História Minha Realidade - Capítulo 1


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Tags Originais
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Palavras 799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Escolar, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu realmente espero que gostem ^^

Capítulo 1 - Infância


Fanfic / Fanfiction Minha Realidade - Capítulo 1 - Infância

"Na infância.. Bastava sol lá fora e o resto se resolvia."

                           Fabrício Carpinejar

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A vida daquela família não era muito fácil, os pais trabalhavam e alguns tios e tias se revesavam para cuidar das duas crianças, a menina de três e o menino de nove nunca foram de dar trabalho, os pais nunca receberam reclamações a respeito dos dois o que deixava o casal tranquilo para trabalhar na pizzaria que havia perto da casa dos mesmo. Os quatro sempre foram muito unidos apesar do horário de chegada do casal que era na madruga quando eles davam seu lugar a outros no revesamento de horário entre os funcionários do estabelecimento 24 horas. Neste mesmo ano...a menina tem um infecção urinária grave, os pais deixam o filho mais velho na casa da madrinha da mais nova e levam a mesma aos prantos para o médico em uma fria madrugada que foi considerado o primeiro pior 'dia' da vida dessa família tão crente em Deus. Chegando no hospital já desesperados pela febre incomum da pequena os enfermeiros não demoraram a notar a gravidade. Uma menina tão delicada com aquela pele rosada e os olhos pequenos com um par de brincos dourados que tinha desde de que nascera..ardendo em febre nos braços da mãe assustada temendo pelo pior. Os minutos na sala de espera, esperando o chamado do médio pareciam horas, assim que chamados, o casal se dirigiu a sala de exames, a menor foi posta sobre a maca e o médico inicia uma série de exames na garota que ainda ardia em febre. Assim que terminou a bateria de exames, o médico entrega um medicamento para a mãe que ajudaria a baixar a febre "Os resultados saem amanhã, ligaremos por favor deixe seu número de celular com a secretária por favor. Tenham um bom fim de noite" Essas foram as últimas palavras do médico, palavras que não confortaram os pais aflitos, pelo contrário, os deixo mais emcabulados, pensando se foi só uma infecção os se era algo mais sério mas naquele momento nada poderia ser feito, nada além de dar o remédio a filha e voltar para casa sem resposta. Já eram quase cinco horas quando chegaram na casa da madrinha da menina para buscar o primogênito que já estava adormecido. Ele foi pego pelo pai, posto no carro que em seguida seguio para a casa. Tomados pela exaustão, chegaram, colocaram o menino na cama e mediram a peratura da menina que já estava mais baixa, mas ainda estava quente. Depois de uma madrugada turbulenta...os mais velhos foram dormir, mesmo preocupados com o que ouviriam do médico no dia seguinte.

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Quando o sol do meio dia já se fazia presente dentro da casa... os mais velhos despertam com o tocar do telefone, o homem se levando para atender e reconhece o número, era o mesmo do cartão do hospital...sem mais demora ele atende já mais bem disposto. A moça do outro lado da linha,pedia que eles voltassem para receber o resultado dos exames feitos anteriormente. O pai sem demora alerta a esposa que se levanta depressa e vai se banhar enquanto o pai pedia para alguém ficar com os menores da casa. A madrinha da menina que morava mais perto aceita cuidar das crianças sem poréns. 

Como os dois já prontos para sair o portão da garagem é aberto e o carro logo sai, a mulher que ficava felhou o portão e voltou para dentro da casa. O caminho para o hospital foi em completo silêncio da parte de ambos. Ao chegar no hospital a recepcionista permite a entrada, chegando na mesma sala de espera no segundo andar do prédio o médico já os esperava com o envelope em mãos "Aqui estão os resultados" O médico estende o envelope e o pai pega já o abrindo pela preocupação, o casal examina o papel minuciosamente e a mulher pergunta "O que exatamente isso significa? O que nossa filha tem?" O médico logo explica "A filha de você nasceu com um dos rins que tem poros mais abertos que o normal, isto é, ela perte muita proteina quando vai ao banheiro e também não filtra direito, não deveria" "Isso tem cura?" pergunta o pai aflito "Não. Só com transplante. Mas há controle! É só ela tomar bastante água. Mas por enquanto ela terá que tomar um remédio bem forte que tem alguns efeitos colaterais...eu acho bom encontrarem um nefrologista para fazer um acompanhamento. O remédio pode ser suspenso! Até mais senhor e senhora" O médico entra na sala e os pais da garotinha saem tristes pela filha ter nascido com algo incurável mas aliviados por terem certeza que é algo simples de se controlar. 

Voltaram para casa com uma certeza "Vamos virar esse jogo. E eu vou me demitir querido, para cuidar dela e dele também"


Notas Finais


Ficou bem curtinhos pois são 3:21am e eu tenho aula as seis horas. Talvez amanhã já poste outro, quem sabe saia maior e melhor que esse aqui né?
Obrigada por ler até aqui!
(Desculpe qualquer erro)


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