História Lua Cheia - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Lobos, Naruto, Sasusaku, Vampiros
Visualizações 192
Palavras 2.883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooii, adivinha quem resolveu aparecer ? Eu mesma! Hehehehehe. Desculpe pela demora de postar, estou bastante atolada de trabalhos pra fazer.

Espero que gostem do capítulo ❤

Capítulo 4 - Konoha


 "As palavras não podem expressar qualquer tristeza nesse momento." 

 

Autora: 

 

Sakura se ajeitou no banco do carro, já estava dirigindo fazia horas, suas costas estavam doloridas. Ela sabia que konoha era longe, afinal era no país vizinho ao seu. 

 

Ela olhou para a janela vendo que tinha um pequeno hotel ali, verificou seu relógio. Era uma hora da manhã, Sakura por fim decidiu que iria parar e dormir um pouco, ela estava cansada, não tinha dormido desde que entrou naquele carro. Estacionou o carro ao lado do hotel, onde também possuía outros carros, pegou sua mochila com o dinheiro e algumas roupas e desceu, seu rosto abatido era bem visível assim como suas olheiras abaixo dos olhos. 

 

Sakura entrou no estabelecimento e viu que o hotel era bem simples, era de se esperar já que ele ficava na estrada perto de um posto de gasolina. 

 

- Boa noite, gostaria de saber se tem uma vaga ? - Sakura perguntou para a funcionária que estava atrás do balcão, a mulher morena olhou para si e pegou um caderno e verificou alguma coisa nele. 

 

- tem um quarto disponível senhora. - a moça lhe disse.

 

- Quanto? 

 

- São 50 reais uma noite.- Sakura assentiu para ela, tirando o dinheiro da mochila. - O número do quarto é 305, é bem fácil encontrar, então acho que não precisa de uma guia. - a mulher disse sorrindo levemente. 

 

- Ok, obrigada. - Sakura  entrou no corredor que tinha na esquerda olhando os números da porta, e como o seu quarto era o 305 obviamente ele ficava no terceiro andar, ela então subiu três andares de escada, andou no corredor até encontrar a porta. Destrancando a porta, Sakura olhou envolta, era um quartinho bem simples. Uma cama de casal, um tapete felpudo azul, uma mesa no centro, um mini-freezer, e uma porta que provavelmente era o banheiro. 

 

Sakura entrou no quarto trancando a porta logo em seguida, jogou sua mochila em cima da cama pegando algumas roupas confortáveis para dormir, ela suspirou com força fechando os olhos. 

 

Lágrimas estavam lutando para sair de seus olhos, Sakura piscou repetidamente para tentar não chorar novamente, pegou as roupas e se dirigiu para o banheiro afim de relaxar. 

 

Minutos depois Sakura saiu, seus cabelos rosas estavam molhados fazendo alguns fios grudarem em seu rosto. Ela andou até a cama jogando sua mochila no chão e se jogando no colchão macio, seus pensamentos estavam embaralhados, não tirava da cabeça aquela cena do seu quintal, sua família morta jogada no chão como se fossem meros insetos.

 

Sakura estava com ódio, ódio dos que fizerem aquilo com sua alcateia, eles iriam pagar por tudo, por cada vida tirada, por cada esperança do futuro esmagada. Fechou seus olhos, sentindo eles pesarem, provavelmente chegaria no país do fogo ao anoitecer, então era bom descansar bastante.

 

 

[.....]

 

Ao amanhecer Sakura ja estava de pé, pegando sua mochila. Ela mal dormiu, fazendo sua olheiras ficarem mais evidentes ainda, toda vez que ela colocava a cabeça no travesseiro ela via imagens de sua mãe morta em seu colo, fazendo com que Sakura não conseguisse dormir direito. Ao sair do hotel, pegou seu carro e foi até o posto de gasolina ao lado para reabastecer, já que ela só chegaria no país do fogo ao anoitecer. 

 

Sakura voltou a dirigir na estrada, seu estômago roncou  lembrando-á que não tinha comido nada. Com uma mão ela conseguiu pegar uma barrinha na mochila, com seu olhar alternando entre a estrada e o banco. 

 

 

[Quebra de tempo: 20h da noite.]

 

Sakura olhou para o mapa que tinha em mãos, para chegar exatamente em konoha iria demorar uma hora e meia de viagem. Olhou a sua volta, ela já tinha chegado no país do fogo, estava na Vila da chuva, e bem que essa cidade fazia jus a seu nome já que estava realmente chovendo. 

 

Sakura estava dentro de seu carro, algumas pessoas passavam por si correndo da chuva ou andando calmamente com um guarda-chuva. Konoha não ficava tão longe, mas Sakura estava com dúvida se devia ir agora ou esperar o dia seguinte, Pois não sabia exatamente Fugaku morava então teria que perguntar para as pessoas, mas como já estava de noite era capaz de todos estarem em suas casas e Sakura não era má educada, ela não iria simplesmente bater na porta de alguém para incomodar e perguntar se sabia onde morava tal pessoa. 

 

Decidiu por fim que iria ir bem cedo para konoha, ela ficaria em seu carro mesmo, Não sabia onde tinha algum hotel e com certeza não queria sair do carro nessa chuva que estava bem forte. Sakura passou para os bancos de trás, pegou sua mochila e usou como travesseiro provisório. 

 

- Só espero que toda essa palhaçada faça valer a pena. - murmurou para si mesma, ela queria informações e esperava que o Uchiha soubesse de alguma coisa. Passou seu braços pela sua cabeça, bloqueando qualquer luz de seus olhos, ela sentia que tinha alguma coisa errada nessa história toda, era bem comum guerras entre os sangue-sugas e sua raça pois eles ja eram inimigos naturais. 

 

"Meu pai nunca deixaria que fizessem uma festa sabendo que iriam ser atacados, na verdade nenhum Alfa faria isso, então sabendo disso eu sei que os Otsutsukis os atacaram de surpresa, mas a pergunta que tenho é: Por quê?.." Sakura pensava, sua mente tentava bolar teorias mas no final não conseguia pensar numa resposta concreta. Apenas decidiu descansar o máximo possível.

 

 Sakura conseguia sentir o cheiro de terra molhada mesmo estando no carro, seus sentidos estavam aumentando aos poucos graças a sua transformação, o cheiro da terra molhada lembrava da casa dela, sempre que chovia ela e sua mãe inventavam alguma brincadeira para se distrair, de vez em quando chamava até mesmo o pai.

 

 Uma única lágrima caiu do olho dela, ela estava triste, sua mente gritava por dentro, pedindo socorro, implorando por ajuda, ela sentia que estava aos poucos caindo na escuridão de seus pensamentos, caindo em um poço que não tinha como escalar, ela queria vingar sua mãe, seu pai, sua família, mas sentia que quando Cumprisse o objetivo ficaria sozinha, o que iria sobrar para ela ? Nada! não poderia voltar para a casa onde um dia chamou de lar, pois não tinha mais ninguém esperando ela voltar. Ela nunca mais seria a mesma, sabia disso mas ao mesmo tempo queria que alguém aparecesse para mostra que estava errada, que ela podia voltar a ser feliz, nem que fosse só um pouquinho. 

 

"Todos dizem que o tempo cura tudo, vamos ver se isso é verdade.." Sakura pensou amargurada, tentando não se desesperar com os pensamentos que tinham, com o medo do futuro. 

 

 

[....]

 

Sakura despertou com o sol em seu rosto, fazendo ela resmugar algo incompreensível. Se sentando no carro ela esfregou o rosto com as mãos tentando tirar os resquícios de sono, como de se esperar ela não conseguiu dormir direito novamente. Olhou para seu relógio no pulso, ainda eram sete da manhã, ela sempre odiou acordar cedo, mesmo não conseguindo dormir. 

 

Sakura pulou novamente para o banco da frente, "Só mais uma hora e meia e chego lá." Pensou, ligou o carro e partiu para konoha. 

 

......

 

Sakura estacionou o carro em frente uma lanchonete, pegou sua mochila e desceu. Seu corpo estava dolorido graças ao banco desconfortável, sua cara estava péssima, e seu cabelo estava bagunçado.

 

Entrou na lanchonete escutando aquele sino soar avisando que alguém tinha entrado, bem irritante na opinião dela. Quando ela avistou uma mesa vaga foi na direção da mesma, se sentou e esperou alguém aparecer. O lugar estava com pouca gente, a grande maioria estava assistindo uma TV que tinha na parede ou mexendo no celular, Sakura batucou as pontas do seu dedo na mesa com impaciência, até finalmente um homem ir atender ela. 

 

- A senhora gostaria de pedir algo para comer ? - o homem que aparentava no máximo ter 24 anos perguntou. "Não imagina, vim pra uma lanchonete pra comprar roupa." Sakura respondeu mentalmente, não gostava de perguntas idiotas.

 

- Sim, Eu gostaria de um misto quente e um suco de laranja bem doce. - Respondeu tentando soar educada, estava com dor de cabeça. 

 

- Certo. Qualquer coisa é só chamar, meu nome é Sai. - ele respondeu se retirando logo em seguida. Sakura soltou uma risada baixa, "Que tipo de pessoa tem nome de Sai ?" Ria mentalmente, ela já imaginava que ele deveria ter sofrido muito bullying na escola, pois já tinha várias piadas em mente. 

 

Passado alguns minutos, Sai voltou carregando uma bandeja em sua mão com o suco e o misto quente. 

 

- Aqui está. - ele disse educado, colocando as coisas delicadamente na mesa. 

 

- Obrigada, Sai. - respondeu, ela quase deixou escapar uma risada, "Tadinho, deve ter sofrido demais, hahahaha". 

 

- Estou feliz que esteja rindo, você chegou aqui com uma cara feia. - ele disse pegando Sakura totalmente de surpresa, olhou para ele, parece que ele estava realmente satisfeito com o bom humor dela. 

 

- Hehe desculpe por rir do seu nome, mas eu não pude evitar. Obrigada. - Sakura sorriu para ele, parece que ainda existia bastante pessoas boas no mundo. 

 

- Não há de que. Meu nome é Sai Uchiha, está passeando por aqui ? - ele perguntou. 

 

- Espera! UCHIHA? Oh! - Sakura exclamou, Sai achou estranho o comportamento dela, a fitando com os olhos confusos. "Nossa, ele deve ser parente ou filho do Fugaku." Sakura pensava, ela não esperava esbarrar diretamente com quem procurava. - Você conhece Fugaku Uchiha ? - perguntou seriamente para ele. 

 

- Sim, ele é meu pai. - Sai respondeu mais confuso ainda com a pergunta dela, Sakura respirou fundo tentando processar toda aquela informação. 

 

- Você poderia me levar até ele ? Eu preciso tratar de um assunto urgente. - Ela disse séria enquanto se levantava da mesa. 

 

- Ok, que assunto é esse ? - quando Sai perguntou isso, Sakura fez um movimento negativo com a cabeça fazendo ele entender que o assunto era somente com o pai. - Eu saio daqui a pouco, você pode me esperar se quiser, eu te levo até ele. 

 

- Vou esperar. - respondeu se sentando novamente, vendo Sai saindo dali. Seu corpo estava tenso, uma gota se suor deslizava por sua testa.

 

 "Meus Deuses, estou á poucos passos da verdade." Pensava sentindo um frio na barriga, ela estava com medo do que teria que escutar, seus olhos verdes olhavam para o nada a sua frente, seus pés não paravam quietos assim como sua mão. 

 

Minutos se passaram, mas que para Sakura pareciam horas, Sai voltou usando apenas uma roupa normal e uma mochila. 

 

- Vamos, estou indo agora. - ele disse, Sakura assentiu levantando da cadeira. Sai se pôs a andar com Sakura ao seu encalço. - O assunto é tão importante assim ? 

 

- Sim, muito na verdade. Obrigada por me levar até lá. - Sakura agradeceu, ele olhou para ela de lado. - Você é um lúpino, né? - o questionou. 

 

- Sim, e nem preciso perguntar o mesmo para você. - ele disse, Sakura olhou confusa para ele. - Só de olhar para seu cabelo e seus olhos já da para perceber. - ele se explicou. 

 

- Verdade hehe. - Sakura riu baixinho, ela tinha se esquecido de sua aparência chamativa. - Eu puxei ao meu pai. - disse, ficando com uma feição vazia em seguida, ela tinha tantas saudades dos pais. 

 

- Desculpe, mas acho que você não disse seu nome.- ele disse tentando mudar de assunto. 

 

- Ah sim, meu nome é Sakura, Sakura Haruno. 

 

- Haruno ? - Sai arregalou os olhos. - Nossas alcateias tem uma aliança, já tinha escutado falar de vocês, onde está o alfa ? - ele perguntou olhando para os lados, Sakura suspirou cansada. 

 

- É sobre isso que vim falar com seu pai. - Ela disse séria, roubando a atenção dele. 

 

- Meu pai não é mais o Alfa, meu irmão mais velho assumiu seu posto. - ele disse.

 

- Eu sei, porém o meu assunto é com o seu pai.  

 

- Mas você é quem ? Tipo, você é uma beta ou uma ômega..- ele perguntou. 

 

- Eu sou filha única do Alfa, eu iria assumir meu posto quando completasse dezoito anos. - Sai ficou surpreso, "então ela é uma futura alfa ? Mas porque ela tá falando como se não fosse mais assumir ? " Sai pensava. 

 

- Então você vai ser uma Alfa ? Nossa você me parece bem jovem, não é muita responsabilidade ?. - ele disse, cada alcateia tinha uma norma diferente, uma "cultura" diferente, por isso que muitas das alcateias nem se davam bem.

 

- Bom, Na minha alcateia é normal que o filho mais velho ou o único filho, que é o meu caso, assuma o posto de Alfa ao completar dezoito anos. Fui treinada desde criança para isso, então não se preocupe, sou mais treinada do que muitos que estão por aí. - Sakura respondeu levemente superior, seu pai lhe ensinará ter orgulho de sua força, e que ela nunca deveria abaixar a cabeça a ninguém, nem mesmo para ele. - E você ? - ela perguntou para Sai. 

 

- Sou apenas um lupino normal, fui treinado apenas para caçar e lutar caso houvesse uma guerra. - ele respondeu um pouco intimidado. 

 

Não importasse qual era a alcateia, todos os Alfas tinham uma áurea superior, que fazia que lobos que não fossem outros Alfas, os obedecessem. Além da áurea, eles nasciam com o sangue diferente, se ele fosse o primeiro filho de um Alfa, ele já nascia para assumir o posto, e todos tem que mostrar um grande respeito não importando se o Alfa fosse de outra alcateia. 

 

- Estamos chegando Sakura-san. - Sai disse educado, se ele soubesse antes que ela era uma futura alfa ele não iria a tratar com tanta intimidade. 

 

- Não precisa disso Sai, pode me chamar apenas de Sakura. - ela respondeu, olhou em volta de onde estava e viu que logo a frente tinha uma floresta enorme. 

 

eles entraram na floresta, não andaram tanto quanto Sakura pensou que iriam, E chegaram numa clareira onde tinha várias pessoas andando, e várias casas também, mas uma se destacava e era bem provável que fosse a casa do Alfa, algumas pessoas que andavam por ali, olhavam para ela, "parece que não é muito comum virem pessoas de fora aqui." Sakura pensou.

 

- Meu pai mora logo ali, vamos. - Sai informou, andando em direção a uma casa de estatura média de madeira, ao chegarem Sai bateu na porta Algumas vezes, e logo em seguida pareceu um homem enorme, Na opiniao de Sakura que tinha apenas 1,65 de altura, ele parecia ter entorno de quarenta anos, E era bem bonito para idade dele. 

 

- O senhor seria Fugaku Uchiha ? - Sakura perguntou ansiosa, o homem olhou para ela confuso. 

 

- Sim, sou eu. - ele respondeu, ele olhou para Sai o tentando questionar com o olhar quem era ela. 

 

- Pai, essa é Sakura Haruno, ela veio aqui por que disse que tinha um assunto sério a tratar com o senhor. - Sai respondeu, Fugaku sorriu levemente. 

 

- Ah Sim, como está o meu velho amido Kizashi ? Já faz um tempo em que a gente não se fala. - Fugaku disse com nostalgia. - Você é a cara dele menina, não sabia que você viria assim do nada. 

 

- Eu posso entrar ? O assunto é urgente. - Sakura apenas disse isso, Fugaku estranhou a face seria dela, mas apenas deu passagem para eles entrarem. Fugaku guiou ela até a sala, fazendo sinal para eles se sentarem. - Estamos sozinhos ? - ela perguntou. 

 

- Sim, minha mulher saiu e só volta de noite. - ele respondeu. 

 

- Meu pai está morto. - Sakura disse de uma vez, Fugaku arregalou os olhos em surpresa assim como Sai. O silêncio se pendurou por alguns minutos, ninguém tinha coragem de falar nada, mas Sakura estava determinada a dar um fim naquela conversa. - Eu quero saber se vocês tem alguma informação sobre qualquer coisa do clã Otsutsuki. - ao ouvir esse nome, o corpo de Fugaku ficou tenso. 

 

- Aqueles desgraçados! - Fugaku disse com raiva, olhou para aquela menina de cabelos rosas que parecia péssima, e sentiu pena dela. - Mas porque veio aqui sozinha ? Poderia ter vindo com mais alguém. - ele disse, ela olhou com os olhos verdes opacos para ele. 

 

- Não foi só meu pai, foi minha alcateia inteira. - respondeu fria, Fugaku não imaginava o tamanho da dor daquela garota que parecia tão inocente e delicada. 

 

- Meus Deuses, quando foi isso ? - Sai perguntou olhando para ela, ele não sabia o que falar. 

 

- Isso foi no Domingo. - ela disse. Fugaku apertou as mãos com raiva. 

 

- Sinto muito menina. - ele falou, olhando ela com profunda tristeza, "Ela é tão jovem para sofrer tudo isso, ela deve estar desesperada por ajuda." Ele pensava com pena da garota. 

 

- Me diga, eu quero saber tudo sobre os Otsutsuki. - O olhar dela dava arrepios em Sai, a áurea estava se manisfesntando inconscientemente, fazendo Sai abaixar a cabeça em respeito.


Notas Finais


Gostaram do capítulo ?. Me perdoem se ele não estiver muito bom, mas eu realmente estou muito ocupada.

Espero que tenham gostado, bjs e até o próximo capítulo ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...