História Invictus. - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Fred Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lucius Malfoy, Neville Longbottom, Personagens Originais, Remo Lupin, Sirius Black
Tags Draco Malfoy, Irmã, Irmã De Harry Potter, Irmã Do Harry Potter, Irmã Gêmea, Malfoy, Olívia, Potter
Visualizações 220
Palavras 1.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


avisos da fanfic:

- se tiver algum erro, por favor, falem carinhosamente comigo porque eu sou sensível demais!!
- eu sou insegura demais com fanfic, tipo demais, então sejam legais, nunca pedi nada!!!
- a fanfic vai ser longa. alguns acontecimentos do livro não vão acontecer na fic, não sigo ordem cronológica e o final vai ser diferente.

Capítulo 1 - Welcome to New York.


Fanfic / Fanfiction Invictus. - Capítulo 1 - Welcome to New York.

Lily e James encaravam-se, cada um sentado no lado oposto do sofá. Lily havia contado à James que algo a incomodava e precisava compartilhar isso com ele, mas fazia quase meia-hora que ambos estavam nessa posição, sem falar nada, o medo e ansiedade presentes nos olhos esverdeados de Lily. James queria quebrar o silêncio, mas ele também não queria pressionar Lily em nada, principalmente tendo percebido que o humor da esposa alterava-se constantemente por esses dias. O único som, além da respiração de ambos, que pairava pela casa era a lareira e isso estava queimando os nervos de Lily.

— James, e-eu estou grávida. — O rosto pálido de Lily encheu-se de lágrimas e ela começou a soluçar, colocando seus joelhos perto de sua barriga, encurralada no sofá de couro marrom.

— Lily, calma... — James não teve reação por um segundo. Seu corpo ficou no mesmo lugar, imóvel e os olhos encaravam o nada, vazios. Então, finalmente, as palavras de Lily o atingiram. Ele seria pai, ele teria um filho com o amor de sua vida. — Eu te amo e meu sonho sempre foi construir uma família com você. Talvez o momento que estamos vivendo agora não seja ideal, mas pra mim tá tudo bem contanto que eu tenha você e a agora, nosso filho ou filha ao meu lado.— Era a resposta mais sincera que James poderia dar para a esposa.

A distância entre eles diminuiu, tanto que Lily aconchegava-se no peito de James, enquanto recebia um cafuné em seus cabelos ruivos. Os dois ficaram assim por longas horas, cada um com seus pensamentos privados, pensando em como iam se virar a partir de agora. Silenciosamente, ambos chegaram a conclusão que tudo estaria bem se tivessem um ao outro.

-x-

No terceiro mês de gestação, Lily descobriu que estava grávida de gêmeos. No quarto mês, ela descobriu que seria uma menina e um menino.

— Lily, eu espero que eles se pareçam com você. Seria como poder te ver três vezes numa olhada só. — James falou rindo, enquanto os dois estavam deitados na cama com vários cobertores por cima, porque o inverno havia chegado como um furacão desembestado.

— Por Merlin, eu espero que eles sejam inteligentes como eu. Imagina ser como você, a dor de cabeça que será. — Respondeu Lily rindo e aproximando-se de James até seu nariz poder cheirar o seu pescoço.

— Então você só se casou comigo, porque eu sou bonito, Lily Potter? — Resmungou James, abraçando a esposa carinhosamente.

— Não se lisonjeie tanto, meu amor. Boa noite. — Lily falou, beijando o marido rapidamente e sussurrando 'nox' para a luz de sua varinha ser apagada.

-x-

Os gêmeos nasceram e estava sendo um inferno na casa dos Potter. A choradeira de madrugada e as trocas de fraldas excessivas estavam acabando com o casal de 19 anos. Lily vivia com olheiras profundas, enquanto o cabelo de James não sabia o que era um pente. E qualquer incidente ocasionava uma briga enorme, porque nenhum deles aguentava mais viver só em casa, sem contato com o mundo exterior, recebendo notícias através dos amigos ou por papéis.

Lily estava encarregada de colocar Harry para dormir hoje, enquanto James estava encarregado de colocar Olivia. Depois da árdua tarefa que isto foi, já que o dia foi totalmente exaustivo e a energia dos dois parecia uma fonte inesgotável, eles foram se deitar. Entretanto, Lily foi escovar os dentes primeiro e viu que James havia deixado a pasta de dente sem a tampa novamente.

— JAMES POTTER, QUANTAS VEZES PRECISO DIZER PARA VOCÊ COLOCAR A TAMPA EM SUA PASTA DE DENTE, HEIN? — Esbravejou Lily saindo do banheiro segurando a evidência nas mãos.

— AH, É? ISSO NÃO É PIOR DO QUE QUANDO VOCÊ DEIXA A PORTA DA GELADEIRA ABERTA, PORQUE ESTÁ OCUPADA DEMAIS LENDO. — Respondeu James no mesmo tom, tirando seu óculos e colocando-o na cômoda.

— OLHA AQUI, JAMES, EU NÃO AGUENTO MAIS VOCÊ SENDO CHATO DEMAIS, PORQUE NÃO PODE VOAR NA SUA VASSOURA, ISSO NÃO É PROBLEMA MEU. — Lily disse, ainda perto do banheiro com os punhos fechados de raiva.

— E EU NÃO SUPORTO O CD DO BOWIE QUE VOCÊ COLOCA POR TRÊS DIAS DIRETO. — James rebateu, vendo o quanto Lily estava ficando vermelha, tão vermelha quanto seus cabelos.

— ISSO É PRA NÃO ENLOUQUECER DE TANTO QUE EU FICO PERTO DE VOCÊ. — Lily gritou, percebendo que calará o marido. Porém, após um minuto, James estava rindo tanto que parecia a ponto de chorar. —  O que é tão engraçado, James?

— Seu rosto está da cor de seu cabelo, Lily. —  Respondeu, parando de rir e olhando para a esposa com mais atenção. — E isso faz com que seus olhos fiquem ainda mais verdes e você é tão linda. — James agora se levantava da cama, indo abraçar Lily.

—  Por que estávamos brigando, ein? — Perguntou Lily, aconchegado-se num abraço apertado de James e tudo parecia tão tranquilo ali.

-x-

James viu pela janela uma figura movimentando-se a caminho de sua casa. A figura trajava uma bata preta com um capuz da mesma cor, não havendo nenhum espaço para revelar sua identidade, mas Potter sabia, pelo clima gélido e tenso, quem estava vindo. Sem vacilar, sua voz gritou para sua esposa fugir com seus filhos e isso era o suficiente para ela saber o que estava acontecendo.

Era tarde demais, pensou James, quando viu Voldemort já entrando em sua casa. Ele correu o mais rápido que pode com seu pulmão parecendo que ia explodir para pegar sua varinha, mas James não conseguiu chegar há tempo e quando menos esperou, Voldemort estava em sua frente.

—  Potter, meu problema não é com você. —  A voz cortante preencheu a sala de estar e James viu como uma oportunidade perfeita para tentar retardar Voldemort. —  Se mova, deixe-me passar e sairá ileso. — James tentou disfarçar sua expressão facial, como se estivesse realmente considerando isso.

A boca de James abriu-se como se ele fosse falar algo, mas em vez disso, ele correu para as escadas, correu até chegar ao topo, rezando para que isso tivesse dado tempo para sua esposa ter pego as crianças e ido embora, porque ele não se importava de morrer protegendo quem amava. Sua voz interior falava, "é isso que a gente faz por quem ama, James, nós os mantemos vivos e seguros." A única coisa que ele se importava desde que viu Lily com Olivia e Harry era mantê-los vivos, não importa o que tivesse que fazer.

James Potter sabia o que estava vindo para si quando encarou aqueles olhos azuis glaciais caminhando calmamente até ele. Juntou todo o seu orgulho, endireitou sua postura e olhou para Voldemort com um sorriso sacana nos lábios. Sua mente estava repleta de memórias felizes, memórias com Remus, Sirius, Lily, Olivia, Harry, seus pais e seus dias em Hogwarts. James Potter foi atingido pela maldição Avada Kedavra com uma única certeza — a certeza de que morreu com dignidade e orgulho.

Lily Evans Potter estava prestes a escapar, por um triz ela ia conseguir, até ver quem estava encostado na porta. Voldemort estava sem paciência nenhuma, então decidiu firmemente que não iria atender os pedidos de Snape para salvar Lily. Ele já havia tentado atender o pedido de seu fiel seguidor, Peter Pettigrew, que era manter James Potter vivo para Peter poder tortura-lo depois, mas isso não havia funcionado como planejado.

—  Avada Kedavra. —  Esbravejou Voldemort, apontando sua varinha para o alvo mais perto: Olivia Potter, engatinhando no chão perto de sua mãe.

O que ele não esperava era esse feitiço, logo esse feitiço, atingi-lo de volta com tanta força.

-x-

Após todos os convidados terem deixado o funeral, Lily aproximou-se do caixão de seu marido, ajoelhando-se. Ela segurava um grande buquê de flores com suas mãos que não hesitavam em tremer e cada flor ali foi escolhida por Lily segundo seu significado, sendo como uma carta para James, para demonstrar tudo que ele significou, significa e significará para ela.

— Essa flor daqui se chama Amendoeira, James, significa esperança e hoje, o mundo bruxo tem esperança de um mundo melhor por sua causa. — Lily sussurrou deixando uma lágrima cair pelo seu rosto magro e pálido. Ela depositou a flor e continuou. — Agora é a vez das flores chamadas Urze Branca e Urze Rosa. A branca significa proteção e a rosa significa boa sorte na próxima jornada que você for seguir.  Essa daqui é a tulipa vermelha, James, ela é importante, importante demais. — Lily jogou as três flores e pausou um pouco, tentando segurar os soluços que estavam vindo. — Significa amor eterno e irreversível e por mais que nós não fossemos perfeitos, nós nos amávamos e isso era suficiente. Essa flor é a Sempre-Viva e seu significado é imortalidade e permanência, o que descreve seu lugar no meu coração. A rosa champagne significa o respeito e admiração que tenho por você, meu amor. — Lily disse, jogando suas últimas flores ali. — Obrigada, James, obrigada por me fazer a mulher mais feliz do mundo e por me dar as únicas duas coisas que me seguram da insanidade de não ter você aqui, Olivia e Harry. Está sendo tão difícil, porque Harry se parece tanto com você e Olivia aprendeu a falar 'papa', mas e-eu vou criá-los longe daqui, ninguém irá nos machucar. Você nos protegeu, agora é minha vez. Eu irei te amar para sempre, James Potter. — A voz firme de Lily declarou, enquanto ela levantava-se enxugando suas lágrimas.

Limpou os vestígios de terra de seu jeans e caminhou até sua casa. Sirius estava brincando com os gêmeos, enquanto Lupin cozinhava o jantar que seria sopa de abóbora. Lily entrou em casa e correu direto para o quarto de visitas, o único lugar da casa em que não possuía nada para lembrar-se de James, e deitou-se na cama, encarando o teto como fazia a maior parte do tempo. 

Uma mensagem apitou no celular de Lily. Ela pulou da cama assustada, percebendo que fazia dias que não mexia no aparelho, seu único modo de conectar com seus amigos trouxas de infância.

"Soube o que aconteceu, sinto muito. Sempre haverá uma vaga para você em Nova Iorque." — Caroline.

Caroline Dickens era a melhor amiga de Lily, desde a sua infância, antes de ir para Hogwarts. Lily pensou e pensou por horas, não escutando quando Sirius anunciou que o jantar estava pronto ou quando ele desistiu de chama-lá. O que poderia perder criando seus filhos em Nova Iorque, longe dos vestígios da guerra, longe de magia, longe dessa casa que era insuportável de ficar?

Lily levantou-se da cama em um pulo, passou pelo quarto das crianças, vendo que já estavam dormindo e desceu as escadas, encontrando Sirius e Remus sentados no sofá lendo um livro.

  — Vamos para Nova Iorque. Está decidido. 


Notas Finais


- comentem aí e fav se gostaram eh nois rapaziada!!!
e eu amo jily com todo meu coração, eles mereciam tanto...


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