História Love not broken -Kellic - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Palavras 1.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - I love your scars


Vic Fuentes

 -Mas que coisa mano! -Resmungou alice. 

 -É... Eu preferia ter acordado na rua do que na casa da... -Espirrei e ri. -Danielle... 

-E o Kellin? -Perguntou Oliver. -A drama queen ta bem? 

-Não... -Denis surgiu ali do nada com uma xícara de café. 

 -Que merda mano, por que alguém não dá um tiro nessas piranhas safadas? -Falou Lana, comendo um morango. 

 -Massacre de columbine! -Falei rindo 

 -Não adianta... -Falou Ronnie descendo as escadas preocupado. -Ele não sai de lá nem por chocolate. 

 -Então o negócio ta sério mesmo... -Falou Lana com cara de cu. -Alice, Audrey... Vamos dar uma surra nessas piranhas? 

-Só vamo! -Falaram as duas em coro, rindo e se levantando. 

-Eu vou falar com ele... -Continuei enrolado na mantinha que tinha roubado do sofá só por preguiça de colocar uma camisa e subi até o quarto. Ele estava aberto mas não havia ninguém lá... bem, eu diria que não, se não fosse pela luz do banheiro acesa. -Kellin... -Bati fraco na porta. 

 -M-me deixa sozinho, Victor... -Ele falou baixo, entre soluços. 

 -Por acaso você me deixou sozinho quando a Danielle terminou comigo? -Falei sentando no chão e encostando as costas na porta. -Ou me deixou sozinho quando eu queria só beber até meu pancreas explodir? Ou quando estava psicológicamente fodido? 

-Vic... é diferente... -O ouvi fungar. 

-Não Kellin. Não é... -Falei calmo e sorrindo. -Qual é, sai dai... vamos conversar... se pegar talvez... -Tossi falso. 

 -Idiota... -Ouvi ele rir baixinho. -Você jamais me perdoaria pelo que eu fiz... Vic, você sabe que eu sou um imprestável. Por que ainda insiste em querer me ver bem? 

 -Porquê... -Levantei e suspirei fundo, soltando a manta no chão e escorando a testa na porta. -Você pode ser um lixo, imprestável, inútil, dramático e uma caralhada de palavrões que você pensou, mas eu amo você. Assim... do jeitinho que você é. A Katelynne é uma vadia, prostituta, achada, vagabunda, esnobe e chupa-fama... Mas se você me permitir, eu prometo tentar, de todas as maneiras, preencher cada ferida que ela deixou... -Falei tudo com meu coração na mão. Nunca fui bom com palavras por isso estava nervoso. 

 -Vic... -O ouvi falar e o barulho da porta sendo destrancada. Quando ele abriu, estava tão... mal. Foi um aperto no coração ver ele daquele jeito: olhos vermelhos e rosto inchado de chorar. Ele me abraçou, tão, tão, tão apertado que senti meus pulmões encostarem um no outro. Mas logo retribui, da mesma forma. Ele tremia, estava gelado mas nada mais me importava. -Eu te amo... tampinha! -Ele riu abafado por estar com o rosto enfiado em meu pescoço. 

-Eu também amo você, girafa ambulante. -Falei com um ar irônico e ri. Mas minha expressão tranquila se desfez ai sentir algo escorrendo pelas minhas costas. Me afastei e imediatamente puxei o braço dele. Aquilo doeu muito. Sua pele branquela com cortes profundos que escorriam sangue. Ele puxou o braço e escondeu atrás das costas, olhando para o chão. -Kellin... Você tinha prometido! 

-M-Me desculpa... e-eu... não soube ou-outra forma de aliviar e... -Os olhos dele se encheram de lágrimas novamente. 

 -Ei, ei ei. Fica calmo! -Falei segurando o rosto dele, o fazendo olhar para mim. -Ta tudo bem. Calma, okay? -Ele assentiu com a cabeça e sorriu triste. Dei um beijo nele, calmo e  que não durou muito, mas foi o suficiente para fazê-lo esboçar um pingo de felicidade naquele rosto tristonho. -Vou pegar as coisas e fazer um curativo nesse seu braço. Ai, a gente vai sentar e conversar. -Falei ja indo até a porta. 

 Desci e dei falta das garotas na sala. Ri fraco e Andy me olhou chocado.

-Cara, você matou o Kellin? -Falou ele, preocupado e incrédulo.

-Ainda não... por quê? -Perguntei indo até a grande cristaleira onde Denis guardava as bugigangas aleatórias. Peguei o kit de primeiros socorros e olhei os garotos. -Que foi? Até parece que eu to todo ensanguentado e.... ah, é... -Falei lembrando de minhas costas.

-Que merda ele fez? -Perguntou Denis, bebendo um gole de café.

-Nada com que precisem se preocupar... por enquanto... -Falei dando de ombros. -E as meninas?

-Foram atrás da Danielle e da Katelynne, ué. -Falou Andy com cara de psicopata.

Revirei os olhos e subi again ao quarto. Tranquei a porta porque vai que né (Cara de lua estupradora do whatsapp). Kellin estava sentado no chão, olhando o nada. Larguei o kit no chão e umideci uma toalha no banheiro. Voltei lá e me sentei na frente dele, colocando seu braço sobre minha perna.

-Isso vai arder... -Falei passando levemente o pano sobre os cortes para limpar o sangue.

-Merda. -Ele mordeu o lábio forte e apertou o punho. Até parece que não estava acostumado.

-Isso nem é o pior. Não reclama. 

Uma vez limpo, passei água oxigenada e pomada, rindo dos gemidos de dor dele. Sempre quis ouvi-los, mas em outra situação (cof cof). Logo enfaixei o braço dele com uma atadura, passando meus dedos levemente por cima.

-Aquilo que você falou... é verdade? -Ele perguntou calmo, me fitando. 

-Olha bem para minha cara de quem brinca com isso. -Falei indignado e ele riu.

-Você me ama mesmo assim? -Ele apontou para o braço e perguntou com um ar triste.

-Isso são pequenas rachaduras do corpo que posso preencher com amor. -Sorri e beijei o curativo dele. Ele soltou uma risada baixa, que me fez sorrir grande. -Eu amo suas cicatrizes. Eu amo suas tatuagens. Eu amo seu cabelo. Eu amo seu jeito. Eu amo você. -Falei me jogando para frente e abraçando o pescoço dele.

-As vezes fico na duvida de quem é mais mulher nessa história. -Ele riu e abraçou minha cintura, indo para trás até deitar no chão.

-Com certeza é você. -Mostrei a língua e ele revirou os olhos rindo.

-Eu acho que você tem razão... de novo. -Sorri e o beijei.

Bem, eu diria que, por mim, seria um beijo cheio de amor, carinho e "Eu vou estar aqui por você". Mas ele não queria isso.  Foi exatamente diferente e admito que quero muito ver onde isso vai dar... Cada vez mais profundo. Mais inteso. Mais desejo. A cada toque uma sensação maravilhosa de ansiedade e paixão ao mesmo tempo. 

Como se respira mesmo? Acho que esqueci...


Notas Finais


Oi gente, quanto tempo rçrçrç. Novamente, a imaginação é minha u.u deixa meu Kells depressivo bad vibes emo 2017 ok? Ok! E outra coisa: VAI TER +18 SIM. Quero ver(escrever) essas duas crias se estuprarem e já estou trabalhando nisso. Então, acalmem o coraçãozinho safado de vocês szszszsz


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