História Island - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Sehun
Tags Exo, Ilha, Island, Jongin, Kaihun, Sehun, Sekai
Visualizações 54
Palavras 891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi,oi

Capítulo 6 - A fruta


Capítulo Seis

Sehun

 

Fruta pão.

Jongin não tardou em reconhecer a fruta. E felizmente era comestível, segundo ele. Subi em suas costas para conseguir subir na árvore e tirar alguns, com a ajuda de uma vara derrubei uns cinco deles, enquanto o mais velho ia os pegando e colocando na minha camisa que servia de sacola. Estávamos começando a ficar mestre em improvisações, e é apenas nosso segundo dia aqui.

Quando ele gritou de baixo que já estava bom, acabei soltando mais uma, e esta bateu contra a cabeça dele. Jongin resmungou. Pedi desculpa, antes de me preparar para descer, tomando cuidado, pois os galhos eram finos, e eu não queria acabar caindo e quebrando um braço. Voltamos para a praia. Jongin me avisou que o gosto talvez não fosse tão bom, mas que mesmo assim poderíamos comer sem medo, além de tudo aquilo possuía água e tinha vitamina.

Guardamos junto com os cocos e então deitamos no cobertor.

A terceira noite na ilha foi relativamente mais tranquila do que a primeira quando chegamos e a segunda, quando apenas eu dormi e Jongin teve de ficar acordado. Deitamos lado a lado, embora um pouco afastados, o lugar estava quase silencioso; não fosse pelo barulho do mar e de nossas respirações. Ficamos em silêncio, poderíamos conversar sobre qualquer coisas mas estávamos presos em nossos próprios pensamentos. Jongin me entregou o cobertor para que me cobrisse, já que o outro estava abaixo de nossos corpos, impedindo o contato direto com a areia.

Fiquei acanhado em aceitar, eu já havia o usado na noite anterior, não seria justo com ele. Mas também estava envergonhado em propor que dividíssemos, não sei se ele acharia estranho ou aceitaria.

- Dorme você com ele, Jongin. Já dormi na noite anterior.

- Vou colocar uma calça e um moletom, ficarei bem.

Aquele moletom e outra calça, além da que ele viajou, eram as únicas peças quentes que ele trouxera consigo. Não o questionei, apenas me cobri e disse que se ele sentisse frio me avisasse, ele sorriu consentindo. Adormecemos ás dez horas.

(...)

Uma semana se passou sem que tivéssemos sequer um sinal de vida, continuamos presos na ilha, e acampando na areia. O bote já estava abaixo de meio, comemos fruta pão nas três refeições diárias todos os dias, o lanche que havia em sua mala acabou nesta manhã. Tomávamos banho às cinco horas da tarde, cada um por sua vez, e economizávamos ao máximos os produtos de higiene, de forma que ainda estavam quase cheios.

Jongin tentava fingir que estava bem, para não me assustar, mas eu o via acordar de madrugada preocupada e ás vezes até mesmo chorar, outras vezes o pegava fitando o céu. O medo de realmente ninguém aparecer para nos salvar crescia todos os dias dentro de mim, e era difícil controlar os sentimentos sempre que fiquei sozinho, por mais que eu tentasse. Meus pais deviam estar desesperados, e eles já haviam passado por tanta coisa, e tudo por minha causa; fora a saudade que sentia deles e de todos. Só queria acordar e descobri que tudo era um pesadelo, no entanto nossa realidade é totalmente diferente.

Suspirei audível me aproximando do corpo do moreno, ele estava tentando fazer uma lança.

- Está ficando bem afiado. – comentei, ele me olhou sorriu e voltou sua atenção para o canivete.

- Pensei que ia nadar.

- Mais tarde.

- Os peixes permanecem na piscina natural? – assenti. – Ótimo! Se eu consegui fazer isso aqui, podemos pegar alguns peixes e sei lá, posso tentar fazer fogo.

- Seria ótimo ter um cardápio diferente. – sorri, me empolgando um pouco. – Mas não temos um isqueiro, Jongin. Nem nada inflamável.

- Tem acetona na minha mala. E posso girar uns graveto na mão, ou bater umas pedras até sair faíscas. Vou pensar algo. Uma coisa de cada vez.

Jongin realmente pensava em tudo, ou pelo nos melhores meios de sobrevivermos. Cair numa ilha deserta talvez não fosse tão ruim assim, se você estivesse com alguém como o moreno. Ele sempre é alguém prestativo e atencioso, isso o torna ainda mais bonito; tanto por dentro, como por fora. A aparência de Jongin é algo incansável de admirar, ainda mais de elogiar. Pena que não posso, nem consigo, expressar isso com palavras. Mas se um dia surgir uma oportunidade, com certeza o farei.

Mais tarde, eu e Jongin estávamos sentados um de frente para o outro, debaixo da tenda. Ele me mostrou algumas coisas, como a acetona que havia mencionado mais cedo, e suas coisas de fazer unha. Me disse que se considerava alguém vaidosa, e realmente é, e por esse motivo sempre andava preparado, carregando aquelas coisas consigo. Eu não o julgava, nem mesmo achava estranho. Portanto não neguei quando ele perguntou se podia fazer minhas unhas.

Dei de ombros. Não tínhamos nada a perder, muito menos coisa melhor para fazer. Seria um ótimo passa tempo. E de sobra, ter as mãos de Jongin em meus pés, e ás vezes na perna, parecia extremamente agradável. Embora ainda causasse certo desconforto dentro de mim. Algo como um coração mais acelerado que o normal, ou o estomago revirando; ansiedade, nervosismo... Não sei!

O moreno tentava puxar algum assunto, mais continuava concentrado em sua tarefa, e ele ficava tão bonito concentrado, que me fazia querer o encarar mais do que responder suas perguntas. 


Notas Finais


tá, desta vez é bem sério, no próximo finalmente vai acontecer algo de interessante. Estou ansiosa para postar
(mas, puff! ninguém liga mesmo)


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