História Moon mirror - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Halloween, Menção Soonwoo, Wonhui
Visualizações 39
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu nOA sei o que estou fazendo... isso não é um bônus, eh a continuacao bipolaridade o nome!!! bom, mesmo assim, obrigado pelos favs só no primeiro capítulo :3

(e desculpa se alguém queria apenas a oneshot, vai ser uma short-fic hehe)

Capítulo 2 - .two - Porra, você tá pelado né June!


Two chapter.

Wonwoo recapitulou suas falas e deu-se conta da possível realidade.

— Puta que pariu é sério, eu fui cantado por um espírito!


— Um pitélzinho desses merece elogios, certo? – Jeon já tinha sua boca entreaberta de tão perplexo que estava pela resposta do loiro.


— Pité- o que?


— Cremoso.


— Não, para tudo! Meu cerébro ‘tá falhando no loading, mais devagar, por favor. – pediu gesticulando comicamente


— Cara, você é muito lerdo...


O moreno levantou uma das sobrancelhas estranhando toda aquela situação fodidamente esquisita.

— Huh?


Junhui rolou os olhos desejando que um garoto menos lento tivesse invocado-o.

— Olha amigo, é o seguinte – prosseguiu sugestivo — você fez o caralha quatro lá ‘pra eu aparecer e olha só!, aqui estou eu.


— Okay... – assentiu receoso — E agora?


— Agora você se apaixona perdidamente por mim e toda aquela baboseira, blá blá blá.


Pensando consigo mesmo, Wonwoo jurou estar sonhando. Mais um de seus sonhos bizarros onde chineses resolvem invadir seu apartamento... Peculiar. Mas como metade de seu interior dizia que aquilo era real ele respirou fundo e optou para o plano B.

— Sai da minha casa. – pediu simples


— Oi?


— Sai. Da. Minha. Casa.


— Mas não dá... – Jun usou seu tom fofinho e moldou um bico em seus lábios


— Agora! – Wonwoo tirou forças de um lugar indefinido e segurou o pulso do loiro, puxando-o bruscamente para fora de sua casa


Levou o outro até a porta e antes de bate-la em sua cara soltou um “boa noite” como se aquele fosse um menino normal, no qual acreditava ter sido contratado por Minghao para forjar aquela pegadinha. Jeon pousou a testa sobre a madeira escura e suspirou aliviado. 


Virou-se e...

— Porraaaaaa!!! – gritou e teve sua boca tampada por mãos pálidas


— Shiu, vai acordar os vizinhos. – Moon foi puxando as palmas de volta enquanto via Wonwoo com os olhos arregalados, assim que retirou por completo outro berro ecoou no local, instantaneamente tampou de novo os lábios alheios — Você sabe o significado de “shiu”?


Ainda com o rosto esticado perante o susto, Jeon assentiu como se estivesse sendo forçado àquilo. Junhui viu que o moreno entendeu e novamente recolheu suas mãos da face coberta em medo.


Afastou em uma distância razoável.

— Vai me deixar contar minha histórinha agora? – cruzou os braços com uma cara de quem estava esperando horas para contar a tal história


— Mas eu não quero saber, a única coisa que me interessa no momento é de como te ‘desinvoco! – saiu devolta à sala atropelando o espírito, esbarrando em seu ombro, jogando vários foda-se's ao mesmo


O loiro esfregou em cima da onde foi-lhe atingido.

— Ei! Sou um fantasma mas ainda sinto dor, beleza?


— Já sei, não me diga que tem sentimentos... – debochou indo deitar-se no sofá


— Claro que tenho! – respondeu sendo iguinorado, logo estando curioso suficiente, foi atrás, seguindo o dono do apartamento. Trocou os papéis por alguns segundos espantando-se com a cena que viu — ‘Tá me tirando que vai assistir televisão. Qual o seu problema, Wonnie?


Jeon fitou o alto envergonhadamente assustado e acabou engasgando com a saliva, contudo em seguida tossiu disfarçando o ato anterior.

— O que você disse?!


— Wonnie.


— Só quem me chamava assim era o-


— Soonyoung. É, eu sei.


— Fantasma tudo bem, mas agora stalker é apelo.


— Porra, e eu achando que uma hora ia se lembrar de mim... Você é muito lerdo pra isso.


— Lembrar de ti? – deixou escapar um risinho soprado — ‘Mermão, eu nem lembro o que jantei ontem! 


A entidade bateu em sua própria testa reclamando de dor logo na sequência.

— Animal de patas! – bufou — Sou eu, Wen Junhui, eu era do grupo de dança do Soonyoung.


— Wen? Achei que era Moon... Não pera – focou na frase que loiro disse há segundos atras —, grupo de dança do Soonnie – pigarreou balançando a cabeça —, Soonyoung, quis dizer Soonyoung. 


O chinês estranhou de instante, todavia deu de ombros.

— Isso, como esquecer o quanto melosos vocês eram... Era frustante já que eu só queria treinar as coreografias e tu ficava lá babando ovo pro Kwon.– suspirou


— Tempos sombrios. – com a cabeça baixa, Wonwoo murmurou


— Como assim? Não me diga que... – levantou as sobrancelhas sugestivo


— Terminamos. – Jun pode sentir a tristeza na voz alheia


— Oh. – fitou o teto — Sinto muito.


O Coreano olhou no fundo das pupílas do Chinês, vendo sua alma, possivelmente penada.

— Não sinta, June.


Dessa vez, o loiro abriu levemente a boca surpreendido. Ficou em silêncio.


— Acha que eu não lembro dos apelidos que você tinha...


Wen voltou à realidade, saindo dos possíveis devaneios que estava tendo em sua fantasmagórica mente.

— Uai, a pouco tempo nem tinha me reconhecido.


— Poxa, culpa dessas roupas bregas que escondem aquelas suas coxas. 


Se é que fosse realmente possível, Junhui ficou ainda mais pasmo — e corado — com a situação.

— Você reparava no meu corpo enquanto namorava o Soonyoung? Puta que pariu Wonwoo!


O moreno deu de ombros abanando a mão em um “foda-se” indireto.

— Só olhar não fazia mal. Agora me diga como não perder a atenção para um homem tão belo- – Tossiu falando um “gostoso” entre a tosse forçada. — como você?


— Ainda quer me ‘desinvocar? – mudou totalmente de assunto depois de receber aquela falha tentativa de cantada


— Tem mesmo como fazer isso? Claro que quero. – provocou


— Primeiro você me beija, depois deixa eu te amarrar e tem que ser o submisso na transa, tudo bem pra ti? Juro que funciona, mas só se fizer isso... – deu uma piscadela marota


— Eu quero me livrar de você, não coloca-lo mais fundo nisso.


Junhui riu nasalado, tendo predominante seu timbre safado.

— E essa frase que soou com duplo sentido, hein? – brincou com as sobrancelhas levantando e abaixando-as repetidas vezes


— Só me diz o que eu faço pra sumir com você!


— Sei como me trazer de volta à “vida” – fez aspas com os dedos finos — Serve?


— Tanto faz.


 

dono do apartamento enchia a banheira do cômodo de azulejos em tons claros enquanto rolava o dedão sobre a tela do celular.

— Se isso não funcionar e você morrer afogado eu te mato.


— Que? – franziu a testa


— Você entendeu, agora entra logo. 


— Mas eu to de roupa.


— Então tira.


Junhui olhou estranhando, mas logo começou a arrancar as vestimentas bregas de seu corpo.


— Não comigo aqui! – Won tampou os olhos envergonhado e saiu que nem um foguete do banheiro, ficou com as bochechas extremamente avermelhadas após ver o abdômen meio definido do loiro.


O Chinês resmungou algo que o moreno não ouviu pois já estava bem longe do enredo onde Junhui encontrava-se nú.

— Vai lá e faz! – escutou o pálido gritar do toilet


Jeon assentiu ao nada e correu para sala. Deu de cara com aquele — maldito, talvez — espelho. O artefato já estava posicionado onde Wen indicou: na janela onde iria, futuramente, despencar.

Receoso, Wonwoo encarou o objeto refletor e convenceu-se pela milésima vez na noite que aquilo era apenas um sonho bobo, lúcido, todavia bobo.

Pôs ambas as mãos sobre o item, suspirou fitando seu reflexo desfigurado no vidro. Contou mentalmente até dez e disse algumas palavras, aquelas que eram necessárias para o devido processo fluir. Após finalizar o tipo de poema em mandarim, Jeon empurrou com toda força e vontade o espelho que caiu prédio abaixo. Forçou os olhos ao escutar o estrondo que o impacto dos cacos fizeram ao solo, não se conteve em curiosidade e encostou o torax na borda da janela inclinando-se para ver o estrago que estava no chão, porém... Nada, não havia nenhum resquício do artefato espalhado pela calçada de concreto sujo.

De imediato não entendeu, mas nem ligou muito para aquilo assim que escutou alguns gritos vindo de dentro dos cômodos. Bateu a cabeça na parte de cima da janela e resmungou de dor em seguida enquanto corria em direção aos sons. Quase arrebentou a porta entrando e vendo Junhui todo encharcado no chão gélido que fazia cosplay de uma enorme poça de água.

Se ajoelhou ao lado dele e levantou-o meio desajeitado entrelaçando seus corpos, definitivamente iguinorando o fato de estar na enorme molhadeira e de que o Wen estava sem nenhuma peça de roupa.


Engasgando com o líquido, ele tossiu tentando falar.

— F-funcionou...


Wonwoo finalmente permaneceu vendo a imensa beleza de Junhui. A pele, antes pálida como uma sulfite em branco, havia sido trocada por um leve bronzeado. Os fios, todos esbranquiçados se tornaram louros amarelados no tom perfeito. Não esquecendo-se dos detalhes faciais do estrangeiro... Aquelas orbes castanhas que transmitiam a melhor suavidade, mesmo que misteriosa. O nariz e a boca carnudinha nas melhores proporções.


— Funcionou Wonnie! – acabou acordando o outro que faltava só babar, e por falar em baba; o jeito que Moon despertou o moreno foi cuspindo gotículas de água misturada a sua saliva no rosto do mesmo que ficou enojado.


— Credo, você cuspiu na minha boca! – ameaçou limpar os lábios, porém uma mão forte segurou seu braço magrinho


— Deixa que eu limpo. – e bastou! 


Jun puxou os cabelos da nuca alheia eriçando-os, tudo somente para juntar mais seus rostos. E em míseros instantes os dois garotos estavam, voluntariamente, colados. Uma sensação ótima correu a extensão de ambos os corpos, o toque dos lábios úmidos e a dança intensa das línguas davam ao ósculo o melhor dos melhores gostos. Não tardou para que os pulmões implorassem por ôxigenio.

Respiraram descompassados pelo atrito feito antes, as bocas estavam vermelhas já que foram pressionadas fortemente. Mesmo com o rosto em tons carmins, Wonwoo fitou Junhui nos olhos, mais uma vez sentindo estar conversando diretamente com sua alma, agora mais viva do que nunca, e com seu coração que pulsava rápido.

Cortou os próprios devaneios apaixonados ao lembrar-se onde estava: no colo de um Wen Junhui nú.


— Porra, você ‘tá pelado né June!


Notas Finais


*desculpa se tiver erros, eu betei sim, mas ultimamente meu spirit tá me ludibriando e fodendo meus cap;(


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