História Laços com Alpha - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aceitacao, Alfa, Alpha, Amor, Ciumes, Companheiros De Alma, Desaparecimento, Lobisomem, Lobisomens, Lobo, Lobos, Macho Alpha, Rejeição, Rival
Visualizações 420
Palavras 1.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 22 - 22 (Não Revisado)


Alice Narrando:

Tento empurra-lo e me afastar, mas Alan não permite. Ele segura com mais força minha cintura enquanto me beija.

Até que desisto de me afastar. O beijo dele é bom. É carinhoso e cheio de amor, nem parece que tivemos uma discussão.

Correspondo ao seu beijo, cheio de ternura e amor. Eu estou gostando mesmo do Matteo, mas, agora, nesse beijo, me sinto bem mais atraída pelo Alan. É como se não tivéssemos problemas e fossemos só nós dois.

É como se um completasse o outro. Sem ninguém para nos atrapalhar. É isso que faz corresponder o beijo e pegar em sua nuca, o trazendo mais para mim.

Alan encerra o beijo com e me dá um celinho demorado e carinhoso.

_ Eu te amo. - Fala ele calmo enquanto acaricia meu rosto. Sorrio tímida e levo minha até seu rosto, o acariciando.

_ Mentira. - Digo com um sorriso calmo. - Se me amasse, como diz, não estaria aos beijos com a pessoa que mais odeio, independente do laço que tiver com ela.

_ Por que tem que ser tão teimosa? - Alan pergunta enquanto se afasta e passa a mão nos cabelos, demostrando seus nervosismo. - Não vai me dizer que não gostou do beijo?

Eu adorei e gostaria de repeti-lo...

_ Nada de interessante. - Falo calma enquanto limpo minha boca com a mão. - Nem deu para tirar o gosto ardente do beijo que recebi do meu amor. - Falo enquanto ele rosna. - Porém, agora vou ter que escovar os dentes. Sua boca deve estar cheia do veneno da cascavel da Mônica.

_ Alice...

_ Eu tenho nojo de você! - Falo o interrompendo - Tenho enjôo só em pensar em que parte do corpo dela essa boca tocou. - Falo enquanto me viro. - Com licença.

_ Você não vai a lugar algum! - Fala o Alan enquanto me pega pelo braço novamente.

Na próxima eu chuto...

_ Me solta. - Falo séria.

_ Você vai voltar para casa. - Fala ele firme.

_ Para que? - Pergunto séria. - Para ter que voltar para o tormento. - Alan rosna - Óbvio que eu não vou deixar minha casa nas mãos de alguém como vocês. Mas eu, como qualquer pessoa, merece um pouco de paz e nem com remédio eu consigo.

_ Do que está falando? - Alan pergunta sem entender.

_ Faz uma semana que os dois estão em minha casa e tornaram meu lugar de sucessego em um inferno. - Falo séria. - Eu preciso tomar calmante e remédio para dor de cabeça para, pelo menos, dormi a noite. Como acha que é meu dia lá?

_ Por que não me falou disso? - Alan pergunta sério, mas atento em minhas palavras.

_ Pra que? Ia adiantar alguma coisa? - Pergunto irônica. - O simples fato de ter aquela ratazana dentuça da Mônica respirando o ar da minha casa, já me irrita.

_ Está exagerando. - Fala ele sério.

_ Será que estou? - Pergunto. - Aé, você acredita em tudo que ela fala, não é? É o cachorrinho dela.

_ Eu não sou cachorrinho de ninguém! - Fala ele firme.

_ Sei. - Falo irônica. - Agora se me dá licença, quero dormi e sonhar com o meu amor.

Falo e dou as costas, mas o Alan pega em meu braço.

É agora...

_ Espe... - Ele não termina de dizer a frase e geme de dor ao sentir o meu chute certeiro no gol.

_ Isso é pra tu aprender! - Falo séria. - E vê se me deixa descansar em paz, longe de gente como você.

Falo e vou até o Pedro, que tinha esquecido que estava aqui, e o puxo para dentro.

Alan Narrando:

Raiva é o que sinto por minha fêmea ter se refugiado em outro cara do que em mim. Essa situação já está abusiva e revoltante!

De raiva pelo que está acontecendo, eu rasgo minha roupa enquanto começo a correr em direção a floresta, que é em frente a casa em que ela está.

Aos poucos vou me transformando.

Não faz sentido...

Alice é minha fêmea e tenho certeza. Mônica também é. Toda minha vida eu esperei por minha fêmea. Esperei o dia em que teria ela ao meu lado nas noites frias. Esperei o dia em que a veria na lagoa da alcatéia junto a outras fêmea em dias ensolarados.

Sempre sonhei e esperei o dia em que eu a marcaria. Acasalariamos e teríamos um filhote. Talvez um ninhada. Mas veio duas.

Duas, lindas fêmeas. Reconheço que talvez esteja sendo egoísta em querer as duas, mas não abrirei mão de nenhuma. Duas fêmeas apenas minha.

É mais do que eu sonhei. Porém, tem algo de errado.

Machos com duas companheiras, normalmente rejeitam uma fêmea para a ficar com a que ele mais conhece. Ele já teria que estar acostumando a anos com uma das fêmeas para rejeitar a outra. Porém, machos que encontram suas fêmeas quase ao mesmo tempo, como eu, normalmente aceita as duas.

Sempre ha intrigas no começo. Mas ambas se acostumam uma a outra e aceitam o macho, vivendo como um trio, sendo humanas ou não. Mas não nesse caso.

Tem algo de errado...

_ EU NÃO SOU SUA PUTA E MUITO MENOS SUBMISSA!!! - Grita a Alice com raiva e me fazendo olhar assustado para ela. - VAI EM BORA, OS DOIS!!!

_ Não grite comigo, vagabunda. - Fala a Mônica em um rosnado.

_ Cale-se! - Falo sério para a Mônica. Logo depois ele olho para Alice - Alice...

_ VAI EM BORA!!! - Fala ela com raiva, me cortando antes que eu pudesse me desculpar.

Por que eu ia me desculpar?

_ Eu não suporto olhar para tua cara e só te aturo porque você me obriga. - Fala a Alice com raiva presente em cada palavra. Mesmo sendo apenas palavra, isso machuca. - Eu não suporto essa cadela desgastada e não vou aturar ela em MINHA CASA!!!

Lembro do dia em que a Mônica quis morar na casa da Alice. O olhar da Alice. Aquele olhar de fúria e determinação. Eu conheço aquele olhar, assim como conheço a única situação em que ele é visto.

Mas não faz o menor sentindo...

Claro, eu fiquei muito puto com a Mônica. Fiquei chingando ela quase o dia todo e quase mandei ela sair da casa da Alice. Porém, diferente da Alice a Mônica não respondia. Ela ficava quieta e aceitava tudo. E isso me fez questionar se eu estou sendo muito duro ou não com a Mônica.

_ Também está notando algo de errado, não é? - Ouço o meu lobo em minha mente.

_ Notei a alguns dias. - Falo enquanto paro de correr. - Não sou idiota para não percebe.

_ O beijo que teve com nossa Alice, também sentiu não é? - Pergunta meu lobo calmo e analítico.

_ Sim. - Falo em um suspiro.

Depois da pegadinha que a Alice aprontou na escada, que faz a Mônica cair bem em cima do meu saco, eu senti algo vindo da Alice e sabia que ela estava beijando outro homem. E quando ela me confessou, eu senti uma fúria tão grande que poderia marca-la. Porém, tem algo que desconheço, que me impede de fazer isso.

Mas isso não mudou minha raiva. Naquele momento, eu queria, não só tê-la as proteção de meus braços, mas em apagar qualquer vestígio de outro cara. Eu queria apagar o gosto desse cara da boca dela e fazer aquela boca provar a minha e deixar gravado o meu gosto.

Eu queria apagar qualquer vestígio de qualquer cara que tenha a beijado ou a abraçado.

Eu a queria, ali e naquele momento. Queria ela de todas as formas e maneiras.

_ Você também sentiu a necessidade de deixar gravado sua marca nela. - Fala meu lobo pensando. - Mas não fez por quatro motivos.

_ Esses quatro motivos é o que me preocupa. - Falo pensativo.

_ O que pretende fazer? - Pergunta meu lobo interessado no assunto.

_ Irei testa-las e estudar seus comportamento uma com a outra - Falo sério. - Alice, assim como a Mônica, provavelmente, não irão percebe. Alice continuará me acusando e me desafiando, mas valera a pena. Pois terei a resposta por esses comportamento.

_ Vai deixa-las na mesma casa? - Meu lobo pergunta inquieto. - Já percebeu que as duas são pior do que leão e hiena, juntos.

_ Vou. Preciso das duas na mesma casa para entender essa situação - Repondo sua pergunta. - Mas darei a semana que a Alice deseja.

_ E o que o que fará se não encontrar uma resposta e a situação piorar? - Pergunta meu lobo curioso.

_ Serei obrigado a rejeitar uma das duas. - Falo com uma certa raiva, pois não quero abrir mão de nenhuma das duas. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...