História Infinito - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gay, Lemon, Originais, Romance, Yaoi
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Palavras 1.829
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mores de my life, apareci com mais um capítulo! Espero que gostem! Aos leitores de Jogada de Mestre, aviso que pode ter capítulo novo nesse feriado haha.

Obs: Meus lindos, não deixem de fazer seus comentários e de favoritar a história. Isso é extremamente importante pra mim! Vocês não tem noção do quanto me dá força pra força continuar!

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Obs: Muitíssimo obrigada JP00, halseyjpg, larazz e AnaWangTuan por favoritarem a história! Ameeei ver! Também vou adorar ver vocês nos comentários para me dizer o que estão achando da história! Muitíssimo obrigada também arshleyR, Maria99587452, Laura_Elizabete, kis-fudanshi, halseyjpg, Trouxa_FOREVEER, SELENALOVR, redhaircolors e JP00 que fizeram seus comentários! Estou adorando a interação de vocês! Esses comentários me motivam demaaais!

Capítulo 6 - Especial.


Fanfic / Fanfiction Infinito - Capítulo 6 - Especial.

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[Nicolas]

Desci as escadas quase flutuando, após saber que Felipe realmente quer ser meu amigo. Nesse momento, estou chegando ao andar de baixo, para pegar o restante das roupas, e o sorriso não sai do meu rosto. É inacreditável saber que o meu patrão quer ser meu amigo. Nunca tive uma relação tão estreita assim com patrões. Aliás, eu nunca tive uma pessoa que quisesse ser meu amigo assim. Acho que de amigo só tenho a minha mãe.

— E esse sorriso? — Mamãe pergunta após eu chegar para recolher as roupas que sobraram.

Nossa. Ela percebeu.

— Sorriso? — No mesmo instante tento escondê-lo, fazendo-me de desentendido.

— Sim. — Dessa vez, ela é quem sorri. — Você chegou aqui todo sorridente. Aconteceu alguma coisa?

Será que é uma boa ideia falar para a mamãe o que está acontecendo? Não sei. Essa ideia de ser amigo do Felipe ainda é muito nova. Talvez eu deva esperar isso amadurecer e só assim falar para ela. Até porque eu também não sei se ela vai aprovar a ideia de eu estreitar meu laço com o filho do patrão, que também é nosso patrão. Mamãe sempre teve receio em tomar certas liberdades com os chefes da casa. Mas, ela está certa. Seu Raul e dona Fernanda nunca nos deram liberdade mesmo.

— Impressão sua, mãe. — Tento me fazer de desentendido novamente.

— Tem certeza? — Ela continua sorrindo.

— Sim. — Respondo.

Ela balança a cabeça de maneira divertida.

— Vamos, Nick, fale... — Seu tom de voz é amável. — Eu conheço o filho que tenho. Sei quando está feliz. Sei quando está triste. Sei quando está com raiva. Sei de tudo. Tudo. Até mesmo quando você não quer me falar.

Mamãe é impossível. Ela realmente me conhece. Claro, é minha mãe. Não tenho como esconder nada dela.

— O Felipe é legal. — Limito-me apenas a dizer isso.

— O Felipe? — Seus olhos, de repente, se enchem de alegria.

— Sim... — Respondo.

Mamãe me encara de cima a baixo, como quem está imaginando muitas coisas. Confesso que tenho um pouco de medo da imaginação dela.

— Então, vocês estão se dando bem? — Ela pergunta.

— Ele é bastante educado. — Respondo. — E me trata bem, e não me considera com um empregado, e...

A cada palavra que dou, noto o sorriso da minha mãe ficando cada vez maior. Nossa, estou falando coisas demais.

— Acho que você e ele estão... — Ela interrompe a si mesma.

O que ela quis falar?

— Estamos o quê, mãe?

Ela balança a cabeça e sorri.

— Nada, querido, nada.

Ah, mãe, se começou, tem que ir até o fim.

— Me fala, mãe. Por favor. — Peço.

Ela sorri.

— Só quis dizer que acho que vocês dois estão realmente se dando muito bem. — Mamãe responde, mas sinto que não era só isso o que ela queria me dizer.

xxx

Após conversar com minha mãe e levar o restante das roupas para o quarto do Felipe, vim me arrumar para irmos a Belo Horizonte. Eu sei que não é uma viagem, porque, bem, só levamos uma hora para ir e voltar. Também sei que não deve ser nenhum passeio em especial, mas, até agora, não sei por que ele me chamou para ir junto.

Talvez ele queira um empregado para servi-lo. Mas, bem, lá deve ter garçons. Então, não sei. Prefiro parar de pensar nas hipóteses e fazer o que deve ser feito: ir com ele a Belo Horizonte. Não sei como será, mas, mesmo que ele já tenha deixado claro que me quer como amigo, vou me comportar como um empregado que está em serviço.

Eu e minha mãe não moramos no casarão, temos nossa própria casa. Simples, mas temos. No entanto, aqui nós temos um quarto só nosso, com um banheiro. Por isso, preferi tomar um banho e me arrumar aqui mesmo. A noite já está caindo e seria muito demorado se eu ainda fosse em casa, para me arrumar lá. Felipe disse que não tem pressa, mas não quero abusar da sua boa vontade.

Olho-me no espelho do quarto e, bem, isso foi o melhor que eu consegui. Não sei se estou bem apresentável, mas, pelo menos, estou com minha roupa formal de empregado. Essa é a melhor roupa que tenho, sem dúvidas. Não tenho nenhuma outra roupa à altura para sair com um patrão. Também tentei ao máximo melhorar meu semblante cansado. O banho ajudou, mas não sei se é o suficiente para muda-lo.

De toda forma, tentei fazer o meu melhor. Agora está na hora encontrar o Felipe. Talvez ele já esteja pronto. Não sei se ainda está em seu quarto ou se já saiu de lá. Não vou perturbá-lo nos seus aposentos, mesmo que ele tenha dito que posso entrar lá quantas vezes eu quiser. Melhor esperá-lo na sala, como qualquer empregado faria.

Desligando a luz e fechando a porta, saio do quarto. O quarto de empregados é o mais escondido e o menor dentre todos os outros que ficam no andar superior, no andar dos quartos. Contudo, logo chego à escada. Aos poucos vou descendo. À medida que cada degrau é deixado para trás, meus olhos se enchem de Felipe Bittencourt. Oh, meu Deus. Ele já estava esperando por mim.

Droga. Será que demorei muito?

Era para eu estar esperando por ele, não o contrário.

Quando finalmente estou perto de terminar todos os degraus, Felipe me vê. No mesmo instante ele se levanta do sofá. Seus olhos me observam com expectativa, como quem está esperando muito por esse momento. Ninguém nunca me olhou assim. Nunca me senti tão valorizado na vida. Felipe realmente é diferente. Arrisco-me até a dizer que ele é... Especial.

Aproximo-me dele. Felipe está mais lindo do que quando chegou aqui. Ele realmente é bonito. O cheiro do seu perfume amadeirado vem direto ao meu nariz. Respiro fundo. Sinto meu coração quase saindo pela boca. Não faço ideia do porque eu estou me sentindo assim.

— Me desculpe por ter feito você esperar. — Um pouco envergonhado, essa é a primeira frase que digo ao parar de frente para ele.

— Imagina. — Ele sorri. — Cheguei há pouco tempo. — No entanto, seus olhos com expectativa me dizem outra coisa.

— Ah, então, tudo bem. — Sorrio de volta.

— Mas... — Felipe me olha de cima a baixo. — Você não está pronto? — E franze o cenho.

Como não? Estou pronto. Tomei banho e troquei a roupa de empregado por uma limpa.

— Estou pronto sim. — Respondo com o máximo de educação.

No mesmo instante, Felipe solta uma pequena risadinha.

— Você não está pensando em sair com essa roupa de empregado, está? — E me dá um olhar divertido.

Na verdade, era exatamente isso o que eu estava pensando.

— E-Eu... — Gaguejo. — Não tenho roupa melhor que essa. — E baixo o olhar envergonhado.

Em um piscar de olhos, o sorriso do Felipe dá lugar a um semblante surpreso.

— Oh, meu...

— O que houve? — Pergunto confuso.

— Sua melhor roupa é essa? — Ele me responde com uma pergunta.

— Sim...

— Meu Deus. — Seu semblante surpreso não muda. — Vamos consertar isso agora. — E começa a caminhar em direção à escada.

— Como assim? — Pergunto ainda sem entender.

— Vamos consertar essa sua situação de roupas. — Felipe responde.

O quê?

— Mas... Não precisa se preocupar... — Tento argumentar. — Me sinto bem com essa.

— Mas eu não. — Ele responde, caminha até mim e me segura pela mão. — Vem... Eu não quero sair com um empregado. Eu quero sair com um amigo.

Extasiado pelo seu toque, deixo-me ser levado de mãos dadas ao seu quarto.

xxx

— Tente essa... — Felipe ergue em minha direção uma jaqueta de couro, uma camisa branca e uma calça jeans preta. — Temos praticamente o mesmo corpo. Com certeza vai servir.

Olho para sua mão, onde estão as roupas, e busca uma desculpa para não aceitá-las. Por Deus, onde já se viu um empregado usar as roupas do seu patrão?

— Felipe, por favor... — Balanço educadamente um não com a cabeça. — Não posso aceitar... — Digo sem jeito.

Felipe faz uma leve cara de poucos amigos para mim.

— Não só pode como vai. — Ele diz com determinação e começa a me empurrar rumo ao banheiro do seu quarto.

Oh meu Deus. Eu não acredito que isso está acontecendo.

— Felipe... — Tento argumentar.

— Eu adoro quando você me chama pelo nome. — Ele me interrompe. — Isso é um fato. Mas, esse não é o momento de contra argumentar, ok? — E sorri.

— Mas... — E antes que eu pudesse concluir a frase, Felipe abre a porta do banheiro e me empurra para dentro.

— Só saia desse banheiro quando estiver vestido com a roupa que eu te dei. — Ele diz.

— Olha... — Tento falar.

— Quer que eu mesmo tire essa sua roupa de empregado? — Felipe fala em tom de voz que mistura ameaça e brincadeira.

Tirar minha roupa? Céus. Eu sei que foi uma brincadeira, mas, no fundo, bem no fundo, sinto uma pequena chama se acendendo em mim. Cristo. É tão errado ter sensações assim com o filho do patrão.

— Eu... — Aceno encabulado para o trinco da porta, indicando que vou fechá-la.

Felipe sorri e fecha para mim.

Tiro peça por peça e visto peça por peça, ainda sem acreditar que ele está me emprestando uma de suas roupas. Felipe estava certo. A roupa coube exatamente no meu corpo. No banheiro não tem espelho, mas sei que ficou bom.

Após vestir tudo, abro a porta. No mesmo instante, os olhos de Felipe miram em mim. Se não for muita loucura da minha cabeça, posso jurar que ele está me observando de maneira extasiada, maravilhada, ou até... Encantada. Não, isso só pode ser coisa da minha cabeça.

— Tem certeza que eu posso mesmo usar? — Pergunto inseguro.

— Nicolas... — Ele aproxima. — Você está... É... — Felipe não pisca os olhos. — Quero dizer... Ficou ótimo!

— Sério? — Pergunto surpreso. — Ficou bom assim mesmo?

— Olhe no espelho do quarto. — Felipe sorri e aponta.

Ok. Vamos lá.

Saio do banheiro, caminhando pelo quarto, e aproximo-me do grande espelho. Ele vai praticamente do teto ao chão. Meu Deus. Assim que meu olhar cai no reflexo do espelho, fico admirado. Ficou realmente bom. Eu nunca me senti tão bem vestido. Nem mesmo com a roupa de empregado, a única roupa boa que eu tenho, eu me sinto tão bem assim.

De repente, vejo Felipe se aproximando e parando exatamente atrás de mim. Seus olhos extasiados não saem do rosto. Nossos olhares se cruzam no reflexo do espelho.

— Essa é uma das roupas novas que meus pais compraram pra mim. Estava entre aquela pilha que você trouxe. — Ele diz. — É sua.

O quê?

Eu ouvi direito?

— Minha? — Pergunto com os olhos arregalados.

Nos observamos pelo reflexo do espelho.

— Sim. — Felipe sorri. — Eu nunca usei. É nova. É sua.

Ah não, isso é demais. Se emprestada eu já não acho certo, imagine dada.

— Felipe, eu não posso aceitar.

No mesmo instante suas mãos pousam sobre meus ombros e os apertam de maneira carinhosa. Prendo a respiração ao senti-las.

— Presente não se rejeita, Nicolas. — Felipe fala em um tom de voz dos mais amáveis que já ouvi. — Agora sim podemos ir a Belo Horizonte. — E sorri.


Notas Finais


Então, amores, o que estão achando da história? Por favorzinho, comentem! Não me deixem aqui sozinha rsrs.

Muitíssimo obrigada por lerem! <3

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Um beijão! <3


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