História Letters - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Lucas Sinclair, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Steve Harrington, Will Byers
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Mileven, Millie Bobby Brown, Stranger Things
Visualizações 204
Palavras 2.877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CARA! NÃO SEI NEM O QUE DIZER! OS COMENTÁRIOS FORAM INCRÍVEIS!
Vocês são sensacionais, o carinho de vocês, a sinceridade, tudo me comoveu se tem uma história que eu vou terminar é essa e do lado de vocês!
Quero ter mais intimidade com vocês, saber o que estão gostando ou detestando, opiniões, críticas tudo vale!❤️❤️❤️❤️Desculpa se n mandei coração
Tava respondendo os comentários por computador!!
P.S.: Eu só respondo os comentários de vocês com todo o amor quando eu vou postar capítulo novo, espero que entendam.
A EVOLUÇÃO DA MILLIE vai começar

Sobre o capítulo de hoje: EU TO SÓ O GATEN LKKKKKKKK

Perdoem os erros gramaticais e as repetições, prometo melhorar

Capítulo 3 - Não posso mais me conter


Antes de tudo, leiam as notas acima, obrigada, meus sinceros agradecimentos, boa leitura.

 

Millie, 16 anos POV ON

Seria justo abandonar tudo o que eu sinto por medo?

Seria justo me calar por conta da rejeição?

Seria justo ficar amedrontada pelo que ainda nem se diz certo de acontecer?

Acaso o medo pesa mais em relação ao amor?

Acaso o amor guardado em meu peito é leviano?

A resposta é não.

O medo faz isso, eventualmente coloca vários pensamentos pessimistas, frases ruins, aquelas mesmas que começam a rondar na sua cabeça e consequentemente te deixam pra baixo, é tudo culpa dele, mas vai se tornar sua culpa, caso você o forneça espaço.

Ele deve achar que os humanos são o seu lar e por mero tédio resolve dar uma festa, onde convida seus amigos mais próximos: dúvida, incerteza, tristeza, ansiedade, nervosismo, apreensão, insegurança; “Os amigos”, por sua vez, insatisfeitos com uma só noite de farra, decidem se instalar eternamente porque da gente, esses sentimentos nunca se enjoam, somos para eles a moradia ideal.
Esse é o mais previsível acontecimento para quando o damos espaço, sempre traz o máximo para ficar mais forte, se mostrar mais forte, sentimentos que o alimentam, para esconder a sua fraqueza, para tentar demonstrar que é maior, maior que a nossa coragem, maior que a gente.

A Coragem começa na paixão, onde nós deixamos de nutrir somente por nós , deixamos o egoísmo de lado, decidindo mergulhar no desconhecido que é sentir pelo próximo, esse mergulho caracterizado por ser vendado e de mãos atadas a qualquer momento pode virar uma estrada, um longo caminho onde com a visão blindada e pouquíssimo tato podemos pisar em falso rapidamente, justo pela intensidade do sentir e eu já tive coragem de sentir, sentir algo singular, incomparável a outro alguém, por Finn , coragem de me entregar, me entregar declarada e incansavelmente por mais de 353 dias, disso não tive medo, então, por qual motivo estou o retendo agora?

Quando se permanece em algo por mais de 353 dias, isso é genuíno, isso é inquebrável, como uma promessa.
E Promessa é algo que não se pode quebrar. Nunca.
Porém, ele quer me convencer do contrário.

Chega de ser assim, chega de ser hospedeira de hóspedes arrogantes, os quais pensam que podem fazer o que quiserem comigo por ser a anfitriã.
Chega de dar satisfação a algo que é mudo, que nos impede de falar por não ter voz própria e só atua por meio dos outros, chega de dar satisfação a esse verme abstrato.

“Quem pode se conter tendo um coração que ama, e nesse coração coragem para tornar esse amor conhecido?”- (Macbeth), William Shakespeare.

Eu, Millie Bobby Brown, não posso mais me conter.

Millie POV OFF

Autora POV ON

Distante dali, no refeitório- um lugar tão grande ,equivalente a duas piscinas de 50 metros- estava a famosa turma do segundo ano, na mesa prestigiadíssima do local -segundo ano A, sendo que a escola possuía o B,C e D-. 
Histcast realmente era diversificada, quatro salas por ano, desde o fundamental 2 até o médio. O horário da refeição do 12:15 às 13:15 é restrito ao médio,  consequência do fundamental 2 ser liberado de suas atividades cedo, antes do almoço.-
Finn estava na sua, sem tocar na comida -batatinhas chips, torta de maçã e sprite- visava especificamente o nada. Algo estranho, incomum para os acompanhantes, Caleb, Gaten, Noah e Jack, que riam altíssimo da história de Jack sobre como Gaten, nas férias, tentou pular pela janela do banheiro de sua casa para fugir do castigo quando não lavou a louça no jantar ficando proibido de ir ao L.A Center encontrar os amigos, o pior foi a mãe dele ter soldado a janela do quarto por fugas anteriores e Gaten ter se empanturrado de pudim de chocolate antes de tentar esse feito, ficando entalado na pequena janelinha.  
A vizinha do lado, Catherine Curtin, conhecida como a louca dos gatos, chamou a polícia na mesma noite, jurando que o menino havia comido um dos seus gatos desaparecidos e por isso havia ficado entalado, Jack que ajudava na fuga do Matarazzo por morarem frente a frente, não poupou esforços para rir dele na presença de todos, um incidente que o bairro inteiro participou.

-Gaten, eu não acredito que você tentou sair pela janela do banheiro!- Caleb dava risadas e mais risadas do amigo.- O único que consegue passar pela sua janela se depender é o Noah, não viaja, olha o tamanho dele pro seu.- Noah revirou os olhos ,injuriado, ser o menorzinho da turma o chateava, ainda mais quando o alvo de alguma brincadeira era outro e ele acabava entrando no meio por conta do tamanho, procurou ignorar o comentário e continuou a degustar do seu hambúrguer.
-Cala a boca! Se continuar a rir de mim, eu nunca mais te dou pudim de chocolate! – Gaten brigava mas a costumeira carinha risonha prevalecia estampada em sua face.- E aí Finn, tá todo caladão hoje, todo na bad, tua gatinha brigou contigo foi? Por isso que ela não está aqui...- 
-Ah mano, vira essa boca pra lá, continua mastigando e não fala da loira perto de mim, graças ao bom Demogorgon que ela não está aqui agora, menina chata, sabe lá como o Finn aguenta!- Finn finalmente olhou para os amigos, principalmente Jack, o Wolfhard detestava quando ele falava mal de Iris, isso ativava o seu instinto protetor.- Vish, foi mal cara, foi mal, não está mais aqui quem falou...-
-Vocês sabem alguma coisa sobre a Millie?- perguntou Finn, interessado.
-Quem é Millie?- disse Gaten confuso.
-Você só pensa em comer, nem sabe quem estuda com a gente desde o nono ano.- repreendeu Caleb. 
-Aaah essa Millie, a da sala né! Ela é muito maneira, uma vez eu estava morrendo de fome na aula do Sr.Randy e ela me deu um waffle! Um waffle! Dividir comida comigo, que nunca falei mais de 10 palavras com ela na vida, a fez ser sensacional!- comemorava Gaten, pensando no sabor daquele Waffle, por sinal era um Waffle muito gostoso, dizia consigo, Caleb imaginava se as 10 palavras eram sobre comidas ou janelas soldadas e se espocou de rir loucamente.
Jack-Ela é a melhor amiga da minha melhor amiga dude, bff fiel da Sadie, é assim que as garotas falam né? – Gaten concordou, mostrando os dentes.
-Finn você vai comer isso aí?- perguntou o guloso do grupo, invejando o prato ainda intacto.- Porque...sabe, se você não for eu poderia...- Finn tratou de empurrar a bandeja devagar para cima de Gaten, sem o deixar terminar a fala.
-É todo seu.- a distância do recém chegado iniciou a atiçar o grupo, que se entreolhavam curiosos.- Guys, eu quero saber o que vocês sabem sobre ela, quem ela é, o que gosta de fazer, com quem anda, matéria favorita, cor, informações concretas! É tão difícil assim?- reclamou , balançando as mãos e de barriga vazia.
-Ela quem?- Gaten perguntou confuso, viajando no sabor que a torta de maçã da cozinheira Dulce lhe proporcionava.- Finn, essa sua cara de quem comeu e não gostou, não está batendo muito bem, o que está acontecendo? Aliás nem comeu né...melhor pra mim hehe.-brincou.
-A Millie, Millie Bobby Brown! Pelo amor do Demogorgon Gaten.- Caleb se recuperava da crise de risos, estava de saco cheio da lerdeza diária do Matarazzo.
- Vocês estão andando muito com a Sadie, falando direto sobre Dungeons & Dragons, estou descurtindo, se afasta da minha melhor amiga Caleb.- fuzilou Jack com ciúmes- E Finn, você não comeu e continua perguntando sobre essa garota... faço as palavras de Gaten as minhas, o que está acontecendo?- perguntou aflito. Finn ignorava de braços cruzados, até obter as esperadas respostas.
- Ela tem 16 anos, a matéria preferida dela é matemática, melhor amiga: Sadie Sink, as vezes fala com poucas pessoas além de Sadie, como eu, cor preferida: preto, eu não tenho muita noção do que ela gosta só sei que ela anda de skate.- Noah pela primeira vez se pronunciou na mesa, tinha acabado de devorar o bendito hambúrguer que o deixaria “forrado” até as aulas encerrarem e o  horário das atividades extracurriculares chegasse, no seu caso clube de jornalismo- enquanto Finn, Jack e Caleb iriam para o treino de Lacrosse, Gaten ficaria na aula de culinária namorando os bolinhos prontos . - e sua mãe ensinou que era feio falar de boca cheia, politicamente correto.
-Uou.- em uníssono, os meninos o olharam com o queixo caído, finalmente Noah havia jogado as cartas na mesa.
-Como sabe tanto sobre ela? Parece uma Wikipédia ambulante.- cismou Caleb, assustado.
-Diferente de ti, Caleb, nego o costume de girar só ao redor da minha própria órbita, buddy.- alfinetou o menor.
-Nossa, foi só uma pergunta e eu pelo menos sei o nome inteiro dela.- rebateu Mclaughlin orgulhoso, presenteando uma indireta a Gaten.
-Participamos do mesmo time de basquete nos jogos mistos do nono ano, até o time ser cancelado pelo abandono do ex-treinador, porém, porque a curiosidade Finn?- Noah esclareceu as coisas.
-É, porque a curiosidade?- disse Jack dando ênfase.
-Eu não sei...ela, ela me deixou intrigado.- o Wolfhard consentiu olhando para o chão, sem conseguir explicar direito.
-IIIIIIIIHHHHH- gritou a turma de amigos, vaiando, Noah deu um amável e cúmplice olhar para Caleb, os dois logo trataram de esquecer da rixa anterior sobre altura e conhecimentos gerais de pessoas para zoarem o melhor amigo , a magia do Wolfhard é assim, juntar a todos, mesmo involuntariamente.
-“Ela me deixou intrigado” aí tem coisa Wolfhard.- afirma Jack com segundas intenções pra cima do amigo.
-Não é nada desse “IH” galera, ela parece diferente, sabe, só diferente e eu me senti diferente.- tentou argumentar, falhando miseravelmente.
-Diferente né buddy, nós sabemos, tipo a torta de morango da cozinheira Letty, é diferente da torta de maçã da cozinheira Dulce e incrivelmente boa também, tem tempos que eu quero provar as duas, outros que eu prefiro só a de maçã, outros só a de morango, as vezes nenhuma, nas sextas tem torta de amora, mas uma hora ou outra temos que nos decidir com que torta ficar, até o estômago parar de reclamar sem enjoar, sensações distintas.- filosofou Gaten se metendo no assunto novamente, dando uma metáfora um pouco esquisita em que o branquelo com estrelas sobre o rosto ficou sem compreender bulhufas, igual aos demais.
A mente do Wolfhard se achava absurdamente lotada, em contraposição levantou-se do seu lugar dizendo- Não faço a mínima ideia sobre o que você tentou insinuar Gaten mas eu...eu preciso ficar sozinho, nós vemos na sala guys.-  colocou as mãos no bolso e saiu andando do refeitório ,(arrancando vários suspiros de adolescentes, incentivo dos admiradores de Lacrosse como também aqueles que participavam do time) até a sala de música, que por sinal, estava trancada, entretanto, ele possuía a chave, era um mérito por ser o novo capitão, ter a chave do que quisesse e escolheu sigilosamente a de música.
Para todos ,Finn, a representatividade do Sol, parecia estar sobre o efeito de um Eclipse, um Eclipse Solar, parcial, mal sabia Millie, a garota que se achava a poeira cósmica ,que na verdade, era a Lua. A Lua que se alinhou com o Sol em uma única troca de olhar.

Enquanto isso...
Autora POV OFF

Millie POV ON


Sadie, a ruiva explosiva de “dupla personalidade” , o oposto da minha pessoa, estava olhando fixamente para o papel higiênico do banheiro, calma, aguardando a resposta primordial para o resto dos nossos dias no colegial. Temos uma conexão importante, então foi possível ela perceber que eu estava na minha guerra interna, na qual sempre estou, a guerra civil travada entre cérebro e coração, entre razão e emoção.
-A resposta...- faço um pequeno suspense, aproveitando a cara de cética que vai me dar- É sim!- sorrio largamente, pensando nas variadas peripécias que vamos realizar juntas.
-Pelo amor do Demogorgon eu sabia! EU SABIA! SOU A MELHOR AMIGA DE TODAS AS MELHORES AMIGAS! Espera aí Millie! Eu vou ali desmaiar e já volto!- disse,  abrindo a porta e fingindo passar mal.- MEU SHIP VAI ACONTECER, DEVORADOR DE MENTES ME LEVA, NINGUÉM ME SEGURA! SOCORRO!.- berrou de confusa alegria.
-Para de gritar sua doida! Você está jogando “Dungeons & Dragons” demais, vou fazer sua mãe confiscar, irei dizer suas notas de física! Nheee!- Dei língua e comecei a caçoar, se ela pode por qual motivo eu deixaria de poder também? Me olhou feio descaradamente. 
-Ah é sua tola? Pois saiba que eu tenho um batom aqui e não tenho medo de usar!- tirou a prova do crime da barra da calça de cintura alta, arregalei os olhos e me tranquei no banheiro no mesmo instante, com Sadie não se brinca, é tipo aquela planta comigo-ninguém-pode, se ela pensa que vai pintar minha cara toda de batom roxo “Amplified” da M.A.C está bem enganada, conheço de longe as maquiagens da mãe dela.- “Milliezinha”, eu peguei esse batom da minha mamãe, no importante intuito de pintar a cara do Jack quando ele fosse dormir hoje, na aula de história do sexto período, sabes que eu não uso esse tipo de coisa brega mas acho que vou ter que fazer algo pior...- sua risada maquiavélica infestou o banheiro.
-Nem pense em entrar aqui ou derrubar a porta!- Ordenei, tentando conscientizar a ruiva dos seus feitos que poderiam levar a gente, do banheiro a diretoria.
O Silêncio prevaleceu, depois de segundos a porta bateu, indicando a saída dela, esperei dois minutos até estar totalmente segura, abri a fresta devagar, dando de cara com o enorme espelho do banheiro, horrorizada, estava escrito “FILLIE” em letras maiúsculas, droga, preciso apagar isso agora, esse batom é quase impossível de tirar, SS e seus ships inventados, bufo.
-Vou até o refeitório falar com o Jack nos encontrar a tarde no L.A Center para efetuar o plano com sucesso, vem uma “horda” de meninas vindo aí “Milliezinha”, cuidado pra ninguém ver.- do lado de fora eu podia ouvir sua voz diminuindo.
Peguei o papel na velocidade do flash, molhei na bancada da pia e esfreguei que nem uma louca, seria minha morte se descobrissem.
Iris Apatow entrou no banheiro ao lado de seu exército, Ellie e Sophia, as duas me olharam desdenhosamente diferente de Iris que logo veio me perguntar-Está tudo bem Millie?- ao ver a sujeira que estava o espelho, Iris se importava com as pessoas a sua volta, altruísta.
Limpei o restante rapidamente, sem me motivar a responder ou reparar no clima impiedoso do exército de Iris, saio esbarrando no seu ombro, com o caderno vermelho de declarações colado ao meu corpo, quase engasgado na minha garganta porque eu preciso escrever palavras que ainda não podem ser ditas em voz alta, preciso de um lugar só meu, onde ninguém mais esteja, preciso ir a sala de música, preciso escrever.

Vou passar pela porta secreta que dá a sala de música, pelo corredor do terceiro ano, poucos conhecem essa entrada, no máximo eu e o zelador Matthew, ele diariamente a deixa aberta pra mim quando necessito extravasar, os que conheceram essa entrada já se formaram, essa entrada só é revelada no penúltimo dia de aula para os alunos do terceiro ano, por se parecer com uma porta que dá a sala de faxina, puro engano, a descobri procurando por detergente para ajudar as cozinheiras Dulce e Letty que estavam sem.
A sala de música contém uma calmaria e instrumentos magníficos, quem entra pela entrada principal não consegue visualizar a secreta porque ela é escondida e conectada por uma estante de cds, seria cômico se não fosse estranho.
Destranquei cuidadosamente, deixando-a  meia aberta, ruídos são desnecessários.
Quando avistei Ele, lindo, a sua pele alva cintilava sob a janela clara,  sentado em uma cadeira azul com um violão comum na mão, pertence da escola, os fios ônix caíam de modo esbelto sobre seu rosto definido o emoldurando, dando a visão de ser um anjo.
Talvez esse era o seu segredo, a nítida paixão pela música.

Eu tinha uma meia visão de perfil da vista, seus dedos precisos eram ágeis diante das cordas do instrumento, parecia ter certa intimidade com esse violão, os acordes reproduzidos simplesmente perfeitos, os lábios entreabertos suspirando pesadamente, fechei meus olhos ao imaginar o que ele estava tentando transmitir, penetrar nos seus sentimentos e esquecer da sua beleza externa, penetrar na beleza interna.
Confusão, perdição eram as palavras que vinham dentro de mim, como se estivesse a procura de algo, a procura de alguém, esquadrinhando seus mais fiéis e profundos pensamentos, tentando achar refrigério, tentando achar liberdade que o pudesse tirar de uma dor, um tormento, tentando achar paz. Na tentativa de achar paz sua voz ecoou pelo cômodo:

“Você sabe que o mundo pode nos ver de uma maneira diferente de quem nós somos...”

Céus, ele era um anjo...

Finn Wolfhard possuía a voz mais doce, sincera e melancólica que já escutei.

Um anjo ferido estava cantando, eu quero tirar essa dor.

Sem suportar, automaticamente, cantei junto dele, 

“Criando espações entre nós, até que nossos corações estejam separados”

- Breaking Free, High School Musical.

Os acordes pararam, nossas vozes se calaram, o silencio foi mútuo, um silêncio significativo.

 O Wolfhard pareceu captar a minha presença na sala, se pondo a dizer-Quem está aí?- gelei.

Continua?

 


Notas Finais


E aí? KKKK continua ou não continua? Bem explícito, aquela
Quero críticas construtivas ou não, opinioes
HOJE VALE TUDO
BEIJOOOS, espero a resposta de vocês
Amo vocês com todo o meu coração, igual meu amor pelo Mike Wheeler!
Viram que os caps estão ficando maiores? Estamos evoluidoo


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