História Loba - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Kagura, Kikyou, Naraku, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru
Tags Felizaniversariosiljin, Karinasesshy, Rin, Sesshoumaru
Visualizações 248
Palavras 1.475
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, apressadinhas e pervertidas de plantão 👀

Só quero lembrar que o Sesshoumaru é humano e que essa fic termina no capítulo 10 👌

Boa leitura 💙

Capítulo 6 - Provocação


Fanfic / Fanfiction Loba - Capítulo 6 - Provocação

Capítulo Seis

 

Provocação

 

A semana havia se passado e nunca mais encontrei com o Sesshoumaru. Eu saia de casa, óbvio, até porque sempre quis isso e também precisava me alimentar. Mas quando saía pra fazer isso, era sempre na companhia do meu pai. Enfim... Em meu íntimo torcia para ver o homem alto e platinado, mas infelizmente isso não aconteceu. Então tudo bem, neh?

Por estarem ocupadas demais, minhas irmãs decidiram adiar as compras para o domingo, pois sábado a Yura teria uma sessão de fotos. Aceitei de boas; mas, quando o santo domingo chegou, acordei em um pulo. Eu finalmente saberia o que é andar no shopping com amigas/irmãs e fazer compras.

Me arrumei em tempo recorde, usando um shortinho simples e larguinho, junto de uma regata e colete, mais uma botinha de salto baixo; e só fiquei esperando pela chegada das mais velhas. Assim que o carro buzinou, dei um beijo rápido nos meus pais, acenei pras minhas irmãzinhas e sai.

Durante tudo o trajeto, fiquei ouvindo a Yura reclamar sobre como é cansativo ficar tirando fotos. Às vezes a Kikyou reclamava, falando assim pra mim: "Viu o que preciso aturar?". Aí as duas começavam a discutir e eu apenas ria delas.

Chegamos ao shopping e começamos a andar pelas lojas, comprando várias roupas pra mim; até que elas decidiram comprar lingeries.

Kikyou: Vamos Rin! Vai ser divertido! – Revirei os olhos e concordei

Eu realmente não esperava, mas vi o Sesshoumaru saindo de uma loja de roupas masculinas. Passei por ele, que me olhava na maior cara dura e sem esconder o interesse. Ignorei, mesmo não querendo, pois eu estava com vontade de vê-lo novamente; sendo que também queria aproveitar daquele dia com as minhas irmãs.

Entramos na loja desejada e a Yura me mostrou vários e vários conjuntos. Era um mais ousado do que o outro, e por incrível que pareça eu me imaginava neles. Imaginava o quanto ficaria gostosa e o cara que estivesse comigo ficaria caído aos meus pés.

Yura: Você precisa provar esse. – Esticou um conjunto de lingerie branca

Kikyou: Deixa a bolsa aqui com a gente e vai lá. – Me empurrou pra dentro de um dos provadores, cuja porta era uma simples cortina, então fui me trocar

Sei lá... É meio estranho provar essas roupas aqui na loja, e se mais pessoas antes de mim fizeram o mesmo com essa peça? Ah! Quero nem pensar.

Fiquei admirando meu reflexo no enorme espelho, vendo o quanto a cinta-liga destacava minhas pernas e o sutiã valorizava meus seios. Senti um cheiro familiar se aproximar e logo vejo o Sesshoumaru entrando na cabine em que eu estava. Seu olhar percorreu meu corpo de baixo pra cima, até encontrar com o meu através do espelho.

Sesshoumaru: Oi Rin. – Me olhava tão intensamente, que minha respiração acabou ficando pesada

- Oi. – Disse simplesmente e o silêncio reinou entre nós, até que o quebrei e fiz a pergunta que não queria calar – O que está fazendo aqui?

Sesshoumaru: Apenas queria ver se você estava bem. – Seu olhar voltou a me analisar

- Já viu que estou, então pode ir embora.

Sesshoumaru: Por que? – Me segurou pela cintura e fiquei admirando nosso reflexo

Ele: um ser alto, forte e extremamente sensual; eu: baixinha, gostosa e também extremamente sensual.

- Porque sim, oras. – Seu cheiro forte e irresistível impregnava todo o local, me fazendo ficar embriagada

Meu cheiro ainda está em seu corpo, isso só pode significar uma coisa e eu não consigo acreditar que seja verdade.

Sesshoumaru: Mas eu não quero ir. – Aperta as laterais da minha cintura e beija meu pescoço, enquanto me olhava pelo reflexo

Não, não pode ser. Sesshoumaru não transou com ninguém depois de mim? Como assim?

Sua mão desliza pelo meu corpo, sinto seus dedos invadirem o tecido da calcinha e fecho os olhos, suspirando e levando a mão até os cabelos de sua nuca; puxando-os com carinho e ouvindo o belo ser platinado gemer baixinho.

Sesshoumaru: Você ficou uma delícia com essa lingerie, sabia? – Sussurra no meu ouvido

- Maru... – Gemo baixinho, enquanto ele brincava com meu clitóris

Eu estava indo a loucura, mas aí lembrei daquele dia em que ele não me deixou gozar. Eu disse a mim mesma que o faria pagar na mesma moeda, então não posso perder a oportunidade que me foi dada.

Afasto seus dedos de mim, o fazendo ficar surpreso por um instante, mas aí eu o empurro até a parede da cabine e sorrio travessa. Abro o cinto e o zíper da sua calça, logo colocando minha mão por dentro de sua cueca e começando a masturbá-lo. Vejo o homem fechar os olhos, jogar a cabeça pra trás, abrir a boca e suspirar; enquanto eu acariciava toda a sua extensão. Sua roupa já estava começando a ficar melada de pré-gozo, me deixando satisfeita comigo mesma, então continuo a provocá-lo.

Vejo minha roupa pendurada no gancho que tem ali dentro da cabine e, com cuidado, eu a pego com minha mão livre e jogo na cabine ao lado, pela parte de cima. Sesshoumaru está tão distraído, que nem reparou quando fiz isso; então vi que estava na hora de agir.

- Essa brincadeira foi muito boa, Maru, mas ela chegou ao fim. – Rapidamente sai da cabine, a tempo de vê-lo abrir os olhos em plena confusão

Claro que atrai olhares de todos da loja, ao ser vista naqueles trajes, mas entrei logo na cabine onde estavam minhas roupas e pude ouvir o Sesshoumaru reclamando, dizendo que eu pagaria por aquilo. Claro que tive vontade de rir, mas aí ele saberia onde eu estou.

O platinado teve que se masturbar, até finalmente gozar, e depois saiu pisando fundo. No final acabei tendo que comprar aquela lingerie, certo? Ela estava cheia da minha lubrificação e não seria legal deixá-la na loja. Minhas irmãs me lançaram olhares questionadores e um pouco maldosos, por causa da cena na cabine, mas ignorei.

Durante a noite, depois de deixar todas as compras em casa, decidimos sair para beber. Fomos até um barzinho bem movimentado e muito bem elogiado, onde tomamos alguns drinks e comemos uns petiscos.

Yura: Manas, eu estou com fome, se é que me entendem. – Sorriu, mostrando as belas presas afiadas

Já passava das 22h da noite e estávamos andando pela rua, um pouco grogues por conta das bebidas.

Kikyou: Eu também, mana. E você, Rin?

- Muito. Comida humana não me agrada, bom... Grande parte não agrada.

Kikyou: Você só gosta de fritura, carboidratos e essas besteiras todas. – Revirou os olhos – Sério, Rin, você é magra de ruim, porque você come até não poder mais. – Começamos a rir

- Com licença, moças. – Um rapaz muito bonitinho se aproximou da gente – Desculpe atrapalhar a conversa, mas eu gostaria de fazer um convite a essa bela jovem. – Disse olhando pra mim

Dei uma rápida olhada pras minhas irmãs, que se afastaram de nós e me deixaram com o garoto que era apenas alguns centímetros mais alto que eu, pele clara, cabelo curto, liso e preto, olhos castanhos e que aparentava ter seus 18/19 anos.

- Sei que não nos conhecemos, mas eu lhe achei muito bonita e gostaria de lhe fazer um convite. Está rolando uma festa lá em casa, nesse exato momento, e queria saber se tem interesse em ir comigo?! – Sorriu e acabei sendo contagiada a sorrir também

- Claro, por que não? Não tenho nada melhor pra fazer mesmo, mas só vou com uma condição. – Ele ficou calado, esperando pra ouvir o que era – Minhas irmãs precisam ir também.

A festa seria uma ótima maneira de encontrarmos nossa presa da noite, por isso elas estar lá comigo.

- Sim, elas podem ir. Ah! A propósito, me chamo Souta. – Estendeu a mão e aceitei

- Eu sou a Rin, e aquelas são Kikyou e Yura. – Apontei pra cada uma

Souta: Por favor, senhoritas, me acompanhem. – Enlaçou seu braço com o meu e começou a me guiar

Fomos conversando pelo caminho e reparei que ele tinha umas sacolas com bebida, na mão livre. Era um rapaz muito agradável e eu estava torcendo pra encontrar outra pessoa pra matar, pois estava com pena de fazer isso com o Souta.

A casa estava bem iluminada, com música alta, pessoas fumando, usando drogas, bebendo, se beijando no jardim, transando... Tinha de tudo um pouco ali.

Souta: Minha irmã mais velha e o noivo decidiram dar essa festa de última hora, então metade dessas pessoas são desconhecidos que chamamos na rua.

Yura: Nossa! Isso tudo pra festa não flopar?

Souta: Exatamente! Bom, eu preciso colocar essas bebidas no gelo. Podem ficar à vontade e aproveitar. Rin, daqui a pouco eu te procuro. – Piscou pra mim e saiu

Minhas irmãs foram pegar bebidas e eu fui dar uma volta, até esbarrar em alguém que eu realmente não esperava.

- Você? – Falamos juntos


Notas Finais


"Comida humana não me agrada" EU SIMPLESMENTE NÃO PODIA PERDER ESSA REFERÊNCIA \o/ 💙💙💙💙

Inveja dessa Rin que come e não engorda ¬¬

E, bom... Vocês já sabem quem a Rin encontrou na festa, certo? Ai me digam: Sabendo que o próximo capítulo é o 7, o que vocês acham que vai rolar nesse reencontro? 😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏


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