História La Camarera - Capítulo 9


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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lilith "Lily" Page, Mérida, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Will Scarlet, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Visualizações 386
Palavras 2.973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Não vire a página. Queime-a!


Fanfic / Fanfiction La Camarera - Capítulo 9 - Não vire a página. Queime-a!

Emma acordou com um barulho vindo provavelmente da cozinha. Lentamente virou-se, tateando o colchão e não encontrando Regina ao seu lado.

"Essa bagunça deve ser ela procurando algo para comer."

A cara da historiadora estava amassada, rosto de quem acabava mesmo de acordar. Os olhos de pálpebras inchadas demostravam que teve uma noite bem dormida. Faziam dias que não tinha um sono tranquilo. Era de se esperar com tantos problemas para resolver, tantos dissabores dominando a sua triste existência.

Tinha momentos em que Swan se achava maluca por guardar dentro de si tantos sentimentos ambíguos. Talvez a insanidade estivesse mesmo acontecendo dentro daquela cabecinha cheia de pensamentos desconexos. Mas rapidamente tirava essas bobagens da cabeça. Como Mills costumava lhe dizer: ela era senhora dos seus atos, então estava em pleno uso da razão. Podia se virar e resolver bem os seus problemas.

Não querendo ser vista naquele estado deprimente matutino, ao invés de ir verificar se a latina precisava de ajuda, correu para o banheiro. Abriu o chuveiro, sorrindo com a água morna e relaxante que caía sobre seu corpo, regozijando com aquele prazer. Esfregava o corpo com o sabonete que teimava em escorregar de suas pequenas mãos. Queria estar bem limpa, cheirosa, e por que não, gostosa?

"Idiota!" A loira repreendeu a si mesma pelo pensamento sem lógica que acabara de ter. Por qual razão gostaria de ficar "gostosa"? Estava indo ao hospital resolver, talvez, o maior problema de sua vida.

Saiu do box, cabelos lavados, e foi à pia: pegou a escova de dentes e começou a olhar-se no espelho do banheiro, pensando no quanto parecia diferente da Emma de dois meses atrás.

"Nossa! Estou com cara de quem dormiu uma semana! Preciso melhorar isso urgentemente!"

Após hidratar seu rosto, pegou o delineador preto para passar embaixo da pálpebra inferior, e realmente ficou satisfeita, porque seu visual agora melhorara bastante. Sorriu para o espelho, conferindo se os dentes estavam totalmente limpos. Agora, era só trocar a roupa e sair.

- Bom dia, Swan. Dormiu bem? - Regina sorriu ao ver a amiga aproximar-se dela na cozinha - Desculpa, mas tomei a liberdade de mexer nos seus armários para preparar um café. Espero que não se importe.

- Claro que não. Acordou muito cedo, heim? - A historiadora bocejava - Tomou banho já. Seu cabelo ficou cheiroso com esse shampoo. Ele é ótimo!

- Também espero que não se importe. - A morena colocou uma xícara de café puro sobre a mesa na frente da outra - Ovos?

- Obrigada. - Swan agradeceu, bebericando o líquido preto - Jura que você preparou ovos?

- Por que? Não gosta?

- Pelo contrário, amo, mas só como na rua e não é a mesma coisa, não tem o gostinho de tempero caseiro, entende?

- Ah, nada se compara com os alimentos que preparamos em casa, não é? - Mills sentou-se após servir a loira e à si de um pouco do que tinha cozinhado - Mas porque não faz?

- Porque a última vez que tentei, quase incendiei a casa. Foi tenso imaginar que viraria churasco. - Riram brevemente.

Tão logo a latina percebeu que o sorriso morreu nos lábios de Emma, cedendo lugar de destaque à tristeza nos seus olhos, ela segurou sua destra, acariciando aquela pele alva com o polegar.

- Vai ficar tudo bem. Vamos fechar um ciclo hoje e finalmente você estará livre.

- Vamos?

- Sim, vamos. Eu vou te ajudar.

- Já fez mais por mim do que devia, Regina. Não precisa se preocupar. - Após forçar um sorriso, a loira bebeu todo o seu café, passando a comer sua porção de ovos mexidos em silêncio, assim permanecendo até a hora em que sairam de casa.

Falar ou ficar em silêncio? Se estiver na dúvida, silencie. O fato é que as palavras têm um poder muito forte sobre tudo. Julgar, aconselhar, elogiar ou qualquer coisa que você diga não pode ser simplesmente dito da boca para fora, ao contrário, você deve fazer bom uso das palavras.

Por isso a latina respeitou a vontade da amiga. Não incitou diálogos vazios, não indagou absolutamente nada nem durante o trajeto até a sua casa, e menos ainda até o hospital, afinal, o silêncio diz muito mais do que se costuma ouvir de bocas inquietas, que cospem certas palavras atrapalhadas em meio à discursos tolos. Mills sabia do vicio e da pretensa natureza humana de estar acostumada a se relacionar com a boca, de onde podem emanar sons filosóficos, conexos ou desconexos, mas em sua grande maioria, vazios como madeira oca. Palavras ao vento. Sentenças emitidas por anseios anônimos. Compulsão explícita que Freud, aliás, nem sempre explica.

- Está tudo bem? - A morena indagou à outra quando parou frente à portaria do hospital.

- Está. - Emma demorou alguns segundos para responder, não havendo firmeza em sua voz - Regina…pode parecer infantil, e é, mas…posso te pedir uma coisa?

- Claro, Swan. O que quiser.

- Pode segurar na minha mão? - A latina ofereceu um sorriso aberto à historiadora - Oh, meu Deus! Isso soou muito mais ridículo do que imaginei.

- Não, não, não. Está completamente enganada. Não há problema algum em querer um pouco de…segurança. Vim aqui exatamente para isso. Não dá para ser forte o tempo todo, Emma. Precisamos uns dos outros para suportar certas adversidades. - Mills entrelaçou os dedos de sua destra nos da outra, colocando a mão livre por cima - Eu confio em você e no quão poderosa você é.

- Obrigada. - Mesmo com os olhos marejados e tristes, a loira sorriu em retribuição ao gesto de carinho que recebia - Vamos. Quanto mais rápido eu enfrentar essa situação, mais rápido isso acaba.

- Tem toda a razão. Vamos.

Cadastro de visitantes feito na recepção, com instruções passadas e repassadas, as mulheres subiram pelo elevador até o quarto 313. A loira deu um passo para trás ao abrir a porta e ver, diante de si, um moribundo que lhe era totalmente estranho, no amplo sentido que a expressão poderia ter.

Em ânsia de morte, sem frequência respiratória uniforme, com os batimentos cardíacos variando de maneira grave, poli traumatizado, com lesão de plexo, várias escoriações pelo corpo e sinais de vida quase nulos. Esse era Killian Jones naquele momento.

De todas as ameaças que enfrentamos pela vida, a morte parece representar o maior e mais temido dos males. Difícil saber o que é pior, se a morte lenta, aquela da agonia prolongada e dolorosa, ou a morte que acomete o indivíduo em sono profundo ou o golpeia inesperadamente. Todas elas carregam o sofrimento, tanto do paciente quanto dos que estão à sua volta.

- Emma! Você veio! - O homem sorriu brevemente enquanto proferia as palavras com dificuldade.

- Só vim porque… - A loira calou-se quando Mills apertou seus dedos discretamente, contendo-a.

- Quem é ela?

- Regina, minha grande e estimada amiga.

- Não sabia... que você tinha amigos aqui… ainda mais grandes e estimados.

- Killian sendo Killian… - Swan riu, incrédula - Você me chamou para se fazer de sarcástico e insuportável uma última vez?

- Não! Não! Eu…desculpa. Desculpa.…Emma eu tenho tanta…coisa para te falar. Não…sei nem por onde começar…

- Tente pelo começo. - A frieza e firmeza no tom de voz da historiadora assustava. Ela olhou brevemente para a latina, que meneou a cabeça afirmativamente passando-lhe a segurança que faltava para aproximar-se mais do leito - Pode falar.

- Sabe que…no fundo eu…tinha a certeza de que você viria…

- Não, Jones. Se não fosse por aquela mulher ali eu não viria. Apesar da minha mãe ter te defendido com unhas e dentes, eu não pensava na possibilidade de passar nem perto daqui. Você não é o centro do mundo, Killian. As pessoas podem amadurecer muito quando se deparam com sua própria mortalidade. Mas você não precisava esperar que as coisas chegassem nesse ponto.

- É complicado, Emma. - Ele tentou ajeitar-se na cama, mas os aparelhos ligados ao seu corpo limitavam seus movimentos - Eu gostaria de ter tido a coragem…de viver uma vida fiel a mim mesmo… ai…e não a vida que os outros esperavam de mim.

- Eu, sinceramente, não estou ouvindo isso. Você viveu uma vida que não era a sua? E eu, Killian, que estive durante anos à sua sombra? Como acha que me sinto? Quando as pessoas percebem que sua vida está terminando, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. Eu não estou morrendo e vi tudo desmoronar sem ter culpa de nada. Agora, você vai morrer…

- Emma! - Regina repreendeu-a pela forma direta como falava.

- Não se preocupe, moça…Ninguém me esconde nada. À qualquer segundo estarei partindo…Não foi a toa que a chamei aqui…

- Eu sinto muito, Killian, mas você vai ter que morrer sabendo que isso é culpa das próprias escolhas que fez, ou não fez.

- E que escolhas…dolorosas, não? Optei por priorizar outras…coisas, meu trabalho, ao invés de você. Quando tive a…chance, eu poderia ter tido coragem de expressar meus sentimentos, porém não fiz. Suprimi todos a fim…de manter uma pose e como resultado…acabei estabelecendo…uma existência medíocre.

- Muita amargura e ressentimento é o resultado, não é mesmo? - A loira fazia um esforço sobrenatural para não desabar ali mesmo, lembrando de toda a dor que sentiu durante e após o seu relacionamento.

- É só isso que tenho…agora. Infelizmente não posso controlar as reações dos outros, mas…eu gostaria. Eu gostaria de ter me permitido ser feliz ao invés de estar passando por isso…

- É tão engraçado que as pessoas não percebem, até ao final de suas vidas, que a felicidade é uma escolha. Eu tenho certa culpa nisso tudo, Killian. Fiquei presa em velhos padrões e hábitos por sete anos. O medo da mudança fez com que eu fingisse para todos e para mim mesma que estava satisfeita quando, lá no fundo, eu queria ser feliz de verdade ao lado de alguém. - Nesse dado momento, Swan já não se importava em demonstrar fraqueza, fragilidade diante do homem que arruinou a sua vida. Ela permitiu-se chorar, extravasar através das lágrimas todo o sentimento ruim que guardava dentro de si - De certa forma eu tenho que te agradecer, Jones. A sua traição, o seu abandono me fizeram crescer como pessoa, enxergar a vida de outra forma, me fizeram despertar para buscar a minha paz interior enquanto é tempo.

- Oh, meu Deus! Me perdoe, Emma. Por favor, me perdoe…por tanta dor que lhe causei. - O moribundo estava em prantos, aparentemente arrependido de verdade.

- Até a alguns dias atrás eu te diria um sonoro "não"… - A historiadora limpou suas lágrimas ao olhar para Regina e sorrir - Mas uma pessoa me ensinou que perdoar os deslizes dos outros é importante para viver em paz e feliz consigo mesmo. Eu derrubei a minha crença de que a desculpa é sinal de fraqueza. Pelo contrário. Eu te perdoo, Killian Jones, e não é da boca para fora. Eu descobri que perdoar é trocar esse sentimento negativo por paz e tranquilidade. Foi então que percebi que o maior benefício seria o meu. É como tirar dos ombros uma mochila pesada, deixando-a de lado para seguir em frente com mais leveza. Agora vai ficar tudo bem. Tem uma frase de Luther King que diz: “O perdão é um catalisador que cria a ambiência necessária para uma nova partida, um reinício”. Estou iniciando uma nova vida, Killian, sem você. E me sinto feliz por isso.

A loira não esperou por resposta. Deu as costas ao ex-noivo que a traiu de diversas maneiras, a abandonou no altar, mas que no fim, tinha sido uma espécie de salvador, tirando-a do buraco em que havia se afundado quando preferiu anular suas próprias vontades e felicidade, para valorizar o que vinha dele. Mills, que manteve-se extremamente emocionada ao presenciar toda a descarga de sentimentos dentro daquele quarto de hospital, seguiu a amiga, segurando com a mão esquerda a cintura de Swan e com a destra as suas costas, acariciando-a.

- Estou muito, muito orgulhosa de você. Foi forte, inteligente, corajosa. Você foi incrível! Agora chega de curtir mágoa! A forma como agiu despoluiu a sua consciência. Ah, Emma…a mágoa é uma das maiores doenças da humanidade e sempre reina escondida em meio a esses...como se diz? Turbilhões emocionais. - A morena falava com o queixo encostado no ombro da loira, caminhando com ela em direção à saída - Enquanto você mantivesse ressentimento em seu peito, perderia momentos preciosos da sua vida que poderia usar para se relacionar com as pessoas. Agora está livre! Não é maravilhoso? Vai deixar a sua mãe feliz e orgulhosa também. - A historiadora  permitiu-se dar uma risada.

- Ah, D. Mary Margaret vai ficar em polvorosa. - Swan abriu a porta do carro para a garçonete que, em retribuição, deu um beijo em sua bochecha antes de entrar e acomodar-se no banco - Por que parece tão difícil perdoar? - Swan indagou ao passo em que ajeitou o cinto de segurança em seu corpo, dando a partida em seguida.

- Hum…acho que…acho que é porque temos a sensação de que, se perdoarmos alguém pela mágoa que nos causou, ficaremos desprotegidos e sujeitos a sofrer novamente. Imagino que nós agimos inconscientemente, escolhendo permanecer presos nesse passado sombrio…

- É…deve ser. - Emma olhou brevemente para a outra quando pararam em um semáforo - Casa?

- Por favor. Ainda tenho que ajeitar algumas coisas antes de ir trabalhar. - Regina suspirou - Ontem à noite eu estava muito ocupada me empanturrando de guloseimas com uma amiga e não tive tempo.

- É mesmo? Por que não me chamou?

- Não sei. Acho que estava perfeito só nós duas mesmo. - Riram.

O restante do caminho de volta deu-se com o clima mais ameno do que a ida até o hospital. A loira ainda não conversava abertamente como antes, mas ao menos não emudeceu-se outra vez. Era notória a sua leveza depois do confronto com Killian. Até seu olhar mudara a intensidade do brilho. Tudo estava mais claro, mais tranqüilo. Ao menos essa era a impressão passada.

- Está entregue! - Swan exclamou, assim que estacionou o veículo em frente ao condomínio em que a morena morava.

- Vamos subir? Te preparo um café. - Mills convidou a outra com um sorriso largo no rosto ao bater a porta do automóvel, saindo.

- Melhor não. - A historiadora deu a volta, parando em frente a amiga - Deixemos para outro dia. Você tem seus afarezes, eu tenho um trabalho para entregar… - Emma suspirou - Essa vida adulta não é nada fácil.

- Eu quem o diga! - As mulheres ficaram alguns segundos em silêncio, sorrindo à encarar uma os olhos da outra - Então…tchau! - A morena deu dois passos para frente, abraçando Emma o quão forte conseguiu, recebendo um afago nos cabelos de sua nuca.

- Sua companhia é tão boa que não dá vontade de te deixar nunca. Seu abraço é tão bom também! Eu fecho os olhos e tenho a impressão de sentir uma calmaria...A mesma que aqueles chás de camomila proporcionam, sabe? É como se você não economizasse amor para me proteger e soprasse as minhas dores para bem longe. Eu fico imaginando que você também fecha os olhos e sorri como eu.

- Você está imaginando certo. Um abraço bem dado é o encontro mais lindo de dois corações, Emma. - Regina riu - Não sei de onde tirei isso, mas é bonito, não acha?

- Chica… - A voz de volume demasiado alto de D. Dolores interrompeu aquele momento tão sublime entre as duas mulheres, onde os peitos se encostavam e podiam sentir od batimentos cardíacos uma da outra.

- D. Dolores… - Só então o abraço forte e acalentador desfez-se, mostrando ambas com rubores na face denotando constrangimento, vergonha - ¿Cómo estás?

- Muy bien. ¿Y tu?

- Estoy muy cansada pero estoy bien.

- ¿Quién es esa mujer tan hermosa?

- Oh, esa es Emma, ​​mi amiga. Emma essa é a D. Dolores, uma pessoa muito especial para mim. - Mills abraçou a mulher de lado - Foi ela quem cuidou de mim praticamente desde que cheguei no país.

- Muito prazer, D. Dolores.

- O prazer é todo meu. Desculpa a gente falando em espanhol. É o costume.

- Imagina! Não tem problema algum. Eu entendo.

- A Emma trabalha no Brooklyn Museum, D. Dolores. É dela quem eu estava contando aquele dia… - A latina comentou.

- Contando o quê? Posso saber? - A loira olhou-as de cenho franzido em desconfiança.

- Não se preocupe que essa aqui ficou horas falando só coisas boas.

- Ainda bem! - Swan suspirou com a mão no peito, aliviada, e rindo em seguida.

- Chica, por que não convida a Emma para a festa do Miguel? Acho que ela vai gostar.

- É mesmo! Ótima idéia! Emma, nesse fim de semana faremos uma grande festa de aniversário para o Miguel, o garotinho mais lindo e inteligente desse mundo! Ele está fazendo dez anos e aqui se comemora qualquer evento assim em grande estilo. Você não vai querer perder, vai? - Regina fazia o convite com uma empolgação ímpar.

- Mas eu…não sei…não conheço ninguém. Acredito que vou ficar um tanto quanto deslocada. Eu costumo ser bem tímida.

- Você, tímida, Emma? - A morena gargalhava.

- Bom, você conhece a mim e a Regina, pelo menos. E o restante vai conhecer e adorar. São boas pessoas. Te garanto muita alegria, dança e comida!

- Uau! Falou em comida, já estou começando a gostar da idéia… - Riram alto - A senhora é tão simpática que está mesmo difícil de recusar esse convite… - A historiadora sorria, tendo as mãos seguradas pela velha senhora.

- Pois então ficarei te esperando. Regina, venir a visitarme?

- Yo voy.

- Adios, Emma.

- Adios. - Elas cumprimentaram-se com D. Dolores sumindo de suas vistas em seguida.

- Ela gostou de você. - A latina constatou.

- Eu também gostei dela. Tão fofa! Tão carinhosa!

- E é mesmo. - Mills aproximou-se novamente dando um beijo estalado na bochecha da loira - Me liga mais tarde para eu saber como você está?

- Claro, senão…como darei boa noite para a pessoa mais incrível do mundo todo?



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