História LOVED ME BACK TO LIFE - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Beth Greene, Carl Grimes, Daryl Dixon, Personagens Originais, Rick Grimes
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Maggie Greene, Personagens Originais, Rick Grimes, The Walking Dead
Visualizações 18
Palavras 1.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente.
Então, eu estou reescrevendo Loved me back to life.
A antiga história não estava me agradando muito, então eu resolvi escrever novamente. Eu tinha perdido a vontade de escrever isso, e isso estava me deixando bem chateada porque essa é e sempre será a minha primeira fic, e eu amo a Teresa, mesmo que agora ela vá ter muitas mudanças,que vcs vão perceber com o passar da fic.
Espero que gostem da nova fanfic que criei, e que percebam que estou numa nova fase da minha minha vida, meus gostos mudaram e a história e o meu modo de escrever vai mudar também.

Espero de coração que agrade vocês.

PS: O CABELO AÍ É O DA TERESA( SÓ QUE ELA É LOIRA) EU VOU COLOCAR FOTOS DO PENTEADO NOS CABELOS DELA EM TODOS OS CAPS

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction LOVED ME BACK TO LIFE - Capítulo 1 - Prólogo

Prólogo

POV Terceira Pessoa

A respiração da mulher ficou suspensa. Seus grandes olhos azuis nebulosos estavam fixos num ponto a sua frente enquanto ela concentrava-se. Ela não se permitia distração alguma, ela não se permitia o privilégio de cometer erros.

                Soltando a respiração, Teresa ouviu a música suave vinda do fundo do estúdio começar. Seus pés, envoltos pelas sapatilhas de balé rosa-claro, logo estavam na posição dolorosa, mas ao mesmo tempo amada que ela nunca conseguiu se acostumar. Com todo o seu peso imprensado na ponta de seus dedos do pé, ela lentamente começou a se mover pela sala, seus braços se movendo graciosamente como asas ao seu redor, ás vezes lentamente, outras vezes tão rápido que só se viam borrões.

                A Dying Swan não era sua dança favorita. Mesmo que fosse a que ela dançava nesse momento, e que ela admirasse como trazia ao público e a bailarina uma sensação persistente de melancolia e emocionava facilmente qualquer um que visse, se fosse bem interpretada, sua peça favorita sempre seria A Sapatilha Vermelha. O modo como aquela coreografia representava o desespero de não poder controlar o próprio corpo, o medo de nunca mais parar de dançar e a rejeição e o medo de todos sobre o diferente, sobre o que eles chamavam de aberração fascinava Teresa, ao ponto de faze-la praticar aquela coreografia até seus músculos atrofiarem e seus pés sangrarem.

                Teresa termina a dança, a melancolia que a música e a coreografia triste traziam presente em suas feições. A mulher se levanta com a leveza que uma bailarina sempre traz, mesmo quando não está dançando. Ela passa as mãos por seus braços finos e longos, cobertos apenas pelo tecido preto de seu casaco leve, que usava apenas para cobrir seus braços e costas com marcas traumáticas.

                Logicamente estava frio em Rømskog, a pequena comuna de Østfold, um também pequeno condado do sudeste da Noruega, que por acaso era a casa de Teresa Ingstad. A temperatura estava em três graus negativos, e tinha umidade o suficiente para sufocar as 668 pessoas que viviam na pequena comuna. E por isso ela só podia agradecer por existir um sistema aquecedor no único estúdio de balé da comuna.

                Com a mente finalmente livre de seus pesadelos que insistiam em lembra-la de seu passado, Teresa vestiu seu casaco grosso por cima de seu collant preto e seu casaco leve igualmente escuro, colocando a grossa calça, também negra, logo depois e por fim cobrindo-se com um sobretudo simples, mas grosso e que a aquecia em todos os invernos rigorosos de Rømskog.

                Depois de tirar suas sapatilhas e troca-las por um tênis confortável, Teresa se vê pronta para ir para sua casa, que dividia com Liliam e as crianças desde a morte de Charles, marido de Liliam e por acaso, seu melhor amigo e quem mais confiava, depois de Liliam, é claro.

                A mulher nunca se conformaria que seu nome é um nome estrangeiro, e muito menos que o nome de sua melhor amiga e de seu melhor amigo também são, no caso de Charles era, por isso insistiu que os nomes de suas duas afilhadas deveriam ser de sua própria escolha, o que Liliam concordou relutantemente.

                Então, quando estava prestes a se levantar do banco de madeira envernizada para partir, uma voz que conhecia muito bem, e que rezava para todos os deuses e deusas para esquecer ecoou na cabeça de Teresa.

       -. Hei søster. (Olá, irmã)

 

                Rapidamente raiva turvou os sentidos de Teresa. Como ela ousa me chamar de irmã depois de tudo o que aconteceu? Pensou, furiosa.

                Devagar, mas com a cabeça erguida e pedindo a Forseti (Deus nórdico da justiça) que a concedesse justiça, Teresa encarou Luce, sua irmã mais nova, de maneira mortal.

       -Hva vil du ha her? (O que você quer aqui?) –perguntou Teresa, o norueguês, sua língua natal, proferido com ferocidade.

               

                Luce sorriu. Se voltassem no tempo, sua irmã mais velha seria uma viking perfeita, assim como seus ancestrais. Ela andava sempre com o cabelo loiro intrincado de tranças elaboradas, e mesmo tendo a leveza de uma bailarina, sua língua era afiada como uma adaga e brusca como um machado. Fora que ela acreditava fielmente nos deuses nórdicos desde criança, conhecia todas as histórias e procurava ser merecedora de Valhalla (“paraíso’’ dos nórdicos). Luce também acreditava nos deuses, o que fazia seus atos passados ainda mais vergonhosos.

                -Jeg har kreft. (Eu tenho câncer).- Luce disse, sem hesitar em nenhum momento. Teresa poderia ser mais forte e resistente, mas Luce não era fraca, ela entendeu e aceitou seu destino de braços abertos, mesmo sabendo que provavelmente não seria recebida em Valhalla para beber e festejar com os deuses, não depois do que fez com sua irmã.

                Teresa não poderia ser dura com ela depois disso. Há muito tempo deixou de amar sua irmã mais nova, mas apesar do passado ela ainda era sangue do seu sangue. Teresa andou até Luce, seus passos leves, elegantes e silenciosos. Ela parou na frente de sua irmã mais nova, separadas apenas por centímetros, mas ainda assim distantes. Por fim Teresa pegou o braço da mais nova num aperto firme, seus olhos azuis gelados suavizando um pouco.

                -Må gudene få henne i Valhalla. (Que os deuses a recebam em Valhalla). – disse Teresa, olhando diretamente nos olhos de sua irmã, que eram iguais aos seus, somente diferenciando-se pela camada de gelo que parecia cobrir as íris de Teresa.

                -Jeg tviler veldig mye på at de gjør dette. (Duvido muito que eles façam isso). – falou Luce num tom ameno, como se estivesse comentando sobre o clima. Teresa não a respondeu, somente soltou seu braço, dando um passo para trás e a olhando atentamente.

                - Og jeg tviler på at du har reist fra Oslo til her for bare å fortelle meg dette.(Eu duvido que você tenha viajado de Oslo para cá só para me dizer isso). – Luce sorri fracamente, pensando que Teresa a conhece melhor do que ela pensava.

                -Nei, jeg ville ikke ha betalt førti euro for reserve nøkkelen til dette stedet bare for å si at jeg er døende.(Não, eu não teria pago quarenta euros pela chave reserva desse lugar só para dizer que estou morrendo.) – Teresa queria revirar os olhos. Luce sempre foi tão mesquinha. Mas ela se manteve impassível. Não abriria a guarda, não mais. - Jeg har en datter.( Eu tenho uma filha). – Teresa a olhou de olhos arregalados. Ela iria morrer e deixar sua filha para trás? Ela não sabia o que fazer ou como deveria reagir. -Hun er lyset av min verden, mitt håp, min Helga.( Ela é a luz do meu mundo, minha esperança, minha Helga) – a respiração de Teresa começou a acelerar, ela sabia o que Luce iria pedir agora - Og jeg trenger deg til å ta vare på henne. Hennes far er et røvhull, han vil ha henne, men han ville være som vår far, og jeg kan ikke forlate min baby i hendene. (E eu preciso que você tome conta dela. O pai dela é um babaca, ele quer a guarda dela mas ele seria como nosso pai, e eu não posso deixar meu bebê nas mãos dele.) – Luce caiu em um choro silencioso, enquanto Teresa estava congelada no lugar, incrédula - Ta min Helga til USA, til huset vårt i Atlanta. Lær henne om våre guder, lær henne hvordan de skal elske dem når vi elsker dem. (Por favor, leve minha Helga para os Estados Unidos, para nossa casa em Atlanta. Ensine-a sobre os nossos deuses, ensine-a a ama-los como nós amamos.)

                Teresa lentamente começou a processar tudo, enquanto Luce se acalmava devagar. Teresa não conhecia a garota, mas ela era sangue do seu sangue, nunca a deixaria nas mãos de alguém como seu pai. A loira mais velha lentamente concordou, sua respiração voltando ao normal aos poucos.

                -Det er det eneste jeg skal love deg: Jeg skal ta vare på denne jenta til mine dager i Midgard er over, og jeg blir sendt til Valhalla for å feire med gudene. (Isso é a única coisa que vou prometer a você: vou cuidar dessa menina até que meus dias em Midgard se acabem, e eu seja mandada para Valhalla para festejar com os deuses.) – Teresa falou lentamente, olhando nos olhos de Luce. A mais nova não pode controlar-se e a abraçou com toda sua força.

                Teresa ficou parada alguns segundos, mas não pode evitar envolver seus braços ao redor de Luce, e por vários minutos as duas irmãs se esqueceram do passado, se tornando apenas duas mulheres do mesmo sangue e da mesma carne, apertando-se num abraço saudoso e amoroso.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Sim gente , a Teresa agora é nórdica. Os nomes das criancas vão ser tradicionais nórdicos, e eu queria que o dela fosse também, mas aí mudar o nome dela era demais.
A Liliam e o Charles eram ingleses, por isso não tem nomes tradicionais, e a Teresa e a Luce tem nomes americanos por causa de seu pai, não posso falar mais que isso.
Espero que tenham gostado do novo modo como estou escrevendo a história, estou ansiosa por um feedback.
PS: Midgard é como os nórdicos chamavam a Terra


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