História Interconnected - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Deborah Ann Woll, Magcon, Matthew Espinosa
Personagens Aaron Carpenter, Matthew Espinosa, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Leitor De Mentes, Magcon, Matthew Espinosa, Mistério, Poderes, Romance
Visualizações 19
Palavras 1.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente aaaaaaaaaaaaaaaaa eu resolvi postar hoje porque vi que vocês gostaram, então cá estou eu <3

Espero que gostem, de verdade!

BOA LEITURAAAAAAA <3

Capítulo 2 - 2


Fanfic / Fanfiction Interconnected - Capítulo 2 - 2

3 anos depois 25 de agosto de 2017

Houston, Texas.

 

Acordei com risadas e coisas caindo no chão e, com certa preguiça, abri meus olhos. Maldita decisão...

– O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI? SAIAM JÁ DO MEU QUARTO! – gritei irritada apontando para os dois pestinhas em minha frente – MIKE, DUSTIN EU VOU MATAR VOCÊS! – corri na direção daqueles idiotas, que correram para algum canto da casa antes que eu pudesse alcançá-los.

– Mareena? – minha irmã mais nova, Elisa, apareceu no quarto com uma presilha em mãos, que aparentemente, não estava conseguindo colocar.

– Ah, oi El... – tentei me recompor da raiva que acabara de sentir com os outros idiotas da família – Venha aqui, eu vou pôr para você. – a chamei e a mesma se posicionou de costas para mim, me entregando a presilha de borboleta vermelha e um pente.

– O Mike e o Dustin te acordaram de novo? – perguntou com sua voz doce e fina, tão gostosa de ouvir.

– Sim Lisa, mas isso não é novidade. – ri fraco e ela fez o mesmo.

– É que eles estão muito animados com a volta da Aylee. – disse e eu arregalei os olhos. Era hoje que a Alyee iria voltar de viagem, como eu poderia ter esquecido?!

– Nossa, eu tinha me esquecido! – bati na minha própria testa produzindo um som de estalo forte e alto. – Ela vai chegar que horas?

– A mamãe disse que ela já está na Rua Princeberg. – falou de modo calmo e eu me mantive estática por um momento.

– Mas são só 20 minutos daqui! – me levantei num pulo – Tenho que me arrumar Lisa. Te vejo depois. – dei um beijo na mesma e corri para o banheiro do corredor, já que era o único que tinha a água mais quente de todas.

Tomei um banho rápido e como de costume, havia esquecido minha toalha. Para minha sorte a mamãe sempre deixa uma pendurada para mim, talvez pelo fato de que meu esquecimento de toalhas estar se tornando rotineiro.

Fui correndo para o quarto e tranquei o mesmo. Peguei uma blusa branca e shorts de pano florido, calcei minhas sandálias e pus o colar dourado que o Alex havia me dado.

– Eu ainda sinto sua falta, Alex... – murmurei sorrindo para meu reflexo no espelho. Passei a mão de leve no pingente que possuía uma pedrinha azul, minha cor favorita.

– MAREENA, VENHA LOGO! – a voz da minha mãe era audível até no meu quarto. Mesmo estando um andar acima, parecia que ela estava gritando ao pé do meu ouvido.

‘Eles chegaram!’ – pensei e logo ouvi a porta batendo e muita gritaria, típico da família Castello. Somos descendentes de italianos, não era de se esperar menos que uma barulheira.

Fui até o corredor em passos longos e rápidos, mas acabei me esbarrando em uma pessoa.

– Ahren, eu estava te procurando! – chamei a atenção do meu irmão do meio, que não esboçou nenhum interesse pela conversa.

– Eu não vou fazer nada para você. – disse com uma voz tediosa enquanto lia o seu livro.

– Grosso, eu só queria... Ei, esse é o meu livro de física? Eu estava procurando ele a semana toda! – apontei ainda sem acreditar e o garoto apenas continuava sua caminhada – Dá para prestar atenção em mim, Ahren? – pedi com certa raiva na voz e ele me encarou por cima de seus óculos com mais tédio que antes.

– Esse livro é seu, mas estava no meu quarto. – voltou a olhar para aquelas páginas amareladas – Sugiro que limpe seu quarto de vez em quando, aquilo está uma zona. – completou e desceu as escadas.

– ‘’Sugiro que limpe seu quarto de vez em quando’’ – imitei sua fala com uma voz irritante – Nerd maldito!

Desci as escadas e fui para a sala, que apenas possuía malas e bagunça – o que não era novidade para a minha rotina –, e então pude ouvir vozes na cozinha e corri para a mesma. Lá estava ela, radiante com seus olhos extremamente verdes e cabelos loiros com alguns fios bagunçados, a minha Aylee.

Corri para abraçá-la em um único impulso.

– Aylee, eu senti tanto a sua falta! – falei ainda em seus braços e pude escutar a mesma rindo.

– Eu também senti a sua falta Neena. – apertou-me mais em seus braços e logo nos soltamos. – Você mudou muito! Olha só isso, seu cabelo está enorme! – disse pegando em uma mecha do mesmo e rindo logo em seguida.

– Eu falei para cortar, mas ela disse que se alguém chegar perto do cabelo dela com uma tesoura, cabeças vão rolar. – minha mãe disse em tom de brincadeira enquanto colocava o café da manhã na mesa.

– Nessa parte você continua a mesma... – Aylee mordeu seu lábio fazendo uma careta e eu gargalhei, batendo de leve em seu ombro.

– Hey Mark! – cumprimentei o alto homem ao seu lado. – Você cresceu! E eu pensando que isso era impossível... – falei e ele riu.

– Queria poder dizer o mesmo de você mocinha. – tocou meu nariz e eu revirei os olhos.

– Eu tenho 1,72m Mark, você que é um poste de 2,0 metros.

– 1,95m. Mais respeito, por favor! – me corrigiu e eu parti para abraça-lo. – Senti sua falta ruivinha.

– Eu sei que sentiu. – o provoquei e ele bagunçou meus cabelos. Mark era como um irmão para mim.

– Então, vamos comer? – sugeriu minha mãe com um sorriso largo – Será que você poderia chamar o seu pai para comer, Maree? – perguntou e eu assenti, logo indo até o seu escritório.

– Pai? – bati na porta de madeira escura e o mesmo estava de terno e gravata, olhando atentamente o seu computador.

– Ah, oi querida. Pode entrar! – apontou para a cadeira e eu caminhei até seu lado.

– A mamãe pediu para irmos comer, você vem?

– Claro, só um instante. – ele ajeitou seus cabelos quase brancos e eu continuei a encarar o mesmo.

– Sabe pai, a Aylee chegou... – tentei puxar assunto, mas ele estava realmente preocupado com o que estava observando – Pai, o que você está fazendo? – me aproximei para ver a tela e ele a fechou parcialmente em um susto.

– Coisas de adulto, Maree. Você não entenderia! – disse a famosa e velha frase que eu já estava cansada de ouvir – Quer saber de uma? Eu acho que posso fazer isso depois... – se levantou sorrindo e eu abri um sorriso maior ainda – Vamos? – colocou sua armação de óculos marrom-tartaruga em cima da mesa e me abraçou de lado.

Fomos até a cozinha, sentando na grande mesa de refeições que havia na mesma. Estava uma zona, para falar a verdade. Mas o que esperar de uma família tão grande e tão elétrica?

Olhei para a minha mãe e ela estava radiante, talvez pelo fato de ver todos os filhos sentados na mesa e comendo juntos, algo que não acontecia desde que Aylee se mudou para Manhattan.

Família grande, mas é fácil de entender cada um com um olhar não tão profundo:

*Meus irmãos Dustin e Mike, os pirralhos de 7 e 8 anos respectivamente, estavam jogando pedaços de uma torta qualquer para todos os lados.

*Elisa, a garota mais doce desse planeta, é a mais nova da família com 6 anos de idade.

*Ahren é o estranho que sempre lê livros ou joga aqueles malditos jogos de tabuleiros dos anos 80 nas noites de Sábado.

*Aylee é a mais velha da família com seus 25 anos de vida, mas não é pela idade que se mede atitudes, já que a Aylee se torna uma criança de 12 anos quando vê um parque de diversões ou frozen yogurt de framboesa.

E essa cá estou eu, a irmã mais diferente da família. E quando eu digo diferente eu quero dizer diferente mesmo. A única ruiva de uma família de descendência italiana extremamente exótica que possui uma pele branca da cor da neve, uma mentalidade um tanto quanto bipolar e também a única pessoa da família a ser a principal culpada pela morte do melhor amigo.


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO! Não se esqueçam de comentar, me incentiva muito <3


até, xuxussss <3


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