História Island - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Sehun
Tags Exo, Ilha, Island, Jongin, Kaihun, Sehun, Sekai
Visualizações 59
Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


o nome dos capítulos não fazem sentido, eu sei aibyuavytew
é só qualquer coisa aleatoria que tem no capítulo e puf

Capítulo 5 - O banho


Capítulo Cinco

Jongin

A sensação de estar limpo é com toda certeza revigorante.

 Depois de passar quase dois dias sem tomar banho nem mesmo o fato da água ser salgada estraga o prazer de me banhar, é ótimo poder passar sabonete, me depilar e lavar meus cabelos com xampu. Saio da água após está devidamente limpo, minhas roupas estão na areia, perto da mata, assim como minha toalha e todo o restante das coisas que carreguei comigo até aqui. Enxugo-me, para então passar uma quantidade razoável de creme por todo o corpo, a idéia de raciocinar as coisas ainda está vivida em minha mente, afinal não sabemos quando iremos sair daqui – isso se algum dia acontecer de sairmos daqui.

Visto minhas roupas, que se resumem a uma sunga e uma camiseta e calço um chinelo simples que felizmente estava dentro da minha mala de mão, que modesta parte, e eu agradecemos por isso agora, era grande o bastante para comportar muitos intens. Penso em demorar mais um pouco ali, no entanto acredito que Sehun também queira se banhar.

Volto para no lugar em seguida.

Quando chego à barraca, Sehun está tentando derrubar mais cocos, desta vez com pedras. Solto um riso baixo e mesmo assim ele escuta, então para o que está fazendo para me encarar. Estranhamente seu rosto ganha uma coloração rosada, principalmente suas bochechas – é estranho ver alguém como ele constrangido, ainda mais com outro homem. Sei que provavelmente é pela falta de roupas em meu corpo, mas dou de ombros, afinal estamos na praia. Ele dá de ombros quando pergunto algo, Sehun não sabe disfarçar bem, seus olhos continuam rolando, analisando meu corpo de alto a baixo, parando vez ou outra na região das minhas coxas.

- Pareço mais com um humano agora, certo? – indago para descontrair e ele sorri, lá estão suas presinhas adoráveis novamente.

Preciso fazer Sehun sorrir mais vezes, isto é certo.

- Bem melhor, com certeza. – ele retribui.

- Vai lá tomar um banho, pode usar minhas coisas... – disse, estendendo algumas coisas para ele – nossas coisas agora. Só economiza tá certo, não sabemos até quando... Você sabe. – busquei outra toalha e outro barbeador na mala – aqui. Eu achei uma piscina natural, perto da laguna, se quiser posso te mostrar.

- E-Eu acho, pode deixar. – E saiu, pegou as coisas da minha mão, enfiou em sua mochila e se foi.

(...)

Conseguimos abrir os cocos quando bateu às duas da tarde. E este foi praticamente nosso almoço, queríamos economizar a comida que tinha vindo na mala. Depois do ‘’almoço’’ Sehun deu uma idéia de fazemos algo grande e chamativo na areia, como um SOS, usando os destroços e o que fossemos achando pela praia. Mas por enquanto continuamos comendo lentamente, tinha ensinado isso ao mais novo, para que ele não acabasse passando mal. Logo nosso corpo sentiria falta de comida de verdade... Pelo menos tínhamos água potável, já era um começo.

- Então, por que não conversamos um pouco – Sehun pareceu se assustar com minha sala, mas logo relaxou os ombros novamente – se vamos ficar presos aqui, será melhor se nos conhecermos melhor, não?

- É. Eu acho. – o observei, Sehun tinha um habito de passar a língua entre os lábios, era irritantemente adorável e... Provocante? – Você é mesmo de Chicago?

- Não. Na verdade, sou do mesmo país que você nasceu. – disse.

- E como sabe onde nasci?

- Seus pais me contaram no dia da entrevista. – ele assentiu, murmurando um ‘’claro’’. – Mas diferente de você eu só sai da Coréia depois de adulto, quando terminei minha faculdade, sabe? – novamente ele assentiu.

- A moça no aeroporto, era sua namorada? – sorri um pouco, Joe era do primeiro casamento do meu pai, não parecia muito comigo e as pessoas acabavam sempre a confundia como minha namorada ou algo parecido.

Ele ficou sem jeito por causa da minha risada, então adiantei em lhe explicar.

- Joe? – disse, ele assentindo. - Ela é minha irmã mais velha.

- Ela não parece muito com você.

- Ah, verdade. Todo mundo diz isso. Mas é porque somos filhos de mães diferentes, ela vive em Chicago desde dez anos de idade, quando sua mãe e meu pai se divorciaram. É casada e tem um casal de gêmeos, eles são bebes adoráveis, se você gostar de crianças com certeza ira querer conhecê-los.

- Imagino que sejam. – ele sorriu um pouco, então coçou a nuca, enrolou mais um pouco e voltou a falar após um minuto.  – Mas você deixou alguém em Chicago?

- Não exatamente...

- Como assim?

- É complicado. – então ficamos calados depois disso.

Sehun desviou o olhar. Ele vestia uma bermuda jeans comum e uma camiseta preta, parecida com a minha; parecia ter se acostumado com o fato de eu estar apenas de sunga, pois não encarava mais minhas pernas.

- Resolvemos dar um tempo. – ele me encarou. – Ela é muito ciumenta, possessiva e briguenta, então acabamos discutindo quando disse que tinha sido contratado para ser tutor de verão novamente e teria que viajar a trabalho.

- Ah, nossa!

- É sempre assim, mas desta vez foi pior... Por isso Joe que foi comigo até o aeroporto.

- Entendi.

- E você Sehun, deixou alguém em Chicago?

Ele sorriu.

- Não. Ninguém interessante quer namorar uma pessoa como eu.

- Uma pessoa como você não tem nada de errado, Sehun.

- Não é isso que as pessoas acham de um adolescente que se envolveu com droga e foi parar em uma clinica de reabilitação.

- Essas coisas acontecem, e você está limpo agora. Não se preocupe com isso. – disse e ele me ouvia, aparentemente, atento. - Com o tempo ninguém nem lembrara mais disso, você vai ver Sehun. Meu melhor conselho é não pensar nisto tão cedo, foca nos estudos primeiro, vai a algumas festas com amigos, beija algumas bocas, mas não se mete com namoro. Relacionamentos só dão dores de cabeça, e você ainda tá novo.

- Se sairmos daqui vivos, com certeza seguirei seus conselhos. – adoravelmente sorriu.

Acho que tenho usado muito o termo adorável em relação à Sehun, preciso mudar meu vocabulário.

- Certo. E nós iremos. Agora vamos, temos muito que fazer ainda.

Voltei a entrar na mata, precisava achar alguns galhos e folhas para ajudar a formar o nome. Sehun ficou na praia, traçando o nome e juntando os destroços. Quando voltei conseguimos fazer sem mais dificuldade, não ficou muito grande, mas acho que se algum hidroavião sobrevoasse ali avistaria, com certeza. Logo os Oh prestariam queixa por nosso sequestro e acredito que começariam as buscas em toda região; o problema maior era que aquela ilha devia ser muito distante das ilhas povoadas.

(...)

- Eu vou nadar um pouco. – Anunciou Sehun, ele guardou o celular que tentava inutilmente ligar novamente. Chegava a ser exaustivo sua persistência. Assenti e continuei deitado e mascando o chiclete que ele me deu mais cedo, felizmente tinha muito deles ainda.

Resolvo tirar um cochilo, meu corpo implorava por descanso. 


Notas Finais


me desculpem, sei que as coisas estão correndo lentas
mas prometo que logo esse lenga lenga passa, esse capítulo já foi um avanço
bye, estou ansiosa para postar mais


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