História Lithium - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Bangtan Boys, Hetero, Jimin, Original, Restrita, Yaoi, Yuri
Visualizações 7
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Depois de muita enrolação para postar esse cap... Lá vamos nós!
Boa leitura.

Capítulo 2 - War


Fanfic / Fanfiction Lithium - Capítulo 2 - War

  Algumas coisas na vida irão ser como nuvens nebulosas, como um céu lívido ou simplesmente como uma tempestade e bem, a intensidade das coisas dirá a você exatamente como o destino quer que você vá mesmo que isso signifique ir a duzentos ou a vinte por hora. Naquele momento o acaso queria que a história de Amy fosse um pouco mais radical do que a velocidade permitida na estrada da vida e por esse motivo ela sentia como se a sua cabeça estivesse sendo moída por um trator que esmigalhava seus pensamentos fazendo de seus sonhos os mais cruéis pesadelos.

Ela queria pensar que tudo estava terminado, mas sabia que não.

O ônibus, no qual estava, continuava em movimento. 

As pessoas conversavam entre si e, do seu lado, seu companheiro de viagem parecia entretido com um mangá de Elfen Lied¹. Uma boa escolha para se passar o tempo, ela pensava. No seu ouvido uma música qualquer tocava na rádio, mas em sua mente, a trilha sonora da viagem era algo diferente de tudo que já tinha ouvido na vida: um som muito mais cruel e sádico do que realmente parecia, como seus pensamentos, que emanavam uma insanidade incomum ao que quer que aquele momento estivesse passando na cabeça das pessoas ali.

Se aquilo estava só no começo, ela não queria pensar no que seria o fim ou o que ele iria significar, pois duvidava que sua sanidade fosse poupada em meio ao caos.

Uma freada inesperada fez com seu corpo caísse para frente do banco e, como em um estalo, abriu os olhos assustada igual a quando se lembrava de algo que havia se esquecido; poderia, então, ter perdido algo em casa? Sua mochila pesava em suas pernas e o cheiro de Juk² ainda subia em suas narinas, mesmo após algum tempo estando fechado em sua bolsa; esperava que quando chegasse ao hospital o mesmo estivesse tão quente e saboroso quanto parecia. Sua cabeça rodava devido à enxurrada de pensamentos. Ela estava exausta de estar sentada durante tanto tempo e procurava achar uma posição confortável em seu banco, quando o garoto ao seu lado pareceu perceber sua presença e o mostrou-se incomodado com sua inquietação.

O que poderia fazer se não conseguia se sentir tão confortável quanto ele? Que culpa tinha de ter uma mente tão cheia de coisas?

Seu estômago roncou de fome.

Queria abrir o recipiente com Juk e tomar ali mesmo. Quem sabe se sentisse mais revigorada, porém, o cheiro de comida poderia incomodar os passageiros. Ainda que não ligasse muito para isso, sua consciência sabia que tinha que esperar um pouco mais. Faltava pouco para chegar ao seu destino e, mesmo que a vontade fosse grande, ela ainda queria ver o olhar de cuidado e carinho que esperou a semana inteira para ver. 

Tentou dissipar os pensamentos ruins da mente. Será que se repetisse um mantra interno ele ajudaria a tirar as imagens do sonho da noite anterior? Duvidava daquilo. Em sua mente as cenas iam e vinha, ela via o sangue, o carro, o grito desesperado por socorro. Era o mesmo sonho de anos atrás, mas agora numa intensidade diferente do que se lembrava, podia dizer que era quase como se estivesse ligada, fazendo-a sentir como se fosse com ela. Logo em seguida mudava o padrão e podia ver numa outra perspectiva, como se estivesse num outro lugar, as pessoas morrendo. O pior não era a visão estarrecedora, mas sim ver aquilo sendo causado pelas próprias mãos e sentir a onda de prazer inundar o seu corpo.

Que diacho estava acontecendo com sua mente e consigo mesmo?

Antes que pudesse pensar em alguma coisa o ônibus freou, levando-a cair novamente para frente avisando que havia chegado a seu destino. Esperou pacientemente que o cara se levantasse de seu assento ou que pelo menos parasse de ler seu mangá e percebesse que aquela parada era sua deixa.

  - Com licença? – Sua voz saiu num nível mais alto do que pensava e o menino parou finalmente para olhá-la. – Preciso descer.

 Não precisou de muito para que entendesse o recado.

Finalmente, pensou.

Devia comprar alguma das edições de Elfen Lied? Poderia ser tão bom assim a ponto de desligar do mundo? Fosse ou não fosse, queria tentar sair mesmo que por algumas horas do seu planeta alternativo e construir um novo.

Suspirou fundo numa tentativa de aliviar seu desconforto.

Encarar a realidade nunca foi tão difícil quanto era naquele momento. Estava na hora de enfrentar um dos maiores dilemas da sua vida.

A construção do hospital St. August³ parecia um daqueles hospitais de primeiro mundo, moderno como se fosse uma empresa fundada pela elite, mas ao andar lá dentro, a branquidão contrastada com a cor verde água a causava ânsia de vomito e as alas tão bem fechadas dos quartos e consultórios lembravam-na dos sanatórios de filme de terror. Ir ali era como enfrentar seu corpo inteiro se rebelando. Tinha fobia de qualquer lugar como aquele desde que se entendia por gente, mas lutava toda semana para entrar ali, mesmo que isso significasse colocar tudo para fora quando saísse.

Ela fazia isso ele. Pelo seu pai. 

Suas mãos começaram a suar frio e a tremer antes mesmo de entrar. Não havia como voltar trás mesmo se quisesse, hoje era um dia especial.

Seus olhos foram parar na mochila em seus braços e a jogou no chão, se sentando na entrada. Tinha que se recompor antes de entrar, odiaria mostrar sua fraqueza para o velho Young e saber que não havia superado seu problema como dissera na última vez que o viu. Deu outro longo suspiro e retirou da bolsa um comprimido, engolindo em seco e se pondo em pé, passando a fitar a entrada.

Aquele era o momento mais difícil do dia. Ver seu pai debilitado e sem o mesmo brilho no olhar, como se lembrava na sua infância, a corroía por dentro.

***

- Você continua linda como sempre, Amy.

- Não minta para mim, papai. – ela continuou a sorrir ainda fascinada com o semblante alegre de seu pai desde que entrou pela porta de seu quarto. 

Graças a isso podia esquecer os motivos de sua dor de cabeça mesmo que fosse por pouco tempo.

- Você sabe que não.

- E você também sabe que é a obrigação dos pais dizerem isso. – respondeu indo em sua direção.

Amelie estava parada em frente à janela olhando o movimento das ruas, esperando o momento certo para contar a verdade para seu pai. Deveria ser tão difícil assim falar como estava sendo para ela? Agora, de frente para ele, pode observá-lo melhor do que pelo seu reflexo no vidro: via suas expressões, seus olhos pequenos e escuros, o formato do seu rosto magro e as olheiras que formavam abaixo de seus olhos. Parecia que ele não dormia dias ou que estava cansado demais do tratamento.

- Como você está?

- Do mesmo jeito de sempre, minha querida. Fale-me de você. Como você está? Sua mãe tem te dado muita dor de cabeça?

- Estou bem. – olhou-o nos olhos a fim de sustentar a mentira. – Está tudo bem.

 - E seus sonhos? Tem parado? E sua fobia, você conseguiu superar? Você está suando Amy.

 - Quantas perguntas de uma só vez. – riu da maneira afobada do pai. - Sim, não tenho mais nenhum problema. Não se preocupe, é só o calor.

Mais uma mentira.

Sentia-se mal por isso, mas era preciso. Percebeu depois de um tempo sua gafe. Lá fora estava frio demais para que sentisse calor. Com certeza ele havia percebido algo de errado. Ele podia estar doente, mas não estava com sua mente comprometida para não notar, provavelmente preferiu ignorar.

Agradeceu mentalmente a ele por isso.

Seu pai sabia sobre os seus sonhos e foi a única pessoa a quem foi capaz de contar aquilo. Ele dizia que não havia o que temer, que cedo ou tarde eles parariam e que talvez fosse apenas um bom presságio. Queria poder ter essa mesma confiança. Sr. Young também dizia que podia ser um trauma de infância, mas ela não se lembrava de nada parecido.

Nunca tinha visto aquele rosto antes, ela tinha certeza.

Quem sabe não fosse melhor deixar tudo como estava. Quem sabe fosse melhor não contar nada daquilo que acontecerá consigo mesmo naquela semana. Mas havia outra coisa que precisava falar com ele. Algo que precisava ter coragem para enfrentar e fazê-lo acreditar naquela realidade, embora ela mesma não acreditasse.

 - Tem certeza, Amelie? – sua testa formou algumas rugas de preocupação e ela parou de encarar seus olhos escuros antes que eles denunciassem algo. Olhou para suas mãos e percebeu que elas tremiam e estavam encharcadas de suor.

Não podia sair dali sem dizer o que precisava falar.

Antes que o pior acontecesse, puxou a cadeira de visitante para perto de seu pai junto com a pequena mesa apropriada para os pacientes comerem e em movimentos ágeis, tirou de sua bolsa o caldo que estava na garrafa térmica. Seu pai observava seus movimentos e parecia encarar sua mão que tremia durante o processo enquanto despejava o conteúdo do caldo na tampa da garrafa, forçando um sorriso para ele:

- Não se preocupe comigo. Eu fiz esse caldo de Juk para você, sei que é seu favorito e vai te ajudar a recobrar as forças. A sua enfermeira ligou em casa dizendo que talvez fosse bom você comer algo de casa para fortalecer seu sistema imunológico.

- Oh. – ele levou a tampa até sua boca provando e encarando-a como se esperasse que algo acontecesse. – Está delicioso, Amy. Sempre soube que quando você crescesse, se tornaria uma ótima cozinheira.

- Espero que esteja igual o da vovó.

- Não poderia estar melhor – o velho sorriu cansado e ela colocou o restante da sopa para que ele bebesse.

- Sério mesmo?

- Sim. Sua mãe não tem feito muitas comidas iguais da vovó, não é?

- Não. – admitiu.

- Ela costumava fazer antes, embora não ficava tão parecido quanto o seu, mas era bom relembrar da comida do meu país.

 - Eu lembro que você me contava as histórias de lá. – segurou suas próprias mãos instaladas em suas pernas, pareciam ter parado de tremer, mas o suor ainda era um incômodo.

Tinha pouco tempo até que o remédio perdesse o efeito e sua síndrome voltasse. Amelie esperava, do fundo de seu coração, que isso não acontecesse enquanto estivesse ali.

- Você deveria visitar a capital, Seul. Talvez você gostasse da cultura de lá.

- Quem sabe, pai...

O silêncio prevaleceu entre os dois. Ela não queria quebrar ele falando de coisas desagradáveis, mas não sabia quanto mais poderia aguentar até que precisasse ir. Havia também o fato de não querer desafiar seu próprio corpo, fazendo com que sua farsa fosse revelada e por fim interrompendo suas visitas no hospital. Se ela não fosse mais ali, quem iria? Quem iria levar a sopa de Juk para ele? Duvidava muito que sua mãe fizesse algo. Duvidava que qualquer pessoa pudesse cuidar de seu pai como ela cuidava.

Passou a observá-lo mais atentamente, como se cada segundo fosse precioso, porque era para ela. O bom velho parecia estar perdido em suas memórias. Talvez estivesse se lembrando do país que nasceu. Sua avó era asiática e seu pai era uma mistura dela com seu avô que havia nascido na Europa, em Londres, onde residiam atualmente. Simon Young havia crescido na capital da Coréia, Seul, antes de se mudar permanentemente para Londres e conhecer sua mãe, Melanie Sullivan.

- Você irá embora? – ele finalmente quebrou o silêncio.

- Não.

- Então por que me olha como se fosse se despedir? – questionou-a.

Não havia o que responder a não ser a realidade nua e crua, ou ela diria mais uma mentira?

Suas mãos voltaram a tremer inquietas, o tempo estava se esgotando.

- Pai, eu preciso ser clara antes que perca a coragem.

- Seja.

- Melanie quer que eu me mude daqui.

- De Londres, Amy? – ele pareceu surpreso. Eu também fiquei, papai, ela quis dizer.

- Ela quer que eu termine o ensino médio nos Estados Unidos. 

- Se ela optou por isso, então vá, minha filha.

- Você sabe que não é tão fácil, pai. – reclamou sentindo o suor frio passar pelo seu pescoço.

- Não se sinta culpada. Eu estarei bem aqui, você sabe que tenho seu tio para me ajudar.

 - Mas você, mais do ninguém, sabe que não vai ser mais a mesma coisa estando sob os cuidados do tio Phil.

 - Amy, meu amor, eu sei disso. Seu tio não pode vir toda semana como você faz, mas é por um bom motivo. Ele está cuidado da nossa empresa e eu também apoio sua mãe.

- Você apoia a ideia dela me levar para longe do senhor? – uma onda de indignação a atingiu. Para ela seu pai era o único que podia mudar aquela situação, se não fosse ele, então quem iria?

- Não, Amy. Eu apoio você se formar, cuidar da nossa empresa... Você, mais do que ninguém além do seu tio, pode cuidar dos negócios da família.

Era agora que diria a sua realidade? Pensou.

 - Eu não sei se sou capaz.

- Acredite, você é. Você já superou seu trauma, Amelie. – um sorriso sincero formou em seus lábios e sentiu tudo rodar ao seu redor.

E você não sabe do que aquela mulher é capaz, pai. Você não sabe que sua esposa te trai, não sabe que estou perdendo os sentidos do controle do meu próprio corpo, não sabe que não sou capaz de ter meus próprios sonhos. O que estou tentando dizer, pai, é que não há esperanças mais para mim e que talvez eu perca minha sanidade. Quem sabe o que irei me tornar? Eu não sei, mas queria ser capaz de responder as suas perguntas sem mentir e dizer a verdade sem me preocupar com as consequências. Mas não sou.

Não sou capaz.

Era tudo o que ela queria dizer a ele, mas não conseguia. Naquele momento devia lutar contra tudo, queria realizar os sonhos de seu pai, mas sabia que mais dia, menos dia, esquecer-se-ia de seus próprios projetos porque era isso o que estava acontecendo. Quando foi que ficou tão distante da realidade? Quando foi que parou de lutar?

- Vai ser bom para você, quem sabe você não encontra as respostas que você precisa, minha filha. – ele continuou a dizer como se soubesse do que se passava em sua mente, da confusão dentro de si mesma.

Talvez ele estivesse certo. Talvez encontrasse as respostas do que precisava, embora nem mesmo conseguisse saber quais eram as perguntas e por onde deveria começar, apenas sabia que estava cansada de tudo aquilo.

Se ele podia a atormentar, ela também poderia ignorar, já havia mudado muito a si mesma por causa de todas as suas escolhas. Agora não tinha mais como voltar atrás, mas dessa vez ela poderia mudar seu futuro, não deixaria mais aquilo a mercê do que quer que esteja acontecendo em sua vida. Iria mudar aquele jogo. Iria lutar pelo seu pai e por ela mesma.

 - Você tem razão, pai. Talvez seja hora de buscar algumas respostas.

- Não é mesmo? Não se esqueça do seu pai.

 - Irei voltar, eu prometo.

- Estarei esperando.

 - Espero que o senhor mantenha a dieta e se cuide, irei falar com o tio Phil e...

Antes que pudesse terminar de falar, as lágrimas rolaram em sua face e abraçou as mãos de seu pai, apoiando sua cabeça na cama.

- Amy...?

- Eu... Eu não posso ir.

- Vai ficar tudo bem minha princesa.

Sua cabeça rodou de novo. Sentiu suas mãos ficarem mais trêmulas e o gosto de bile parar em sua garganta. Estava acontecendo de novo. Aqui não, por favor, pedia inconscientemente. Podia sentir sua testa encharcada de suor e seu coração acelerado com nunca. Era difícil respirar e fingir que estava bem, mas naquela altura do campeonato ela sabia que seu pai já havia percebido a situação.

- Amy...? Você está tremendo!

Fechou os olhos numa tentativa de melhor a situação, mas o efeito foi ao contrário. Uma enxurrada de imagens da visão naquela manhã a invadiu e a sensação de colocar tudo para fora aumentou mais ainda.

- Amy! – seu pai a chacoalhava esperando alguma resposta, mas ela não era capaz de responder qualquer coisa que fosse. Sua garganta estava começando a se fechar, precisava sair de lá antes que fosse tarde demais, mas duvidava que conseguisse andar até a porta de saída.

Por fim, com muito custo ela levantou seu corpo com dificuldade e apoiou-se na cadeira percebendo que sua visão estava turva. A imagem do homem que amava estava embaçada, como se fosse desmaiar a qualquer momento, e em seu rosto parecia transparecer pânico. Ele parecia gritar alguma coisa, mas não ela não era mais capaz de compreender.

Com uma de suas mãos arrastou sua mochila para perto, precisava de seu remédio. Precisava parar aquilo antes que fosse pior e quando conseguisse, diria que passou mal por causa do café da manhã. 

De novo diria mais uma mentira.

Porém, era preciso poupar e amenizar a dor que seu pai sentia.

Algumas vezes é preciso mentir para salvar alguém que amamos e ela, sem sombra de dúvida, faria isso quantas vezes fosse preciso para ver o sorriso que a fazia lembrar de sua infância. Podia quase que sentir o cheiro do bolo de cenoura que seu pai fazia, da terra molhada do parquinho e ouvir as risadas que eles mesmos soltavam quando se divertiam no balanço. Ela queria aquelas sensações de volta.

Finalmente, depois de muito custo, alcançou o bolso onde estava o remédio, mas antes mesmo que pudesse colocar na boca, um par de braços a agarrou com força e gritava alguma coisa que não podia distinguir, sua visão focou momentaneamente e quando conseguiu enxergar algo, viu os olhos da pessoa que a segurava. Um arrepio percorreu seu corpo inteiro imediatamente, uma onda estranha emanava de seu corpo e dizia alguma coisa para si, mas não ela não conseguia discernir o que era.

E então finalmente entendeu o que estava acontecendo.

A guerra estava começando.

Eram os olhos dele.


Notas Finais


Mangá e Elfen Lied¹ - palavra usada para designar história em quadrinhos feita no estilo japonês. Enquanto a outra se trata de uma popular série de mangá criada por Lynn Okamoto e sua adaptação em anime dirigida por Mamoru Kanbe. Ambos os formatos são sobre a espécie diclonius, uma mutação do ser humano com chifres, e sua relação violenta com o resto da humanidade.

Juk² - Prato coreano também conhecido como canja ou mingau de arroz, leve para o estômago e altamente nutritivo, considerada uma comida ideal para pessoas que estão doentes ou pessoas que vivem muito ocupadas, pois é uma ótima comida é rápida.

St. August³ – Hospital fictício criado para a história.


Esse final, confesso que sempre me dá um friozinho na barriga hahaha! Anciosos para o próximo? Até o próximo cap.!


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