História Little Game - Pompéia - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Elizabeth, Família Alluni, Little Game, Mayu, Mayu Alluni, Missão, Naoko, Naomi, Passado Da Mayu
Visualizações 13
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura e desculpa erros de escrita :3

Capítulo 3 - 30 dias


Fanfic / Fanfiction Little Game - Pompéia - Capítulo 3 - 30 dias


Depois de estar cara a cara com o rei e a rainha, de referências formais e outras coisas, Mayu é guiada para o quarto da princesa. Elas passam o resto do dia conversando, quando estavam com fome, algumas escravas traziam comida para elas. Para Mayu, era divertido ter alguém para conversar que não seja de sua família, afinal, Mayu nunca foi de ter muitos amigos, sendo o único amigo menino que ela tinha era o Taeyuki, mas não deixa de ser parte da família dela. Enquanto elas conversavam, a noite ia passando de forma rápida. Carolina se levanta, e faz um sinal com a mão para Mayu.

- vem- fala 
- aonde ? - diz Mayu se levantando 
- só vem - diz puxando o pulso da Alluni

Elas vão correndo pelos corredores passando por empregadas e escravas domésticas, alguns guardas, e até mesmo pelo sacerdote. Carolina leva Mayu até uma sala, nessa sala havia uma mesa enorme com um mapa nela. A sala estava vazia, apenas tinha aquela mesa, o vazio era tanto que dava para se escutar um eco.

- grande - fala Mayu olhando para a sala branca 
- Não é isso - responde rindo - aqui- vai até o mapa - esse mapa 

Mayu se aproxima calmamente, depois olha para onde Carolina apontava no mapa. A princesa apontava para o mar mediterrâneo. Mayu olha para ela desconfiada, mas Carolina não deixa ela perguntar.

- tem um navio aqui que vai para a ilha onde você mora, ele vai ficar lá até completar 30 dias, contando com hoje, então a partir da lua estando em seu topo, será 29 dias
- o que você quer dizer com isso tudo? - pergunta desconfiada
- esse navio vai embora sem ou com você, foi ordens de Elizabeth -ignora o comentário de Mayu - você tem um prazo pra completar esse treino
- treino? - pergunta confusa
- ela não falou? Acho que falei demais - fala se desencostando da mesa - foi bom te conhecer - fala sorrindo 

Mayu olha para trás, podendo ver 3 homens com vestes negras apontando flechas na direção dela. Carolina se abaixa atrás da mesa, era o sinal para eles soltarem as flechas. Mayu só teve chance  de desviar de uma, segurar a outra, mas a outra atinge em sua coxa direita. Ela puxa a flecha depois avança em um dos arqueiros, enfiando a lâmina da flecha na barriga do homem, enquanto pegava o arco dele. Ela se afasta puxando a flecha junto, depois sai correndo dali. 

- senhorita, o que vamos fazer? - pergunta um dos homens para a princesa
- Diga que ela matou um soldado, assim será considerada criminosa pelo povo
- mas ele ainda pode sobreviver-  fala o outro, ajudando o amigo ferido a ficar em pé 

O homem ferido da um grito de dor ao sentir outra flecha atingindo suas costas, sendo seguida por outra. 

- problema resolvido - fala Carolina - peguem ela

...

Mayu andava pelo corredor do Palácio com dificuldade, o corredor estava estranhamente vazio. "Tudo já estava planejado" pensa enquanto andava. A mancha de sangue ia se aumentando cada vez mais no vestido. Quando ela abre uma das portas, uma flecha atinge as costas de Mayu, fazendo ela soltar um grito de dor. Ela estava com a guarda baixa, o soldado poderia muito bem ter atirado no pescoço de Mayu para acabar com tudo, estavam brincando com ela, e a Alluni sabia muito bem disso. 

Mayu continua andando e fecha a porta com força, aquele era um dos quartos do Palácio, era o quarto da princesa. Mayu improvisa um trinco para a porta com o arco, depois olha suas malas, dia espada não estava mais lá, nem o veneno, apenas seu arco e 2 flechas... "planejaram mesmo tudo..."

Ela começa a ouvir o barulho dos guardas batendo na porta, então ela tira os panos da cama e amarra na janela. Não estava muito firme, mas se ela fosse rápido aguentava o peso dela. Mayu desce pelo pano, mas enquanto estava descendo, ver alguns arqueiros apontando flecha para ela. Quando as flechas vão em direção dela, a primeira coisa que Mayu pensa em uma forma de evitar as flechas foi soltar o pano de uma vez, e foi isso que ela fez, deixou seu corpo cair, Mas antes de chegar muito perto do chão ela segura o pano de novo, o que adianta um pouco para diminuir a queda.

Ela tira a flecha das próprias costas e respira fundo. Estava suja com o próprio sangue, era a primeira vez que tinha se ferido tanto... "é difícil tentar sobreviver sozinha..." pensa enquanto andava apoiada na parede pelos corredores da Cidade. Era de noite, e todos entravam nas casas assim que viam Mayu ferida. 

- ela está ali! - Fala um dos soldados

Mayu para encostada na parede esperando o guarda se aproximar, quando ele aponta a espada para ela, fala:

- Não se mexa! Solte o arco! 

Mayu afasta o arco do corpo dela calmamente, mas usa ele para bater na lâmina da espada afastando ela do próprio corpo. O arco que Mayu usava não era feita com uma Madeira normal, mas sim com uma Madeira rara da ilha onde nasceu, uma Madeira tão dura que se compara ao metal. Ela chuta o joelho do homem fazendo ele abaixar a guarda, então ela rouba a espada dele, o empurrando, depois tenta fugir o mais rápido possível, já estava perdendo muito sangue. 

Enquanto ela andava, ouve barulho de gritos de soldados, então se esconde atrás de algumas caixas. Seu sangue escorria pelo seu corpo até chegar no chão, talvez tenha deixado uma trilha por onde ela tenha passado, Mas com estava escuro, era quase imperceptível. Ela apoia a cabeça na parede respirando pesadamente enquanto sentia-se tonta. Mesmo depois dos soldados terem ido embora ela continuou ali, parada, respirando com dificuldade, sentindo o seu sangue quente derramando enquanto ao mesmo tempo sentia o frio da noite na cidade de Pompéia.

Uma porta é aberta, mostrando uma menina de 15 anos, tinha cabelos lisos de uma tonalidade loira claro quase brancos que batiam na cintura. Tinha um corpo bem definido, com seios grandes, coxas grossas. Ela usava um vestido marrom, que batia no pé, mas usava uma fita vermelha na cabeça como se fosse um arco, estava com brincos de Ouro além de uma leve maquiagem vermelha. Ela estava com mais algumas caixas, que ela coloca perto do local onde Mayu estava. Ela mexe em uma das caixas podendo ver Mayu quase inconsciente.

- pelos deuses - exclama ao ver Mayu naquela situação - ei- sacode ela pelo ombro - abra os olhos 

Mayu abre os olhos quase que instantâneamente, fitando a jovem que tocava em seu ombro, então fala: 

- está doendo - diz sem expressão 
- ah, me desculpe - fala soltando Mayu - venha, temos que cuidar desses machucados- fala ajudando Mayu se levantar 

A jovem entra no local onde de onde saiu, ajuda Mayu a subir escadas, depois leva ela até um dos quartos. A jovem de cabelos claros pega água e alguns panos, além de algumas ervas. Ela vaj até Mayu que estava sentada na cama. 

- aonde você se feriu? - pergunta com o pano de água em suas mãos 
- eu posso cuidar disso- diz estendendo a mão 
- você nem tava conseguindo andar, me diga agora, onde você se feriu? 

Mayu desvia o olhar, odiava ser mandada dessa forma, mas finalmente cede e decide falar: 

- coxa e costas, e alguns ferimentos pequenos no braço e nas mãos, nada demais 
- nada demais? Parece que você tá morrendo - fala séria enquanto torcia o pano molhado

Depois de estancar o sangue do ferimento de Mayu, a menina fala que Mayu poderia ficar um tempo com ela até se recuperar, além de entregar uma outra roupa para Mayu vestir, era um vestido azul que batia até o pé. 

- eu ia pra casa com ele, Mas pode ir você
- pra casa? - pergunta Mayu confusa 
- essa não é minha cas...-

...

- LUNAAAAAAAA VEM LOGO!! A PAUSA ACABOU!

...

- espera um momento Mayu, eu vou ter que trabalhar rapidinho - fala sorrindo 

A jovem sai do quarto deixando Mayu sozinha. "Luna, né? " pensa enquanto se deita na cama fitando o teto. "Eu tenho até 30 dias até ir pro barco... será que vou conseguir me curar até lá?" 







Continua...
 


Notas Finais


Logo, Logo, eu vou voltar com o Little Game, acho que vai ter segunda feira


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