História It: A Coisa- A Volta de Pennywise - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias It: A Coisa
Tags Terror
Visualizações 32
Palavras 558
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, gente, já estamos praticamente quase no final da fanfic, mas postarei mais fanfics e espero que vocês gostem das próximas que eu fizer!
Espero que gostem! Boa leitura

Capítulo 20 - Amor Próprio


                  Amor Próprio      

*TUM* *TUM*, Patrick apertava o gatilho e fazia esse mesmo som com a boca:

Patrick:-Quanta baboseira... O que estou fazendo da minha vida?

Olhou para o chão, seu celular estava ali jogado escrito na tela “Nova Mensagem de Ana”

(20 minutos antes na casa de Ana):

Ana estava em seu quarto, a lâmina do seu lado, queria, precisava se cortar, estava muito tensa... ela poderia ser a próxima pessoa a morrer. Talvez todos morram... talvez...- Harry e ela estavam abraçados, Harry beijara a sua testa. (Você promete que nunca vai me deixar?) (Talvez...) (Aff, você não sabe ser romântico)- a garota se levantou e Harry a puxou de volta- (Eu estava brincando, sua boba! Nunca vou te deixar)- os dois se beijaram- Ana começou a chorar, ainda amava Harry. Tentou se distrair ligando a TV. Agora estava passando o Jornal que falava sobre o aparecimento do corpo morto de Palmer no Cemitério de Derry. 

Ana:-Palmer...AI!

Ana cortara profundamente a sua veia, nem prestou atenção que estava se auto-mutilando. Sangue era espirrado para todo lado, não sabia o que fazer- Ana sempre foi pequena (talvez fosse por causa de seu nome, todas as Ana que ela conhecia eram pequenas e todas as Claudia também. Ela imaginava que todas as Ana Claudia devem ser anãs.) Um dia, a pequena menina estava passeando com o seu cachorro de 15 anos de vida, até que ele começou a se cansar muito e se deitou no chão. Ana esperava o cão se levantar, até perceber que ele estava morto- (O QUE EU FAÇO? O QUE EU FAÇO? SOCORRO!)- Ninguém quis ajudar a menina. Ela teve que levá-lo para casa arrastando-o pela coleira chorando -

Estava desesperada, não sabia o que fazer, “NÃO POSSO MORRER ASSIM”-pensou a garota.

Olhou para o lado, havia uma cesta de costura, rapidamente pegou a linha e a agulha. Nunca foi boa para enfiar a linha na agulha. “ENTRA, VAI”, seu sangue já não espirrava mais tanto como no começo, estava perdendo sangue, estava morrendo...- Ana... sempre foi uma pessoa dramática. Crianças brincavam na rua, a pequenina Ana estava lá correndo, até que caiu no chão e seu joelho foi arrebentado- (ALGUÉM ME AJUDA! EU VOU MORRER, AI)- 

O sangue continuava escorrendo, e finalmente a linha entrou no buraco da agulha. Ana arrancou a fronha do travesseiro e colocou na boca. Enfiou a agulha na própria pele e começou a costurar o próprio pulso. Os gritos eram abafados pela própria fronha branca, agora já vermelha.

A partir desse dia, prometeu a si própria que nunca mais se machucaria. “EU ME AMO?”.

Lágrimas escorriam de seu rosto com uma intensidade ainda maior, assim como o sangue que escorria de seu braço costurado.

“EU NÃO POSSO TER MEDO”- 

Lá estava Ana, mas isso foi... semana passada?! Ela chegou com uma arma e atirou em Pennywise, e Harry lhe contou coisas que aconteceram na casa de John naquela noite. (Ana, e-ele, disse que era o me-medo)-

“Medo?”:

Ana:-MEDO, É ISSO!- a menina gritou.

Pegou as suas coisas, colocou seus tênis, desceu a escada, e passou pela porta. Percebeu que seu pai estava chorando. Ela por um tempo se esquecera de sua mãe, agora com o corpo desaparecido.

 Andando pela rua, mandou mensagem a todos do grupo para encontrarem ela na frente da Praça de Derry daqui a 20 minutos.

(...)

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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