História Insônia - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~Yoonminice

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), K.A.R.D
Personagens Jimin, Suga
Tags Bts, Jikook, Jimin, Saga Insônia, Suga, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 63
Palavras 2.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Ficção, Josei, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooooooooooooooooieeee! Tudo bom com vcs? Desculpem a demora pra postar esse capítulo mas foi um capítulo muito dificil de escrever... vocês já já vão entender o porquê. :x
Queria agradecer a todos os que leram, compartilharam, favoritaram e comentaram. Vocês são demais! <3
Bem, desejo uma boa leitura e nos vemos lá em baixo~

Capítulo 12 - Banheiro


No dia seguinte, logo após acordar, Park Jimin se espreguiçou e bocejou preguiçosamente antes de decidir se levantar. O relógio digital marcava sete horas da manhã quando ele pegou roupas limpas, toalha e adentrou o banheiro de seu pequeno apartamento somente de cueca.

Abriu a porta e se pôs a olhar no espelho. Seu cabelo estava desbotado e por isso pegou a tinta rosa, fez a mistura com o hidratante e começou a retocar. Enquanto a cor fixava-se, foi para a cozinha e pôs o creme de depilação no micro-ondas. Poucos segundos depois, já de volta ao banheiro, pôs a cera quente em toda a área que ficava a barba e começou a se depilar. Lembrou que outro dia Yoongi havia comentado que sua barba por fazer lhe fazia cócegas sempre que se beijavam.

Jimin negou com um aceno. Não, não era hora de pensar em Yoongi. Daqui a poucas horas Iria se encontrar com Jungkook e teriam uma conversa séria sobre o futuro deles. Ele precisaria de força, coragem e, claro, um discurso parcialmente pronto.

Foram poucas vezes em que o rosado teve que confrontar e pôr sua vontade acima da dos outros, especialmente quando se trava de um confronto direto com Jungkook. Deixe-me lhes explicar o motivo enquanto Jimin passava o creme no rosto para aliviar a vermelhidão e preparava seu discurso mentalmente.

Desejo, ou Jungkook se preferirem, tem todo um jeito “carismático” de lhe atrair e convencer a fazer o que ele quer, mesmo que sua vontade seja contrária ao que ele quer. Ele sabe, mesmo que seja algo inconsciente, seus pontos fracos e não tem pudor em usá-los contra você. E quando usa seu poder, um torpor e uma espécie de prazer estranho atinge a mente daqueles que Desejo direciona seu poder. E as situações em que ele faz isso geralmente são em confrontos e poucos ficam ou são imunes ao seu poder nessas situações. Apenas eu e Yoongi, e no futuro Jimin também, conseguem escapar da influência de Jungkook. Todavia, Park ainda era apenas um humano e por isso foi muito sábio em ensaiar um discurso e reafirmar em sua mente o motivo de estar fazendo aquilo e escovava os dentes e depois tirar a tinta rosa do cabelo na pia Para não sujar seu banheiro todo.

“Desde sempre nosso relacionamento foi estranho... Mas mesmo agora eu não sei dizer o porquê. Hm... esse tom ficou muito bom” – pensou olhando para seu cabelo que agora estava alguns tons mais escuros e tirou rapidamente o creme da pele.

 “Jungkook não vai querer aceitar o fim do nosso relacionamento. É provável que tente me convencer a não por um ponto final nessa história. Mas estou decidido.” – entrou no box do banheiro e despiu-se da sua única peça de roupa. Ligou o chuveiro e começou a ensaboar-se.

 “Ele pode até não entender neste momento, mas no futuro talvez vá entender que nós precisamos disso. O que tinha de ser, já foi. Tivemos bons momentos juntos, sim. Só que agora é preciso acabar com isso antes que esqueçamos o que de bom passamos e só nos lembremos dos momentos finais e dos nossos sentimentos negativos um pelo outro...”

Suspirou e encostou a cabeça na parede. Fechou o registro de água, guardou o sabonete e se virou para encarar o nada com as costas apoiadas na parede. Um arrepio percorreu seu corpo da cabeça aos pés quando com a temperatura fria da parede.

“E mais... Preciso fazer isso não só por mim e por ele... Preciso fazer isso pois eu... Eu... Agora tem o Yoongi. E ficar fazendo isso com ele e o Kook está mais do que errado” – bateu com a cabeça de leve na parede.

Sentia-se muito idiota e precipitado demais em pensar que Yoongi era um dos motivos principais que o fazia querer mudar sua situação com o Kim. Entretanto, era a mais pura verdade. Toda vez que Morpheus lhe tocava ou vice-versa, uma voz no fundo de sua mente o acusava de traidor e lhe alertava que se ele quisesse ter algo com o mais velho precisaria terminar o seu relacionamento com Jungkook.

“Como se fossemos ter algo. Morpheus está aprisionado sabe-se lá Deus onde...”

A solução seria muito simples, era só não permitir que rolasse algo mais do que amizade e cortasse as carícias. Mas quem disse que era fácil?

Só de pensar em Yoongi... No seu sorriso infantil e fofo.... Na sua pele pálida, macia, quentinha... Na forma como sua voz e risada repercutiam naquele que interiormente gostava de chamar de “nosso lugar”. Jimin estava tão ferrado...

Tocou as pontas do dedo o cabelo molhado e desceu a mão pelo pescoço e peito até chegar aos mamilos enrijecidos. Gemeu com seu próprio toque. Estava sensível demais a qualquer estímulo.

Beliscou os mamilos em seguida mordendo os lábios em resposta ao formigamento em seu baixo ventre.  Imaginou Yoongi ali lhe observando perder o controle lenta e progressivamente.

Depois de um tempo, cansado de brincar com seus mamilos, desceu as mãos pelo corpo como se estivesse a se redescobrir novamente. Mas atenção: para ele aquelas não eram suas mãos e sim as mãos de Morpheus. Arfou e fechou os olhos quando estas desceram por seu quadril e apertaram com força o local. Um grunhido fraco e falho foi proferido.

Uma das mãos se dirigiu para as nádegas e apertou de leve um dos lados, enquanto a companheira ia em linha reta sem dar a mínima atenção para o falo ereto e duro como uma pedra. Arranhou a parte direita e gemeu alto sem pudor. Afinal, estava sozinho, não?

“Que menino mau esse Minnie, não?” – pareceu ouvir a voz de Morpheus em sua mente. Pelo tom quase podia visualizar o sorriso sarcástico e malicioso estampado na cara dele. Os olhos brilhantes e sagazes estariam lhe encarando com ferocidade. Se deixasse Yoongi o devoraria. E, oh sim! Como ele queria isso...

— Que coisa não, Suga? O que você irá fazer a respeito, hum? – sussurrou em resposta e quase riu da sua loucura se não estivesse ocupado demais em sentir tudo ao seu redor desaparecer e sobrar somente aquelas sensações prazerosas e quente. Sua mão que se encontrava na parte de trás havia escorregado quase que sem perceber para entre as nádegas e o dedo indicador afoito já se encontrava brincando com sua entrada. Planejava que seus outros dedos fizessem parte da brincadeira logo logo, mas por hora ele estava satisfeito apenas com aquele dedo solitário.

— Acho que uma punição cairia bem agora, não? – Jimin abriu os olhos, sobressaltado, ao ouvir a voz do dono de seus pensamentos soar distante e falha. Havia um chiado, como se estivesse escutando ela sair de uma estação de rádio antiga.

J&Y

Morpheus, naquela manhã estava fazendo absolutamente nada em especial. Pensava apenas e de tanto que pensava, temeu pela sua sanidade mental. Estava cansado de fazer planos para se vingar ou de tentar encontrar uma forma de sair aquele lugar. Por isso resolveu pensar em algo mais interessante: Park Jimin.

Yoongi não daria nada por Jimin logo que o conheceu. Ele era um desconhecido muito estranho. Primeiro por que somente os caras que o trouxeram ali, que se autodenominava como “A Seita”, sabiam como acessar o local. Então era mais do que natural ele desconfiar do humano de cabelos rosados. Talvez fosse apenas outra forma que A Seita estaria tentando usar para usurpar seus poderes.

Mas o Pássaro lhe disse em outra de suas visitas que não. Que aquele era O Cara por quem nós, o Pássaro, Morpheus, eu e o nosso Pai, estávamos esperando.

Por isso baixou bastante a sua guarda e foi muito mais amigável quando o humano o apareceu novamente. Algo lhe disse que aquele jovem iria lhe surpreender bastante a cada nova visita.

E não se enganou.

Enquanto se distraía com seus próprios pensamentos, sentiu uma pressão incômoda na mente para em seguida começar a ouvir um barulho de água caindo. Franziu o cenho. Não deveria estar chovendo.

Levantou-se da cama e deixou o quarto para investigar o que tinha acontecido. Qual foi a sua surpresa ao ver uma parte do piso do teatro, molhado e um Park Jimin de olhos fechados, como veio ao mundo, apoiado no que parecia ser uma parede. Seus pelos da nuca se arrepiaram quando ouviu um ofego tímido do mais novo e só piorou quando viu que uma das mãos se dirigiu para o traseiro.

A respiração ficou rasa e o membro até então adormecido começou a dar seus primeiro sinais de vida. Lambeu os lábios ressecados e a única coisa que passava pela sua mente enquanto descia as escadas ao lado do palco era tomar aquele homem em seus braços e fazê-lo seu... ou ser dele. Suas pernas, pareceu-lhe, terem vida própria visto que em tempo recorde estava de frente para Jimin. Foi só aí que percebeu que uma espécie de vidro os separava.

— Que menino mau esse Minnie, não? – sua voz estava mais grave que o usual. Sentiu seu membro pulsar dolorosamente aprisionado em suas vestes, mas não deu atenção. Seu foco estava totalmente centrado no ser que agora parecia mais agoniado para sentir prazer. Prazer este que Yoongi estava mais do que disposto a proporcionar.

“Que coisa não, Suga?” ouviu a voz de Jimin soar distante e falha. A imagem dele oscilou por um momento e quase desapareceu, porém logo voltou a ficar estável novamente. O tom usado era desafiador e claro quando continuou:

— O que você irá fazer a respeito, hum?

— Acho que uma punição cairia bem agora, não? – respondeu recebendo um olhar assustado. Sabia que ele estava confuso, provavelmente não esperava lhe ver em uma situação tão íntima. Yoongi também não sabia o que estava acontecendo, tinha suposições apenas, mas aquele não era o momento para compartilhá-las. Portanto, deu de ombros e viu que Park aceitou, assim como ele, aquela situação de bom agrado.

— Que tipo de punição, Suga? – perguntou provocativamente. Se Yoongi achava que ele era uma perdição, agora tinha a certeza. – O que tem em mente? – viu a mão desocupada se encaminhar para tocar a ereção desnuda e isso o fez lançar um olhar feroz para o mais novo e dizer:

— Não ouse – o tom autoritário fez com que a mão parasse antes de atingir seu objetivo. – Lhe proíbo de se tocar – um gemido angustiado se formou na garganta de Jimin, mas nunca chegou a ser vocalizado, pois Yoongi abriu a porta do box e colou seus corpos tão rápido que seu cérebro entorpecido pela luxúria só conseguiu associar os movimentos quando sentiu a mão macia e seca de Morpheu em seus cabelos puxando sua cabeça para trás com firmeza, mas sem machucar,  e um chupão ser depositado wm sua clavícula.

— Yoon... – arfou sentindo as pernas bambas. Teria ido ao chão se o outro não estivesse lhe pressionando contra os azulejos frios do banheiro. Novamente a diferença de temperatura entre seu corpo e a parede resultou em um arrepio gostoso pela espinha.

Jimin estava quente. Sentia-se ferver e a qualquer momento, assim como os vulcões, iria explodir. Uma explosão deliciosa. Entretanto, por hora só se sentia ferver com cada toque que o mais velho dedicava ao seu corpo. Este em colaboração, parecia empenhado em descobrir todos os seus pontos fracos.

— Minnie – Yoongi sussurrou em seu ouvido.  Os dedos dele, inquietos, desceram pelo abdómen malhado, resultado de anos de treino e dança, e sem perda de tempo se apossaram do membro alheio. O seu próprio pênis pulsou com mais força e pareceu ficar mais rígido com o grunhido quase animalesco que o rosado deixou escapar por entre seus lábios.

“Há quanto tempo ele está assim para reagir dessa forma a toque tão simples?” – Morpheus pensou divertidamente.

... Detesto ser sempre o portador de más notícias, porém como diz o ditado: Tudo o que é doce sempre acaba. E o começo desta brincadeira se findou quando uma preocupação, que parecia tão distante da mente do meu irmão, surgiu naquele momento:

“E se ele se arrepender depois?” – franziu o cenho e parou com a lenta masturbação e selinhos que depositava na pele desnuda e molhada. O mais novo lhe lançou um olhar irritado e frustrado que lodo se tornou confuso e tenso ao captar que havia algo de errado.

— Suga, ‘tá tudo bem? – tocou o peito coberto, molhando a camisa um pouco mais. Não se importou com aquilo.

— Você que tem que me responder isso – vendo que não foi compreendido, acrescentou. – Todas as vezes que nos tocamos algo parece lhe incomodar. Pergunto-me se está tudo bem em continuar com isso ou irá se arrepender depois.

E foi aí, caro(s) amigo(s) leitore(s), que a realidade atingiu o Park em cheio. Querendo ou não ele ainda estava namorando Jungkook e estava prestes a elevar o nível da traição.

Yoongi viu o olhar ferido e chocado do outro tendo sua resposta. Suspirou se afastando lentamente do mais novo na intenção de ir embora, mas a mão pequena deste lhe impediu ao segurá-lo pelo braço.

— Suga, cocê pode esperar mais um pouco? – ouviu o receio transbordar na voz suave dele. – Há coisas que preciso resolver hoje e só assim poderei dar continuidade a isto sem arrependimentos.

— Hoje? – recebeu um acenar confirmando. Novamente suspirou e sorriu para para tranquiliza-lo. – Certo, não é como se eu fosse morrer amanhã, não é?

Com isso saiu do box, se virou e observou o membro alheio um pouco menos intumescido por conta da conversa, mas ainda meio ereto. Deu um sorriso sádico e antes de desaparecer Jimino ouviu dizer:

“Só que por ser um menino muito mal lhe proíbo de se aliviar. Se me desobedecer... Bom... não queira nem saber das consequências”.


Notas Finais


Ainda vivxs? HFASJIHFHSBA
Desculpem qualquer erro, o capitulo não foi betado e desculpem se não saiu tão bom. É a primeira vez que escrevo uma lemon(mesmo que não tenha sido completo).

Está louco pra conversar com outrxs leitorxs de Insônia? Entre no chat do whats: https://chat.whatsapp.com/88BedU8ZgUnGh4Qn6TtRiU
Está louco pra ler outra história minha? Leia My Immortal: https://spiritfanfics.com/historia/my-immortal-9821768

Bem, nos vemos na próxima! Bjs de luz~


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