História Love Sweet Love - Leweus - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Marco Reus, Robert Lewandowski
Tags Gay, Hot, Jogador De Futebol, Leweus, Romance
Visualizações 38
Palavras 1.792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lindus e lindas fico feliz que estejam gostando, é sempre um desafio começar algo novo e toma tempo um tempo que não tenho pq trabalho e faço outras coisinhas ajasij mas escrever faz parte do meu sangue e não consigo viver sem. Agradeço por cada comentario e minuto que dedicam ao ler essas coisas loucas que escrevo. Boa leitura,nos vemos no final ;) bjoos

Capítulo 4 - Mistério


Fanfic / Fanfiction Love Sweet Love - Leweus - Capítulo 4 - Mistério

 

 Eu tinha acabado de me entregar por completo a um homem perfeito e gostoso e que amo, merda por que eu tinha que ter feito isso? Eu simplesmente não podia ter ido embora? Não, sou um fraco tão fraco que agora mal consigo sentir minhas pernas, mas preciso correr para longe, fugir dele.

‘’Marco espera!’’ ele me alcança e segura meu pulso me fazendo quase cair contra seu corpo ainda quente, tão quente como quando a água escorria daquele chuveiro, única testemunha do que tínhamos feito, não era nada de errado transar com o professor sexy, mas porra, agora estão tão apavorado que mal consigo respirar, parecia mais fácil fazer isso quando ele ainda estava dentro de mim.

‘’O foi? O que esta acontecendo?’’ sua voz é calma e preocupada, sério? Ele me agrediu mais um bando de homens e agora está preocupado comigo?

Respiro fundo tentando manter-me de pé, mas minhas pernas estão tão tremulas.

‘’Me deixe ir’’ é tudo que consigo pronunciar com a voz falha e o coração acelerado.

‘’Me deixa te levar?’’ ele ainda parece preocupado, mal consigo olhar em seu rosto.

‘’Não, eu prefiro ir sozinho’’

Ele solta meu pulso, mas não dou nem um passo, porem estou aliviado, nem tanto quanto gostaria de estar depois de um sexo tão bom.

Talvez eu esteja apenas paranoico que esta imaginando coisas, preciso ver meu psicólogo urgentemente. Mas o gorro preto estava lá, e céus era igualzinho as que usavam. Por que diabos esse homem tinha um desses e estava no seu carro?

‘’Pelo menos me explica o que você tem?’’

Antes que eu pudesse responder um carro de policia passa e toca de leve a sirene como que avisando, olha estamos aqui para qualquer coisa, mas ignoro e a deixo ir, se fossem dois segundos antes eu gritaria como uma gazela em perigo. Mas lá estava aquele par de olhos azuis me fitando intensamente. Talvez eu seja louco.

Apenas sigo meu caminho, porem ao chegar em casa ofegante me jogo no sofá, por que eu simplesmente não perguntei? Com certeza ele tinha uma explicação obvia para aquele gorro ou talvez não.

 

Apaguei tão rápido quanto engoli os comprimidos para me dar sono e só acordei com o som do carro do meu vizinho e seu portão automático sendo fechado. Tomei um banho sem conseguir evitar me lembrar da noite que tive, caralho, preciso esquecer aquele homem, ou talvez eu precise mesmo é denuncia-lo, mas que porra de provas eu tinha? Nada. Talvez eu ate tenha apenas imaginado coisas.

Burki me atendeu no segundo toque. Eu precisava desabafar com alguém que pudesse me ajudar e foi nele que pensei primeiro. Burki chegou em menos de meia hora, mal consegui preparar um café por sorte ele trouxe pães de queijo. Eram meus preferidos para o café da manhã, além de suco de laranja, mas caso tentasse espremer algumas poderia perder meus dedos, ando tão distraído.

‘’Bom dia’’ ele disse me dando um abraço gentil. ‘’Trouxe pães de queijo’’

Agradeço e o dirijo ate o sofá, vou ate a cozinha pegar o café que acabei de fazer, além das xicaras que mau uso. Quando volto, ele ainda esta de pé e parece observar tudo ao redor. Eu sei que tenho mal gosto, mas quem decorou foi minha vozinha que Deus a tenha.

‘’Lembra que te falei sobre o homem que conheci?’’

Ele virou-se e me olhou com olhos intensos.

‘’O professor?’’

Não me lembro de ter contado detalhes...mas ignoro.

‘’Esse mesmo’’ digo sentando-me.

Ele ainda de pé me encara.

‘’O que tem ele?’’

Tento não parecer idiota, nem ao menos sei se eles se conhecem.

‘’Você o conhecia? Digo...antes de me levar até lá para fazer as aulas?’’

Burki senta-se lentamente no sofá à frente e somente depois reponde.

‘’Não, eu não o conhecia, na verdade pesquisei sobre alguma academia que desse esse tipo de aula, mas não o conhecia. ’’ sua resposta é convincente, acredito nele, até por que não havia motivos para ele mentir para seu paciente ou havia?

‘’Acho que to louco.’’ Falo temendo ouvir o que acabo de dizer.

Ele sorri.

‘’Não Marco, não esta...’’

Pegando a xicara serve-se do café e tomando um gole me deixa a deriva, estou atordoado demais que nem se quer consigo me mover.

‘’Mas então por que eu vi o gorro no carro dele?’’

Eu nem tinha certeza de que era um gorro, e se fosse uma blusa?

‘’O mesmo gorro que usaram quando te agrediram?’’

A dor voltou em meu peito somente em me lembrar daquela maldita noite.

 

Pov Robert

Fazia quantos anos que eu nem se quer via meu amigo? E por que ele me receberia agora? Não custava nada tentar. Giroud era o melhor delegado da nossa cidade, e meu melhor amigo na época de infância, apesar de novo, já tinha ganhado até um premio.

Ao entrar na delegacia notei o sol passar pelas cortinas e um policial gordo se levantar da mesa me encarando dos pés a cabeça talvez pensando que eu ia reclamar algum assalto, o que deve ser normal por aqui.

‘’Preciso falar com Olivier Giroud’’

Seus olhos se tornam ainda mais intensos sobre mim, sinto-me até sem jeito, mas mantenho a postura confiante e seria.

‘’O delegado?’’

Preciso responder?

Ele volta a se sentar e parece me ignorar.

‘’Ele esta?”

Olho no relógio e passam das oito, talvez ele ainda esteja é dormindo na cama dele.

O policial gordo e meio careca sorri voltando a me olhar nos olhos.

‘’Qual é a queixa? Roubaram seu Rolex?’’

Pego no celular.

‘’É assim que você trata as vitimas que chegam aqui?’’

Ele parece nem se importar com meu gesto ameaçador.

‘’Vou ligar agora mesmo para um amigo que tenho na procuradoria. ’’

Intimidado ele me observa, mas levanta-se rapidamente.

‘’O delegado ainda não chegou’’

Desligo o celular guardando-o no bolso do terno patético que vesti, sabia que assim me respeitariam mais em um local como esse do que vestido de bermuda e regata.

Não demorou muito para meu amigo chegar nem fazia ideia se me reconheceria se a ultima vez que nos vimos foi quando deixamos a escola. O gordo o avisa sobre minha presença e eu já de pé estendo minha mão.

‘’Se lembra de mim?’’ tento não soar patético, mas é assim que me sinto.

‘’Robert? Meu deus’’ ele me aperta a mão com muito entusiasmo.

‘’Entre’’ ele passa pela porta que dá ao seu escritório.

Dou passos apressados atrás dele tentando me conter para não mostrar o dedo do meio ao gordo antipático.

‘’Não acredito que é você, como estão às coisas?’’ ele diz sentando-se na cadeira e afrouxando a gravata.

Abro um sorriso, ele faz o mesmo. Realmente estava feliz em revê-lo.

‘’Bem...quero dizer, alcancei meu sonho’’

Seus olhos azuis brilham.

‘’Que bom fico feliz Robert, você sempre quis ter uma academia’’ ele diz depois que eu conto brevemente o que ando fazendo nesses anos todos.

‘’E você sempre quis ser policial. ’’

‘’Na verdade foi um erro, mas a vida é assim mesmo.’’

Não consegui imaginar o porquê ele estava insatisfeito com sua profissão, mas tinha coisas mais importantes agora.

‘’Mas me diga esta aqui a passeio ou precisa de algo?’’

Senti-me um estupido.

‘’Me desculpe por só te procurar agora, sabe como é... As coisas o tempo a vida...’’

‘’Sei...’’ ele sorri gentil colocando as mãos unidas sobre um montinho de papeis em sua mesa. Nem de longe parece aquele menino que empinava pipa comigo nas ruas.

‘’Mas não se preocupe Robert, eu também não tive tempo para ir atrás dos meus amigos de rua.’’

Assenti me sentindo aliviado por não ser o único desleixado.

Conto a ele brevemente em como conheci Marco e as circunstancias em que estávamos. Omito claro o hot delicioso que tive com ele ontem à noite e mal posso esperar para repetir. Aquele corpo se encaixou perfeitamente ao meu e pareço não conseguir respirar direito sem ele.

‘’Então ele viu o gorro e correu?’’

Assenti pegando o gorro dentro do bolso.

‘’Eu nem sei de onde isso saiu.’’

‘’Deixa seu carro aberto?’’

Penso por um momento, mas não me lembro de conferir todas as vezes se travei as portas.

‘’Às vezes na pressa... não sei dizer.’’

‘’Ah..e tem câmeras no estacionamento?’’

Policiais sempre mais espertos.

 

Pov Marco

Não gostava nem um pouco de falar sobre aquela noite.

‘’Esquece, eu devo ter visto demais, acho que era uma blusa.’’ Digo tentando acreditar em minhas palavras. Era o melhor a fazer.

‘’Certo’’ Burki diz em tom profissional e mudando de assunto pergunta o que estou achando das aulas de autodefesa.

Realmente esta me fazendo bem, me sinto mais corajoso e confiante, embora quando sonho ou penso no que aconteceu o que quase sempre volta para me atormentar, me sinto impotente. Eram quatro ou cinco, até agora não entendo o motivo de tanto ódio.

‘’Foi uma ótima ideia’’

Ele sorri fazendo uma carinha suspeita.

‘’E você ta apaixonado...’’

‘’Eu não’’ me sinto tão patético em querer negar aquilo.

‘’Sabe...’’ ele se inclina colocando os cotovelos na coxa, estão tão lindo usando uma calça social e uma camisa preta dobrada até os cotovelos revelando algumas de suas tatuagens. Eu já tinha visto fotos dele no instagram, fotos de sunga em viagens de férias, reconheço que o acho atraente, mas jamais seria como aquelas mulheres que ele vive rodeado. Ele nem sabe que sei tanto sobre ele... pelo menos penso saber. É errado julgar alguém por suas redes sociais?

‘’Naquela noite que te levei lá...eu percebi a maneira que o olhou...’’

Lembro-me bem quando o vi lutando todo suado e sexy, merda, Robert era um homem muito gostoso, mas eu não podia sentir aquilo. Não sobre ser gay, já tinha me assumido há muitos anos, mas precisava respeitar o homem que ia me ajudar a ser um homem mais forte. Ele lutava incansavelmente no meio do ginásio, eu nem entendia o porquê meu psicólogo havia me levado para ver algo tão violento depois do trauma que passei. Mas aquilo era interessante demais, o outro homem era ate mais musculoso que ele, mas Robert com seu talento e destreza conseguiu deixa-lo no chão por mais tempo levando assim o publico a loucura.

Quando o professor sexy me olhou, quando Burki me levou ate os bastidores e ele usava agora um moletom cinza que o deixava ainda mais sensual. Senti todo meu corpo desmoronar nunca tinha me sentido assim antes, tão envolvido, tão admirado e babando por um homem.

 

Pov Robert

Marco se vai e eu mal consigo raciocinar, volto para o carro e garanto que sua volta para casa seja segura seguindo-o de longe sem que me perceba. Olho novamente para aquele gorro, mas não me lembro de ter um assim.



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