História La quête du vampire - Capítulo 6


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Dimitry, Vampiro
Visualizações 2
Palavras 1.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Poesias, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente. Hoje o capítulo foi narrado por o nosso pedaço de mal caminho, o Castiel.

Capítulo 6 - Le démon et l'harmonie (O demônio e a harmonia)


Fanfic / Fanfiction La quête du vampire - Capítulo 6 - Le démon et l'harmonie (O demônio e a harmonia)

Ponto de vista, Jean Castiel Daemones

Stitches define minha vida, nunca pensei em ser desprezado por ela.

Eu achei que tinha sido machucado antes.

Mas ninguém jamais me deixou tão dolorido.

Suas palavras fizeram um corte mais fundo do que uma faca.

Agora, preciso de alguém que me sopre a vida novamente.

–Você gosta de alguém? –perguntei, e ela me olhou.

–Não, Castiel. Só quero ficar sozinha, e estou meio confusa. –Marie saiu, peguei a minha moto vermelha e fui para o meu apartamento.

–Castiel, o que aconteceu? –perguntou Dragon, o meu cachorro. E sim ele fala, por causa de um feitiço.

 –Uma garota, Dragon. –sentei no sofá preto e liguei a TV.

–Seja paciente cara, e a Íris ligou para falar com você. –disse Dragon deitado numa caminha de cachorro.

–Sobre? –perguntei, eu e Íris somos amigos. Ela é uma sereia, lembra a Ariel da Pequena Sereia e sim eu assisto desenhos.

–O aniversário de uma garota, é Mariana. Parece que vai ter festa, e ela quer que você vá. Eu acho... –Dragon é esquecido, e lembra o Lysandre.

–Marie? –o olhei, ela faz aniversário hoje?

–Ah, é esse nome ai! –falou Dragon, peguei uma lasanha que estava na geladeira e almocei. Vou comprar algo para Marie, flores? Já dei de manhã por fazê-la faltar aula, talvez um colar...

–Vou sair, e irei comprar um presente. –peguei a chave da moto e fui até uma joalheria.

–Olá, gatinho. –uma garota piscou para mim.

–Olá. Eu dispenso cantada, já tenho pretendente. –cortei a fala dela, detesto essas garotas.

–O que quer? –a garota fechou a cara.

–Um colar com algo a ver com fadas, e com asas escuras.

–Aqui. –ela mostrou um colar de asa de fada de 150 euros e um com asa escura como as minhas de 150 euros.

–Obrigada. –deixei 300 euros no balcão e sai. Passei pelo parque e vi Marie, Lysandre a abraçava e ela chorava.

–Droga! –estacionei a moto e dei um soco na árvore. Letras da música Treat You Better ecoaram na minha cabeça, o que ele está fazendo? Eles nem se conhecem! Sentei na grama, e puxei o celular do bolso junto dos fones. Por ironia do destino tocou Treat You Better e começou a chover, me fazendo chorar por culpa dela. Por que ela? Nem eu sei.

“Treat You Better (Te Tratar Melhor)

Eu não vou mentir para você

Eu sei que ele não é certo para você

E você pode me dizer que estou enganado

Mas eu vejo em seu rosto

Quando você diz que ele é o que você quer

E você está desperdiçando todo o tempo

Nessa situação errada

E quando você quiser que isso pare


 

Eu sei que posso te tratar melhor

Do que ele

E qualquer garota como você merece um cavalheiro

Me diga por quê estamos perdendo tempo

No seu choro inútil

Quando você deveria estar comigo, em vez disso

Eu sei que posso te tratar melhor

Melhor do que ele

 

Eu pararei o tempo para você

No segundo em que você disser

Que também gosta de mim

Eu só quero te dar o amor

Que você está perdendo

Querida, só para acordar com você

Seria tudo o que eu preciso

E isso poderia ser bem diferente

Me diga o que você quer fazer


 

Porque eu sei que posso te tratar melhor

Do que ele

E qualquer garota como você merece um cavalheiro

Me diga por quê estamos perdendo tempo

No seu choro inútil

Quando você deveria estar comigo, em vez disso

Eu sei que posso te tratar melhor

Melhor do que ele

Melhor do que ele


 

Me dê um sinal

Pegue minha mão, nós ficaremos bem

Prometo que não vou te desapontar

Apenas saiba que você não

Tem que fazer isso sozinha

Prometo que nunca vou te desapontar


 

Eu sei que posso te tratar melhor

Eu sei que posso te tratar melhor

Eu sei que posso te tratar melhor

Prometo que nunca vou te desapontar

Porque eu sei que posso te tratar melhor

Do que ele

E qualquer garota como você merece um cavalheiro

Me diga por quê estamos perdendo tempo

No seu choro inútil

Quando você deveria estar comigo, em vez disso

Eu sei que posso te tratar melhor

Melhor do que ele

Melhor do que ele

Melhor do que ele. ”

–Castiel? –Marie chegou perto de mim.

–Sai daqui, Marie. –a ignorei, fechando os meus olhos.

–Eu não vou te deixar aqui, ruivo. –Marie me puxou na expectativa de me levantar, mas sem sucesso.

–Você não precisa se importar comigo, saia daqui. –a empurrei de leve.

–Não me dê ordens, Castiel. Ou sai daí, ou tiro foto sua na chuva chorando pela Debrah. –desafiou Marie.

–Não ouse fazer isso. Eu vou com você, M&M. –me levantei, e tinha uma luz branca forte saindo de Marie.

–M&M? –Marie estava loira e de olhos azuis, parece que o rosto dela mudou.

–Marie, você está diferente... Parece um anjo. –toquei seu rosto molhado da chuva.

–Vamos para a minha casa! –Marie pegou a minha mão, fomos até a moto vermelha e subimos nela. Liguei a moto vermelha com a chave, e aumentei bastante a velocidade.

–Quer que eu abaixe a velocidade? –perguntei a ela.

–O que acha? –disse Marie me dando uma patada.

–Que não. –acelerei mais, sentindo Marie apertar minha cintura com força e logo chegamos lá.

–Tia! –gritou Marie descendo da moto, desci da moto a pondo na calçada.

–Já voltou, Ma. –Ágatha parou de falar ao ver que não parece Marie.

–Sou eu tia, a garota que detesta patricinha e salada. Eu ajudei o meu colega que estava meio deprimido na chuva, e saiu uma luz branca de mim. –disse Marie.

–Entrem, e ponha a moto na garagem, Castiel. –Ágatha abriu a porta.

–Sim, majestade. –falei, e pus a moto na enorme garagem com uns três carros.

–O que o príncipe faz com você? –perguntou Ágatha, e sim estou escondido escutando a conversa delas.

–Príncipe? –Marie parecia surpresa.

–Jean Castiel Daemones, príncipes dos demônios. –disse Ágatha olhando para mim séria.

 –Foi mal ter escutado vocês. –cocei a nuca e Marie pós a mão no rosto.

–Sente-se, Castiel. –pediu Ágatha.

–Você é um príncipe? –perguntou Marie.

–Sim, mas só até Victor fazer 18 anos já que não irei ser um rei e sim duque do Nigrum Arce. Tenho dois irmãos, o futuro rei Victor e a pequena Chloé. –contei a Ágatha.

–Sua mãe vai dividir o reino em dois. Tivemos uma reunião com a maioria dos nobres sobrenaturais, e ela disse para Josefa me contar. Apesar de o meu reino ser aliado dos vampiros, eu e ela nos damos bem. –disse Ágatha. Então, eu vou ser rei?

–Gente, e eu? –perguntou Marie.

–Oh, querida. Teremos que ir ao reino de Angeli Luminis, como eles são anjos terão que dar algo com magia para você controlar as suas aparências.

  –Hoje é o seu aniversário? –perguntei a Marie.

–Sim, e eu não gosto de lembrar-se dele. –respondeu Marie, mas e a festa?

–Fique Castiel. Se se seque no banheiro, no corredor acima tem placas com nomes. –disse Ágatha, subi as escadas e fui ao banheiro tirando a jaqueta preta e a camisa cinza. Sai do banheiro e dei de cara com Marie corada, e eu estou com o colar dela de aniversário nas minhas mãos.

–O que eu fiz? –perguntei, e ela corou ao olhar meu corpo.

–Estar sem camisa na minha presença. –disse Marie.

–A minha camisa está molhada, fadinha. –falei a Marie.

–O que isso na sua mão? –perguntou a garota curiosa.

–Um colar, é para você. –entreguei a caixinha preta com o colar dentro.

–Pra mim? –Marie sorriu.

–É. –cocei a nuca, e ela me olhou.

–Obrigada, ruivo. –Marie me abraçou, e corou.

–(pigarreio) Oi, é o que faz aqui sem camisa? –disse Ágatha.

–Desculpa. Minha camisa está molhada. –corei, e Marie me soltou.

–Marie, tem roupa masculina daquele garoto ai no seu quarto. –disse Ágatha rindo.

–Tia! –Marie fuzilou Ágatha com os olhos.

–Quem é? –perguntei a ela.

–O Ken e o Army vêm aqui às vezes. –disse ela me puxando para o quarto.

–Esperei de tudo, mas menos tudo preto e branco. –falei, e ela riu.

–Aqui a camisa. –Marie jogou a camisa preta para mim, vesti e me deitei na cama.

–Vem tábua. –puxei Marie que caiu em cima de mim, com a boca próxima a minha.

–Ruivo, eu... –Marie iria falar, mas a interrompi.

–Você é irresistível de qualquer jeito. –falei, e iria beijá-la, mas ela se levantou rapidamente.

–Acalma ai, ruivo. –Marie me olhou séria.

–Marie, eu achei o feitiço. Desça aqui.

–Estou indo. –Marie saiu do quarto, e eu fiquei deitado na cama dela.

–Redit ad Normalis! –dizia Ágatha, e depois de um tempo Marie voltou ao quarto.

–Estou normal? –perguntou Marie.

–Sim. –respondi a ela.

–Marie, você tem visita. –disse Ágatha.

–O que ele faz aqui? –perguntou Kentin, e Armin estava com ele.

–Ken, Army? –Marie parecia surpresa.

–Castiel? –Armin me olhou estranho.

–Oi. –o cumprimentei, mas agora sentado na cama.

–Marie, você e ele estão? –disse Armin, no sentido de eu e ela termos algo.

–Não! –exclamou Marie, e Kentin me olhava com ciúmes.

–Quem sabe em breve. –falei rindo, e Marie me lançou um olhar assassino.

–A minha camisa está com ele. –disse Kentin, e Armin ficava calado.

–Já deu de briga, Castiel. Pode ir, por favor? –pediu Marie.

–Sim, até mais. –me levantei e a abracei. – Nos vemos depois, fadinha. –pisquei para ela, e sai. 


Notas Finais




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