História Lost Boy • Justin Bieber - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Pattie Mallette, Selena Gomez
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Beliebers, Emeraude Toubia, Famdom, Fãs, Hot, Imagine, Jeliebers, Justin Bieber, Sex, Sexo
Visualizações 201
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vocês devem tá pensando, capítulo novo essa hora? Pois é babes, minha insônia não me deixou dormir e como já escrevi um bocado, resolvi liberar um capítulo novo pra vocês essa hora mesmo, espero que gostem!

Capítulo 2 - Capítulo II


terça-feira, 13 de novembro de 2012 - 09h35. 

P.O.V Amy Rhodes 


Lily e eu acordamos e já fui tomar um banho e me vestir, afinal, aquela terça combinamos que antes que ela fosse pra o trabalho, iríamos fazer compras, a comida já estava perto de acabar e nenhuma das duas estava satisfeita com o cardápio dos últimos dias.

Quando prontas, descemos e o Sr. Gerrad avisou que havia correspondência. Suspirei só de pensar que provavelmente era mais uma das intermináveis cartas daquela maluca que se dizia minha mãe. Não bastasse ter aterrorizado minha infância e adolescência, agora ela parecia determinada a me importunar de todas as formas que conseguisse. Inútil. Depois da primeira, nem se quer leio as cartas quando vejo o remetente. 

Fomos caminhando até o Supermercado e acabamos encontrando alguns vizinhos no caminho. Quando eu morava no Texas, não conseguia entender como as pessoas nas novelas pareciam sempre de tão bom humor, mas acordando todos os dias com esse clima lindo, essas praias praticamente no meu quintal e esse tanto de boas pessoas ao meu redor, fica difícil imaginar como seria estar de mal humor aqui.

Chegamos e dividimos a lista que fizemos em duas partes, cada uma com um carrinho, eu ficaria com a comida e Lily com higiene e limpeza pra dar tempo de pegar tudo.

Infelizmente para mim e meus 1,56m de altura, alguém achou que seria uma boa ideia colocar o macarrão na parte mais alta da prateleira. Por mais que eu tentasse, eu não alcançava e estava ficando irritada, porque nem tinha um vendedor, nem um banquinho, como diabos eu ia alcançar aquilo?!

Comecei a olhar pros lados mas ninguém vinha, então era isso eu ia ter que pular! Rangi os dentes, que porcaria! Comecei pulando de leve, com medo que alguém fosse me ver, mas com depois de três ou quatro pulos, percebi que ninguém viria e eu não estava tendo progresso nenhum, então pulei alto e os meus dedos chegaram a roçar no pacote da ponta, quase!, pensei. 

Numa súbita coragem eu pulei um pouco alto demais, bati no pacote e ele caiu no chão, mas sabe quando você sente que vai cair? Quando sem precisar calcular você já sabe que o chão é o destino certo? Então, provavelmente é o que teria acontecido se eu não tivesse sentido o impacto de outro corpo atrás de mim. 

—Mas que merda é essa?!—gritei instintivamente.

—Ah, desculpa, e-eu só quis ajudar!—um garoto moreno de mais ou menos uns dezenove anos, olhos bem escuros e cabelo preto tentava se justificar.

Infelizmente pra ele, eu estava irritada, e ia ter que descontar em alguém. 

—E você aproveita pra sair agarrando as pessoas?! Mas que tipo de cidade é essa?!

—Eu só quis ajudar você, garota!—respondeu levantando uma pouco a voz.

—Eu por um acaso pedi a...

—O que ta acontecendo aqui Amy?—ouvi a voz de Lily atrás de mim. 

—Eu só quis ajudar essa doida e ela começou a gritar comigo!

—Ele ficou atrás de mim!—me justifiquei—você sabe que e-eu...

—Ta, tudo bem eu entendi.—ela me abraçou e depois sussurrou no meu ouvido—Nada como aquilo vai te acontecer aqui, não se preocupe, tudo bem? Ah, me desculpe err...—ela pigarreou.

—Erik.

—Me desculpe por ela, Erik, foi uma reação instintiva, não é nada com você Juro.

Ele deu ombros.

—Tudo bem, alias—ele disse pegando o pacote de macarrão no chão e me oferecendo sorrindo.—Vocês querem mais?

—Sim, por favor, mais 3.—pedi—E de verdade, me desculpe.

Ele apenas acenou e foi embora, mas infelizmente, serviu pra me mostrar o quanto eu ainda era vulnerável ao meu passado.

—Eu amo você.—Lily disse virando-se pra mim—Mais do que qualquer pessoa. Te respeito e te entendo. Mas você está mais no Texas Amy. Nada daquilo vai acontecer com você novamente.

—Eu sei, é só que... Não sei. Foi involuntário. Um impulso. Me desculpe. 

—Você não me deve desculpas. Eu te entendo, você sabe disso.—ela disse e me abraçou. 

Depois desse episódio, continuei o que estava fazendo e Lily voltou pra terminar de pegar os produtos de limpeza. Ao fim, pagamos e chamamos um táxi.

{ https://youtu.be/xqip4WBOMeY }

Quando entrei naquele carro, vi Lily pegando seu telefone pra fazer qualquer coisa que prendeu sua atenção e me vi perguntando a mim mesma por que eu não conseguia superar tudo que já havia acontecido e simplesmente sigo em frente? A garota do meu lado, minha melhor amiga, já passou por péssimos momentos e isso nunca a impediu de ser essa pessoa maravilhosa que ela é. Então, porque eu não consigo? 


Em minha memória

Todas as pequenas coisas

Como punhais em minha mente

Em minha memória

Enquanto minha cabeça sangra

As palavras que eu nunca irei encontrar

E que eu sempre quis dizer a você que eu não posso

Maldita playlist!, pensei. Mas antes que pudesse mudar, já me vi absorta naquela melodia que parecia tão impossível de parar, então apenas aumentei o volume do meu fone de ouvido enquanto o carro seguia em frente. 

Não conseguia nem ser encostada num supermercado sem surtar, que tipo de maluca eu sou? Uma maluca quebrada demais pra se construir de novo. De repente me vi odiando ainda mais aquela mulher que me deu a vida. Como alguém pode fazer tão mal a um filho? A alguém que veio ao mundo pra ser amado? Nem a pior das almas devia ser tão cruel ao ponto de expor outra pessoa ao que ela me expôs.

Se ela soubesse o quanto aquelas cartas me afetam, será que ela pararia? Será que se eu respondesse mandando-a ao inferno ela apenas me deixaria em paz? Pouco provável

Vou admitir que quando aquela primeira carta chegou, a vontade que eu tinha era respondê-la da forma mais dolorosa possível, queria fazê-la ver o quão mal ela me fez. Sua própria filha, e você a quebrou em pedaços tão pequenos que ninguém é capaz de juntar, e agora age como se eu fosse a desnaturada por procurar ficar o mais longe possível de você!, mas isso talvez a deixasse mais satisfeita, talvez seu prazer na vida seja me ver sofrer.

Em minha memória

Ainda há uma chama

Sequelas que você deixou [...] 

—Chegamos.—Lily disse assim que tirei meu fone pra ouvi-la—Você está bem? 

Apenas acenei positivamente e sai do carro pra ajudá-la a subir as compras. E assim que tiramos tudo do carro, a Lily pagou ao taxista e o Sr. Gerrad me entregou a carta, que era novamente da minha mãe. Será que ela tem alguma esperança real de conseguir alcançar alguma coisa com essas merdas de papel?

—Vou me arrumar já já tá na minha hora. Você arruma as compras?—Lily pediu e eu acenei positivamente em resposta. 

Já era quase 12h00 quando Lily chamou um táxi e foi trabalhar me deixando em casa sozinha e entediada. 

Fui até meu quarto e mesmo tendo considerado muito a ideia de pegar uma das câmeras da minha coleção e sair, não fui. Não tinha a menor disposição pra isso agora, então me foquei em fazer o máximo de coisas que pudesse pra casa. 

Guardei as compras, tirei o lixo, lavei alguns pratos que tavam sujos na louça, e tomei um bom banho. No fim, me deitei um pouco antes de secar o cabelo mas acabei dormindo bem mais do que esperado. 

Acordei com o celular vibrando, e quando fui atender Lily desligou. Então vi as mensagens dela. 

Lily ♡: preciso que me diga 

Lily ♡: de qual desses você gosta mais? 

Lily ♡: FOTO 

Lily ♡: FOTO

Eram fotos de dois conjuntos iguais exceto na cor aparentemente. Era uma saia longa com duas fendas e um cropped. Um era bege, o outro marrom mais escuro. 

Amy ❁: acho que gosto mais do bege

Amy ❁: porque?  

Lily ♡: você vai usá-lo hoje. 

Amy ❁: não me lembro de ter marcado nada 

Lily ♡: é porque eu tô marcando agora, meu anjo

Amy ❁: pra onde vamos?

Lily ♡: uma festa

Lily ♡: um colega aqui do trabalho me chamou

Lily ♡: vamos? 

Pensei se devia ou não aceitar. Claro que meu humor não estava dos melhores, mas talvez uma festa ajudasse e não estava certa se escaparia de Lily tão facilmente. 

Amy ❁: tudo bem, vamos. 

Lily ♡: chego aí em meia hora.


Notas Finais


a música citada nesse capítulo é a Turn To Face da girlband Little Mix e é do primeiro álbum das meninas, só pra quem não conseguir abrir esse link a tempo.
Vocês gostaram do cap? Não? Comentem essas coisas por que pra mim é muito importante saber se to indo pelo caminho certo.
See u next babies, xoxo, bye. ♡


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