História Meu Carrasco - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha, Everton Cardoso da Silva, Paolo Guerrero
Personagens Personagens Originais
Tags Driele Santos Pimpão, Drimpão, Futebol!, Rivalidade, Sem Clubismo
Visualizações 117
Palavras 2.027
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Ficção, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu torci muito mesmo pra esse dia chegar, e finalmente chegou e eu posso me vingar (risada maléfica)
Obviamente que não está tão pesada quanto eu gostaria (sou fofa, fazer o que?!) mas eu gostei muito e espero que goste também @general-

Driele, seja bem vinda ao Nilton Santos 😂😂😂😂

Capítulo 1 - Bem vinda ao Engenhão (Nilton Santos)


Fanfic / Fanfiction Meu Carrasco - Capítulo 1 - Bem vinda ao Engenhão (Nilton Santos)

Driele estava em casa quando recebeu a ligação de Nah, convidando-a para ir assistir ao treino do Botafogo. Seu primeiro instinto foi negar, odiava a ideia de pisar no estádio de um time tão minúsculo como o Botafogo, mas a amiga insistiu e ela acabou aceitando.

Enquanto caminhava pelos corredores ouvindo a amiga divagar sobre seu romance com o zagueiro botafoguense, ela tinha o pensamento longe, em um outro botafoguense para ser mais exata.

Não era segredo para ninguém a facilidade da morena se interessar por jogadores rivais ao seu time. Foi assim com Guilherme Aranã do Corinthians, o Henrique Dourado do Fluminense e agora seu novo alvo vestia as cores de um outro rival e carregava no peito a estrela solitária.

A atração por Pimpão surgiu nos muitos encontros que tiveram, não que ela o quisesse encontrar, mas não tinha muita escolha quando Nah a carregava para todas as festas do namorado, alegando que não podia "ficar sozinha com tantos rebaixados".

No começo ela não dava muita bola, estava acostumada a sentir atrações, mas com ele foi diferente e a cada nova foda pelos banheiros das boates, essa atração só ficava mais forte, a ponto de fazê-la se despencar até o único estádio do Brasil que nunca atingiu o público total.

Durante todo o treino Driele e Rodrigo trocaram provocações nada veladas e se divertiram bastante com isso. Sempre que estava sob o olhar do jogador, a morena inclinava o corpo e apertava os braços, fazendo seus seios saltarem pelo decote, tirando a atenção do jogador em diversas partes do treino. Ele por sua vez também entrou no jogo, sorria de forma sedutora enquanto 'distraidamente' passava a mão por sua extensão ereta por debaixo do calção, fazendo a morena morder os lábios e esfregar as coxas para ver se obtinha algum alívio.

Assim que o treino acabou as meninas correram para o meio do campo, na verdade Nah correu para o meio do campo e saiu arrastada por Rabello, deixando a amiga sozinha com todos aqueles homens suados. Aos poucos o campo foi esvaziando, restando apenas os dois e o clima de sedução que os rondava.

Rodrigo fez a menção de se aproximar e Driele recuou, atiçando ainda mais o jogador que mal se aguentava dentro do calção.

— Não foge de mim, morena — pediu com a voz rouca de desejo.

— Tira esse risinho da cara, não vim aqui pra isso — ela sorriu provocante, sem perceber que tinha se encurralado dentro de um dos gols.

Pimpão lhe devolveu o sorriso e Driele sentiu a calcinha pesar. Era incrível como um gesto tão pequeno dele a fazia se sentir molhada daquela maneira.

— Eu sei bem o que veio fazer aqui, Flamenguista — sussurrou, puxando a morena pela cintura, forçando sua ereção contra a barriga dela — Quer saber como é ser fodida num estádio, não é?

Ela abriu a boca para protestar, entendendo a indireta lançada contra o seu time, mas foi impedida pelos lábios famintos de Rodrigo.

O simples contato de suas bocas bastou para fazer explodir o desejo que escondiam por debaixo das provocações.

Sem se importar se tinha alguem por perto, Rodrigo agarrou na bunda de Driele, elevantando-a até que ela envolvesse as pernas ao redor da sua cintura. Ela gemeu contra a boca do rapaz ao sentir a ereção pressionar seu ponto mais sensível.

Em outra ocasião Pimpão usaria isso contra ela, a provocaria fazendo-a gozar na própria calcinha antes de invadi-la e lhe proporcionar outro orgasmo, sabia que era disso que a morena gostava, mas não tinham muito tempo para isso; o próximo treino rolaria logo e em quarenta minutos aquele campo estaria lotado novamente. Ele precisava ser rápido, porém não ia abir mão de oferecer todo o prazer que a morena merecia.

— A gente não tem muito tempo bebê, então vou explicar uma única vez — falou, investindo o quadril contra ela — Eu vou meter as bolas em você debaixo dessas traves, e amanhã vou meter bolas aqui de novo, mas vai ser naquele seu timinho miserável. Entendeu?

Novamente Driele tentou formar um argumento contra ele, mas as palavras viraram gemidos quando os dedos hábeis do jogador afastou sua calcinha, penetrando dois dedos na sua intimidade úmida. As unhas dela estavam fixadas nos braços do jogador, se apertasse com um pouco mais de força provávelmente abriria pequenas feridas na região.

Driele adoraria responder as provocações que ele insistia em fazer contra o Flamengo, queria gritar, xingar e bater nele, depois provavelmente se bateria por ter se deixado apaixonar por um jogador tão canalha e desprezível, e gostoso e que sabia muito bem como usar os dedos... O tesão aumentava e para Driele ficava ainda mais difícil resistir a ele. Ela gostaria de prolongar o momento durante a tarde toda, queria transar com ele até se esquecer do próprio nome e apesar de não se importar nenhum pouco com uma possível platéia, ela achou melhor não ter essa humilhação exposta para mais ninguém; porque pior do que foder com um jogador rival, era ser fodida por esse mesmo jogador dentro do estádio do time que ele defendia, onde enfrentaria o seu time no dia seguinte. Complicado, proibido e gostoso, era por isso que ela sempre voltava.

— Diz pra mim que tem uma camisinha — ele pediu rouco pelo desejo.

— Por um acaso eu tenho, não que eu... — ela tentou explicar, mas Rodrigo a conhecia muito bem para precisar de uma explicação.

— Eu sei suas intenções bebê, é safada do jeito que eu gosto — sorriu deixando um tapa estalado na farta carne da bunda dela — Sempre sonhei te foder aqui, de quatro.

Os olhos da morena se arregalaram e ela sentiu um arrepio de prazer percorrer seu corpo. Adorava e odiava esse efeito que ele tinha sobre ela.

— Tira essa roupa — ordeu sem cerimônias, a fazendo corar.

— Mas Pimpão, alguém pode... — sua frase foi cortada pelo grito que soltou ao levar outro tapa ardido na bunda.

— Vamos bebê, ou vou te comer na frente do elenco — ele sorriu, mas ela sabia que era uma ameaça vazia... Tinha que ser.

Não querendo pagar pra ver até onde ia a loucura de Pimpão, e pingando de tesão, Driele acatou as ordens do jogador e despiu-se das roupas que usava, ficando nua dentro do gol do campo principal do estádio Nilton Santos. Era loucura demais, porém isso que movia todos os passos desse casal, a loucura e o desejo.

Rodrigo se livrou do seu calção de treino, sentindo um enorme alívio ao liberar sua ereção antes apertada pela roupa.

— Olha o que você me causa, Flamenguista safada — ele segurou o pau duro, balançando-o para frente e para trás, provocando a garota — Porra, não morde o lábio assim, gostosa.

Driele se ajoelhou na frente do jogador e o segurou firme em suas mãos, punhetando-o antes de finalmente levá-lo à boca. Rodrigo suspirou fundo ao sentir o pau sendo rodeado por aquela boca quente e experiente. A morena rodeou a língua pela cabeça, antes de descer por todo membro o enfiando até o fundo da garganta e repetindo os movimentos. Ele gemia e se empurrava para dentro da boca dela, sentindo-a engasgar e isso só o excitava mais.

— É muito melhor quando usa essa boca pra engolir meu pau — ele sorriu safado, puxando-a para cima e tomando seus lábios — Mas eu preciso comer esse rabo, não sei quando vou ter outra oportunidade dessa. De quatro, agora.

Driele estava assustada, não tinha nenhum lubrificante ali e sinceramente não esperava que ele fosse pegá-la por trás... Pelo menos não hoje. Ainda assim ela obedeceu e ficou na posição que o jogador tanto gostava. Sentindo o nervosismo dela, Pimpão não foi direto ao ponto. Ele se agachou atrás dela e alisou suas pernas, passando a mão pela bunda empinada, voltando a lhe penetrar dos dedos.

Driele tentava se manter na posição, mas sentia as pernas tremendo a cada nova investida. Logo os dedos do rapaz foram substituídos pela lingua tão habilidosa quanto o resto. A morena arfava e rebolava contra a boca do rapaz, obrigando-o a ir mais fundo e mais rápido.

— Pimpão... — ela gemeu quando ele pressionou seu clitóris.

Percebendo que ela estava próxima do orgasmo ele parou e a esfregou mais uma vez, usando do seu mel para lubrificar o orifício que ele tanto desejava. Driele sentiu os dedos molhados dele, lhe causando um certo incômodo e tremeu em antecipação.

Sem se aguentar mais, Rodrigo posicionou o pau na entrada dela, empurrando de uma única vez, se deliciando com o grito que ela deu.

— Filho da puta... — ela choramingou.

— Eu sei que gosta assim — ele brincou, passando a língua pelas costas dela — Vou meter com força, pode pedir arrego quando quiser.

Ela bufou impaciente, rebolando contra ele.

Uma mão se Rodrigo se manteve na cintura dela, segurando-a no lugar, enquanto a outra era usada para estimular os mamilos endurecidos da morena.

As investidas começaram tímidas e contidas, Pimpão não queria machucá-la, mas não tinham muito tempo e ele sabia da capacidade que a morena tinha para aguenta-lo.

O tesão passou a comandar os passos da dança, Rodrigo estocava com força para dentro dela, indo fundo e removendo-se por completo para enterrar-se novamente... E de novo.

Tinham certeza que qualquer um podia ouvir o barulho que os corpos produziam ao se chocarem, assim como os gemidos que escapavam pelos lábios de ambos.

— Aguenta bebê, vou mais rápido... — ele murmurou se enterrando com mais velocidade, levando a mão até o clitóris dela, chamando-a para mais um orgasmo que apenas ele lhe podia proporcionar.

Tapas eram deixados na bunda dela, junto com arranhões que com certeza deixariam marcas. Driele sentia as pernas bambas, uma ardência gostosa na bunda, e todas as suas forças se reunindo no seu baixo ventre.

— Porra... Fode esse cu que é só seu... Caralho... — ela gemia sem saber se isso fazia algum sentido sequer, só precisava dizer.

— Só meu... — ele rosnou dando outro tapa — Goza pra mim safada...

Com essas palavras Driele desabou no macio gramado do Nilton Santos, sentindo todo o corpo chacoalhar antes do cansaço lhe atingir.

Rodrigo a virou imediatamente, sem lhe dar tempo para recuperar.

— Vem, preciso gozar nesse seu rostinho de Flamenguista safada.

Ela engatinhou até ele e se posicionou para receber os jatos de porra na cara.

—*—

— Tudo bem Dri? Está mancando? — Nah perguntou, sentando-se na arquibancada destinada à torcida do Flamengo para o jogo contra o Botafogo.

— Vinge que não reparou e eu finjo que não ouvi seus gemidos na noite passada — ela resmungou e a amiga riu, achando válido.

Enquanto o jogo rolava, Driele estava longe, com os pensamentos nas estocadas que recebeu debaixo das traves que agora eram defendidas por Diego Alves.

—*—

"— Nem usou a camisinha — ela comentou ao terminar de se vestir e Pimpão reparou no tom decepcionado  na voz dela. 

Podemos usar assim que eu ganhar o clássico — ele se gabou. 

— Não vai acontecer — ela debochou convencida. — Diego e companhia vão atropelar esse seu timinho minúsculo. 

Pimpão gargalho da confiança em excesso dela. 

— Vamos fazer assim, se eu ganhar vou te foder na arquibancada, naquela cadeira ali — ele apontou para a cadeira no meio do escudo do time. — Faço questão do serviço completo. 

— E se eu ganhar? — perguntou curiosa e confiante na capacidade do seu time. 

— Se ganhar eu faço o que quiser, por uma semana. 

— Ótimo, se prepara para ser meu novo bichinho de estimação. 

— Massageia essa bunda, que não vou pegar leve amanhã. — ele deixou um ultimo tapa na bunda dela — Na arquibancada a vista é melhor. 

'Trouxa, acha mesmo que vai ganhar..."

—*—

No terceiro gol que Pimpão marcou contra o Flamengo, ele parou debaixo das traves e sorriu para ela, enquanto apontava para a cadeira na parte vazia do estádio... Driele teria uma longa noite, concluiu assim que o juiz apitou o fim do jogo.


Notas Finais


Como a boa trouxa que sou tive que me enfiar aqui kkkk

E ai, não tá com o selo Driele de pornografia, mas tá bom.

Te amo Driele Pimpão 💚


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