy, eu fico pensando se isso aqui pode acabar amanhã, tipo, você volta a me odiar e dizer que esse passeio não foi nada, eu não quero isso, agora eu tenho que concordar com aqueles cara em me chamar se "Justin Bibah" por estar falando essas coisas... clichês, talvez. E você deve estar pensando "Nossa, pra que tudo isso?" e a minha resposta é você foi importante pra mim. Cara, desde que você foi embora, eu pude abrir meus olhos, eu mal tinha começado a carreira, ja tinha gente enteresseira e não era você, aí eu percebi que tinha que saber quem realmente são meus amigo e posso confiar, Sandy. Eu não acredito até hoje que te rejeitei daquela forma tão grossa. Poxa, depois que eu começei a bombar, eu fui rejeitado umas boas vezes no meio disso, aí senti na pele como é ser pisado, senti na pele como é um olhar de desgosto e deboche sob você. Tudo que eu fiz pra você, eu senti na pele. Me lembro que você dizia que seria assim, mesmo não sendo famosa. Porra, você era minha melhor amiga! Melhor amiga! Sandy, caralho, você me perdoa? Eu fui um tremendo trouxa por simplesmente te jogar fora e acreditar em qualquer merda que ouvir. Eu... eu queria voltar a ser seu amigo, sabe? Então, que tal, recomeçarmos?

Quando ele terminou de falar, meu sorriso já estava quase rasgando meu rosto, porque porra, é tão bom sentir isso.

Sentir que alguém se importa com você, sentir que alguém gosta de você, sentir que você é importante na vida de alguém, sentir o carinho nos olhos de alguém em sua direção, sentir, sentir e sentir. Sentimentos maravilhlosos que você não os larga por nada, a não ser, que os sentimentos largue você.

Eu enquanto Justin falava, tive várias sensações, tanto quanto boas e tanto quanto ruins. Tive sensações se raiva, tristeza, alegre, alivio, surpresa e estranha. Sim, tive uma sensação estranha que não sei explicar, era uma sensação... sei lá, estranha. Mas não dei muita bola pra isso.

Pensando bem, isso parece ser mais pro lado de reação, não sensação, mas foda-se.

Olhei para o garoto a minha frente, com um sorriso lindo e os olhos cor mel esperançosos. Dei um sorriso de lado.

- Oi, meu nome é Sandy Turner e o seu?- estendi minha mão para que ele a apertasse. Abriu um sorriso incrivelmente grande e apertou de volta. Sorri.

- Oi, meu nome é Justin Bieber e o seu?- perguntou e eu franzi a testa.

- Eu já disse meu nome, Bieber.

- Eu sei, mas eu queria falar isso.-deu de ombros e eu revirei os olhos.- E que intimidade é essa? Me chamando de "Bieber"? Acabamos de nos conhecer, senhorita Turner.- quando terminou de falar aquela bela merda, voltou a comer seu pastel de queijo, eu acho. Bom, eu tive que rir da sua idiotice, né?

- Quer um conselho? 

- Não.

- Cala boca.

- Não.

- Você é infantil.

- Você é chata.

- Você é imbecil.

- Você é louca.

- Ah, deu.- gritei e Justin riu. Que cara chato.

(...)

- O panda fica comigo.- escolhi antes dele.

Eu e Justin estavamos na frente da minha casa, mas antes de eu sair me lembrei do brinquedos que haviamos ganhado no parque.

- Pode ficar com todos se você quiser.- falou Justin.

- Não, não, não, você também tem o direito de pegar, ué.

- Pega todos, San.- pediu.

- Não, nem cabe tudo isso no meu quarto.

- Também não cabe no meu.

- Por isso vamos dividir, Jay...- Assim que eu falei "Jay", paralisamos. Tipo, um ficou encarando o outro... paralisados.

No momento seguinte Justin abriu um sorriso que se tivesse um óculos de sol, eu os coloria, porque o sorriso de Justin estava surpreendentemente iluminado.

Eu chamava Justin de "Jay" quando eramos crianças, de primeira ele estranhava e era só por isso que eu chamava ele assim, mas depois o "Jay" saia automaticamente da minha boca e ele ja havia se acostumado. Alguns do nossos amigos tentavam chamar Justin de "Jay", mas falavam "Cara, isso só combina com a Sandy." ou falava "Você não é a Sandy!". Bom, e eu achava engraçado, é como se eu tivesse o meu próprio jeito, sabe? E realmente é, é o meu próprio jeito de chamar o Justin. Lembro-me que Carmem começou a chamar ele de "Jay", mas todos sabiam que ela estava fazendo papel de uma vadia ridicula. Obvio, menos o Justin.

- Eu ouvi oque ouvi?- perguntou depois de um tempo nos encarando.

- Parece que voltamos seis anos atrás.- disse e dei um riso fraco.

- Nostalgia, hein.- sussurrou se virando pra frente, ainda com um sorriso iluminado.

- Ok, Justin Bieber...- parei assim que vi sua cara feia pra cima de mim...- Jay...- corrigi e ele abriu um sorriso satisfeito.- Você sabe que não vai ser assim toda hora como era antes, né?- murmurei e ele fechou a cara de novo.

- Ah, mas porque?- perguntou manhoso e eu ri.

- Eu desacostumei.- dei de ombros.

- Então, se acostuma de novo, ué.- disse como se fosse óbvio. 

Trouxa.

- Ta legal, JAY. Vou indo.- dei ênfase no "Jay" e ele retribuiu com um sorriso torto.- Tchau, bobão.- me inclinei para beijar sua bochecha.

- Tchau, maluca.

Sai do carro e caminhei pelo jardim indo em direção da porta da minha casa. 

Quando cheguei na mesma, ouvi uma buzina, olhei pra trás e só vi a ferrari azul de Justin dar partida. Sorri e me virei novamente para entrar em casa, mas fui empedida assim que senti alguma coisa envolver me braço, uma mão, uma mão que parecia ser masculina apertava meu braço fortemente, e aí, tive certeza que ficaria a droga da marca. Logo depois, senti um cano gélido por baixo da minha regata curta. PORRA, UMA ARMA!

Merda, merda, merda, merda.

Minha mente sussurra.

Nem tive chance de pensar em gritar, minha boca foi cobrida por uma mão super gelada, aparentemente feminina.

- Fica quietinha ou... morri.- estremeci quando ouvi sua voz murmurar no meu ouvido e cheguei a me arrepiar ao ouviu sua risada maligna.




Notas Finais


Oi, gente linda... ou não.

Então, finalmente postei um capítulo E... e finalmente um conflito. Finalmente uma merda acontecer, não é mesmo?

Meu, oque vai acontecer nessa bagaça?

Bom, vocês sabem...

A única coisa que eu digo é: BOA SORTE.

Bom dia! Boa tarde! Boa noite!


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