História Klaroline Hot - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Klaus Mikaelson
Tags Klaroline
Visualizações 111
Palavras 880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Primo


Minha família sempre foi um pouco separada, mal conhecia a parte mais próxima, quem dera os primos de 3°ou 4° geração.

Era um dia normal e eu voltava da academia, quando minha mãe apareceu de surpresa no meio do meu percurso de volta, e pediu pra que eu lhe acompnhasse até uma reunião importante de família, mal pensei e entrei no carro como estava mesmo.

Quando cheguei, logo veio a prima de minha mãe a apresentar a família, seu esposo, seus sobrinhos e por fim, seu filho. Ele era um pouco mais alto que eu, loiro dos olhos verdes, um corpo de fazer mulher babar, eu logo pensei por onde ele havia se escondido todo esse tempo.

Me cumprimentou com: - "Oi priminha...".

Deu um beijo de canto de boca quase imperceptivel pras nossas mães que não paravam de se falar ao menos um segundo. Depois das formalidades ele voltou aos seus amigos e me observava de longe. Logo quando estava saindo pra ir embora, fui barrada por ele e com voz gentil pediu pra que eu o adicionasse no facebook, usando a desculpa de manter contato com a família.

Na mesma noite, conversamos um pouco, com a inocência que não teríamos no nosso próximo encontro, descobrimos que além de compartilhar o sobrenome, compartilhavamos também o desejo a putaria.

Depois de umas 3 semanas houve uma festa na cidade em que morávamos a mãe dele me convidou pra dormir depois do evento na casa deles já que acabaria muito tarde.

Fomos para a festa e em seguida para a casa dele. Chegando lá, notamos que a casa estava vazia, e achamos um bilhete colado na geladeira, que dizia que eles precisaram sair, que retornariam pela manhã. Os pais dele trabalhavam com vendas, e não tinham hora e nem dia para viajar.

Após comermos algo, pedi se poderia tomar um banho, antes de irmos dormir. Ele me deu uma toalha e mostrou o caminho do banheiro. Entrei e fechei a porta, mas por um "descuido" não a tranquei, e comecei tomar banho.

Mal tinha se passado alguns minutos, e eu ouvi um barulho nmaçaneta, ele entrou no banheiro e veio em minha direção, apenas de cueca, que marcavam muito bem aquele pau maravilhoso. Ele veio e me empurrou na parede colocando meus braços pra cima e me beijando deliciosamente, enquanto que, com uma das mãos dedilhava minha bct que estava doida por ele.

Ele se agachou e com uma das minhas pernas em seu ombro começou a me chupar, e chupar muito bem. Sou do tipo que quando goza, perde um pouco das forças.

E ele me fez gozar, intensamente. Mas não tirou a vontade que estava de dar pra ele naquele momento.

Então, ele me pegou no colo, e me levou pra cama, me enxugou cuidadosamente. Eu já estava melhor, bem melhor, e completamente excitada de novo. Quando ele me ajeitou sentada e encostada na cabeceira da cama, e para minha surpresa algemou uma de minhas mãos, e encostou ajoelhado na cama, seu corpo em mim, buscando uma venda que estava ao lado, deixando meu rosto perto de seu pau, que estava duro como pedra.

Ele me vendou.

Eu não podia vê-lo, mas podia sentir-lo. Ah, e aquilo me excitava tanto! Eu senti a mão dele passando pelo meu corpo e indo em minha boceta que já estava encharcada.

Eu ouvi sua voz bem perto do meu pescoço.

— Ta molhadinha, ta? Hora de retribuir.

Ele mal me deixou pensar, abaixou a cueca e liberei seu pau, e eu comecei um oral intenso. De primeira, abocanhei até o talo, subindo e descendo, alternando com lambidas, depois de garantir que estava lambuzado o suficiente e acelerei o ritmo das chupadas. Ele movimentava a cintura pra frente e pra trás. Mas logo segurou minha cabeça me fazendo parar, tirou seu pau da minha boca, e a limpou com um beijo. Ele começou chupar meus peitos, depois de lamber e deixar totalmente sensíveis, apertava com as pontas dos dedos causando uma sensação dolorosa e extremamente exicitante.

Ele me virou com tudo e me pos de quatro, com uma das mãos presas e os olhos vendados, eu não conseguia prever seus movimentos, e aquilo me instigava muito.

Depois de me colocar de quatro abaixou minha cabeça e ergueu minha bunda, eu senti ele passar a mão levemente por ela e depois dar um tapa tão forte e uma apertada demorada. Ele começou a pincelar a cabeça de seu pau em minha boceta que pingava de vontade. Eu já não aguentava mais, queria ser fodida por ele. É pedi:

— Me come.

Ele riu. E colocou a apenas a cabeça em mim.

— Pede direito.

— Me fode. Me fode com força.

E ele atendeu ao meu pedido, e começou a me foder. O pau dele era grande e grosso. Eu sentia cada estocada dele, forte. Que ele enfiava até o talo. Rápido e forte. Até que ele gozou em minhas costas. Depois me virou de volta tirou minha algema e minha venda, e me colocou por cima dele, que apesar de já ter gozado, continuava com o pau duro. Eu comecei a cavalgar por ele, oscilando entre a velocidade, ora quase tirando, e voltando a sentar. Eu rebolava e ele gemia, gemia muito, e eu também. Depois que gozamos juntos.

Tomamos um banho, sem malícia e fomos dormir.

Depois daquele dia, sempre combinamos de fazer algo em família.



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