História Kitsune! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Nathanaël, Personagens Originais
Tags Kitsune, Lendas, Mitos, Nathanaël Kurtzberg, Nathanaël X Reader
Visualizações 10
Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


♥ avisos

s/n - seu nome
s/s - seu sobrenome
s/a - seu apelido
c/c - cor do seu cabelo
c/o - cor dos seus olhos

— isso é uma fanfic de universo alternativo, ou seja; não existem miraculous, e nem heróis e vilões. Mas existem híbridos.
— essa fanfic é dedicada a um dos personagens (na minha opinião) mais adorados de Miraculous, Nathanaël (<3)
— Gabriel Agreste é 'seu pai, e Natalie sua mãe. Não haverá nada da segunda temporada (até ela acabar).
— não se passa em Páris.

obrigado por lerem até aqui. Boa leitura!
ヽ(=^・ω・^=)丿

Capítulo 1 - ;prologue;


Com o passar do tempo minha vida havia mudado muito. Nunca imaginei que a vida era tão... Cruel?

Essa realidade que tanto lutei para evitar, foi contra mim. E agora tinha de lidar com isso.


Os dias para entrar no clube de dança duravam entre uma ou duas semanas, e era disso que eu precisava.

Minha paixão por dança iria finalmente valer a pena! 


— S/N? 



Pulei da cadeira por causa do susto. Olhei ao meu lado e vi a azulada rindo como se fosse a coisa mais engraçada do mundo.


— Marinette! - grite o nome da ser humana (ou criatura endiabrada) que me olhou inocente. — Porque você me assustou? Eu vou enfiar uma tesoura no teu...coração.


— Blá, Blá, Blá, você é meio perdida. - Ela enrolou uma mexa do cabelo no dedo, e com a mão livre me ajudou a levantar.


— O que? 


— Sabe, você é a próxima. Parecia tão distraída quanto a Chloé olhando uma vitrine de loja em promoção. - Ri em conjunto da mesma. — E bem, você está nervosa?


— Não, não muito.


— Não?! Nem um poquinho? - A azulada se ltriste, mas okhar km feu da cadeira segurando os papéis – de sua coreografia provavelmente –, e me olhou com a sobrancelha levantada. — Eu to tipo, morrendo internamente como se várias vacinas atingissen meu peito - Pôs a mão no local como se realmente sentisse dor.


— Cruz credo, Mari! - A olhei e cruzei os braços. — Quer uma dica? Pega um copo d'agua, suspira e pensa na vida. Você acaba esquecendo seu nervosismo.


— Mas... E se eu esquecer a minha coreografia?! - Marinette estava prestes a ter um troço na minha frente. Ela ia de um lado para o outro.


— Mari.


Segurei seus ombros forçando-a a ficar parada. Ela me olhou confusa, mas pude ver um tom de medo nos seus olhos. 


— Dá para parar de ficar paranóica? Para dessa besteira! Se você não conseguir hoje, conhece amanhã, ou depois de amanhã. Temos duas semanas inteirinhas para podermos fazer esse teste!


Seu silêncio — por mais que fosse raro — era desconfortável. Naquele momento eu não sabia se falava outra coisa, mas preferia ficar calada. 


— Senhoritas? 


Uma mulher alta surgiu na porta atrás delas. Ajeitou os óculos e segurou firmemente a prancheta:


— Senhorita S/N S/S, sua vez chegou.


Narradora Povs;


O coração de S/N disparou ao ouvir tais palavras. Ela mesmo dizia para sua amiga não ficar nervosa, mas de um segundo para o outro, se viu nessa situação.


— E-Está bem. - Gaguejou. Droga. Era isso que pensava, gaguejou na frente de Marinette, que riu logo.


— Boa sorte S/N! Espero que não esteja nervosa. - Disse irônica ao ver a amiga já suando.


Droga, droga. Heroína, cocaína. Porque estava nervosa? Não sabia, mas não era hora de pensar nisso. 



Entrou no auditório, subindo no palco sem medo. Um tudo o que pensava que fosse, não existia.

Esperava alunos assistindo as performances das pessoas, mas haviam apenas os jurados.


— Pode começar. 



O líder do clube de dança riu baixo, mas debochado. Um rapaz de cabelos castanhos e olhos vermelhos; a aparência do Diabo não poderia ser pior do que isso?


— Você é surda, S/N? Comece logo.



Você suspirou. 

Uma música calma começou a ecoar pelos ouvidos de todos presentes. Seus passos começaram.

Parecia estar dançando nas nuvens; você havia esquecido totalmente da coreografia, mas ainda sim, dançava.


Uma leveza acompanhava seus passos, belos e majestosos. A música e a dança estavam coerentes, era uma junção maravilhosa.

Você abriu seus olhos, e na sua frente, um borrão roxo surgiu.


Sua perna fraquejou, por isso acabou caindo.


— Eu esperava mais de você, docinho. - Disse.


— A-Ai... O que?


— Ora, talvez da próxima você consiga me entreter. Digo, se você achar que tem proxima para você.


Ele riu maldoso, e os outros pareciam não ligar. Você não estava triste, e muito menos raivosa.


Que porcaria foi aquela? Indagou a si mesma, olhando para o lugar onde havia visto aquele borrão.



Suspirou sentindo-se derrotada. Estava confiante e leve dançando, mas o que era aquilo?

Não desperdiçou seus pensamentos em tal idiotice, e apenas pegou suas coisas.



×××




Antes de chegar em sua casa, no caminho trombou com Alya e Marinette. As duas perguntaram sobre o teste, mas você fez questão de ficar calada. Principalmente por estar perto do Natal. Sendo assim, estava nevando.


E lá estava você, mais concentrada em ler do que na comida que estava na sua mesa. Sentiu-se meio frustrada com aquilo.

Prometeu a si mesma que não perderia o foco novamente, mas o que poderia fazer em relação a isso? Descobrir era a resposta.


Um vento frio abriu bruscamente a sua janela, e a incomodou.


Levantou-se suspira do fundo, indo ate a janela. Quis desperdiçar seu tempo com a besteira de olhar o céu noturno, a lua e as estrelas.

Lembravam-ti várias coisas, principalmente sua avó.



Sofreu com um toque de realidade repentino. Uma constelação formavam uma criatura semelhante a uma raposa, mas apenas a cauda e orelhas. 

Um corpo humano de um garoto. Além disso, estava com uma garota.

Você não acreditou no que estava vendo, piscou várias vezes os olhos e os coçou confusa.


— Mas que porra? - Nuvens negras cobriram a visão das estrelas. 


Bufou irritada, mas se lembrou do que era aquela criatura. Correu para sua mesa novamente, se agaixando e pegando uma caixa empoeirada.

De lá, retirou vários livros coloridos e com nomes escritos em japonês. Não era problema, já que havia aprendido desde os 5 anos!


— Onde está? Nekos?



Kitsunes; era o nome em negrito na página. Os seus olhos se arregalaram um pouco.


“Dizem que kitsunes eram criaturas metade raposa e metade humanos; a maioria possuía um corpo feminino, e aproveitavam-se disso para roubar a força vital de homens apaixonados”


Queria rir de si mesmas.


— Caralho - Seu palavreado saiu com uma risada — eu devo estar vendo coisas. Deus, dá para me ajudar?


Olhou para cima como uma idiota, e jogou o livro na cama como uma bolinha de papel em que ficavam seus rascunhos de tentativas de desenho.



Foi de novo para a janela, mas se assustou a ver uma cena. Era um lobo

Bem é normal — atrás de sua mansão, havia um local enorme, uma floresta — mas era comum ele ter sangue no pelo?


A neve branca destacava aquelas marcas vermelhas. O pelo cinza do animal selvagem logo foi tomado por flocos de neves, o que o fizeram sair disparado dali.


Sentiu um aperto no coração, mas ao mesmo tempo, uma sensação estranha. O animal com certeza sentiu sua presença, por isso saiu — mesmo sendo selvagens, não são criaturas burras.



E se ele ainda estivesse vivo? Referiu-se a presa. Seu medo era de que fosse outro lobo, uma “guerra” entre alcateias era normal.

Mas algo a atiçou. Vestiu seu casaco e gorro, além de botas. Tudo o que a fez ficar quentinha.


Desceu as escadas no maior silêncio, qualquer barulhinho poderia acordar seus pais ou disparar o alarme da casa. 


Abriu a grande porta principal, e nem deu tempo de descer as escadas, já vendo uma figura de pelo avermelhado e com manchas vermelhas fortes a lhe seguir.


Uma raposa. Serio isso?


— Então ainda está viva. - Você andou até a pequena criaturinha, com cautela para não assusta-la.


Você se agachou perto da criaturinha avermelhada. Queria cuidar dela naquele momento, tinha pena.


— Não tenha medo - você sorriu — não vou lhe machucar — Você tirou o próprio cachecol, e estendeu para a raposa.


O animal pareceu confuso, mas não recusou. E lá estava aquele animalzinho, deitado em seus bracos... — Eu vou te proteger, tá legal?




×××


Sua cabeça pareceu dar um giro de 360°. Levantou seu tronco bruscamente, sentindo uma dor terrível naquela região. 

Coçou seus olhos uma vez. Não, duas vezes.


A única coisa que se lembrara de ontem a noite...

Olhos azuis, e um pelo vermelhinho e macio. Aquela raposa.


— Huh? Cadê? 


— O que foi minha mestra? Perdeu algo? - Você olhou em volta, e apenas notou um garoto, não muito alto, parado lhe olhando.


Suas vestes estavam bem rasgadas, mas pareciam como a de um kimono. Cabelos ruivos, com uma “franja“ e olhos azuis como o céu que se via pela janela.

Mas o mais curioso sobre aquele garoto:

Eram suas belas orelhas e três caudas de raposa.


— Q-Quem é você?! Mas que porcaria é essa?!


— Você não se lembra, mestra? - Ele suspirou parecendo triste, mas logo sorriu — Bem, começaremos novamente. Meu nome é Nathanaël Kurtzberg, e você, S/N S/S, é minha eterna mestra.








Notas Finais


— então? a fanfic continua?
a decisão é de vocês.
(>y<)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...