História Jikook| Save Me - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Depressão, Jikook, Jimin, Jungkook, Mutilação, Psicopatia, Tragedia
Visualizações 163
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - .lost stars.


Fanfic / Fanfiction Jikook| Save Me - Capítulo 10 - .lost stars.

*Jimin pov on*

Fui para casa andando. Sabia que a minha familia estava em casa, mas não podia mais ficar com ele. Até pensei em me desculpar quando ele acordou, mas não consegui. A culpa me corroeu por dentro.

Culpa.

Não costumo sentir isso. Não sei se quero sentir isso.

Quando cheguei em casa, passei por todos da minha família sem cumprimentar uma pessoa sequer. Eu não sou obrigado a aturar minha própria família.

Meu plano de apenas subir as escadas sem falar com ninguém teria dado certo, se meu pai não tivesse pego no meu pulso e apertado, impedindo que eu desse mais um passo.

- Aonde pensa que vai? - ele pergunta ríspido.

- Não é óbvio? - pergunto com deboche, pouco me importando com a tal "familia perfeita" do meu pai. - Eu vou para o meu quarto. - falo e puxo meu braço com força, com a intenção de que ele o soltasse.

- Vai... você não vai fazer muita diferença mesmo. - fala e solta meu braço.

Em nenhum momento o olhei nos olhos, apenas soltei meu braço e subi as escadas, ignorando os olhares de todos. Bati a porta do meu quarto com força e me joguei na cama de costas. Tinha pteocupações maiores do que o meu "pai".

Titei meus sapatos com os pés e me cobri com o cobertor. Fiquei pensando no Jungkook. Como aquele garoto tinha mexido comigo daquele jeito?

Passadas algumas horas, estavam apenas o meu pai e a minha mãe lá em baixo. Prestei atenção na conversa dos dois, a partir do momento em que ela me incluiu.

- Você não prescisava ter gritado com ele daquele jeito na frente de todos... ele é o seu filho Park Ho Jun!

- Eu não dou a mínima. Ele é só um psicopata qualquer a mais na sociedade. - pelo seu tom notáva-se que ele estava bêbado.

- Como eu pude te amar um dia? - em sua voz, percebia-se uma certa decepção. - Quer saber? Eu cansei! Cansei de você bebendo todo santo dia e me traindo achando que eu não sei de nada! Eu cansei de tudo! - escuto o barulho de algo quebrando. Acho que ela tinha jogado a garrafa de whisky do meu pai em algum lugar.

- O que você fez? - havia raiva em sua voz.

- Quebrei sua única escapatória desse inferno! Se eu aguento tudo isso você também consegue!

- Vadia! - ele grita e escuto algo parecido com um tapa, só não sabia em quem tinha sido.

Saí do meu quarto com uma certa raiva. Não ia tolerar que meu pai batesse na minha mãe.

- Ei! Para com isso! - grito ainda das escadas. - Você não tem esse direito!

- Parece que alguém decidiu aparecer não é? O que veio fazer aqui Jimin? - ele pergunta meio desnorteado e com raiva.

- Não meta nosso filho na nossa briga justo agora! - minha mãe fala com raiva em sua voz e seu rosto com algumas lágrimas.

- Não mãe, tudo bem. - vou em direção ao meu pai e acerto um soco em seu rosto, com certa força que fez ele perder o senso de direção.

Na mesma hora, o mais velho me encara com raiva no olhar, mas eu não tinha medo dele. Naquele momento eu só queria ter certeza que ele queimasse no inferno. Ele vem em minha direção com a intenção de retribuir o soco que havia dado em seu rosto momentos atrás, mas seguro seu punho antes que o mesmo acertasse o meu rosto e o jogo no chão, logo em seguida indo para cima dele e distribuindo docos por todo o seu rosto.

Minha mãe apenas encarava aquela cena aterrorizada. As vezes me sinto horivel pela minha mãe. Ela não merece ter um filho psicopata como eu. Ela sabia que eu ia matar meu pai se eu não parasse naquele momento, e de certa forma, eu tambem, mas não queria parar. Queria que ele sofresse por cada vez que fez eu e minha mãe chorarmos, por cada gota de álcool que ele usou de forma degradativa para a nossa familia. Eu queria ele morto, mas isso não aconteceu, pois senti a mão da minha mãe no meu ombro, e logo em seguida sua voz.

- F-Filho... para por favor. - ela disse se contendo em meio as lágrimas.

Sai de cima do meu pai e me encostei no sofá que estava logo ali do lado, ainda sentado no chão já afastado do meu pai, que estava desacordado, mas ainda vivo.

- D-Desculpa... - digo para a minha mãe e ela vem até mim e me abraça, encarando meu pai junto comigo.

T-Tudo bem filho... - ela fala ainda soluçando e pega em minhas mãos, que ate agora não tinha percebido que estavam cheias de sangue. - Vem, vamos lavar isso. - ela fala e se levanta indo ate a cozinha, e eu vou atrás dela.

Ligo a torneira e vejo a agua avermelhada correndo pelo ralo da pia abaixo. Aproveito e lavo meu rosto.

- Mãe... - chamo a atenção dela e a mesma me olha ainda com o rosto avermelhado.

- Diga filho...

- Como é ter um filho psicopata? - pergunto simplista sem olhar para ela, mas sabia que sua expressão era de choro novamente. Ela parecia procurar as palavras certas.

- Não é sua culpa ter nascido assim, e eu te amo do mesmo jeito que uma mãe ama seu filho... você não prescisa se preocupar com isso, ok? - ela fala e vem em minha direção logo em seguida levantando meu rosto para que eu olhasse em seus olhos. - Eu te amo Jimin.

- Eu... - não conseguia dizer aquelas palavras que insistiam em sair.

- Não prescisa dizer nada, apenas vá para cama. - ela diz e vou em direção a porta da cozinha, mas antes de sair ela me chama. - Boa noite Jimin.

Saio da cozinha e vou diretamente para a escada, ignorando completamente o meu pai jogado no chão da sala. Entro no meu quarto e tranco a porta, como sempre.

Tomo um banho rápido e vou para a cama. E pensar que amanhã eu tenho aula....


Continua...


Notas Finais


Galera vcs perceberam q eu mudei as capas dos capitulos? Poise... fico bonitinho?

Aaaa
Segundo capitulo de hj

(Eu nem chorei escrevendo... magina... nada)


Mas tbm... 400 anos sem postar rsrs

Beijinhos de acúcar

O proximo capitulo ta mara

:3


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