História Let It Shine - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 7
Palavras 1.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Destiny


Fanfic / Fanfiction Let It Shine - Capítulo 9 - Destiny

P.O.V's jimin


“Assim como um anjo, tão estranhamente linda...”

Ninguém. N-I-NG-U-É-M, quis jogar comigo! Tudo bem! Tudo bem, não é qualquer pessoa que aceite não é? De repente um estranho chega a você falando, “oi, quer jogar frescobol comigo? Sou Park Jimin e sou turista! Pode confiar em mim não vou te matar, só quero jogar frescobol!”
Eu batia a raquete na pequena bola de frescobol a fazendo quicar com força, enquanto sentia o vento já gelado bater em meu rosto. Olhei em volta e me senti sozinho, e olha que eu não era de sentir essas frescuras, isso era coisa do Hoseok! Mas havia poucas pessoas onde eu estava e a maioria ou eram turmas de amigos, ou eram casais. 
- Esporte perfeito para você! 
Virei me dando de cara com , a garota do bar. Um sorriso brotou nos meus lábios, ao vê-la ali. 
- Porque perfeito? – eu questionei voltando a fazer a bolinha quicar na raquete. 
- Frescobol, ué! Fresco – ela pausou me encarando divertida – Bol! Sabe? 
Revirei meus olhos com a piadinha sem graça que ela acabara de soltar, e ouvi a risada gostosa dela preencher meus ouvidos me fazendo sorrir. 
- Gostei do som da sua risada! 
- Obrigada! Mas e ai, seu namoradinho ta lá com a Julia! Ele joga nos dois times? Ou vocês brigaram? 
- Meu namoradinho? – cocei a nuca tentando pensar em quem seria – Eu não tenho namoradinho! Eu não sou gay , por Deus! 
- Ah, por favor! Não vamos discutir sobre isso, porque você não vai me convencer de nada! E, aliás, eu não quero ser convencida de nada! Sua opção sexual não me importa! Aliás, qual seu nome amor? Eu não me lembro sabe? – agora ela coçava a nuca enquanto corava. 
- Tudo bem! Vamos fazer um trato? 
- Fale mais! – ela equilibrou-se perfeitamente tirando uma sandália de cada vez do pé
- Você para com essas piadinhas, com esse mimimi sobre minha sexualidade, já que isso não te interessa, e eu falo meu nome! 
- Tudo bem! Bem simples você! Gostei! – ela deu de ombros. 
- Park Jimin! 
- Bonito nome! – ela assentiu com a cabeça e eu sorri de canto – Vamos jogar? Adoro um frescobol! 
- Você está falando sério? Quer mesmo jogar comigo? 
- Ué, porque não? – ela fazia um coque com o próprio cabelo enquanto falava – Seu namoradinho roubou minha amiga! - eu a olhei com a cara fechada – Ops, sorry! Seu amigo! Mas vocês fariam um casal bonito pelo menos! Meu ex me trocou por um cara horroroso! Detestável me lembrar disso, anyway! 
Imaginei que provavelmente as cenas do ex dela na cama com outro cara, talvez estivessem tomando sua mente naquele momento. Talvez ela precisasse conversar com alguém não é? 
- Como foi que tudo aconteceu? 
- Entre eu e ele? 
- Sim? 
- Ok, eu te conto, mas jogando, que tal? 
- Hum, não! Primeiro você me conta e depois jogamos! 
- Autoritário também além de simples nos tratos! Se é que isso faz algum sentido! – nós dois gargalhamos antes de nos sentarmos na areia. 
Ela soltou um suspiro alto e passou as mãos sobre a areia. 
- Nós nos conhecemos em um pub! – ela balançou negativamente a cabeça e soltou um risinho nasalado – Eu já devia ter percebido ai! Não se conhece o amor da sua vida em um pub!  
- Nunca se sabe ! E se ele estivesse no seu destino? Acho que talvez não tenha sido em vão! – dei de ombros e a fitei. 
Ela ficou em silêncio durante alguns segundos, será que eu havia falado alguma besteira? 
- Talvez! Talvez! Não sei se acredito em destino, mas também não acredito em coincidências! 
Ela me encarou nos olhos, e eu permiti que meu olhar descesse até os lábios dela que estavam rosados devido a algum tipo de protetor labial, e eu senti vontade de beijá-la. 
- No que você acredita Jiminnie? – sorri ao ouvir meu apelido sair da boca dela 
- Em destino, definitivamente! 
E eu não menti. Nada nunca fez tanto sentido como agora. Ela era meu destino, pelo menos ali, pelo menos agora! Que droga! O que essa garota tinha que estava me deixando tão fascinado? 
- E depois? Como foi o primeiro contato lá no pub? 
- Ele pediu meu telefone na saída! Não trocamos sequer nenhuma palavra no pub, além de algumas trocas de olhares! Ele era a definição de perfeito sabe? Não muito loiro, os olhos castanhos como os seus - rimos - Não era forte demais, e tinha uma boca tentadora! 
- Assim como a minha? – eu brinquei ouvindo a risada dela de novo. 
- E ele me puxou quando eu já estava fora do pub pronta para ir embora! Eu confesso que estava meio bêbada! 
Trocamos olhares e ela riu percebendo meu sorriso sacana. 
- Bem pé de cana a senhorita! 
- Ah, não! Eu sei meus limites, nunca passei vergonha sabe? Mas quando eu olhei para ele – ela parou de me fitar e fitou o mar – Destino! É, foi exatamente isso! 
Abaixei a cabeça, sorri. 
- Ele me ligou e nós começamos a sair! Eu me envolvi muito rápido sabe? E eu me arrependo! Nós não nos conhecemos direito! Bom percebe-se né! O cara me enganou direitinho, impressionante! – balançava a cabeça. 
- Talvez ele não tenha feito por mal, ! E se ele realmente tivesse se encantado por você? E se durante o namoro ele realmente tivesse falado a verdade? Sobre te amar! Ele alguma vez disse que te amava? 
Ela não respondeu nada, e eu me senti um babaca! Ele não havia dito que a amava, e eu havia feito perceber isso! Senti-me mal, e pus delicadamente minha mãe sobre o ombro dela. 
- Me desculpe Andressa! Não foi minha intenção ! 
- Deh! Chame-me de Deh, eu prefiro! Não se desculpe você só abriu meus olhos! Eu estava tentando jogar a culpa toda nele! Eu também errei! 
- Onde? Eu não quis dizer isso Andressa ! Digo Deh! – dei ênfase no apelido dela. 
- Não estou ofendida Jiminnie! Só estou dizendo que talvez ele não seja esse monstro todo! Ah, eu estou confusa! 
Ela gargalhou alto novamente e eu não conseguia tirar os olhos dela. 
- Você tem alguma decepção amorosa Park? Cara, amei seu sobrenome! Se você não fosse gay e a gente se casasse, eu ia amar ter seu sobrenome! 
Abaixei a cabeça a balançando negativamente. Ela não ia me dar uma chance nunca! 
- Desculpe-me! Você pediu que eu não tocasse nesse assunto e eu estou te desrespeitando! Perdão! Prometo que vou parar! Mesmo! – ela botou uma das mãos sobre o meu joelho dobrado e aproximou-se de mim . 
- Eu agradeço! – soltei uma risada nasalada – Eu não tenho nenhuma decepção amorosa, eu acho! 
- E só uma decepção qualquer? Sei lá, me fala de você! Só sei seu nome e seu sobrenome! Quantos anos você tem? 
- Tenho vinte e três! E você? 
- Eu tenho vinte e um! Você é velho! – ela me empurrou de leve com um dos ombros. 
Notei que a mão dela ainda estava repousada em meu joelho, e eu repousei a minha mão sobre a dela, com medo de que talvez ela fizesse como da outra vez, mas me surpreendi... Ela deixou que seus dedos se entrelaçassem aos meus. Senti meu coração acelerar. Droga! 
- Eu faço faculdade de administração! – fiz uma careta com a boca ao mencionar. 
- Ih! Que cara foi essa? Não gosta do curso? 
- Detesto! Mas você não pode dizer isso ao meu pai! Promete? – brinquei e ouvi ela rir de novo. 
- Seu pai lhe obrigou? 
- No inicio não! No inicio ele só me pressionava sabe? E eu preferi fazer para evitar a fadiga! Mas me arrependi e quis parar, não deu muito certo! A gente se desentendeu feio! E pela minha mãe, eu resolvi voltar! 
- Famílias! – agora foi a vez dela fazer uma careta com a boca. 
- Problemas? – questionei fazendo carinho de leve em sua mão com meus dedos. 
- Muitos! Mas se importa de não falarmos sobre eles hoje? 
- Claro que não me importo! 
- Vamos ou não vamos jogar esse frescobol? 
Ela se levantou repentinamente soltando minha mão e limpando a areia do short-jeans que usava. 
Levantei-me também e entreguei uma das raquetes para ela. 
- Minha raquete da sorte essa! Pode usá-la! Vai precisar! 
- Que convencido meu Deus! Vou dar uma surra em você! 
Eu gargalhei e percebi ela me observar e logo depois balançar a cabeça. É, eu preciso dar um jeito de virar esse jogo! 



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