História Lost Boy • Justin Bieber - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Pattie Mallette, Selena Gomez
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Beliebers, Emeraude Toubia, Famdom, Fãs, Hot, Imagine, Jeliebers, Justin Bieber, Sex, Sexo
Visualizações 98
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CHEGO A SUMIDA DE TAUBATÉ!!
Não me matem, espero que esse capítulo valha a pena a demorar :) boa leitura amores

Capítulo 13 - Capítulo XIII


Segunda-feira, 19 de novembro de 2012 - 13h26

P.O.V Justin Bieber 


—Eu não queria um voto de fidelidade da sua parte Drew, eu só queria a verdade.—Amélia reclamou cabisbaixa. 

Quando ela me chamou por Drew, eu não pudi deixar de sorrir, o que nesses dias era um milagre: desde que saí da casa dela, não conseguia me concentrar em nada o suficiente pra sorrir de verdade. Só queria ficar deitado o tempo todo, estava com a cabeça tão em outro lugar que acabei errando duas vezes minhas letras nos shows, e apesar das Beliebers gritarem tanto que mal notaram, eu notei. E toda aquela confusão na minha cabeça estava me irritando. Por várias vezes me repreendi por deixar uma estranha me afetar daquela forma, mas eu não podia evitar. Amélia Rhodes se recusava a sair da minha cabeça. Então, ontem a noite quando ela me ligou e me disse que estava pronta pra ouvir, me chamando pra almoçar, eu não tive outra reação se não aceitar. 

—Eu sei. E sinto muito por não ter sido honesto com você antes. 

—Tudo bem. Você já me falou tudo sobre a sua vida, mas ainda não sei porque você mentiu. 

—Mas não é óbvio? Amélia, existem garotas por aí que sabem a hora que nasci! Algumas delas sabem mais da minha vida do que eu mesmo! Na única vez que conheço uma garota que não sabe nada sobre minha fama, e que não se interessa em saber, você acha mesmo que eu me apresentaria como um cantor mundialmente famoso? 

—Ok, tudo bem. Você tem razão.—ela ponderou—Mas espero que saiba que eu odeio mentiras Drew, então espero que tenha sido a última vez. Tem certeza que não tem mais nada pra me contar? Não quero ter que descobrir as coisas sobre você na internet. 

—Bom, minhas fãs falam muito sobre o tamanho do meu pau mas isso aí eu mesmo teria o prazer de te mostrar se você quiser.—brinquei mas não nego que se ela concordasse eu estaria mais que disposto. 

—Ah, meu Deus! Achei que você já tivesse desistido dessa sua ideia maluca aí.

—Você já se olhou no espelho? Porque se não, eu preciso lhe informar Amélia que você não é do tipo que é facilmente esquecida.—pisquei deixando-a com vergonha. 

—Arg!—ela se irritou esfregando as bochechas. 

—Tudo bem, tudo bem. Já dei diretas o suficiente por hoje. O que mais você quer saber?—disse me encostando no meu assento. 

—Não sei, são tantas variáveis...—ela brincou enquanto mexia com o fim da sobremesa. 

—E você tem todo meu tempo.—disse abrindo os braços. 

—Ótimo. Você disse que é mundialmente famoso, então devo presumir que esse é o motivo pelo qual não podemos almoçar em locais públicos? 

—Isso mesmo, aliás você quer mais? Posso pedir pra Angela trazer.

Ela negou, possivelmente pelo incômodo que a presença de Angela lhe traria. Não sou muito perceptivo, mas claramente a presença da minha jovem empregada, em trajes curtos, obviamente se insinuando pra mim não a deixava muito confortável. Acenei em compreensão. 

—No dia que fui a sua casa, ou sempre que vou na Molly ou em lugar mais... reservado, preciso sair com um carro específico, que a mídia não conhece. Você sabe, só pra poder entrar e sair sem uma multidão de paparazzi. 

—Sei, claro que sei. Todos os dias tem tantos repórteres na minha casa que mal posso andar. 

—Acredite em mim, se eles começassem a perseguir pessoas pela beleza, você teria mesmo.

Ela sorriu pra o chão, e quando me olhou de novo eu me senti arrepiar por inteiro. Nos encaramos por alguns segundos, que mais pareceram horas e por mim, ficaria ali até conseguir olhar pra aquela garota sem me sentir preso a ela, mas algo em mim gritava que não aconteceria nunca. 

Ela pigarreou o que me fez o efeito do acordar de um transe, rapidamente mudei de assunto. 

—Se já tiver terminado seu interrogatório, eu gostaria de começar o meu.—anunciei ela rapidamente acenou.

—Fique a vontade, mas já aviso que não sou muito interessante. 

—Pouco provável. Assuntos delicados?—perguntei do mesmo jeito que ela havia me perguntando antes de começar comigo. 

—Minha mãe.—ela respondeu e eu acenei. 

—Eu estava pensando em algo mais específico. 

—Tipo...? 

—Tipo como você conheceu sua melhor amiga? 

—Ah! Essa é fácil! Eu tinha oito anos a Lily nove. 

—Achei que tivessem a mesma idade.

—Ela é três meses mais velha. Enfim, todas as crianças do bairro iam pra uma escola só, porque onde eu morava não tínhamos muita opção. Eu andava num grupo com as menininhas mais bonitinhas sabe? Nós recebíamos um monte de cartinhas e essas coisas de criança. 

—Arrasando corações desde pequena, claro!—brinquei e ela riu. 

—O que posso fazer? É inevitável. De todo jeito uma dessas meninas gostava do meu melhor amigo, Charles, e um dia quis brigar comigo porque ela achava que nós dois éramos namoradinhos. 

—Duas coisas.—interrompi—Primeiro: com oito anos e você já passava o rodo?—ela riu e negou com a cabeça—Segundo: onde Lily entra nessa história mesmo? 

—Agora. Lily era uma garotinha bem quieta sabe? Não se envolvia com ninguém. Mas no dia que essa garota, Anna, aliás, brigou comigo, Lily me defendeu. 

—E desse dia em diante vocês se tornaram melhores amigas? Que fofo. 

—Isso, éramos nós três pra tudo. 

—Três?

—É ué, eu, ela e o Charles. 

—Entendi, e onde esse Charles tá agora? 

—Provavelmente ainda no Texas. Não temos notícias dele desde que anunciamos a viagem e acabamos brigando porque ele disse que estávamos deixando ele. 

—E porque ele não veio com vocês? 

—Digamos que Charles é mais... pé no chão. Na cabeça dele estávamos loucas por sair da segurança do lar pra ir morar numa cidade em que não conhecemos ninguém. Ele nunca entendeu que eu não tinha nem segurança, nem um lar ali. 

—Assunto delicado?—perguntei e ela confirmou—Mas Lily aceitou vir com você.

—Sim. Ela diz que veio pra tentar seu sonho mas as vezes tenho a impressão que ela veio por ter medo do que eu faria aqui sozinha pra conseguir encontrá-lo. 

—Encontrar quem? 

—Assunto delicado. Desculpe. 

Dei ombros. Eu realmente não me importava. 

—Sem problemas, desde que você me garanta que não é nenhum namorado. 

—Não se preocupe, não é. 

—Ótimo. Imagina que situação eu estar—me segurei pra não dizer gostando de uma garota comprometida, porque não queria afoga-lá em meus sentimentos tão cedo—... bom, esquece.

—Arg! Agora você vai ter que me falar! 

—Não! É minha vez de interrogar lembra?—ela deu ombros mas ainda parecia irritada. 

—São tantas variáveis...—eu brinquei e ela riu. 

—Tudo bem. Mas será que você pode continuar esse interrogatório enquanto caminhamos? Estou cansada de ficar sentada. 

—Tudo bem, que tal o jardim?


Notas Finais


Fofos? Shippaveis? Amáveis? Me contem tudo que acharam! Até o próximo capítulo ♡


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