História Krlighed Og Had - Capítulo 15


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Dark Swan, Emma Swan, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen, Young Regina
Visualizações 417
Palavras 1.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoas!

Peço desculpas pela demora, mas passei os últimos dias sem acesso a internet.

Tentarei postar mais um capítulo esta semana para compensar pelo o hiatus.

Ah, hoje não vou traduzir o que a expressão significa, mas acho que vcs entenderão mesmo sem o uso do Google tradutor. rs

Divirtam-se!

Capítulo 15 - Jalousi


Fanfic / Fanfiction Krlighed Og Had - Capítulo 15 - Jalousi

A limusine estacionou em um hangar nos arredores de Los Angeles. Logo, elas subiram a escada do jato que as levaria ao château da família de Emma na França. Quando já estavam acomodadas nas confortáveis poltronas reclináveis da aeronave, Regina ouviu os gritos de Odin, que permanecia sob os cuidados da rígida srta. Blue. A morena se ergueu e aproximou-se com os braços estendidos, perturbada e aflita.

— Está tudo bem, senhora — A babá afirmou com um sorriso frio. — Odin vai precisar de algum tempo para aprender a me reconhecer. Cuido de crianças há quinze anos, e garanto que ele logo estará acostumado comigo.

— Podemos tentar ir aos poucos. Ele tem medo de estranhos — Regina explicou.

— Talvez ele não esteja se sentindo bem — Emma se pronunciou, sobressaltando a morena que não percebeu a chegada da esposa.

— Não há nada de errado com ele, exceto uma boa dose de manha — A babá retrucou. — Os bebês precisam habituar-se a uma determinada rotina.

Incapaz de suportar tal discurso por mais tempo, Regina simplesmente arrancou a criança dos braços da srta. Blue e aninhou-o junto ao peito, murmurando palavras doces enquanto dirigia-se ao fundo da aeronave. Odin abriu os olhos inchados e cheios de lágrimas e fitou-a, pronto para mais um ataque de choro. No entanto, ao reconhecê-la, o pequeno se acalmou e recostou a cabeça em seu peito. Regina sentou-se, satisfeita, e Emma estudou-os com expressão surpresa.

— Ele a conhece... — A dinamarquesa murmurou.

— É claro que sim... não é, meu amor? — Regina retrucou, observando com expressão carinhosa o bebê aninhado em seus braços.

Emma continuava a fitá-la com o ar intrigado, como se estranhasse o comportamento da morena.

Regina permanecia indiferente aos olhos verdes que a devassavam sem qualquer discrição. Estava muito indignada com a atitude dura e grosseira da babá para se preocupar com o curioso interesse da esposa sobre si.

A morena retirou a mamadeira do suporte térmico e a ofereceu ao menino que agarrou o bico em desespero, chupando-o com firmeza. A srta. Blue sentou-se perto dos dois, fazendo uma careta de desagrado quando viu a cena.

— Está tentando me impressionar? — Emma perguntou, em pé, ao lado da poltrona.

— Do que está falando? — Regina moveu a cabeça para fitá-la.

— Por que continua representando esse papel de mãe dedicada a Odin? —  Parecia cada vez mais irritada —  Se ainda não percebeu, eu contratei uma babá. Não precisa mais continuar com a representação.

Regina semicerrou os olhos, abrindo levemente os lábios.

— Não há nada de falso no que sinto por meu sobrinho — Resmungou, custando a acreditar que Emma continuasse pensando assim — E eu já lhe disse que não precisava ter contratado essa mulher — Deixou claro, consciente que a babá estava próxima. Mas Regina não se sentia obrigada a ser gentil, nem a poupar os sentimentos de alguém que se comportava com tanta frieza.

— Ela apresentou excelentes referências.

— E daí? — Deu de ombros — Ela pode ter se mostrado perfeita para as outras famílias que a empregaram. Mas o que importa é que eu, Regina Mills, não gostei do que vi até agora — Enfatizou, voltando sua atenção para o sobrinho que terminara de se alimentar. Apoiou o menino em seu ombro, dando leves tapinhas nas costas dele para fazê-lo arrotar.

— Swan — Replicou com o rosto vermelho. Estava visivelmente perturbada.

— O quê? — Encarou-a novamente com ar desatento.

— Regina Mills Swan — Emma pontuou.

— Ah — Expressou sem entusiasmo — Que seja! — Virou-se e colocou Odin no bebê conforto sobre a poltrona do lado.

Emma suspirou pesadamente e ocupou o assento na extremidade. Havia um corredor pequeno separando-as. Odin logo adormeceu e a morena o cobriu com uma manta, olhando-o com carinho. Depois, girou um pouco o rosto e percebeu que a dinamarquesa estava com a cara emburrada. Um sorriso divertido surgiu nos lábios de Regina.

Cada vez tinha mais certeza que Emma não gostava de ser ignorada. Rica, inteligente, bonita, ambiciosa, obcecada por trabalho e dominadora. Provavelmente foi extremamente mimada por uma família amorosa e por empregados servis sempre dispostos a atender seus caprichos. Somado a isso, deve também ter se cercado de amantes estúpidas que a fizeram acreditar que era a mais perfeita das criaturas em todo o universo.

— Por que se casou comigo se não sente atração por mulher? — A magnata indagou, encarando-a com expressão dura.

Primeiro, Regina abriu os olhos, espantada com a pergunta estranha e súbita. Depois, sorriu levemente, entendendo o significado dela. Na mente da ‘dama de gelo’, a.k.a* sua esposa, só aquilo justificaria a aparente indiferença da morena pelas investidas da bilionária que, desde o casamento, parecia muito disposta a seduzi-la.

Por alguns instantes, Mills nada respondeu, pensando que, em toda sua vida, só tinha sentido atração por uma pessoa: Daniel. Mas isso não queria dizer que também não pudesse sentir-se atraída por mulheres.

— Eu nunca afirmei tal coisa — Regina respondeu num tom calmo.

— Hum — A outra ficou intrigada e passou a observá-la com a mesma intensidade de antes: — Então, por que, desde que colocou esse anel no dedo, passou a me ignorar com tanta dedicação?

Regina arregalou os olhos castanhos numa encenação de ingenuidade.

— Você percebeu que eu estou fazendo isso? — Replicou sarcástica — Por que eu deveria agir de outro modo? Se nunca fez um esforço para que eu gostasse de você?

— Não precisa gostar de mim... Mas exijo que me respeite! — Afirmou autoritária.

Regina moveu os músculos faciais em zombaria.

— Uma mulher deve ter sempre um objetivo a alcançar. Mesmo que esse objetivo seja quase inatingível...

Os verdes faiscaram.

— Saiba, minha esposa, que você está me desafiando de uma forma que nem mesmo meus inimigos mais poderosos ousaram desafiar.

— Não tenho medo de você!

— Não é o que sua linguagem corporal diz — Swan sorriu, notando a mão fechada no apoio da poltrona. — Se tivéssemos sozinhas, eu já teria feito você pagar caro por sua rebeldia.

— Esse tipo de ameaça diz muito sobre você — Regina devolveu, tentando esconder o nervosismo que a invadia. — Se não pode conquistar a admiração ou o carinho de uma mulher, contenta-se em despertar temor — Observou — Vou logo avisando que não tolerarei nenhum tipo de abuso — Murmurou baixinho, prendendo o maxilar — Se ousar fazer qualquer coisa contra a minha vontade... — Fez uma pausa na tentativa de controlar o tremor da voz — Considere-se uma mulher morta, se tentar me forçar a ter relações com você — Esbravejou entredentes.

A face da dinamarquesa ficou lívida.

— Não pretendo te obrigar a nada — Emma semicerrou os olhos, parecendo ofendida com a suposição da outra — Mas vou fazê-la implorar para me ter dentro de você — Dito isso, levantou-se da poltrona e saiu pisando forte na direção da cabine.

~ // ~

O vôo durou algumas horas. Regina aproveitou para dormir um pouco e só acordou quando a aeromoça lhe tocou o braço, dizendo que em poucos minutos aterrissariam.

Ela não se surpreendeu quando o jato sobrevoou o Vale do Loire, aterissando numa pista perto de um castelo. Certamente tratava-se da propriedade da família de sua esposa. A morena suspirou, pensando que teria que começar a se habituar com tanta riqueza, luxo e ostentação.

Olhou para o lado e viu que Odin ainda dormia. Pegou o bebê conforto e se levantou. A babá já estava em pé na outra extremidade do corredor, esperando a escada ser descida. Quando Regina olhou em frente, viu a porta da cabine abrir e Emma sair de lá, acompanhada de uma pessoa vestindo uma camisa branca e calça preta. Também usava um quepe na cabeça. Quando o retirou, os olhos castanhos se fixaram nos cabelos escuros e compridos, antes escondidos pelo acessório.

‘Uma mulher estava pilotando o jato?’, Perguntou-se em silêncio, admirada. Então, percebeu que a moça sorria abertamente para Emma e sentiu certa ansiedade.

Perturbada, mordeu o lábio e fitou a esposa que conquistara através da chantagem, conversando animadamente com a piloto de traços latinos como os seus. No instante seguinte, Emma girou o rosto e os verdes a encararam, fazendo Regina desviar os castanhos apressada, assustada com a intensidade daquele olhar.

Havia sido pega em flagrante e aquilo a irritava. Andou rápido para perto da babá, tentando ignorar a presença de Emma e da outra moça atrás de si.

— Se quiser pode voltar hoje mesmo para Los Angeles, Srta. Page — Escutou Swan falando com a mulher— Quando eu precisar novamente dos seus serviços, entro em contato —   A dinamarquesa continuou, mas, no momento, Regina pensava apenas no motivo de se sentir tão incomodada ao lembrar que Emma passou todo o voo dentro da cabine com a piloto.

O que elas teriam feito durante as horas que ficaram sozinhas?


Notas Finais


*A.k.a: abreviação para 'Also Known As', uma expressão em inglês que significa 'também conhecido como'.

Até mais!


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