História Love or Fun - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Romance
Visualizações 1.019
Palavras 2.905
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Resgate.


POV Justin

[...]

Chegamos no cativeiro e eu coloquei Vanessa em uma cama que tinha lá. Eu a desamarrei e tirei o pano de sua boca. Ela me olhou com medo e se encolheu.

-EU QUERO O JUSTIN! ME TIREM DAQUI! SOCORRO!

-Para de gritar, filha da puta!

-VOCÊS QUEREM DINHEIRO? NÃO VÃO CONSEGUIR!

-Manda  a pirralha calar a boca! -Alfredo falou-.

Ela se encostou mais nada parede e se abraçou.

-Qual o telefone da sua casa?

-Não interessa!

Ergui a camiseta e mostrei a arma que estava em minha cintura.

-Não sabe mesmo?

As lágrimas começaram a rolar com mais rapidez e ela falou o número gaguejando. Anotei e liguei, mas claro, não iria ser tão fácil.

-Ligação on-

-É o seguinte, eu estou com sua filha e só vou entrega-la com 500 mil.

-O que? V-Vanessa? -um mulher falou, com certeza era a mãe dela-.

-Você é surda? Eu só entrego a garota com 500 mil garantidos!

-M-me deixe falar com ela, por favor! Não t-temos como pegar o dinheiro agora!

-Não tem problema -ri-, eu espero.

-Ligação of-

-EU QUERO FALAR COM MINHA MÃE! POR FAVOR! -ela disse levantando da cama e vindo até mim. Eu rapidamente a empurrei e pedi para que uns do capangas a pegassem-.

Vanessa só gritava e chorava e aquilo estava me irritando. Juro, eu estava me controlando para não dar uma surra nela naquele exato minuto.

-O QUE VOCÊS FIZERAM COM O JUSTIN?

-Digamos que esse tal Justin deve estar em um lugar melhor -Alfredo falou causando o riso de todos, menos dela-.

-VOCÊS MATARAM O JUSTIN? NÃO, POR FAVOR!

-Cala a boca!

-Esse tal Justin deve estar de boa, nem deve está ligando para você!

Ela ficou quieta e se sentou na cama.

-Por favor, não faça nada com Justin... ele é muito importante pra mim -ela falou em meio os soluços-.

Engoli em seco aquelas palavras e a fiquei encarando.

POV Vanessa

Eu estava com muito medo de estar naquele lugar, mas não tanto de ter perdido Justin. Eu não sabia o porque que estava fazendo aquilo comigo, ninguém sabia nada sobre minha família.

Naquele quarto, ou melhor, cativeiro, tinha 6 pessoas, mas, apenas 2 falavam comigo. Dava parar perceber quem era o chefe dali, o que ele falava os outros obedeciam. E ele também não chegava muito perto de mim e sempre, mesmo estando com máscara, ele virava o rosto. Achei estranho.

-Quer comer alguma coisa? -um dos caras perguntou-.

-Não.

-Ah, deixa essa pirralha em paz -o chefe falou-.

-Eu odeio vocês! Eu quero que vocês morram! -berrei-. Vocês vão ser presos! -fui pra cima-.

Ele, o chefe, me segurou com forças pelo braço e me jogou no chão, me fazendo bater a cabeça na parede. Passei minha mão na nuca, e quando a tirei, vi sangue. Apoiei minhas mãos no chão, tentando levantar, mas foi em vão. A pancada tinha sido muito forte. Comecei a ficar zonza. Meus braços fraquejaram, e aos poucos, tudo foi se apagando e eu caí. Desmaiei.

POV Justin

Vanessa estava totalmente acabada, aquilo, de alguma forma, me deixava mal, mas sabe, eu não liguei. Eu sou durão.

Pedi para que Alfredo a perguntasse se ela queria comer, e ela disse que não daquela forma metida dela. Falei para que ele a ignorasse e ela começou a gritar. Vanessa gritava que me odiava, e que queria que eu morresse. Coitada, mal sabia que era eu, o amor de sua vida.

Ela veio pra cima de mim, mas eu a segurei pelos braços e a empurrei, a fazendo cair. Ela bateu a cabeça na parede, com força pois fez barulho. Ela passou a mão na nuca e quando tirou, estava sangrando. Ela tentou se apoiar, mas acabou caindo e desmaiando. Fodeu.

A peguei no colo e a coloquei em cima da mesa que havia lá.

-Me dá gelo!

Um dos capangas trouxe e eu coloquei em sua cabeça para tapar o sangue. Amarrei um pano em sua cabeça e fiquei esperando ela acordar. Provavelmente iria demorar.

-Cara, por que você não filma isso e manda pra família dela? Você vai conseguir ais dinheiro, bro.

-É, pode ser.

Tirei fotos de Vanessa desmaiada e guardei meu celular.

-Toma conta dela enquanto eu ligo lá.

Alfredo assentiu e eu liguei lá.

-Começo de ligação-

-É o seguinte. Sua filha está aqui, e só vamos devolve-lá viva, com 1 milhão.

-1 milhão? Tá fechado. Onde eu entrego esse dinheiro? -uma voz de homem-.

-Fim de ligação-

Eu reconheci aquela voz. Era a voz de Lohran. E sim, agora realmente ferrou com tudo.
 

POV Lohran

Estava de bobeira no meu escritório, quando meu celular toca. Olhei no visor era da casa da Vanessa. Estranhei pois ela tinha avisado que ela iria sair com o Bieber.

-Começo de ligação-

-Lohran?! A V-Vanessa, foi sequestrada! -era a mãe dela-.

-O que? Calma, eu to indo aí.

-Fim de ligação-

Não era possível. Bieber era um irresponsável filho da puta!

Peguei a chave do primeiro carro que vi e dei partida.

[...]

-E o Bieber?

-Nós não sabemos dele. Lohran, faz alguma coisa! Não deixa minha filha morrer, por favor! -a senhora Benson suplicava-.

-Calma, e-eu vou dar um jeito. Mas cade o Bieber?

-Eles saíram, mas, eu não sei nada.

-Certo. O jeito, é só esperar a ligação.

Eu estava com pena dos pais de Vanessa e extremamente nervoso com isso. Meu ódio por Bieber, tinha aumentado. Ele foi um irresponsável e, se, algo acontecer com a Vanessa, eu o mato.

[...]

O telefone e eu atendi.

-Começo de ligação-

-É o seguinte. Sua filha está aqui, e só vamos devolve-lá viva, com 1 milhão.

-1 milhão? Tá fechado. Onde eu entrego esse dinheiro? -uma voz de homem-.

-Fim de ligação-

Filhos da puta! Aquela voz não era estranha, mas não, eu não iria ficar inventando coisa.

-Eles desligaram.

-E agora? -o pai de Vanessa falou-.

-É melhor vocês irem dormir, eu fico com aqui. Vocês precisam descansar, fiquem

sucegados, qualquer novidade eu informo vocês.

Eles assentiram, agradeceram e subiram.

[...]

-É o seguinte, quero que você procure por Bieber ou por um dos seus amigos, entendeu?

-Sim, senhor Lohran.

-Ótimo. E você -apontando para o outro homem-, tenta rastrear o número -entrei um papel com o número-. Qualquer coisa, me avisem no rádio.

Eles assentiram e saíram.

POV Vanessa

Eu acordei e senti uma forte dor na minha cabeça. Passei mão e senti um pano ali. O tirei rapidamente vi sangue. Passei novamente a mão na cabeça e não senti nada. Melhor.
Me sentei e vi que estava em cima de uma mesa e para minha tristeza, eu ainda estava naquele cativeiro. Todos os caras que estavam lá, estavam me olhando. Um deles, me pegou com força pelo braço e me jogou em um colchão, aquele que estava desde quando tinha chegado aqui.

-Qual o número de qualquer celular da sua casa?

-E-eu não sei.

-Anda, vagabunda!

Eu falei o número da minha mãe, mesmo não querendo pois sabia que ela iria ficar preocupada. Eu estava tentando não demonstrar fraqueza, mas naquela hora, eu realmente desmoronei. Eu estava fraca, tanto fisicamente como emocionalmente. Eu apenas queria abraçar o Justin, o Lohran e meus pais.

Pov Justin

-Para de chorar, caralho!

Vanessa me olhava com medo e se encolhia cada vez mais e mais. Aquilo não me dava mais dó e sim raiva.

Peguei o número do celular da mãe dela e mandei, por mensagem, as fotos que tinha tirado dela desmaiada. E agora, é só esperar a reação deles.

POV Lohran
O celular da senhor Benson vibrou e eu peguei para ver. Era número privado. Abri a mensagem e me deparei com fotos de Vanessa caída e com a cabeça sangrando. Meu coração acelerou, e eu comecei a soar frio.

Não poderia ter conhecido nada com ela. Calma, Lohran, tenta não demonstrar medo para eles. Fique forte, você ainda a tem! Peguei o celular novamente, e tentei ver se o número aparecia ou algo do tipo. Era número privado. Liguei para uns dos capangas, e ele disse que, não havia encontrado nada e que provavelmente, o cativeiro era fora da cidade ou em um lugar bem afastado do centro. Droga.

Subi para o quarto de Vanessa e, procurei em todas suas coisas, o telefone de Bieber. E felizmente, o encontrei. Estava no meio de 2 fotos deles. E aquilo me doeu. Não sei, acho que eu estava realmente gostando dela e sabia que, iria me machucar pois ela ama ele. Bieber.

Afastei os pensamentos para lá e, foquei em socorrer Vanessa. Digitei o número de Bieber e esperei ele atender. Depois de 4 tentativas, eu desisti e cheguei a conclusão que, ele também havia sido sequestrado. Mas por que nenhum dos sequestradores falaram dele? Isso era o que me intrigava.

Desci novamente pra sala, e havia duas ligações perdida no telefone. Merda. Sentei-me no sofá e fiquei olhando para o nada, esperando alguma notícia ou ligação, e, nesse meio tempo, passou pela minha cabeça a chance de Justin ter planejado esse sequestro. Mas não, Bieber não seria capaz de fazer isso. Ou seria?

POV Justin

Meu celular não parava de tocar e sempre que eu olhava na tela, era Lohran. Sim, eu tinha o número dele. Eu estava ficando louco com tudo aquilo. Vanessa chorando, telefone tocando, os vagabundos dos capangas sem fazer nada, que inferno. Vou acabar com tudo isso. Mas não agora, queria brincar mais um pouquinho.
Me abaixei perto de Vanessa e ela estava soluçando de tanto chorar. Ela não havia ido no banheiro, bebido alguma coisa e muito menos comido algo.

-Quer comer alguma coisa?

-Não. Me deixa em paz, saí daqui!

-Que se foda também.

Ela me fitou com os olhos e eu logo virei o rosto. Com o capuz, dava para ver os olhos e Vanessa, reconhecia bem as pessoas pelos olhares.

[...]

Mandei os outros capangas irem embora e deixei só Alfredo ficar. Quem sabe ele seria útil em alguma coisa. Vanessa foi vencida pelo cansaço e acabou dormindo.

-Vai aumentar o preço?

-Claro! Aquele amiguinho dela, o Lohran, descobriu meu número -nós estávamos falando baixo para que ela não ouvisse-.

-Ligou no número privado?

-Sim.

-Então não tem nenhum problema. Não tem como rastrear.

Sorri aliviado e voltei a ligar.

-Ligação on-

-2 milhões por ela viva. Daqui a dois dias, eu vou á retornar a ligação. Repito, 2 milhões por ela viva.

-Ligação of-

-Você é o cara, Bieber.

Dei uma risada concordando com ele.

POV Lohran

O telefone tocou e por sorte, era o sequestrador. Eu atendi com a intenção de ameaça-lo ou poder falar algo, mas não, ele foi curto e grosso dizendo que, em dois dias queria 2 milhões e entregava Vanessa. Vocês podem estar pensando, por que eu não chamei a polícia. Seria pior, eles não iriam encontrar o cativeiro pois não havia nenhum rastro ou testemunha, ou, se eles conseguissem, com certeza, Vanessa iria correr risco de vida.
Agora o jeito é esperar. Esperar para que tudo dê certo, para que minha Vanessa fique bem.

POV Vanessa

Dois dias se passaram e eu ainda estava aqui. Não comia, não bebia, não fazia nada, eu apenas queria que tudo ficasse bem. Nesses dias, só os dois cara ficavam lá e ás vezes, um deles, me agredia e eu não poderia fazer nada. Estava fraca.

Hoje, lá estava movimentado. Os outros capangas chegaram e estavam todos armados. Eles entravam em uma porta que havia lá, e me deixavam sozinha ali jogada.

[...]

Minutos depois todos saíram de lá e eu me afastei, indo pra trás e me encolhendo cada vez mais.

-Chegou sua hora, linda. -o chefe falou-.

-Não, por favor!

Ele riu e me puxou pelo braço e me levantou. Eu me debatia, mas era em vão. Ele colocou um pano em meu nariz, e aos poucos, eu fui fraquejando e tudo se apagou.

POV Justin

Seria hoje que eu iria entrega-la. Tudo estava preparado, e ela já estava apagada no banco de trás do carro. Saímos disparados para o local escolhido e fiz a última ligação.

-Começo de ligação-

-Você deixa o dinheiro na caixa que já está lá, saí andando normalmente e fica no outro quarterão. Espera 10 minutos e pode vim pegar a garota. Ah, e se não tiver os 2 milhões, ela morre.

-Fim de ligação-

Vanessa ameaçou de ter acordado, mas, eu fiz ela cheirar o pano novamente. Os 4 capangas ficaram do lado de fora armados, caso chegue a polícia ou alguém ou alguém reage. Eu, Alfredo e Vanessa ficamos logo atrás esperando.

[...]

Minutos depois, um carro preto passou e eu me liguei que era Lohran. Era meio que óbvio ele vim. Dei um passo pra trás e vi ele saindo do carro e colocando 2 sacos na caixa. Assim como combinado, ele saiu andando, mas, eu pude perceber que ele estava armado.
Um dos capangas correu até lá e pegou os dois sacos e correu pra dentro. Nós estávamos em um quartinho abandonado.

Me agachei e contei todo o dinheiro e tudo estava certo. Havia 2 milhões de dólares ali!

-Vamos, vamos!

Pegamos nossas coisas e saímos correndo, deixando Vanessa desmaiada ali.

POV Lohran

Dois dias tinham se passado e hoje, eu acho, iriam entregar Vanessa. Não pedi dinheiro para os pais de Vanessa, eu fui no banco e peguei da minha conta. 2 milhões  não fariam a miníma diferença e é tudo por ela. Pela minha pequena. Conselhei para seus pais que ficassem em casa pois, talvez, seria perigoso.

Peguei meu carro, coloquei o dinheiro em dois sacos e dei partida para o local onde havia sido combinado.

[...]

Em 30 minutos, mais ou menos, eu cheguei no local. Era isolado, na beira da estrada. Em frente, tinha uma caixa. Desci do carro e coloquei os dois pacotes de dinheiro ali e voltei para o outro quarterão.

[...]

10 minutos depois, eu corri pra lá e só encontrei Vanessa caída no chão. Ela estava totalmente fraca e por seu corpo, havia algumas marcas, com certeza eram marcas de agressão. Aquilo me irritou profundamente, mas, eu não poderia fazer nada, apenas cuidar dela.

A peguei no colo e corri para o carro, a colocando no banco dos passageiros. Tomei meu lugar e acelerei o máximo que pude para um hospital próximo.

[...]

Cheguei no hospital e de imediato, chamei um dos enfermeiros e eles colocaram Vanessa na maca e a levaram rapidamente para uma sala de exame. Eu queria e tentei entrar, mas não fui permitido, o jeito era, ficar esperando. Liguei para a senhora Benson e a tranquilizei, e disse que, assim que Vanessa saísse daqui eu iria leva-la para casa.

[...]

1 hora se passou e o médico saiu da sala.

-Como ela está?

-Antes de tudo, você tem que dar queixa na polícia, ok? Bom, ela estava fraca, parece que faz dias que não não come e nem toma algum líquido. Seu corpo tem algumas marcas de roxas e de sangue, mas isso já foi tratado.

-Ela já acordou?

-Sim, e ainda está muito assustada e se recusa a comer.

-Será que eu posso entrar?

-Claro, por aqui -me conduziu até o quarto onde ela estava-.
Bati na porta e entrei. A encontrei sentada/deitada na cama. Sorri por ver que ela estava ali, e bem.

-Lohran! -ela ameaçou levantar mas eu corri até ela-.

-Pequena! -eu a abracei fortemente-.

-Eu tive tanto medo, Lohran! E-eu não sei por que eles fizeram isso -ela estava chorando-.

-Calma, princesa. Agora passou, está tudo bem.

-V-você sabe do Justin? Ele está bem, não está?

-Eu não sei nada dele. Já tentei ligar e nada.

-Eu quero o Justin, Lohran! Promete que ele vai ficar bem? Promete?!

Suspirei e assenti.

-Agora você vai comer.

-Eu não quero.

-Por favor, Vanessa. Por mim.

Ela assentiu e eu peguei seu lanche que estava do lado e coloquei em cima de sua perna. Vanessa me olhou e mordeu um pedaço.

-Pronto, já comi.

-Eu disse tudo.

Ela mostrou a língua e continuou comendo.

Quando acabou me deu o prato e o copo.

-Tá feliz?

-Muito -sorri-.

Ela sorriu envergonhada.

-Lohran.

-Oi.

-Eu te amo. Obrigada.

-Eu também te amo, meu anjo.

Ela sorriu novamente. Eu amo aquele sorriso.

POV Vanessa

Depois de dias naquele cativeiro, eu finalmente estava em casa. Lohran tinha me ajudado. Ele realmente era o anjo da minha vida.

Meus pais estavam decididos que iriam se mudar essa semana. E mesmo apesar disso que aconteceu, eu queria ficar.

-Ela pode morar comigo. Eu sou de maior e não tem nenhum problema -Lohran falou-.

Meus pais se olharam.

-Vai cuidar dela?

-Claro!

-Tá ok, então. Mas é temporarío, até nos arrumarmos lá -meu pai falou-.

 Sorri e Lohran meio que comemorou. Subi e chamei Lohran comigo.

[...]

Lohran foi embora e eu fiquei no quarto. Eu ainda estava assustada e com medo daquilo acontecer novamente. Mas meu medo maior era de ter acontecido algo com o Justin.

[...]

A noite caiu e eu já estava deitada na cama. Virei e revirei mas o sono não veio. Enquanto eu não tivesse certeza que Justin estava bem, eu não iria ficar totalmente bem. Desci e peguei o telefone da sala e disquei o número dele. Chamou várias vezes e nada do Justin atender. E se tivesse matado ele? Não, não e não! Isso não poderia acontecer.
 


Notas Finais


Eeeeeeeeeeei, postei o décimo <3 Bom, tenho dois capítulos prontos e vai dar para postar de boa, mas, depois eu não sei porque vai começar as aulas e tau. Mas enfim, qualquer coisa eu aviso. Bjbj


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