História Into You - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Ação, Amor Bandido, Criminal, Justin Bieber, Romance, Sexo
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Palavras 2.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiw meus amores, tudo bem? ♥

XUXUSSSS EU TENHO UMA ÓTIMA NOTÍCIA, ENTÃO POR FAVOR LEIAM AS NOTAS FINAIS.

APROVEITEM A LEITURA, ATÉ LÁ EMBAIXO. ♥

PS: Me perdoem por qualquer erro ortográfico...

Capítulo 9 - Capítulo 07.


Fanfic / Fanfiction Into You - Capítulo 9 - Capítulo 07.

Quando abri meus olhos minha visão estava turva, minha cabeça latejava e uma gastura passava de meu estomago a minha garganta. Eu estava amarrada em uma cadeira de madeira na cozinha da mansão, eu sabia disso por que estava vendo a grande pia e a janela na outra parede. Um barulho estranho saiu de minha boca – um gemido de dor - e no mesmo instante o mesmo homem que eu havia visto antes apareceu. Ele parecia ser mais jovem do que antes e seu olhar era estranho para mim. Um frio correu pela minha garganta.

–– Olá, princesa. –– A voz dele era grossa e assustadora. Eu me arrepiei de tanto medo. Outro homem apareceu por trás de mim.

–– O que vocês querem? –– Eu perguntei assustada. Eu queria chorar, mas se eu fizesse isso elas acabariam achando que eu era mais fraca do que isso, e isso não era bom.

–– Queremos a planta. –– Ele respondeu-me rapidamente.

–– Que planta? –– Perguntei sem entender nada.

–– A planta do cofre. –– A voz dele era ameaçadora.

–– Eu não sei do que vocês estão falando... Vocês invadiram a casa errada! –– Eu me apressei em falar quando ele esticou sua mão para me tocar.

–– Calma, garota, nós não pretendemos machucar ninguém... –– Ele disse, mas logo riu de si mesmo. –– Sabia que você é muito bonita? Na verdade você é gostosa de mais para uma garota da sua idade. Quantos anos você tem? Dezesseis? Dezessete? –– Ele questionou andando em círculos sobre a cadeira que eu estava amarrada.

–– Eu tenho dezoito. –– Respondi com uma voz falha.

–– Hm... Dezoito? –– Ele tocou meu ombro e aquilo me deu um baita desespero.

–– Não encoste em mim. –– Eu pedi recordando-me das cenas em que eu tanto queria esquecer. O outro homem riu de mim e abriu a geladeira, pegando uma cerveja para beber. Eu senti a mão do homem que estava atrás de mim descer pelo meu pescoço e ir até meu peito. Eu me apavorei mais ainda e tentei me soltar da cadeira, mas nada consegui.

–– Sabe qual a melhor parte de assaltar casas de bandidos? –– Ele questionou. Que? Que bandidos? Ele é o que? Maluco? Onde que essa casa é de bandidos? –– É que sempre tem uma linda mulher na casa para que a gente possa foder com ela. –– Ele disse. Eu arregalei os olhos.

–– Socorro! –– Eu comecei a gritar sem parar. –– Socorro! Socorro! –– Eu gritei, mas ninguém apareceu.

–– Pode gritar amor, a casa dos seus amiguinhos são bem distante de outras. –– O homem disse, mas era mentira. Alguém poderia me ouvir, ou eu estava enganada?

Ele parou a minha frente e me olhou nos olhos. O homem se aproximou de mim e tirou algo de seu bolso, um canivete. Eu arregalei os olhos e me impulsei a gritar de novo. Ele esticou a afiada faca em minha direção me fazendo contorcer na cadeira em uma tentativa falha de sair dali. A faca passou pelo meu vestido, no meio dos meus peitos, e fez um breve corte até um pouco abaixo da malha de renda do meu sutiã, mostrando o tecido branco rendado. Eu tentei chutá-lo para longe de mim, mas meus pés também estavam presos. Eu virei minha cabeça para o lado quando o homem se abaixou em minha direção.

–– Garotas bonitas assim como você não merecem estar em uma vida como está. –– A voz dele sussurrou em meu ouvido. Eu olhei para a janela e lá eu vi Justin, escondendo-se dos homens. Ele fez um sinal de silêncio com o seu dedo. Um alívio percorre meu corpo.

Eu voltei a olhar o homem que rasgara meu vestido e que agora estava com sua mão em minha coxa. Eu estava apertando meus lábios uns contra os outros e esperava que Justin fizesse algo para me ajudar. O outro homem estava vasculhando os armários atrás de algo enquanto seu parceiro me alisava. Quando virei minha cabeça de novo, Justin estava ao lado da geladeira com um revólver nas mãos. Eu voltei meu olhar rapidamente para o homem que agora estava subindo sua mão por debaixo do meu vestido, chegando a minha intimidade. Ele atirou no homem que estava distraído chamando a atenção do homem que estava ajoelhado a minha frente. Justin o socou tão forte que eu vi o sangue jorrar até o piso quando o homem caiu. Ele não tinha chance agora que Justin estava por cima dele o socando sem parar e o máximo que o homem conseguira revidar fora um soco, mas que nem abalou o louro que agora parecia irreconhecível para mim. Eu via chama em seus olhos cor de mel e aquilo me assustara. Ele não parecia humano, parecia mais um monstro. Justin estava obcecado em matar o homem.

–– Justin! –– Eu gritei. Ele parou e percebeu que o homem já não estava mais acordado.

Ele se virou para mim com o rosto todo sujo de sangue, o sangue do homem que ele acabara de espancar. Eu estava perplexa e nem sabia se o homem que estava no chão ainda estava vivo ou se estava morto. Justin pegou o canivete que estava jogado do outro lado da cozinha, perto dos armários e voltou até mim. Ele passou a lamina pelas cordas que me prendiam na madeira e me estendeu a mão. Seu braço estava com um corte, um pouco profundo, mas ele nem pareceu perceber isto. Eu me levantei da cadeira e me afastei dele.

–– Não tenha medo de mim, Leslie. –– A voz dele saiu cansada.

Eu me virei para o corredor que levava para fora da cozinha e vi Chris. Eu voltei a olhar Justin e o revólver em sua mão. Eu corri para fora da cozinha e em direção a Chris.

–– Chris corre! Corre! –– Eu gritei ainda correndo.

–– Você está bem? Eles te machucaram? Cadê Justin? –– Ele perguntou segurando meu rosto assim que meu corpo se chocou contra o dele.

–– Chris, ele está armado! –– Eu disse com medo.

–– Leslie... –– A voz do meu irmão saiu mais baixa do que nunca.

–– O que foi? –– Eu perguntei.

–– Ela tem que saber Christian. –– Justin disse aparecendo atrás de mim.

–– Chris, vamos embora... Ele está com uma arma na mão! –– Eu praticamente gritei apontando para a mão de Justin.

Eu não sabia como meu irmão reagiria a isso, mas ele não podia morar no mesmo teto que um cara como Justin.

–– Leslie a gente tem que conversar... –– Chris disse me encarando. Assim que eu olhei para baixo eu vi meu irmão segurando uma arma. Uma arma. Meu irmão.

–– Chris... –– Eu sussurrei ainda encarando aquela porcaria.

–– Leslie, você tem que me ouvir. –– Ele disse colocando a metade da arma que estava segurando para dentro de sua calça jeans e por debaixo de sua camiseta branca.

–– Meu Deus! –– Eu disse colocando as mãos na cabeça.

–– Leslie... –– A voz de Chris ainda estava saindo baixa.

Eu comecei a caminhar para a sala ainda com as mãos na cabeça.

–– Meu Deus! –– Era tudo que eu conseguia dizer para eu mesma.

–– Leslie... –– Chris segurou-me pelo braço, mas meu ato precipitado e sem pensar fora enfiar minha mão em sua face, estalando meus dedos contra a pele dele.

Eu acabei de bater na cara do meu irmão, e tudo por que ele e o amigo dele estavam com armas em suas mãos.

–– Não! Eu vou embora. –– Eu falei firmemente antes de subir correndo as escadas.

Quando cheguei ao meu quarto eu liguei para uma agencia de táxis e pedi para que eles enviassem um para a mansão. Eu peguei todas as minhas roupas que estavam espalhas pelo quarto e comecei a jogar dentro das minhas malas. Aporta do quarto se abriu e Chris apareceu. Eu o ignorei e continuei a fazer o que estava fazendo e depois de guardar meu Notebook dentro da mochila eu peguei a calça jeans e a blusa que estavam em cima da cama para eu poder trocar de roupa.

–– Leslie, eu não quero que você vá embora. Eu posso te explicar... –– Ele disse apressado.

Meu irmão não parava de falar, mas eu não conseguia entender uma palavra se quer do que ele estava falando. Eu me troquei no banheiro e deixei o vestido rasgado para trás. Colocando minha mochila nas costas, o celular no bolso e agarrando as minhas malas eu sai do meu quarto com Chris vindo atrás de mim.

–– Eu não quero saber! –– Eu gritei assim que desci as escadas.

Eu vi todos os amigos do meu irmão, inclusive Andy, em pé. Chris veio até mim correndo e parou bem na minha frente. Eu tentei desviar-me dele, mas ele segurou-me pelos dois braços e me fez parar.

–– Só me deixe explicar... –– Ele pediu.

–– Christian me deixe ir! –– Eu disse com raiva. Eu estava puta da vida com ele, e não queria ouvir nada. O que eu vi não tinha explicação. Eu estava errada. Chris não era o mesmo, ele tinha mudado. E muito.

Ele me soltou e passou as mãos no rosto. Eu passei pelo meu irmão e pela porta, deixando ele e sua explicação para trás. Eu passei pelo caminho até chegar ao portão e passar por ele também. O táxi já estava a minha espera. O taxista pôs minhas malas no porta-malas e então entrou em seu carro.

–– Para onde? –– Ele perguntou.

–– Aeroporto. –– Fora tudo que eu disse.

~(...)~

A moça havia me vendido uma passagem de última hora por milagre. Ela me disse que o voo sairia em menos de duas horas, e eu tive que esperar impaciente enquanto imaginava por qual motivo Chris estaria segurando aquela coisa em sua mão. Eu havia comprado um lanche pra mim, mas acabei nem comendo, eu queria tanto chorar, mas eu odiava isso mais que qualquer coisa na vida e para eu chorar de novo na vida eu teria que estar muito mal mesmo. Eu precisava falar com Bianca, mas nesse momento eu imaginava que ela estava cuidando da empresa junto com sua mãe.

–– Leslie? –– Uma voz surgiu detrás de mim.

Quando eu me virei eu vi quem eu já sabia eu fechei mais ainda a cara.

–– O que é Christian? –– Pergunto voltando a ficar normal em minha cadeira, ficando de costas para ela, mas ele acabou vindo se sentar ao meu lado.

–– Me ouça, irmã! Por favor... –– Ele parecia tão abalado. E quando à palavra irmã havia saído de sua boca eu tive que olhá-lo, eu não consegui evitar.

–– Explique-se então. –– Eu disse voltando a olhar às pessoas andarem de um para o outro.

–– Bom, eu vou começar do começo... –– Ele disse se inclinando ainda mais em minha direção.

–– Mas é claro, né? Por onde você acha que vai começar? –– Eu ironizei brava.

–– Então... –– Ele me ignorou. –– Quando tudo aquilo havia acontecido em Seattle, eu não pude ficar lá e tive que me mudar para cá. Eu sabia que teria que arranjar um jeito de conseguir dinheiro fácil para poder ter você comigo, como prometi, mas tudo que vem fácil vai fácil, Leslie. –– Chris disse me fazendo encará-lo. –– Eu fiz umas coisas aí para um homem, quero dizer eu fiz coisas que me arrependo...

–– Que coisas? –– Eu perguntei com medo de sua resposta.

–– Eu matei um homem. Um homem inocente e decente. Isso é a coisa que mais me arrependo em minha vida, e espero que saiba disso. Mas, voltando... Dias depois eu fiquei sabendo de uma gangue que atuava no Canadá com facilidade... Era a gangue mais falada e mais respeitada de todas, e então eu fui atrás do líder. Foi aí que conheci Justin. –– Eu parei de olhar às pessoas de novo e voltei a encarar meu irmão, de novo, mas agora eu não conseguia parar de olhá-lo. –– Ele não era nada do que eu esperava, mas assim que me conheceu ele não me deu chances... Até que um dia eu salvei sua vida. Lembro-me que depois disso sempre que ele saia ou ia fazer qualquer coisa ele me levava junto. Ele me apresentou ao mundo do crime, me mostrou coisas, e me ensinou como fazer. Não éramos mais que amigos ou parceiros, nós éramos irmãos. É um laço tão forte que se forma de uma forma que você só percebe depois que está feito. Eu sei o que faço, sei os riscos que corro, e sei os riscos que te farei correr, como hoje mais cedo, porque é isso que eu sou Leslie, eu sou um Gangster, sou um bandido e faço coisas que fará você me odiar, mas eu não posso mais parar, porque uma vez dentro, não tem mais volta. Mas se você voltar comigo pra casa eu não deixarei nada e nem ninguém no mundo te machucar de novo.

A voz de Chris soou por minha cabeça por minutos. Repetindo, repetindo e repetindo. Meu irmão era um Gangster. Meu irmão era um bandido. E tudo que eu pensava dele havia morrido ali. Chris havia mudado, completamente, mas mesmo assim, coisas que ele faz como ele mesmo disse me fará o odiar cada dia mais. Como eu posso viver com ele e com eles quando tudo que eu sempre achei errado eu terei que ver agora e fingir que é a coisa certa? Chris passava às mãos na cabeça toda hora, e suspirava profundamente esperando logo que eu dissesse algo.

–– Chris...

–– Me perdoe Leslie. Eu não sou o exemplo da sua vida... –– Ele diz.

–– Que coisas horríveis você faz? –– Eu pergunto olhando em seus olhos.

–– Eu mato pessoas. Eu roubo bancos, ou qualquer coisa que tenha bastante dinheiro, e eu faço... –– Antes que ele pudesse continuar eu o interrompi.

–– Você me disse que trabalhava no mesmo ramo que papai, por que você mentiu? –– Eu perguntei.

–– Eu não menti. –– Ele suspirou.

–– O quê? –– Eu perguntei indignada.

–– Nosso pai não é flor que se cheire, Leslie. Ele já desviou muito dinheiro de seus clientes, e ele é o dono de uma gangue aqui do Canadá. Já nos cruzamos algumas vezes, mas ninguém sabe que temos algo a mais que uma rixa antiga. –– Chris falou.

–– Está ouvindo o que você está falando? –– Eu perguntei me levantando.

–– Leslie, eu sei, por que eu vi. Eu o vi. –– Chris diz se levantando também.

–– Meu Deus, minha vida foi uma mentira! Todas às pessoas que eu achei que fossem pessoas normais são bandidos... Chris você é um bandido! –– Eu disse colocando minha mão em minha boca. Sentei-me de novo, acompanhada de meu irmão.

–– É, Leslie. Às pessoas não costumam ser quem achamos ser. –– Meu irmão sussurrou pra mim.

–– Meu Deus... –– Eu sussurrei para mim mesma.

Senti uma lágrima descer sobre meu olho, mas eu logo a limpei. Como eu pude ser tão cega assim por tanto tempo? Fora o que, minha vida toda? Onde diabos eu estava quando meu pai desviava dinheiro e liderava uma gangue aqui do Canadá?

–– Faz quanto tempo? –– Pergunto.

–– Do quê?

–– De tudo, Christian! –– Eu disse apoiando meus cotovelos em minhas pernas e meu rosto nas palmas de minha mão.

–– Três meses depois que cheguei aqui eu conheci Justin, e faz um ano e meio que descobri sobre o pai. –– Ele disse.

Chris ficou em silêncio por um longo tempo, me dando espaço para pensar a respeito de tudo. Merda, eu precisava realmente falar com Bianca! Como ela reagiria ao descobri que quase minha família toda é Gangster? Espera aí!

–– E a mamãe e o James? –– Eu perguntei rapidamente, voltando a olhar Chris.

–– Eu não sei se a mãe sabe, mas James trabalha junto com o pai. –– Ele disse.

–– Você acha que o nosso pai realmente acha que foi você? –– Eu pergunto.

–– Acho que sim, Leslie. –– Chris responde.

–– Por que Chris? Por que você faz isso? Você estragou com a sua vida! –– Eu disse ao me lembrar do motivo pela qual estávamos ali.

Meu irmão ficou em silêncio, pois minhas palavras haviam o magoado tanto quanto a mim em ter que dizê-las. A questão é que eu não conseguia entender por que Christian havia se transformado em uma pessoa assim... Uma pessoa que faz coisas erradas. Chris sempre fora pra mim aquele garotinho de cinco anos que ficava correndo pela casa com seu bonequinho de super-herói, mas depois de saber quem ele era agora, eu não conseguia mais ver isso nele. Eu não conseguia ver mais meu irmão. Pelo menos não o que eu achei que fosse real.

–– Eu sou o que sou e não posso mudar isso Leslie –– Chris sussurrou. ––, mas caso você decida voltar comigo, isso não significa que você vai ser igual a mim. –– Ele completou. –– É que eu não consigo aceitar a idéia de que você e ele no mesmo teto... De novo... Pode acontecer outra vez, e isso acaba comigo. Acaba comigo! –– A voz de Chris saiu tão fraca e baixa que chegou a me arrepiar.

Ele tinha razão, podia acontecer outra vez, e se acontecesse eu não suportaria mais esquecer. O que eu faria? Voltaria para a casa dos meus pais ou voltaria com Chris para a sua casa? Para onde eu deveria ir? Para o lugar onde causara a pior catástrofe de minha vida ou para o lugar onde meu irmão jurara me proteger? 

–– Eu... É complicado de entender! –– Assumo.

–– Verdade... –– A voz de Chris estava arrastada.


Notas Finais


WELL, WELL, WELL ~só ele vai entender kkkk~

Bom meus amores, o que eu tenho para falar é que vocês terão mais uma fic com o Justin ÊÊÊÊÊÊÊêêê... Como assim Dêh? Lembram que eu comentei que a primeira temporada de INTO YOU já estava completa? Então, quando eu postar os dois últimos capítulos de THM eu começarei a postar a história LOST SOULS ~minha nova fic,que arassooo kkk~, MAS, é o seguinte, talvez eu fique sumida, eu não sei, mas eu amo vocês demais e não deixarei isso acontecer... ♥♥

Obrigada por todos os comentários lindos, apoio e pelos novos leitores. Heheheheheeheheheheehehe ♥ Amo vocês! ♥

Beijos e abraços,

Dêh ♥


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