História Justice League: We are a Family - Capítulo 13


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Categorias Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha
Personagens Alfred Pennyworth, Arthur Curry (Aquaman), Barry Allen (Flash), Bruce Wayne (Batman), Canário Negro, Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Rainha Hipólita, Shiera Hall (Mulher-Gavião)
Tags Batman, Bruce Wayne, Diana Prince, Luta, Mulher Maravilha, Poderes, Romance, Violencia
Visualizações 41
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Conversa vai conversa vem...
E um cap novo tá na área pra alegria de vocês
Está simples, mas foi feito com carinho.
Espero que gostem e deixem suas opiniões, isso me ajuda muito
Boa leitura!
Bjus. L

Capítulo 13 - Diálogo


Fanfic / Fanfiction Justice League: We are a Family - Capítulo 13 - Diálogo

Evanora

Estou encolhida em minha cama, pensando no que vi sobre o passado da amazona, quando ouço batidas na porta, me levanto vagarosamente e vou ver quem é. Espero que seja Diana, pois agora já estou um pouco mais calma e gostaria muito de me desculpar, pois não foi nada legal de minha parte sair correndo daquele jeito. Abro a porta quase sorrindo, mas paro no meio do ato, não era Diana, mas sim quem eu mais estava tentando evitar, Bruce.

A presença dele me intimida, Bruce é alto e forte, parecendo que está sempre pronto pra atacar alguém e seu semblante sério me faz engolir em seco. Só percebo o quão tensa estou quando noto que quase amasso o batente da porta na qual estou apoiada.

- Quarto bonito.-diz ele ainda sério.

- O-obrigado.-gaguejo.- Diana disse que...

- Vim te devolver.-ele me interrompe e me estende o tablet.

- Oh!-exclamo estendendo minha mão lentamente para pegar o aparelho.

Sem querer, acabo tocando em sua mão, um toque breve, sem qualquer intenção, e em poucos segundos sou atingida por vários flashes de memória de Bruce. Me afasto rapidamente dando alguns passos para dentro do quarto enquanto ele continua me encarando, agora confuso, e ainda segurando o tablet. 

- Alguma coisa errada?-diz ele arqueando uma sobrancelha.

Mesmo sentindo que meu coração vai sair pela boca, balanço a cabeça em negativa depois de alguns segundos, e me aproximo novamente. Dessa vez, tomo todo cuidado para não encostar nele novamente, e quando puxo o tablet pra mim, sinto uma resistência da parte de Bruce. Ele segura o aparelho firmemente, como se não quisesse entregá-lo a mim. 

Bruce dá um passo em minha direção e eu fico imóvel, não penso em me mexer nem por um segundo sequer. Ele se inclina, ficando cara a cara comigo, e o silêncio é tão intenso, que tenho certeza de que ouvi as batidas de meu coração acelerado.

- Estou de olho em você.-sua voz soa como a própria escuridão que ele tem dentro de si.- Fica esperta.

Ele solta o tablet, que agora parece pesar uma tonelada, em minha mão, e segue pelo corredor. Não espero pra ver onde ele foi, fecho a porta e respiro profundamente diversas vezes, isso sem dúvida foi assustador. Guardo o tablet e volto a me deitar, sei que Bruce descobriu coisas sobre mim, mas ele mal sabe que a descoberta foi recíproca.

Bruce

Se essa garota pensa que pode me enganar... Ela não faz ideia de quantas cartas eu posso ter na manga.

Vou para o quarto de Diana, a chamo e depois de uns 5 segundos ela abre a porta. Diana parece um tanto quanto abatida, e isso me preocupa, pois ela estava bem antes de conversar com a garota.

- O quê ela fez com você?-digo sério.

- Hã?-ela franze o cenho confusa.

- Eva, o quê ela te fez?-digo apreensivo.- Você estava bem antes de conversar com ela.

- E eu não pareço bem agora?-ela arqueia uma sobrancelha.- Acho que é você quem está de implicância com ela.

- Eu?-fico perplexo.- Diana, essa menina mal apareceu em nossas vidas e olha a bomba que ela trouxe consigo.

- E é por essa razão que temos de ajudá-la.-ela me dá passagem, e assim que entro ela fecha porta, se sentando na cama logo em seguida.- Sem contar que ela não atacou nenhum de nós.

- Ainda.-rebato.- Você viu do que ela é capaz.

- Sim eu vi, mas aquilo não era ela.-Diana olha pro chão.

- Como assim?-digo me sentando ao seu lado.

Ela suspira.

- Manipularam ela.-Diana me encara.- A induziram a fazer aquilo.

- Como sabe disso?-entrelaço meus dedos.

Ela fica alguns segundos em silêncio.

- Eva me mostrou.-diz Diana por fim.

- Como assim te mostrou?-digo franzindo o cenho.- Ela te forçou a ver?

- Mas é claro que não.-diz ela como se sua resposta fosse algo ridiculamente óbvio.- Eu pedi e deixei que ela me mostrasse.

- E?-continuo.

- Foi terrível.-agora Diana parece abalada.- Toda angústia e desespero dessa menina... O medo...

- Será que Eva não te mostrou o que ela queria que você visse?-pergunto arqueando uma sobrancelha, ainda não consigo me convencer com toda essa história.

- Ninguém finge passar uma experiência tão traumática, não do jeito que ela me mostrou.

- Será?-digo sarcástico.- Ela bem que tem poder pra isso.

Acho que a irritei, pois Diana respira fundo como quem tenta se acalmar depois de um momento de estresse.

- Eu queria muito que você tivesse visto o que eu vi Bruce, assim não ficaria com essa atitude grosseira e intimidadora pra cima da Eva.-Diana assume um tom sério.

- Só estou preocupado com a segurança da equipe.

- Não sei pra quê tudo isso, Eva não machucou ninguém e nem creio que vá fazer isso.-agora é a vez dela ficar perplexa.

- Eu não teria tanta certeza disso.-respondo sério.

- O que quer dizer?

- Não sei se você percebeu a quantidade de remédios que essa garota usa.-digo endireitando a postura.

- Sim eu vi.- ela responde sem entender.- Que que tem?

- Depois de assistir os vídeos fiquei me perguntando, ela está com esses remédios? E o mais importante, pra quê eles servem? 

Diana fica em silêncio, acho que ela não tinha pensado nisso.

- Vamos supor que esses remédios a ajudem a não surtar, como ela própria disse.-começo.- O quê acontece se eles acabarem?

- Essa ideia nem sequer passou pela minha cabeça.-ela suspira novamente.

- Entendeu porque eu fico tão preocupado?

- Preocupação é uma coisa, desconfiança é outra completamente diferente.-ela responde.

- Mas vamos combinar, essa ideia não é tão absurda assim né?

- Não, mas também não precisa ficar intimidando a menina desse jeito.-agora ela assume um tom mais calmo.- Tá na cara que ela está tão perdida quanto nós.

Respiro fundo, Diana já se apegou a Eva, isso é fato, e com esse jeito protetor que tem, é óbvio que não vai se deixar levar pelas minhas teorias, e vai fazer de tudo pra ajudar essa garota. Ela pode não admitir, mas quando sente afinidade por alguém, Diana não consegue esconder, dá pra ver isso em seu olhar.

- Eu não estou intimidando ela.-respondo.- Só estou mostrando meu ponto de vista.

- Sei.-ela fica séria novamente.- Eva conheceu um monte de pessoas, e se enturmou com todas, menos uma, adivinha quem?-ela diz irônica.

Suspiro.

- Sei que é difícil pra você confiar nas pessoas Bruce, mas faça um esforço, Eva é jovem e ingênua, e precisa da nossa ajuda.-ela segura minha mão.- E não poderemos ajudá-la se agirmos da mesma maneira como as pessoas com quem ela estava.-ela me encara.- Pensa nisso.-e me dá um leve beijo na bochecha.

Diana se levanta e caminha em direção a porta. 

- Pra onde você vai?-pergunto.

- Vou resolver umas coisas e chamar Eva pra irmos embora.-ela responde.

- Ir embora?-fico confuso.

- Não sei se você se lembra, mas sou embaixadora da ONU, amanhã é segunda e eu tenho que trabalhar.-ela abre a porta.

- E o que a Eva tem a ver com isso?-digo me levantando também.

- Ela vai pra casa comigo.-ela responde decidida e com uma naturalidade inumana.- Não esquece de fechar a porta.-e sai do quarto.

Nem cogito debater sobre o assunto, se Diana diz algo, dificilmente ela volta atrás.


Notas Finais


Gostaram?
Espero que sim
Nossa amazona realmente está empenhada em ajudar a jovem Eva
Onde será que tudo isso vai dar?
Acompanhem os próximos caps e saberão
Já sabem o que fazer né?
Bjus. L


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