História Magia - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Joseph, Lucy, Magia, Victor
Visualizações 5
Palavras 515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Personagens, História... Sim, são minhas próprias criações. Semelhança com algo? Rá! Mera coincidência. Não se preocupem com besteiras. Apenas viajem em meu mundo fictício...

Lucy está vagando por aí sozinha. E já faz um bom tempo. Tomara que ela esteja bem...

Capítulo 5 - Devo Estar Sonhando.


Na voz de Lucy...

Numa velha floresta repleta de névoas, percorri centenas de metros sem reencontrar meus amigos. Quando eu cai aqui após o clarão, não demorou muito para que eu pudesse perceber que essa não era a reserva próxima a escola que eu fui com meus amigos. Já estava mais calma e isso era bom, pois me dava tempo para pensar, conseguiria sair da floresta e depois pediria ajuda a algum conhecido. Meu relógio havia parado, mas pelo tempo e pelo horário que eu sai da escola diria que o dia estava amanhecendo.

Andei por mais alguns metros e vi-me diante de uma cabana caída aos pedaços, parecia cenário de filme de terror. Talvez meus amigos tivessem passado por aqui, também. Vi uma sombra passar por detrás de uma árvore, corri e me escondi na cabana ignorando meu medo do lugar. Um ser medonho correu até onde eu estava agora a pouco e ficou me procurando olhando para todos os lados. Às vezes, o óbvio é ignorado, e talvez por isso aquela coisa medonha não quis vir conferir a cabana.

Eu reparei melhor na aparência do ser, aquilo era terrivelmente magro, não possuía olhos para que pudesse preencher o vazio de suas órbitas e não possuía uma boca, era apenas pele por baixo de um focinho de animal; seu andar era trepido, tinha apenas um braço, o outro acho que foi violentamente arrancado devido a gravidade do ferimento; em seu peito havia um outro ferimento imenso que deixava suas costelas à mostra, já pelo buraco da ferida escorria um líquido viscoso e nojento, que ao tocar o chão derretia feito ácido sulfúrico. Gelei dos pés a cabeça quando notei que a criatura andava em minha direção. Sentei com muito medo no chão daquela cabana procurando outra saída. Encontrei uma janela e não pensei duas vezes, pulei e corri desesperada em direção a floresta, por onde eu achava que meus amigos também foram. Olhei para trás e vi aquele ser medonho se arrastando ou trepidando em minha direção, não sabia distinguir o seu andar. Aquele ser medonho estava ficando para trás, mas eu decidi correr ainda mais até ter certeza de que estaria segura.

Ainda correndo eu olhava assustada para as coisas que eu deixava passar. As árvores... Parecia que as árvores me observavam, ou que poderiam denunciar para aquele monstro onde eu estava. Tive mais medo quando ouvi gritos de dor ecoando pela floresta, não tinha ouvido nada parecido esse tempo todo que estou aqui. Temi que os gritos fossem também de meus amigos.

Não percebendo topei numa raiz que estava no meu caminho, cai rudemente ao chão e senti uma dor muito grande na minha perna. Mesmo sentindo muita dor, eu não desisti de fugir e fui me arrastando em direção a uma árvore oca que estava a pouquíssimos metros à minha frente; foi ali dentro onde decidi me esconder.

A árvore estava com um cheiro horrível, cheia de musgo e vermes. Nesse momento, eu ouvi, algo arranhando... 

Com garras... 

A árvore por fora...

Isso só pode ser um pesadelo. Porque eu não acordo?


Notas Finais


Pobre garota perdida.

Continua...


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