História Meu anjo da guarda - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Carinha de Anjo
Personagens Personagens Originais
Visualizações 276
Palavras 1.067
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O último da noite amores, pra compensar não ter postado ontem, talvez amanhã não tenha, então beijinhos!

Capítulo 18 - Pequena discussão


Quando bati na porta do apartamento Silvestre prontamente me atendeu, ele me olhou sorridente e pediu que eu entrasse.

 

- Dona Cecília, seu Gustavo chegou faz pouco tempo.

 

- Só Cecília por favor. – pedi sorridente. – a Dulce está em casa?. – perguntei.

 

- A pequena chegou a pouco tempo também, mas foi dar uma volta com a dona Estefânia. – ele disse sorridente.

 

- Estou morrendo de saudades dela, posso subir e falar com o Gustavo?.

 

- Claro, fica a vontade.

 

Ele saiu até a cozinha e eu subi até o quarto de Gustavo, ele estava sentado na cama mexendo em seu celular, pelo cheiro havia acabado de tomar banho, fecho a porta atrás de mim e falo.

 

- Oi. – falei fazendo ele olhar pra mim.

 

- Oi meu amor, eu ia te ligar agora mesmo. – falou me dando um selinho. 

 

- Eu vim falar com você.

 

- Algum problema?. – ele perguntou preocupado.

 

- Eu fiquei sabendo que você contratou a Verônica de novo. – seus olhos verdes me encaram e eu continuo. – quando você ia me contar?.

 

- Hoje, agora, eu estava te ligando justamente pra isso. – ele diz sério. – qual o problema Cecília?.

 

Suspiro fundo e me sento em sua cama, ele faz o mesmo e senta ao meu lado.

 

- O problema é que ela não quer só o emprego, e você sabe muito bem disso. – afirmou.

 

- Você trabalha com o doutor André e eu não falo nada.

 

- O que isso tem a ver?. – pergunto.

 

- Você sabe que o doutor André tem interesse em você Cecília, e eu não gosto nenhum pouco disso. – ele diz firme.

 

- A diferença é que eu nunca tive nada com ele, já você...

 

- Eu deixei bem claro pra Verônica que eu estou com você, vamos ser apenas colegas de trabalho e nada mais. 

 

- O difícil é ela entender né. – digo irônica.

 

- Você percebeu que essa discussão é muito infantil?. – ele perguntou me encarando. – eu já disse que você não precisa ter ciúmes de ninguém, será que é tão difícil pra você confiar em mim Cecília?. – sua voz saiu mais grossa que o normal, ele estava nervoso.

 

- Eu confio em você. – afirmo. – mas eu me sinto insegura, a Verônica é uma mulher linda, inteligente e bem mais experiente, eu só sou uma ex noviça. – falo abaixando a cabeça.

 

- Por Deus Cecília, você prestou atenção no que está dizendo? Você é linda, inteligente e eu te amo, isso não tem nada a ver com experiência ou algo do tipo, é amor, eu amo você e não a Verônica, coloca isso na sua cabeça. – solto um sorriso suave e algumas lágrimas caem.

 

- Me desculpa. – falo com a voz embargada. 

 

- Meu amor, vem cá. – Gustavo se aproxima de mim e me abraça, enterro meu rosto em seu peito e deixo as lágrimas rolarem mais fortes, eu me sentia uma boba agindo assim. – chega de chorar. – encaro seus olhos verdes e ele limpa calmamente minhas lágrimas.

 

- Você deve tá me achando uma boba insegura. – digo.

- Eu tô te achando linda, mesmo com esses olhinhos vermelhos. – sorrio pra ele.  – eu te amo.

 

- Eu também te amo. – digo e o puxo pra um beijo, Gustavo cola nossos lábios calmamente e pede passagem com a língua, passo minhas mãos pelo seu pescoço e ele acaricia meus cabelos que estão soltos, nosso beijo se intensifica e ele me deita na cama devagar, sinto meu coração acelerar e uma onda de calor invadir meu corpo, isso tudo fica mais forte quando ele desce sua mão e acaricia minha barriga por dentro da blusa de frio que eu uso, ele desce seus beijos pelo meu pescoço me causando arrepios e eu solto um leve gemido, ele então para de me beijar e me encara, seus olhos demonstram o quanto ele me quer e eu sorrio ao constatar isso.

 

- Eu fiz alguma coisa?. – pergunto ainda ofegante.

 

- Não meu amor. – ele diz. – mas não vamos fazer isso hoje ok? 

 

- Porque?. – me sento na cama, estou envergonhada.

 

- Porque eu não vou fazer amor com você só porque está insegura, eu preciso que você queira. – ele diz.

 

- Mas eu quero. – digo rápido.

 

- Eu sei que quer. – ele sorri e se aproxima. – mas não assim meu amor, vamos deixar acontecer, tenho certeza que vai ser muito especial. – agora sou eu quem me aproximo e selo nossos lábios, Gustavo sorri e me abraça.

 

- Obrigada. – sussurro em seu ouvido.

 

Nosso momento é interrompido pela chegada de uma loirinha que grita sorridente.

 

- Ceci, papi.

 

- Meu amor, vem cá. – abro os braços e recebo um abraço e um beijo cheio de amor.

 

- Eu também quero. – Gustavo diz sorrindo.

- Tem pra todo mundo. – ela diz e em seguida faz o mesmo com meu namorado.

 

Ficamos ali por um tempo, brincando e sorrindo, Dulce Maria disse o quanto estava feliz e que seu passeio no shopping com a tia perucas foi maravilhoso, ela comeu um lanche enorme e ainda por cima ganhou outra boneca nova, ficamos ouvindo as histórias de nossa pequena e sorrindo feito dois bobos. Após algum tempo dei um banho em Dulce Maria e a coloquei pra dormir, contei uma daquelas histórias que eu contava enquanto estava no colégio e ela logo dormiu, dei um beijo em seu rosto e sai do quarto, voltei até o de Gustavo e avisei que tinha que ir embora.

 

- Meu amor tenho que ir. – digo.

 

- Ah não, fica. – ele pede.

 

- Não posso, eu sai sem avisar e por mais que a Fátima saiba que estou aqui, ainda tenho que voltar pra casa. – digo sorrindo.

 

- Ok, ok, mas amanhã eu quero você o dia inteiro. – ele diz vindo até mim.

 

- Eu posso pensar nisso. – digo divertida e ele sorri.

 

Gustavo pega as chaves do carro e nós descemos, me despedi de Estefânia que estava lendo uma de suas revistas e nós saímos, chegamos a minha casa em alguns minutos.

 

- Chegamos, tenho que ir. – digo tirando o cinto.

 

- Não sem antes me dar um beijo. – ele diz me puxando pra si, damos um beijo calmo e apaixonado.

 

- Pronto, agora tenho que ir. – digo me separando dele.

 

- Passo aqui amanhã a tarde. – ele diz.

 

- Talvez amanhã eu esteja te esperando. – pisco pra ele e saio do carro, Gustavo me olha e sorri divertido.



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