História Just Belive in my Love - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Revelaçoes, Romance, Taehyung
Visualizações 6
Palavras 765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde! Tudo bem com você?
Aqui estar mais um Cap espero que gostem e já vou avisando que esse capítulo é pesado com cenas fortes.
Perdoe os erros e boa leitura a todos.

Capítulo 9 - Capitulo VIII pesadelos


Fanfic / Fanfiction Just Belive in my Love - Capítulo 9 - Capitulo VIII pesadelos

Nari on
Voltei para casa e vi um táxi parado na porta colocando malas no carro, minha mãe se despedindo ou melhor estava tentando se  despedir de Carlos.
Ao me ver ela vem até mim me abraçando, aproveitei ao máximo o aconchego de seus braços.
Entarmos e foi tomar banho, a  água quente era reconfortante, o que involuntariamente me fez lembrar do beijo de Tae, minha mão vai de encontro com meus lábios percebo estar sorrindo.
- Não Nari, você não pode gostar de Kin Taehyung. - falo para mim mesma
Saio da banheira e troco de roupa penteado meus cabelos e vou encher nas minhas redes sociais, passo o fit do Facebook sem muito enternece mas paro ao ver uma foto minha e de Tae no restaurante. Eu dava um pedaço de carne na boca dele e ele sorria estáv amos de mãos dadas, sinceramente não me lembrava de estarmos assim, vários comentários maldosos e de ódio para mim da parte de várias meninas, ... é uma delas. 
Jogo o telefone na cama e reviro os olhos, desci para a cozinha para tomar água. A casa estava silenciosa, totalmente quieta, com certeza minha mãe fará muita falta esses dias. 
Carlos aparece do além me assustando
- Você ta tão gostosa nessa roupa Nari, ta me dando até tesão.
- Vai se fode!
- VAI PRO QUARTO AGORA! - ele falou ja tirando o sinto e desabotuando a calça. Tremi de medo por dentro, não sei da onde tirei forças pra falar.
- NÃO! - imediatamente a fisonomia dele mudou, ele serrou os punhos e veio para perto de mim, que andei para trás, mas fui impedida por um dos armarios da cozinha. 
Ele me deu um tapa no rosto que eu senti arder imediatamente, Me fazendo cair no chao.
 - EU TE  ODEIO! - assim que falei ele me deu dois chutes na boca do estomago e eu desmaiei em seguida.
Acordei alguns minutos depois, nua deitada sobre a cama. Prucurei pelo meu tortutador que logo se revelou presente, ele estava nu.
- Finalmente a putinha acordou. 
- Vai pro inferno! - ele passou a mão sobre a minha barriga e eu me contorci oq fez ele da um risinho sarcastico. 
Logo em seguida ele começou a me bater, primeiro na barriga, costelas e depois nas pernas. A cada soco eu gritava  ele abria um sirriso, por fim ele parou e subiu por cima de mim, virei o rosto e ele o agarrou com força e me beijou, porem eu o mordi o que resultou em um outro tapa em meu rosto. 
Ele começou a morder e a dar chupoes em todo meu corpo ate chegar na minha intimidade, onde repentinamente ele me penetrou com toda a força que podia, ato que me fez gemer de dor. A cada estocada ele ia com mais força e gemia mais alto de prazer, eu não expressava reaçao alguma, meu corpo estava ali sendo usado, mas minha mente não, senti uma lagrima escorrer pelo meu rosto e pude ouvi um sorriso se formar no rosto dele. 
Alguns minutos depois senti um liquido sair de dentro de mim junto com meu sangue. 
Carlos saiu de cima de mim.
Se contar para alguém você já sabe o que vai acontecer eu te mato e Mato a pura da sua mãe também - ele diz saindo do quarto me deixando em farrapos.
Eu realmente o odiava, odiava o que ele fazia cimigo e principalmente me odiava, eu sentia raiva e nojo de mim mesma. Tudo o que eu queria era o fim desse pesadelo. 
Depois de alguns minutos fitando o chão eu vesti minha roupa intima, recoli minha roupa e fui para o meu quarto. Assim que tranquei a porta joguei tudo o que estava nas minhas mãos no chão  e peguei minha caixinha com laminas no guarda-roupa,  fui para o banheiro e coloquei a banheira para encher. 
Enquanto esperava eu observava atentamente o meu reflxo semi-nu no espelho passei o dedo levemente sobre os ematomas visiveis quando eu reparei o ematoma no canto da minha boca, instantaneamente coloquei o dedo na garganta e vomitei na esperança de me limpar por dentro. Entrei na água gelida
 e comecei a me limpar rigorosamente. Após 20 minutos me esfregando estiquei o braço e pegeui a lamina mergulhei-o novamente na banheira e comecei a me cortar, primeiro foram minhas pernas e depois os braços. Senti meu corpo pesando e eu perdendo parte da consciência, vesti o roupão branco e me joguei na cama perdendo completamente a consciência e dormindo ou desmaiando, sei lá. 

 


Notas Finais


O que acharam?
FDP esse padrasto da Nari, será que ela vai se livrar dele?


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