História Love conquers all - Capítulo 25


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Categorias Cristiano Ronaldo, Gareth Bale, James Rodríguez, Karim Benzema, Sergio Ramos
Personagens Cristiano Ronaldo, Gareth Bale, James Rodríguez, Karim Benzema, Personagens Originais, Sergio Ramos
Tags Sergio Ramos
Visualizações 64
Palavras 1.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amoraas!
Como vocês estão? Eu estou bem.
Peço desculpas por toda essa demora à atualizar...
Boa leitura! :3

Capítulo 25 - Eu só te amo, Giselle.


Fanfic / Fanfiction Love conquers all - Capítulo 25 - Eu só te amo, Giselle.

                                                                                                                                                                         Giselle Ferraresi 

- Essas margaridas são lindas! - cheirei as lindas flores – Como sabia que minha flor preferida era margarida? - perguntei voltando a olhar para Ramos. 

- Ah, eu sou o cara! - deu risada e eu reviro os olhos - Tá bom, tá bom. Você me disse isso semana passada. - se rendeu. 

- Sabe, Sergio, quando eu era pequena... - ele me interrompe. 

- Quando você ERA? - riu - Você ainda é! - me olhou da cabeça aos pés com as sobrancelhas arqueadas. 

- Olha só, eu estou muito satisfeita com os meus um e setenta e poucos, não tenho culpa de você ser um poste ambulante! - retruquei de braços cruzados. 

- Nossa, me senti ofendido agora. - damos risada – Continua, não vou interromper. - pede. 

- Então, quando eu era pequena meu tio me deu uma ursinha de pelúcia, ela é marrom e branca, tem várias florzinhas pelo corpo, e eu tive a grande ideia de dar o nome de uma flor para ela, minha avó me sugeriu alguns nomes de flores, mas quando eu vi as margaridas no quintal de casa me apaixonei por elas, o nome da ursinha ficou Margarida. - sorriu me lembrando desse momento – Aquela ursinha que eu sempre durmo quando você viaja. - explico. 

- Ah sim, eu ficava me perguntando porquê do nome... - passo a mão na barba – Quando eu era pequeno só ganhava bolas ou carrinhos de presente, nunca dei nomes para eles! - rimos. 

- Amor, o que nós vamos fazer por enquanto? - me sentei no chão e apoiei as costas na parede. 

- Eu já te falei que odeio essa sua mania de se sentar no chão à qualquer momento e em qualquer lugar? - me levantou. 

- Já, pelo menos uma vez ao dia. - dou risada – Na verdade, só faço para encher o saco. - dei de ombros – Mas o que vamos fazer? - pergunto novamente. 

- Eu tenho uma ótima sugestão! - sorri malicioso e eu empurro ele – O que foi? Discorda? - seu sorriso se alargou. 

- Você precisa descansar para o jogo de mais tarde, eu quero um gol. - selei seus lábios. 

- Meio, direita ou esquerda? - perguntou em qual dos lados eu quero meu gol, Ramos sempre faz isso quando me oferece um gol. 

- Esquerda, ou meio. - respondo. 

- Por que você faz isso comigo? - perguntou dramático - Você sabe que eu sou destro e insiste em me pedir o mais difícil! - completou. 

- Gosto de te ver se esforçando, Capitão. - respondo, ele me puxou pela cintura. 

- Você vai estar na área vip ou vai fazer que nem da outra vez e ficar no meio da arquibancada? - perguntou - Não quero ter todo esse trabalho para te achar. - sussurrou no meu ouvido. 

- Tudo bem, eu fico na área vip. - reviro os olhos – Por mais que na arquibancada seja muito mais vibrante e legal, tirando a parte de poder ouvir de perto o nosso hino. - sorri e ele me pega no colo. 

- Eu já entendi que você prefere ficar na arquibancada, mas hoje preciso te encontrar rápido! - me beijou. 

- Por que? - perguntei entre beijos – O que você está aprontando, Ramos García? - franzi o cenho. 

- Nada. - me pegou no colo – Agora chega de perguntas, pelo menos até o jogo. - me dá vários selinhos e me joga no sofá. 

- Espero que esteja dizendo a verdade. - me ajeito no sofá. 

- Estou, sempre estou. - vem para cima de mim, me fazendo cócegas na barriga. 

- Sergio, para! - peço rindo – Para! - insisto – Por favor, para! - implorei tentando tirar aos mãos dele de mim. 

 

Ele para de fazer cócegas em mim, e me olha enquanto tento fazer minha respiração ofegante voltar ao normal, seus olhos passeavam por todo o meu corpo e sempre param nos meus olhos ou na minha boca, ele não falava nada, apenas me olhava de forma estranha, sem mostrar nenhuma reação sequer. 

 

- O que foi, Sergio? - perguntei e arrumo minha camisa, seus olhos descem para o meu decote mas logo volta a me encarar. 

- Nada. - sorri de canto – Eu só... - suspirou  olhando para o chão- Só te amo, você é tão... Você e tão eu ao mesmo tempo. - voltou a me olhar – Eu só te amo, Giselle. - se levantou do chão e foi para a cozinha. 

- Eu também te amo, Sergio! - gritei com um sorriso imenso nos lábios. 

- Eu... - seu celular começou a tocar, interrompendo a nossa conversa - Já volto. - olhou no visor e sobe as escadas correndo. 

 

Dou de ombros, sinto uma vontade imensa de comer cenoura, vou para a cozinha e abro a geladeira, pego uma cenoura e lavo, mordo a mesma, nunca tinha reparado que cenoura tem o sabor tão bom assim, estava me deliciando com a cenoura quando Sergio aparece na cozinha todo arrumado, franzi o cenho. 

 

- Cristiano está precisando da minha ajuda, nos vemos no nosso estádio? - perguntou se aproximando de mim, eu aceno com a cabeça - Cenoura? - franziu o cenho. 

- Sim, me deu vontade. - respondo - Nos vemos mais tarde. - confirmo, ele me beija – Vai lá. - empurro seus ombros. 

- Sua boca tá com gosto de cenoura. - deu risada. 

 

Ele pega a chave do carro e vai para a casa do amigo. 

Meu celular vibra com alguma notificação, pego ele e sorriu ao ver uma notificação de Isco: 

Alarcón: Ocupada? 

Eu: Nem um pouco. 

Alarcón: Afim de uma caminhada? 

Eu: Sempre, na praça daqui vinte minutos?  

Alarcón: Estarei lá. 

 

Visto a minha roupa de caminhada e pego uma garrafa d'água. 

Caminho duas quadras até a praça em que eu e Isco caminhamos quase sempre, chego lá e ele está sentado em um banco de costas para mim, pontual como sempre. 

 

- Olá, treinador. - me sento ao lado dele.  

- Oi! - sorriu e me cumprimentou – Sentiu minha falta? - perguntou. 

- Sim, você me abandonou. - repondo. 

- Não te abandonei, só estava tendo uma rotina puxada. - se explicou. 

                                                                                                                                                       Sergio Ramos 

 

Chego no estádio e vou direto para o vestiário, vejo Cristiano me encarando com um semblante estranho, ele me encarava de cenho franzido e com a boca entre aberta, como se quisesse me dizer algo, mas ao mesmo tempo, não quisesse me dizer nada. 

 

- O que foi, Ronaldo? - pergunto me aproximando dele – O que está te incomodando? - completei de braços cruzados. 

- Ramos... - põe a mão no queixo, parecendo preocupado - Você sabe que aquilo não foi o certo a se fazer, cara, e eu ainda deixei você me usar, agora eu faço parte disto. - abre o seu armário - Você já pensou na cara dela quando descobrir? - perguntou enquanto procurava algo – Aquilo não foi certo... Não foi. - murmurou. 

- Eu sei que não foi, Cristiano. Eu sei. - me sento no banco – Mas foi a única forma de acabar com isso, assim Pilar nunca mais vai nos atormentar... - olho para baixo, é lógico que eu estava me sentindo culpado – Cristiano, eu vou fazer a surpresa da Giselle hoje, lembra? - perguntei e ele confirma – Tem que ser perfeito. - sorri de canto - Você acha que ela vai gostar? - pergunto preocupado com a reação dela. 

- Acho que vai. - vestiu a camiseta com o número sete – Agora, vai se vestir porque antes da surpresa, temos um jogo difícil. - apontou para o meu armário – E ah, vê se conta para ela depois, é melhor ela descobrir da sua boca do que de outra, ou da mídia, que é pior ainda... - me aconselhou e eu confirmo. 

  


Notas Finais


Espero que estejam gostando da fic e que não me abandonem.
FAVORITEM! COMENTEM!
Até logo, amores...


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