História Magicamente Acontece - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas de Bane
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Gravidez Masculina, Malec, Romance
Visualizações 26
Palavras 1.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Hentai, Magia, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores! Esse capítulo é mais um na linda história que é a de Magnus e Alec, espero que gostem.❤

Dedicatórias:
- JackFoss❤
- Marinela❤

Capítulo 7 - NEM TUDO SÃO FLORES


Fanfic / Fanfiction Magicamente Acontece - Capítulo 7 - NEM TUDO SÃO FLORES

P.O.V. Magnus

“Por sempre estar aqui”  a frase de Alexander ecoava em minha mente, me fazendo refletir que sempre deveria estar presente, lhe apoiando e amando, depois de muito pensar decido me pronunciar.


- Sempre estarei aqui para você meu amor - digo ainda perdido em seu abraço e lhe dando um beijo que transmitiria todo meu afeto


- Agora chega de pegação! Eu ainda estou aqui! - disse minha amável cunhada, e como consequência pelo seu comentário meu amado estava mais vermelho que um sinal de trânsito.


- Perdão minha querida irmã, estava apenas mostrando ao MEU NAMORADO o quanto o amo - disse Alec com uma voz fina e rindo muito, até que depois de alguns segundos seu semblante mudou por completo, passou de alegre para uma espécie de estado de choque.


- Alexander oque aconteceu? - digo quase berrando por ele.


Enquanto eu berrava, Alec continuava com o olhar vidrado e a boca aberta dizendo palavras que haviam se perdido no trajeto e para partir ainda mais meu coração vi uma lágrima cruzar seu rosto, e em seguida o vi cair de joelhos no chão.


- ALEC! - gritei me jogando ao seu lado - vai ficar tudo bem meu amor - a essa altura ele já estava com a cabeça em meu colo chorando como se não houvesse amanhã e em minutos o mesmo já havia adormecido.


Ao perceber que meu amado dormia, eu o peguei no colo e levei até meu quarto, onde magicamente estava arrumado para recebê-lo, depois de o colocar na cama decido deitar me ao seu lado e sou recebido com meu namorado deitando em meu peito.

P.O.V. Alec

Não sei como em um momento tão feliz pude me lembrar de um dia tão fatalista, dia esse que a tempos não me recordava. Depois das minhas lembranças virem a tona em minha mente, eu simplesmente caí de joelhos e chorei no colo de Magnus até finalmente adormecer em seus braços.


Despertei ofegante, mas logo senti braços em volta da minha cintura, até que depois de alguns segundos de raciocínio consigo me lembrar de quem estava me envolvendo, e esse era Magnus o amor da minha vida, ele me olhava assustado até que eu me lembro a razão.


- Me desculpa Magnus! - digo lhe abraçando e logo me afastando.

- Alexander oque está acontecendo aqui? - indagou ele - sua irmã ficou chocada e decidiu ir ao instituto.


- NÃO! - gritei - ela não pode falar pra eles!


- Oque ela não pode falar Alec? - diz ele tentando se aproximar, mas eu me esquivei.

- Não quero contar.


- Me diga pelo menos o motivo.


- Não quero que sinta nojo de mim - digo com uma voz chorosa.


- Hey! Eu nunca sentiria nojo de você! - disse ele acariciando meu rosto.


- Então tudo bem.


     


Eu tinha 15 anos quando descobri minha homossexualidade e como eu era e sou até hoje, um horrível mentiroso meu pai, Robert, acabou descobrindo, e sua reação não foi das melhores, uma vez que o mesmo se descontrolou e me espancou até que eu desmaiasse diante dele.


Depois de recobrar a consciência decido subir para meu quarto, e limpar meu rosto que até o momento estava ensanguentado, após me limpar eu simplesmente tomei caminho para um bar submundano qualquer, e bebi várias dose de uma bebida aleatória.


- Ora ora oque temos aqui? - perguntou  oque  parecia um vampiro - um Caçadorzinho de sombras, qual é seu nome caçador?


- Alexander - respondi enquanto virava mais um copo da tal bebida, e fazendo menção a me levantar.


- Calma bichinha não vamos te machucar


- Do que está falando?


- As notícias se espalham, todo o submundo já sabe que o primogênito dos Lightwood é um viadinho  

  

- Eu não sou um viadinho - digo ficando de pé até que um feiticeiro aparece e joga algo em mim que fez perder a maioria dos sentidos.


- PEGUEM ELE! - gritou o vampiro para o resto do bando.


Após o grito me senti sendo carregado para um local afastado.


- ME LARGA! - berrei


- Calma Alexy, nós sabemos que você quer - ele disse já me jogando contra o muro de um beco e tirando minha roupa, e me deixando só de cueca.


- JÁ FALEI PRA ME LARGAR! - gritei, e em seguida fui atingido por um soco no rosto e caí de joelhos diante de meu agressor, ao levantar a cabeça para olhá-lo nos olhos, me deparo com ele colocando seu membro em meu rosto.


- NÃO! E você não pode me obrigar - gritei, e novamente fui agredido.


- Eu acho melhor você chupar, ouviu? Se não não vai entrar fácil - disse outro integrante do grupo.


Depois da ameaça eu fechei os olhos e coloque o membro do vampiro na boca, e em questão de minutos ele estava fodendo minha boca e gemendo, até que ele parou…


- Até que você chupa bem, mas tá na hora de você provar oque é bom - disse ele tirando seu membro da minha boca e me erguendo com um puxão no braço, depois o mesmo me virou de costas e tirando minha cueca.


- Não por favor - gritei apavorado, aquela hora eu só podia implorar


- Pare de draminha, todos sabemos o quanto você gosta de ser fudido, agora vale a boca e aproveite.


E ditas essas palavras, pude sentir algo forçando minha entrada e após alguns instantes estava inteiro dentro de mim, aquilo doía, doía muito.


- AAAAAAAA! PARE COM ISSO POR FAVOR! - eu berrei por piedade, mas ele estocava cada vez mais forte.

- Ah Alexy! Tão apertado! - gemia o vampiro.  


Depois de inúmeras estocadas pude senti-lo me preencher, e foi aí que deixei uma lágrima escapar e junto com ela o sentimento de nojo e culpa, não tive muito tempo até senti mais dois dentro de mim, a dor era tremendo, mas ao longo das estocadas os ou dois também se desfizeram e me jogaram no chão.


- Acabamos por aqui - anunciou o “líder” - espero que tenha gostado Alexy.


Depois de ser deixado naquele beco asqueroso eu não vi outra alternativa a não ser me encolher em posição fetal e chorar pelo oque havia acontecido comigo, até que criei forças para ir pra casa, mas quando cheguei fui até meu pai e contei oque havia acontecido e ele simplesmente me deu uma surra e disse que a culpa havia sido minha. Depois ele falou para minha irmã, mãe, e para o Jace que eu havia participado de uma orgia com vampiros e desde então todos me olham torto.



E foi isso que aconteceu - digo com lágrimas nos olhos.


- Aí meu Deus Alec! - disse Magnus tentando me abraçar, mas instintivamente me afasto


- Não! Não quero que toque em mim!


- POR QUÊ? - gritou


- PORQUE SEI QUE SENTE NOJO DE MIM!


- Claro que não sinto!


- Não? - pergunto cabisbaixo


- É óbvio que não meu amor - disseacariciando meu rosto - oque aconteceu não foi culpa sua, e sim daqueles desnaturados.  


- Aí Magnus! - digo lhe abraçando forte - eu te amo tanto.


-Eu também Alec, eu te amo muito - disse ele, e em seguida beijou minha testa - mas é aquele lá na sala? Eu fiquei preocupado!


- Aquilo foi um gatilho


- Gatilho?


- Sim, é quando eu me recordo do que aconteceu e entro em estado de choque, preso em minha própria mente.


- Alexander olha pra mim - eu obedeci - eu Sempre vou estar aqui para oque você precisar, okay?


- Obrigado! Magnus obrigado! - digo apertado ainda mais o abraço


- Ok! Agora vê se dorme um pouco - diz ele se levantando


- Magnus - chamei e ele olhou para mim - fica comigo.


- Tem certeza? Não quero forçar a barra


- Por favor, preciso de você


- Claro! Como eu disse, sempre estarei aqui para você.


Dito isso Magnus se deita ao meu lado e me envolvendo em seus braços, aquela foi a primeira vez que me senti seguro perto de alguém, mas também me fez refletir se ele realmente estaria sempre alí.


Notas Finais


Coitado do Alec 😭😢

- Comentem ❤


Amo vocês 😘


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