História Lovely Complex - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~Lakcunf

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Casados, Casamento, Magnata, Romance, Taehyung, Taetae
Visualizações 152
Palavras 3.578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que vocês gostem do capítulo que a unnie Keila fez com carinho. Boa leitura e kissus da tia!

Capítulo 15 - Step Fifteen.


Fanfic / Fanfiction Lovely Complex - Capítulo 15 - Step Fifteen.

- Já chega tio. – Disse me levantando. – Já são duas da manhã e nada dela aparecer.


- A nossa única opção mesmo é ligar pra Momo. – Meu tio disse em um suspiro.


- O que? Nem pensar tio, ela vai me encher de sermão e isso é a última coisa que quero agora. – Disse negando.


- Ou você chama a sua mãe ou eu vou agir pelos meus métodos. – Me fitou. – Você que escolhe.


- Tá bom. – Bufei. – Mas tu segura a fera. – Meu tio poderia fazer um escândalo na procura por Felicity, já que os contatos dele eram os mesmo de Suho.



LIGAÇÃO ON



- TaeHyung espero que realmente seja algo sério para atrapalhar o boquete que eu fazia em seu pai. – Disse minha mãe irritada.


- Que nojo mãe, eu não quero saber de suas intimidades. – Disse enojado. – Mas é sério sim.


- E o que houve? Já disse que não vou dormir aí com você, tu já é homem e sabe que bicho-papão não existe. – Ela ria. – Mas fala bebê, em que a mamãe pode ajudar?


- Mãe tu sabe aonde Felicity pode estar? – Disse meio temeroso na voz.


- Como assim sei onde Felicity está? MAS QUE MERDA VOCÊ FEZ AGORA KIM TAEHYUNG? – Era disso que eu tinha medo. – VOCÊ ESTÁ REGULANDO BEM DA CABEÇA? VOCÊ NÃO É FILHO MEU NÃO.


- Mãe me escuta. – Tentava acalma-la. – Descobre onde ela está e eu faço o que a senhora quiser. – Dizia. – Por favor.


- Se você está dizendo “por favor” e ainda dizendo que faz qualquer coisa que eu quiser, significa que tu tá mais que lascado. – Ela disse. – Vou procurar e depois te informo.


- Obrigado Mãe. – Disse sorridente.


- Obrigado nada, quando eu te cobrar meu favor aí você agradece. – Disse desligando o telefone na minha cara.



LIGAÇÃO OFF



- E então? – Meu tio indagou.


- Ela vai procurar por Felicity e depois me informa. – Respondi.


- Bem – Suspirou. – Já vou indo, já que sua mãe está agora na procura, vai dar tudo certo. – Disse saindo até a porta. – Se cuida e pensa no que eu te disse, amanhã te espero na empresa.


- Okay tio. – Respondi. – Até amanhã. – Disse com ele acenando e saiu.



Fui até meu quarto.

Olhei o quanto que eu tinha havido quebrado naquele cômodo. Vi que era impossível dormir ali, apenas peguei minha roupa, uma toalha e rumei para o quarto de Felicity, onde descansaria está noite.


Depois de haver já tomado banho, deitei-me na cama onde continha seu cheiro e finalmente me permitir chorar. Não chorava pela a Aka em si, mas chorava por ser tão idiota e burro. Dei ouvidos a ela e apenas usei o corpo de Felicity, eu era tão trouxa que não conseguia perceber o quanto Akari me fazia mal e enquanto isso Felicity apenas queria respeito e me estabilizar naquela empresa tão concorrida.

Estava destroçado e me sentia o mais fracos de todos os homens. Felicity tinha razão em não querer me atender, pois quem ia atender o marido que corre atrás de outra? E pensar, que ela poderia muito bem me trair ou correr atrás de outro nesse curto período de casados, também me fazia sentir mais impotente.

Felicity merecia alguém melhor do que eu... sim merecia e só em pensar o quanto eu a fiz sofrer nos primeiros dias de nosso casamento me deu um nó na garganta. Talvez se ela estivesse com um homem eu não me assustaria, ela poderia muito bem encontrar o afeto e carinho que eu não dei, nos braços de outro.

Meu único papel era protege-la nesse um ano, ser companheiro e amigo, não era necessário o amor, mas nem isso conseguir fazer.

Fechei os olhos tentando dormir.

Talvez meu maior merecimento nesse mundo seja sofrer, por amar quem não se deve e desprezar aquela que só queria minha atenção.



Felicity POV's



Escutava campainhas incessantes em plenas 2:00 Hrs da manhã.

Ray nem sequer mexia de tão sonolenta que ela estava. Levantei meio incerta da cama que ela e eu dividíamos e fui até a porta.

Ao abrir tive uma surpresa.



- Momo? – Ela sorriu já entrando. – O que faz aqui? E a essa hora?


- Olá Feh posso entrar? A não já entrei. – Sorriu já se sentando no sofá. – Precisamos conversar minha linda. – Sentei ao seu lado.


- Momo se for sobre seu filho eu não quero. – Ela suspirou cansada.


- Feh – Me fitou. – Ele me ligou procurando por você já que não atendia, eu achei estranho por isso estou aqui mas não significa que quero que você volte. – Ela terminou.


- Não? – Disse confusa.


- Não. – Disse seria. – Ele está acostumado a ter tudo que quer em mãos, eu não sei o que aconteceu entre vocês dois mas, ele sabe a besteira que fez e quer que eu concerte. – Finalizou.


- Momo, ele foi atrás de Akari e ainda disse na minha cara que a amava. – Suspirei em um aperto nos olhos. – Eu falei pra ele que podia ir em meio ao desespero que encontrava... – Minha voz falhou. – Achei que ele ficaria, achei que ele ia escolher o nosso casamento mas não foi bem assim. – Tratei de limpar a lágrima solitária em meu rosto rapidamente.


- Ohhh querida. – Me abraçou. – Eu não sabia que era assim as coisas. – Olhou bem fundo. – Leve o tempo que precisar, fique aqui ou se quiser, passe uns dias em minha casa de praia no Hawaii. – Ela sorriu. – Sei que a sua cabeça está um milhão e apenas voltar pra sua casa e empresa agora irá complicar as coisas. – Disse simplista.


- Ahh Momo. – A abracei. – Você não sabe o quanto já te amo. – A fitei. – Mas vou ficar aqui quietinha com Ray, preciso passar um tempinho com minhas amigas, visitar minha empresa com o Jin e ainda ficar um pouco com minha mãe, já que faz um tempinho que não batemos um papo. – Completei.


- Bem, você que sabe. – Ela disse. – Eu não vou contar pra TaeHyung aonde você está, leve o tempo que precisar mas espero que você volte pra casa. – Ponderou.


- Momo eu não quero voltar. – Eu disse. – Eu cansei sabe, cansei de tentar ser uma boa esposa, de tentar ser amiga e companheira dele, eu cansei de nunca ter respeito e carinho do seu filho e quando achei que estávamos bem eu vi a quem o coração dele pertence. – Fechei os olhos tentando fazer aquele pensamento ruim desaparecer. – Mesmo que eu fique com uma situação financeira mais complicada eu irei pedir o divórcio, não quero continuar no mesmo teto de uma pessoa que nem sequer me deseja ao lado. – Momo me olhou com olhos tristes.


- Feh. – Suspirou – Eu sei que meu filho é meio difícil as vezes, mas ele nunca teve alguém que o colocasse no eixo – Tentou mudar meu pensamento. – E quando vi a personalidade forte que você tem, percebi que tu era a Pessoa que meu filho precisava. – Sorriu. – Ele é um ótimo homem de negócios e profissional mas como pessoa reconheço que eu o estraguei, prova disso é essa bendita da Akari que sempre nos assombra. – Pousou suas mãos em meus ombros. – Nesse tempo pense direito okay? Não podemos mudar nosso passado, mas podemos escolher como será nosso futuro. – Finalizou.


- Tudo bem Momo. – Disse. – Pensarei com carinho e obrigada pela confiança.


- Não há de que querida. – Sorriu a caminho da porta.


- É tão estranho conversarmos sem suas piadas. – Eu sorri enquanto abria a porta pra ela.


- Isso se chama sono. – Ela sorriu. – Olha a hora que estou na casa da sua amiga? Você acha que eu vou estar com a pele linda e maravilhosa amanhã? – Disse – Não senhora, vou fazer TaeHyung pagar um SPA pra mim, isso não se faz com a própria mãe. – Ela disse indignada e eu ria.



Após despedimos, ela saiu e eu tranquei a porta. Rumei outra vez para o quarto onde eu estava anteriormente e me vi pensativa.

Eu precisava do meu tempo, meu próprio tempo. Precisava rever meus conceitos e valores, principalmente, precisava rever quem eu queria ser ou fazer daqui um tempo.



[...]



Acordei com o barulho estridente de meu telefone. Ray já havia saído e Jimin não havia voltado da noite com Anna.

Peguei a contra-gosto vendo ser uma chamada de JungKook. Ignorei e levantei-me da cama. Quase tive um susto que já passavam das 10:00 Hrs da manhã.

Fiz minhas higienes e usei algumas roupas que Ray havia me emprestado. Depois fui a cozinha onde já havia café pronto que minha amiga havia deixado para mim.


“Se não tomar ou comer direito lhe arranco o fígado.”


Assim estava em um papel que havia deixado junto à comida me fazendo rir involuntariamente.



TaeHyung POV’s



Estava em minha sala. Havia dito pra todos que me perguntavam que Felicity estava passando mal e por isso não viria. Sobre Akari, todos já sabiam que ela havia pedido demissão.



- Qual é a verdade TaeHyung? – Disse Suho entrando na minha sala de supetão.


- Quantas vezes eu já te falei pra não entrar sem ser anunciado. – Disse rude. – O que você quer dessa vez?


- Quero saber o porque sua esposa realmente não veio. – Disse me fitando. – Já sei... Ela é igual sua mãe e desistiu de trabalhar na empresa depois daquele showzinho todo. – Sorriu ladino.


- Já falei pra medir bem suas palavras comigo Suho e também já informei que ontem ela pegou uma virose depois de sairmos pra jantar. – Bufei. – O que mais você quer?


- Sabe Kim, eu até que estava gostando da idea de tê-la por perto. – Disse colocando suas mãos no paletó que usava. – Ela dominou bem uma reunião e tinha caráter de uma verdadeira presidente, imparcial em suas escolhas e principalmente de uma beleza estonteante. – Disse em um sorriso sínico.


- O que você quer dizer com isso. – Disse quase em um rosnado.


- Achei que ela conseguiria finalmente tirar a presidência de mim e da-la a você. – Escorou em minha mesa. – Mas sabe, não foi nada que uma coisa passageira, procure por ela agora e onde está? Talvez fazendo compras com a querida Momo. – Ousei dizer outra vez que ela estava doente mas Suho me parou com o olhar. – Quero ver se ela tambem estará com uma virose daqui a uma semana na reunião dos diretores e acionistas e espero que ela não se atrase já que é praticamente a dona desse império. – Disse se pondo a sair da sala. – Até lá Kim.



A minha vontade era de mata-lo. Eu queria gritar mas não adiantaria e minha mãe muito menos queria me dizer aonde Felicity estava ou se ao menos ela voltaria pra casa. A verdade é que eu precisava dela e não havia percebido isso mais cedo.

Burro e idiota... É isso que você é TaeHyung.



Autora POV's



E o dia passou para aqueles dois.

Enquanto Kim se ocupava com os trabalhos na empresa, Feh colocava sua vida em ordem e eixo outra vez.

Mas algo estava estranho dentro deles. Sem perceber sentiram a falta um do outro, por mais que brigavam e não conseguiam conviver juntos, a falta que um fazia ao outro era gritante.


E assim foram passando os dias, TaeHyung já não sabia mais o que inventar e Felicity estava mais plena do que nunca, poderia até sentir falta de seu marido que não parava de liga-la mas logo passava.



- Tio a reunião é amanhã e não sei mais o que fazer. – Disse o mais novo entrando na sala de seu tio.


- Eu vou conversar com Momo e pedir que me diga aonde ela está e vou até lá. – Respondeu calmo enquanto analisava alguns papéis em sua mesa.


- Como pode estar tão calmo? – Perguntou para NamJoon. – Parece ate que não se importa. – Disse ríspido.


- Olha aqui TaeHyung, já estou me arriscando o bastante pra deixar você bem nessa empresa e ainda diz isso? – Perguntou nervoso. – Se cuidasse melhor da sua esposa talvez não estaria nessa posição. – Comentou o mais velho. – Agora me deixe trabalhar. – Disse o dispensando sem olha-lo.




TaeHyung não podia negar, era ele o errado e não seu tio.

Caminhava até sua sala quando recebeu uma mensagem, desesperado desbloqueou seu telefone na esperança de ser sua esposa.


“Soube que a mulher que nos impedia de ficarmos juntos foi embora então voltei, será que poderíamos nos encontrar esta noite?”



Era Akari.

Seu primeiro impulso foi tacar seu telefone o mais longe possível mas ponderou.

Entrou em sua sala e sentando em sua cadeira respirou fundo tentado colocar seus pensamentos em ordem, mas foram interrompidos com o telefonema de sua secretária temporária, avisando que tinha alguém a sua espera no telefone.



- Presidência Kim, com quem falo? – Disse ao atender.


- Olá querido quanto tempo? – Disse uma voz rouca e sexy pelo telefone. – Acho que esqueceu dos amigos, tanto que casa e descobrimos pelos jornais.


- Cass... – Disse como se ela fosse sua saída naqueles dias turbulentos. – Me desculpe... Eu... – Nem sabia o que dizer para sua amiga de anos.


- Estou vendo que meu Taehy – Era o apelido carinhoso que sua amiga usava. – Está mais lascado do que nunca.


- Quando não estou Cass? – Disse em um suspiro. – Preciso de seus conselhos. – Pediu.


- Estou vendo. – Sorriu para o maior. – Mas por mais que precise não irá segui-los, então não jogarei pérolas aos porcos Taehy. – Respondeu. – Estarei chegando amanhã cedo em Seoul e espero que você vá no meu apartamento me ver juntamente com sua esposa, espero não, exijo pois é o mínimo por não ter me convidado para seu casamento. – Ela impôs.


- Claro senhorita Benavide, o que você não me pede sorrindo que não faço chorando? – Ele respondeu.



E ali, TaeHyung esqueceu de suas preocupações e problemas por mais que fosse apenas por meros segundos. Sua amiga Cassandra Benavide de 25 anos, era uma descendente espanhola que conhecia TaeHyung como a palma de sua mão. Reconhecida no mundo artístico pela sua personalidade de reconhecer um talento onde quer que vá, Cass – Apelido carinhoso de TaeHyung para Ela – Era uma perfeita dominadora que não dava mole para qualquer um e muito menos abaixava sua guarda. Empresária de uma das maiores empresas da Europa de telecomunicações artística, tem a capacidade de fazer uma pedra se tornar alguns milhões de dólares. Ardente por si só, já dispensou vários homens que se aproximou pelo simples fato de não aceitar ser uma submissa e não atender aos caprichos alheios, não era uma mulher dada e sim uma mulher que deveria ser cativada.


E enquanto TaeHyung esvaziava sua mente com sua melhor amiga de anos, seu tio conseguia com Momo aonde estaria sua esposa.



Felicity POV's



- Agora me conta o que aconteceu mãe. – Minha mãe havia acabado de chegar na casa de Ray chateada pelo meu pai.


- Eu não aguento mais viver uma farsa com seu pai Feh. – Ela dizia chorosa. – Eu já deixei de ama-lo a muitos anos e viver por status já está um fardo pra mim, estamos mais falidos que tudo e seu pai ainda acha que pode se fingir de rico. – Apenas a abracei quando escutei a campainha tocar.


- Só um segundo mãe. – Me soltei do seu abraço abrindo a porta. – Nam?


- Desculpa chegar assim Felicity eu... – Ele parou ao ver minha mãe. – Não sabia que estava com visitas. – Ele sorriu.


- Ahh tudo bem, mãe este é Kim NamJoon, vice presidente da empresa de TaeHyung e também seu tio. – O apresentei.


- Prazer lhe conhecer. – Sorriu apertando a mão de minha mãe. – Você é uma mulher muito bela, nem parece que é mãe de uma mulher como Felicity. – O olhei brava pelo comentário. – Digo por parecer tão jovem. – Tentou concertar.


- Ahhh sim. – Ela sorriu timida. – Não tenho só Felicity, mas também tenho uma filha mais nova de 19 anos, Shay Harper o nome dela. – Nam me olhou como se pedisse pra apresenta-la.


- Ahhh desculpa, Nam esta é minha mãe, Elle Harper. – Eles se cumprimentaram mais uma vez.


- Bem filha Eu deixarei vocês conversando, amanhã eu te procuro. – Disse olhando para NamJoon, se eu não fosse tão doida diria que rolou um climinha entre os dois. – Foi um prazer te conhecer senhor Kim.

 

- O prazer foi todo meu senhora Harper, mas pode me chamar de Nam também. – Sorriu pra mesma.


- Tentarei... Nam. – Sorriu tímida.



Após nos despedimos, Nam e eu já nos encontrávamos no sofá.



- Antes que você venha argumentar que não voltará para a empresa ou para TaeHyung, quero que escuta com atenção algo que lhe contarei. – Ele disse me fitando. – Depois disso você faça a sua escolha e te apoiarei.


- Está okay, sou toda ouvidos. – Respondi.


- Há alguns anos atrás me casei com a mulher mais bela de uma família sem muitos recursos. – Ele sorriu. – Logo ela me deu o fruto desse amor tão intenso que sentíamos um pelo o outro, Suuh era o nome dela, a que conquistou meu coração assim que meu olhos a enxergaram . – Seus olhos brilharam. - Suuh me deu uma filha maravilhosa, mas tivemos que conviver com o maior monstro que poderia existir. – Disse trincando o maxilar. – A irmã mais velha de Suuh havia se casado com um japonês e dado a luz a uma menina que tinha apenas 10 anos de diferença de minha esposa. Suuh que era uma ótima irmã, permitiu que sua sobrinha morasse por um tempo conosco, trazendo assim o pesadelo para nosso lar. – O olhei confusa. – Ela dava em cima de mim descaradamente, até me embebedou acordando nua ao meu lado no outro dia, quase destruiu meu casamento de tanta fixação que tinha por mim, mas quando viu que eu não iria ceder, acabou arquitetando um plano que matou minha esposa e filha em um acidente de carro. – Coloquei minhas mãos em meu rosto de tão horrorizada que estava. – Ela ainda morou comigo por um tempo, já que eu não sabia que tinha sido ela, até que em um belo dia, achando que estava sozinha em casa, confessou tudo pelo telefone com alguém e eu gravei tudo nesse pequeno pen-drive. – Me mostrou o dispositivo preto em suas mãos. – Ela tentou negar quando a expulsei de minha casa mas não houve jeito, voltou para o Japão na casa de seus pais, mas depois de 2 anos voltou e se envolveu com TaeHyung cegando o mesmo apenas para me atingir e arrancar tudo que podia dele. – Respirou fundo. – Mas quando o cerco estava fechando para a mesma já que Momo estava fazendo de tudo para para-la, fez meu sobrinho se casar com ela e fugir do país, mas vendo que não teria como tocar na fortuna de TaeHyung já que os pais dele haviam bloqueado todo o dinheiro, fugiu com seu amante que lhe ajudava em tudo. – Ele apertou os punhos. – E agora ela voltou e acabou por destruir o casamento dele. – Ele me fitou.


- Nam eu... – Não sabia o que dizer diante aquilo. – Porque você não mandou prende-la?


- Porque? – Ele sorriu sarcástico. – Ela sumiu, simplesmente sumiu do mapa, somente um tempo depois que eu fui saber que estava na casa de seus pais. – Disse de forma sôfrega. – Feh, ela vai fazer de tudo pra destruir TaeHyung por um único motivo: Me atingir, pois sabe o quanto amo aquele garoto como se fosse meu próprio filho. – Segurou minhas mãos. – Então eu te peço que não desista desse casamento ou da empresa, pois você, somente você é a solução para que TaeHyung saia desse buraco.


- Nam... – Ponderei minhas palavras. – Eu não vou voltar, sinto muito por tudo, mas eu sinceramente não irei voltar para um lar onde não me querem. - Soltei-me de suas mãos.


- Feh, ele mudou, ele ouviu da própria Akari que nunca o amou ou que se interessou por ele de verdade. – Neguei com a cabeça. – Acredite e mim, ele mudou.


- E agora que está se sentindo idiota se importa comigo? – Disse em deboche. – Eu não sou segunda opção de ninguém NamJoon. – Disse rispida.


- Eu sei e sei também da mulher incrível que você é. – Suspirou fundo. – Mas por favor, volte pra empresa e me ajude a evitar uma crise antes que seja tarde demais. – O olhei confusa.


- Crise?


- Sim Crise, sofremos um rombo, mas te explico melhor amanhã se você for para a empresa.- Ele levantou. – Felicity, por mais que não seja por amor, volte para sua casa e assuma de vez o controle da vida de TaeHyung e daquela empresa que agora é sua, não deixe aquilo cair em mãos erradas, pois amanhã pode ser muito tarde e você lamentará muito. – Suspirou. – Lute pelo que é seu , mas mais do que isso, lute pelo seu casamento e pelo coração de TaeHyung, ele sentiu sua falta nessa semana e tenho certeza que você sentiu também. – Disse num meio sorriso.


- Mas NamJoon, você não sabe as coisas horríveis que ele fez e disse. – O Rebati.


- Eu sei. – Ele concordou. – E por saber disso eu estou aqui na sua frente te pedindo pra voltar, mas a escolha é sua, ou lute pelo amor e pela posição que você merece ou fique parada e veja algo que já é seu estar nas mãos de outra pessoa e desmoronar como um castelo de cartas. – Terminou.



Eu ponderei cada palavra dita por ele naquela sala até que eu chegasse a minha resposta.



- E então Felicity? – Ele indagou. – Qual sua escolha?


- NamJoon eu...


Notas Finais


olá, quem está atualizando é uma pessoinha que vocês odeiam (eu tbm to me odiando) tia aka genten, eu mesma!!

Passei rapidinho pra panfletar meu trabalhinho (não é de garota de programa, juro) peço a vocês que entrem no meu perfil @aka-san e escolham qualquer história... O meu novo projeto é two face eu espero que dêem chance a esse meu projeto please♡

E esse é uma história da nossa bebê biah, por favor não esqueçam de conferir a história dela também ♡

https://spiritfanfics.com/historia/um-amor-abalado-10922348


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