História Minha doce Ruína. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Dwayne Dugger, Eric Hernandez, Jamareo Artis, James King, John Fossit, Kameron Whalum, Personagens Originais, Philip Lawrence, Phredley Brown
Visualizações 11
Palavras 1.993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!♧

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Minha doce Ruína. - Capítulo 3 - Capítulo 3

Juliana Pov's

Oba, a maior delicinha que tem é saber que eu mando no pedaço! Como assim? Meu irmão é o mandado do quarto. Por que? Quando começamos a estudar no mesmo turno, havia uma briga bem comum entre nós dois: Quem vai usar o banheiro do quarto primeiro? O Miguel sabe muito bem, que eu odeio sair de casa sem tomar banho, ainda mais pra escola. Porém, com toda a minha elegância eu me senti na obrigação de avisar meus pais que estávamos tendo brigas constantes por conta de tal assunto. Conclusão: Meus pais mandaram ele se retirar todas as manhãs, para ir tomar banho banheiro do corredor. E assim foi feito. Agora estou aqui bem plena às 6 e pouca da manhã terminando meu banho calmo e relaxante. Se acordei inspirada? Demais. Pego meu bendito uniforme, visto o mesmo. Vou pegar meu tênis, mas pra combinar com meu humor hoje vou de sapatilha. Termino de me vestir, sento em frente à penteadeira, já pensando na maquiagem. Não faço nada além da pele com uma lápis preto nos olhos e um gloss. Ajeito meu Black, nessa hora o Miguel entra no quarto.

-Cadê minha blusa?

-Sei lá, ué. A blusa é sua!

-Eu pedi pra você passar ela ontem!

-Pois bem, não sou tua empregada, então só lamento. - Sorrio falsa.

-Caralho, Juliana. É difícil você fazer uma coisa que eu te pedi.

-Você não me pediu, Miguel. - Me levanto pra ficar na altura dele. - Você mandou. O seu maior problema é achar que por causa de um ano e alguns meses pode intervir na minha vida. Pasme: Você não pode. Se você quer tanto a minha tutela passe a ter gastos comigo, peça a mamãe pra começar a pagar plano de saúde pra mim, meu plano de celular e etc. Mas por enquanto, você só pode se dirigir à mim com um "por favor" no final das frases. Ah, e num tom  amigável. - Digo olhando na cara dele.

-Eu não sei se você sabe, mas por causa de um ano e alguns meses eu posso sim intervir na tua vida, não do jeito que eu gostaria, mas posso. 

-Pelo amor de Deus, eu ainda vou sumir dessa casa e vocês nunca mais saberão de mim. - Saio pisando fundo do quarto.

-Sonha. - Ouço ele dizer baixíssimo.

Vou em direção à cozinha. Sabe todo aquele bom humor no qual acordei? Então, foi todo pro lixo. Eu odeio brigar com o Miguel e 75% das nossas brigas é por causa da infantilidade de ele achar que manda em mim. Sonha. Pego uma maçã, mordo com raiva depois de lavar a mesma.

- Tchau mãe, tchau pai e tchau Louise. - Me despeço de meus pais e minha irmã.

-Ué, não vai esperar teu irmão?

-Ele não merece a minha espera, mãe.

-Já vão começar a brigar de manhã cedo? Arrego. - Meu pai diz.

-Vocês sabem que o Miguel é muito autoritário, acha que manda no meu nariz. 

-É o jeitinho dele.

-Jeitinho irritante. - Ponho a mochila nas costas. - Bom, mas tchau meu povo, amo vocês e beijos. - Saio e bato a porta. Miguel? Tomara que se atrase e dêem uma advertência pra ele. Escroto.

Chego na escola, um pouco cedo demais. Fico sentada no pátio esperando dar a hora de abrir as salas. Olho no relógio, faltam 15min, é hoje realmente acordei inspirada. Me distraio no celular, mas um ser irritante me desperta.

-Juli... Juli... Julinda, como está? - Diz Vivian.

-Meu Deus, eu já falei pra você parar com essa coisa de ficar inventando palavras. Olha pra mim. VOCÊ NÃO É BOA NISSO. - Volto a dar atenção ao celular.

-Ah, sua vaca ranzinza. Já sabe da nova? - Diz empolgada.

-Quando o bicho é fofoqueiro não tem jeito, né bebê? O que houve?

-Já viu o garanhão novo da escola? Começou hoje, primeiro ano. Dizem que ele é havaiano. Só sei de uma coisa, é muito gostoso. O nome dele é Bruno.

-Tem nem cinco minutos que estamos dentro da escola e já tem fofoca de corredor? Deus. Mas quem é esse tal?

Na mesma hora ela se prontifica a mostrar esse tal Bruno. Realmente, nada mal. Não parecia havaiano, parecia hispânico, não importa a nacionalidade, de fato era uma coisa de louco, mas como não estou interessada, passo a vez. 

-O que achou dele, hein? - Me pergunta ela.

-É bonitinho, mas não faz meu tipo, muito baixo. 

-Pois eu já digo: Shippo. Já tem até nome o shipper: Juno.

- Que nome infeliz, Deus te acuda. Meu Deus. Amiga, eu estou tão encalhada assim? Não, porque cada menino que aparece, você já quer montar uma família pra mim. Calma, linda!

-Você está encalhada, sim! E eu tô tentando te ajudar, mas você não me ajuda a te ajudar, aí fica complicado.

- Talvez eu não queira ser ajudada.

-Tá bom, Juliana, a vida é sua e você faz o que quiser dela.

-Até que enfim, aprendeu! - Rio.

-Teu irmão está solteiro?

-Sim... Por que?

-Nada... - Sinto de longe o interesse dela.

-Hm.

Eu não estou errada em não gostar que as minhas amigas se envolvam com o Miguel. Eu sei exatamente o tipo de homem que ele é, e eu sei exatamente o que faria com as minhas amigas. O Miguel não vale um tostão furado. Eu sei que eu deveria querer a melhor mulher pro meu irmão, mas ele não merece. O Miguel é do tipo que usa até não poder mais e joga fora sem a menor pena. Às vezes me pergunto se meu irmão tem coração. Tomara que esse menino novo, Bruno, não se misture com ele. Mas pera, por que eu tô falando do Bruno? Aff. Odeio minha mente. O sinal toca. Finalmente. Entro na sala e espero os primeiros três tempos passarem. Intervalo. Nada demais. Ôh vida cruel.


Bruno Pov's

6h00 da manhã o despertador toca. Levanto bem animado, afinal era o primeiro dia na escola nova. Mais uma mudança na vida. Há exatamente 5 anos me mudei de onde nasci e cresci, o Havaí. Primeiramente fui pra parte serrana do Rio de Janeiro, mas agora me mudei pra capital. Pelo menos é mais quente, parece com o clima do Havaí , posso até dizer que é mais quente. Bom, mas continuando, tomo um banho rápido e coloco o uniforme, coloco um boné também. Me despeço dos meus pais e das meninas e vou pra nova escola.

Não sei se sou o único, mas odeio a sensação de estar sendo observado e falado por toda a escola. Meu nome deve estar em cada corredor. Fé. O sinal toca, entro pra sala de aula. Intervalo. Uma coisas que eu odeio em escola nova é que no intervalo, o novato sempre fica sozinho. Mas não foi assim dessa vez.

-Bruno? - Um menino alto me chama.

-Sim! 

-Prazer, Miguel. - Estende a mão pra mim em forma de cumprimento e eu retribuo. - Esse é o Tulho, Pedro, Gael, Bernardo e Felipe. - Vai me apresentando cada menino que estava ao lado dele.

-Oi rapaziada! - A única merda que consigo dizer.

E assim um por um foram falando comigo e assim criando mais intimidade. Miguel me chamou pra ir na casa dele na hora do almoço, não sei se realmente vou, mas é sempre bom tentar me encaixar o mais rápido possível. Os caras são muito legais e eu vejo futuro na nossa amizade. O sinal que anuncia o final do intervalo toca. Os professores não são nada mal, mas sempre tem uns que são meio barra pesada e outros que são mais legais. Por fim a aula acaba. Confirmo com o Miguel que vou na casa dele. Seja o que Deus quiser.


Juliana Pov's 

Chego em casa, sozinha. Miguel ficou pra lá com os amigos dele, mas me avisou que os meninos viriam pra almoçar. Legal. Depois do banho coloco a saia jeans que tinha comprado no shopping a pouco tempo, ela é um pouco curta, mas nada muito extravagante. Uma blusa de alcinha coral e uma rasteirinha dourada. Desço pra ver o que tem pra fazer o almoço. Quando chego lá em baixo vejo que os meninos já chegaram estavam todos lá, mas estranhamente a campainha toca.

-Atende pra mim, Jú. - Miguel grita da sala.

-Chamou mais alguém? - Falo indo pra porta.

Assim que abro a porta dou de cara com ele, e que olhos são aqueles, que homem é aquele. Meu Deus.

-Oi. - Sorrio pra ele.

-Oi, não sabia que o Miguel tinha chamado meninas, ele falou que íamos ver jogo...

-E só porque sou menina não posso gostar de futebol? - Digo séria, mas logo depois sorrio pra descontrair. - Desencana vai! - Gargalho da cara dele. - Não gosto mesmo de futebol, sou irmã do Miguel, estudo lá no colégio. Prazer, Juliana. Pode entrar - Tento ser o mais simpática possível. Ele dá um sorriso que eu passaria a vida roda admirando, minha vontade era pegar meu celular e tirar uma foto dele.

-Você me pegou! Prazer Juliana, Bruno. - Ele dá um passo pra dentro de casa.

-Os meninos estam ali na sala, vem! - Puxo ele pra dentro de casa e acompanho ele até a sala. 

Volto pra cozinha com um sorriso no rosto, mas lembro que tem um bando de brutamontes esperando pela comida. Faço um fricassé de frango, um arroz branco e um feijão temperadíssimo. Amo cozinhar!


Bruno Pov's 

-Meninos, a comida está pronta! - Ouço ela chamar.

-Sabe que eu amo sua comida, né? - Pedro envolve ela num abraço por trás e beija seu pescoço. Digamos que senti um desconforto, mas nada demais.

-Bobinho. - Ela diz depois que ele solta dela.

-Que palhaçada é essa, Pedro? Já disse  que na minha irmã ninguém toca. - Miguel diz e eu vejo ela revirar os olhos.

O que eu achei da Juliana? Gostosa. Ouvi por aí que ela só tem 14, mas tem um corpão, que se deixar na minha mão eu faço maravilhas. Achei ela muito simpática também. E cozinha divinamente. Quase perfeita. Se não tivesse um irmão tão ciumento eu arriscava uns pegas, mas já vi que ela é uma área inacessível. Depois de comermos, os meninos foram ver se o jogo já tinha começado e a Juliana ficou sozinha lá retirando as coisas da mesa. Não vou deixar ela sozinha nessa.

-Precisa de ajuda, mocinha? 

-Ah, que susto! - Diz serena e assustada com a mão no peito, rio. - Não precisa, sei que você quer ver o jogo, vai lá.

-O jogo só começa daqui a 30min, por enquanto dá pra eu te ajudar com a louça.

-Já que você insiste! Pode ir secando a louça, conforme eu for lavando?

-Claro! 

Ela começa lavar a louça e eu vou secando.

-Ouvi dizer que você havaiano, é verdade?

-Sim! Me mudei pro Brasil faz 5 anos. Morava na região serrana do Rio, mas meus pais acharam melhor vir pra capital.

-Interessante. 

-Demais.

-Você não se sente mal por tanta mudança? 

-Com o tempo me acostumei com essa realidade. Mas me fale sobre você!

-Meu nome todo é Juliana Dionísio Oliveira, tenho catorze anos, amo estrelas, amo reggae e pretendo viajar o Brasil todo de carro, do Norte ao Sul.

-Você é cheia de personalidade, né? Sim ou claro?

-Óbvio! - Gargalhamos.

-Você é seu irmão não se parecem nem um pouco!

-Graças a Deus! - Ela ri. - Temos uma irmã mais nova de 5 aninhos, ela sim, é a minha cara.

-Ah sim, é uma menininha que está nas fotos da sala.

-Sim, ela mesmo. Observador o senhor, hein?

-Pois é, é mais forte que eu! Acho que acabamos. - Termino de secar o último prato. - Viu como trabalhamos mais rápido juntos?

-Pois é. Se puder vir aqui sempre depois do almoço, agradeceria por isso. - Rimos. 

-Olha que eu venho!

-Já está convidado. 

Não sei porque, mas me deu um tic e eu tive que fazer isso. Agarro a cintura dela contra meu corpo. Nossos olhares de cruzam na mesma hora. Me aproximo da boca dela.

-Acho melhor não - Ela cochicha. 

-Não quebra o clima, Pequena. 

Sinto nossos lábios se encontrarem num beijo calmo e gostoso. Mas infelizmente, alguém nos atrapalha entrando na cozinha. Espero que não seja o Miguel.




Notas Finais


Espero que tenham gostado, beijos da cacau! ♡


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