História Julga-me com o teu amor - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Millox

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Categorias Originais
Tags Amor, Bejonabokah, Brasil, Loro, Lula, Lula2018, Moro, Política, Romance, Sacanagem
Visualizações 25
Palavras 488
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Slash
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


na vdd eu tinha q ta estudando pro enem

Capítulo 1 - Oneshot


Diante da presença severa do juiz, Lula não se abatia. Mesmo cercado de tantas serpentes engravatadas que persistiam em lhe culpar de alguma forma, os olhos do nosso ex-presidente permaneciam fixos no do moreno. Assim sentia-se como se estivesse a sós com Moro, apenas com um profundo olhar.

 

Eram tantas as coisas ditas, mas Lula apenas negava e se defendia. Todavia, apesar das palavras proferidas, sua mente era apenas Moro, e, Lula2018 sentia que com o juiz não era diferente.

 

A maneira que aqueles olhos negros lhe fitavam, frios e cortantes, era apenas uma máscara para esconder o profundo sentimento que os ligavam. Lula não era só astuto quando o assunto era jogar a culpa na defunta, Marisa, sua falecida esposa — mas sua esperteza também se estendia quando o assunto era o sentimento de outro, em especial daquele homem de grande presença.

 

Não importava as palavras duras, nem os documentos que serviam para provar algum possível desvio que o nosso querido ex-presidente fizera. A única culpa que Lula sentia em seu coração vinham a medida em que as lembranças de dias anteriores se aproximavam.

 

Do olhar negro do jovem juiz, a tristeza vinha em forma de singelas marés que surgiam em seus olhos e a frase era proferida com profunda angústia:

 

“Você roubou algo muito precioso, Lula”

 

“Prove, companheiro Moro” disse sério “Me diga o que roubei. Sabe que não existe alma viva mais honesta nesse país do que eu”

 

“Não tenho como provar...”

 

O presidente que tirou trilhões da pobreza extrema aproximou-se do juiz, tocando-o na face com os quatro dedos que lhe restavam na mão esquerda. Lula sentiu que seu toque fez o jovem Moro arrepiar-se da cabeça aos pés e agora suas bochechas estavam coradas.

 

“Não posso dizer o que roubou...” a voz do juiz era vacilante.

 

“Diga, companheiro. Diga alto, para o mundo inteiro ouvir!” mesmo com a sonoridade estranha que sua voz costumava ter devido sua língua presa, a ordem veio com bastante força. Moro o olhou nos olhos e engoliu seco.

 

Aos poucos o moreno aproximou-se de Lula, roubando-lhe um beijo rápido, sentindo o breve gosto da cachaça 51 e em sua mente veio o breve pensamento “Um homem que provavelmente troca café por pinga... esse sim é um grande homem. Do povão”. Ao terminar o toque, aproximou a boca de uma das grandes orelhas de Lula — a esquerda, mais especificamente — e sussurrou ainda muito envergonhado:

 

“Você roubou o meu coração, Lula.”

 

Lula sorriu, mas Moro não pode ver já que num gesto rápido o mais velho tomou seus lábios com voracidade.

 

Agora, sentado ali, sendo interrogado, ainda sabia que era o mundo de Moro — por tal motivo o juiz não havia gritado, mas sim sussurrado em seu ouvido.

 

Se Lula era realmente um ladrão, então não era o único. Moro havia feito o mesmo com ele e a punição era a retribuição selvagem e cheia de reviravoltas desse amor devasso, proibido.  


Notas Finais


moral da historia: nao tem


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