História More Than Friends - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bangtanboys, Jikook, Jimin, Jktops, Jm!bottom, Jungkook, Kookmin, Lemon
Visualizações 315
Palavras 5.371
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ficção, Fluffy, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem, eu não tenho muita coisa pra falar
Ultimamente eu tenho aparecido com umas fanfics em homenagem a pessoas importantes ´pra mim, certo?
Essa é mais uma delas,
Eu não vou fazer textinho nessa porra até porque não tô afim e nem sei o que escrever, então parabéns pelos 15 anos e obrigada por ser a amiga que é.


Espero que gostem e boa leitura <3

Capítulo 1 - Who's gonna love you like me?


Park Jimin era o que chamavam de hibrido desastrado, o pequeno ômega de vinte anos, com seus cabelos, orelhinhas e cauda ruivas, derrubara novamente o abajur que se quebrada em mil pedacinhos. Ele choramingou por um momento e começou a pegar os cacos maiores com a mão, cuidadosamente, para não se cortar, com pouca eficácia, um corte relativamente grande abriu-se em seu dedo. O ômega resmungara baixinho, seu dia não estava sendo dos melhores, já havia escorregado no banho e devido a isso seu bumbum estava doendo, prendeu o rabo macio na porta do armário e topou com o dedo mindinho na quina de sua escrivaninha, por fim, rasgara o dedo!  

O híbrido praguejou baixinho, largando os cacos no chão e indo em direção a cozinha, deixou algumas finas lágrimas escaparem quando o corte foi de encontro a água gélida, ele deixou ali em baixo até que o corte parasse de sangrar, nisso fechou a torneira e foi até o kit de primeiros socorros no andar de cima pegando um band-aid e colocando sobre o dedo. Park ouviu a porta destrancar e as orelhinhas ficaram atentas a qualquer barulho.  

 ― Jungkookie? Jungkookie-ah? ― o ruivinho  chamou pelo amigo, porém não fora respondido, ele formou um bico nos lábios e desceu a escada com suas orelhinhas laranjas antenadas.  

Jimin captura um suspiro cansado e arqueia a sobrancelha, encontrando um Jungkook sentado no sofá com algumas ― várias ― sacolas de compras. O amigo correu em direção ao outro sentando-se ao lado com um sorriso largo.  

― Jungkookie-ah ― sorriu o abraçando com força.  

― Olá, Jiminie ― retribuiu o sorriso doce, deixando-se ser abraçado e retribuindo em forma de cafuné. ― Ficou bem? ― disse olhando-o  

― Não ― o Park respondeu baixinho ― Jiminie se machucou e Jungkookie não estava aqui para cuidar do ChimChim ― explicou com as mãos inquietas.  

― Aonde você se machucou Chim? ― pergunta preocupado, acariciando o rosto do menor. 

O Park não fizera questão de responder, apenas mostrou o dedo e a cauda com a pelagem amassada, além de apontar para seu pé e para o próprio quadril. 

Jungkook riu levemente, murmurando um “desastrado”, antes de beijar sua testa.  

― Agora que voltei você não precisa se preocupar, uh? Vou cuidar de ti caso se machuque ― disse e por fim se levantou, o hibrido reclamou, porém o seguiu, ajudando-o com as compras os dois pularam os cacos de cerâmica do abajur e depositaram as compras na cozinha. 

― Como foi o trabalho hoje, Jungkookie? ― perguntou desempacotando.  

Era sempre assim, Jimin abraçando Jungkook sem querer soltá-lo sempre que o mesmo chega, porém voltando ao normal pouco depois, talvez fossem seus instintos dizendo-lhe que seu dono voltara, e bem, mesmo que Jungkook não seja seu dono, estaria mais para um irmão.  

Ambos foram criados juntos, quando os vizinhos de Jungkook adotaram um menino, mal pudera acreditar, ele teria um amiguinho para brincar consigo! Porém suas esperanças foram água abaixo quando viu o hibrido pela primeira vez, era delicado demais para suas brincadeiras brutas, por fim, acabam mesmo amigos de longa data, o de cabelos escuros desenvolvera um sentimento fortemente protetor pelo ômega assim como o dito desenvolvera outro sentimento por ele ― infelizmente, um que nunca fora retribuído. 

― Foi bem, um pouco cansativo, mas foi bem ― disse ajudando-o ― E a faculdade? O que está achando? ― murmurou ao terminar de desempacotar e lavar uma maçã para mordê-la . 

― Eu não fui hoje, a turma marcou de dar uma “festinha”, dispensei e aproveitei pra arrumar a casa ― explica e põe um pouco de leite frio num copo.  

Ah, não o culpem, ele ainda era um gato, tinha suas manias.  

Jungkook assentiu e terminou de arrumar suas coisas junto a Jimin, o mais novo avisara que iria se banhar e assim fez enquanto Jimin estourava pipocas e escolhia uma filme para ambos verem. Acabara por optar em Homem-Aranha: De volta ao lar,  era um filme que ambos estavam ansiosos para ver desde que chegara na locadora mais próxima, também devido ao fato de que eram dois loucos por quadrinhos.  

O híbrido ouviu passos vindos do andar de cima e a cauda agitada denunciou o quão alegre estava, o Jeon aparecera pouco depois com roupas largas e abraçou o melhor amigo lateralmente. 

― O que iremos ver? ― pergunta curioso, Jimin sorri travesso.  

― Senta  ali pra descobrir ― indica com o rabo e Jungkook ri baixinho, sem obedecer o mesmo, o segue até a cozinha pegando copos e trazendo a garrafa de refrigerante enquanto Jimin ocupava-se da pipoca e do pacote fechado de M&M’s que Kook trouxera do mercado. 

Pouco tempo depois eles já se encontravam de baixo das cobertas, o tempo estava frio o bastante para usarem dois edredons grossos por cima das pernas e tronco enquanto comiam e prestavam total atenção ao filme que não demorou muito a terminar.  

Ficaram conversando um bocado sobre o enredo bem programado e os efeitos especiais ― talvez até uns elogios direcionados ao ator gostoso que representava o herói ―, e no final, já sem pipoca e o pacote de M&M’s pela metade, resolveram deixar em um canal qualquer e ir conversando. 

― ... E por fim, Namjoon bateu a cabeça na estante que virou em cima dele e todos, tipo, todos os livros caíram em cima dele ― o ruivinho terminara de contar gargalhando junto a Jungkook.

Namjoon era um de seus colegas de turma que conseguia ser incrivelmente desastrado ― mais que o próprio Jimin, até.  

― A parte ruim foi que um dos livros caiu em cima do meu rabo ― fez bico ― Bem, por fim, Jin-hyung foi ajudar ele e eu fiquei de vela ― bufa na última parte.  

Jungkook ri levemente e chama a atenção de Jimin. 

― Bom Chim, lembra-se que comentei querer falar com você há uns dias? ― O Park assente, curioso ― Eu estou saindo com uma pessoa, e queria que você conhecesse ela, se possível, queria trazer ela aqui amanhã. ― murmurou coçando a nuca em vergonha. 

Doeu. 

Jimin poderia dizer que seu coração se partiu em mil pedacinhos, tantos quanto o abajur de hoje cedo ― sim, tinha a suspeita que o Jeon estava tento algum caso, ele não era burro, mas a confirmação destruiu qualquer resquício de esperança que existia dentro de si, brutalmente esquartejada.  

Sentiu vontade de chorar, mas segurou as lágrimas bem, apenas virou o rosto para que Jungkook não percebesse. 

― Amanhã não dá, essa semana não dá, na verdade ― e ele tinha a desculpa perfeita. 

―Por que não? ― o dongsaeng pareceu um bocado decepcionado.  

―Minhas épocas de calor ― murmura um pouco constrangido.  

― Mas você não toma supressores, Chim? ― inquere arqueando a sobrancelha. 

 ―Da última vez que fui no médico ele me orientou a parar, ele disse que... ― Jimin morde o lábio inferior, mexendo os dedos do pé ao lembrar-se das palavras do profissional ― Disse que posso ficar estéril ― murmurou baixinho, abaixando a cabeça. 

― Estéril?! ― o moreno exclama surpreso ― Mas era um medicamento totalmente seguro! ― disse juntando as sobrancelhas ― Eu li a bula ― murmurou chateado. 

― É seguro, caso usasse de forma moderada ― explica ― Mas eu tomo supressores desde meu segundo cio que foi aos dezoito, são praticamente dois anos inteiros apenas com supressores, o doutor ficou surpreso que eu não tenha perco a capacidade de gerar, até ― disse ainda envergonhado, seu cio era um assunto delicado, mesmo que fosse conversado com Jungkook.  

― Entendo ― diz pensativo ― Você ainda tem os brinquedos do seu primeiro cio? ― perguntou o olhando  

― Jungkook! ― gritou corado, dando-lhe um tapa no peito ― Não se pergunta esse tipo de coisa aos outros ― ele queria poder enterrar sua cabeça no chão. 

― Yah, eu só quero me certificar de que tem tudo que precisar para amanhã. ― disse rindo levemente.  

Não tenho você. Jimin pensou, porém ficara sem responder, apenas por balançar a cabeça concordando.  

Depois disso ficaram planejando o resto da semana, Jungkook ficaria na casa de sua mãe, então subiu para arrumar as malas. Já Jimin, que estava caindo de sono, foi direto para a cama, deixando-se levar pelos sonhos. 

•·• 

O dia seguinte iniciou-se normal, o Park não compareceu novamente na faculdade, com a incerteza de que horas seu cio viria, ele apenas ficara dentro de casa ― não podia de modo algum entrar no cio dentro da faculdade, haviam vários híbridos alfas dentro do local, ia dar ruim. 

Levantou-se cedo como sempre, Jungkook que estava de folga continuava a dormir. Jimin então, sem senso algum, ligou a música no rádio e começara a fazer o café da manhã, o rabo longo ajudando-o a pegar/empurrar alguns ingredientes da panqueca para cima da bancada. Após fazer a massa, despejou-a na chapa que havia ao lado do fogão e começara a cozinhar a mistura doce. Cantarolando, Jimin também fez café e cortou algumas frutas para acompanharem a panqueca, estava de bom humor e de bom humor cozinhava melhor que o costume. Riu para as frutas perfeitamente cortadas e virou a panqueca, arriscando pequenos passos de dança devido a música animada. 

― Yolo yolo yolo yah, where de party yah, tangjinjaem tangjinjaem tangjinjaem  ― cantou rebolando o quadril levemente no som da música, antes de virar-se com o prato cheio de panquecas para deixa-los sobre a mesa. 

Teria derrubado, o susto de ver um Jungkook encostado no batente da porta com a cara amassada do sono fora relativamente grande, mas o moreno chegou primeiro, segurando o prato que ameçou fortemente a desequilibrar-se de sua mão, o mais novo riu levemente ao ver os olhos arregalados do amigo e murmurou “Aigo” quando o Park deu um tapa em sua testa.  

― Não chegue sem avisar assim, viu o que poderia ter acontecido?! ― choramingou ― Quase que minhas filhas vão para o chão ― murmura e pega o prato da mão alheia, olhando para o outro feio, e depositou-as sobre a mesa, pegando o leite e colocando na frente do local aonde iria sentar-se. 

Não houve muito diálogo durante o café, Jungkook elogiou as panquecas e esperou Jimin terminar de comer, para então lavar os utensílios usados enquanto o Park tomava banho. 

Assim que terminou olhou para as horas surpreendeu-se, já fazia mais de meia hora que Jimin estava no banho, o hibrido não tinha costume de ter banhos tão longos. Subiu preocupado e bateu na porta do banheiro, sem resposta ele abriu a mesma e encontrou o cômodo vazio, foi então em direção ao quarto do híbrido. 

E bem, Jungkook poderia mentir, falar o contrário de todas as palavra ditas a seguir, mas ele não iria, até porque não conseguiria negar. O cheiro que sentia ao se aproximar do quarto alheio o hipnotizou, era gostoso, doce e levemente refrescante, como rosas e menta.  

Ao chegar em frente ao quarto do melhor amigo não se conteve em levar a mão diretamente para a maçaneta, hesitou ― talvez graças ao resquício de consciência que mantinha ―, porém abriu.  

E porra, foi como se tivesse entrado em uma câmara na qual aquele cheiro era o oxigênio. 

As luzes estavam apagadas, cortinas fechadas e o ar-condicionado ligado no mínimo, ele não entendeu de primeira, mas após ouvir grunhidos baixinhos as coisas se ligaram. 

Jimin entrou no cio.  

 

 

 

 

E bem, Jungkook? Para ele seria extremamente errado negar ajuda ao pobre coitado. Como poderia ir para a casa de sua mãe e saber que o seu melhor amigo estava tão necessitado de ajuda? Impossível, fora de cogitação. 

A mão trêmula foi levada até o interruptor e sem mais delongas, as luzes foram acesas. O olhar lacrimejante de Jimin  encontrou o seu, ele gemeu baixinho, abrindo a boca inchada pelas várias mordidas que o próprio dera. Rolando os olhos para baixo, Jungkook observou a imagem de Jimin da cabeça aos pés, sua respiração sumiu, evaporou, ele não sabia mais como coordena-la.  

O Park estava encolhido no canto da parede, em posição fetal e roupa alguma, uma mão se esticava entre suas pernas tocando o membro gotejante e a outra esquivava-se por baixo das coxas torneadas maltratando sua entrada, o suor visível escorria em sua nuca e os dedos trabalhavam sem muita habilidade, fazendo-o choramingar por mais, e talvez a única coisa que denunciava Jimin saber de sua presença fosse os olhos sofridos encarando-o enquanto inconscientemente aumentava a velocidade de suas mãos, abrindo a boca num gemido mudo. 

― J-Jung-kookie ― gemeu arqueando as costas e fechando os olhos minimamente. 

Ele havia achado seu ponto. 

Jeon já não tinha controle sobre seu próprio corpo, ele apenas se aproximou, com a ereção eminente entre as pernas, ajoelhou-se na frente do híbrido que tremia com os espasmos do orgasmo que estava prestes a tomá-lo. 

E então, Jungkook o beijou.  

Jimin não precisou de mais nada para gozar, entre um gemido abafado pelo beijo necessitado e um arquear de costas, o moreno segurou na cintura desenhada e puxou-a para si, colando seus corpos sem em se preocupar com os resquícios de porra que lhe molhavam. O ruivo amolecido em seus braços pelo orgasmo recente retribuía o beijo entre arfares manhosos que faziam o corpo do Jeon aquecer-se cada vez mais.  

O mais novo puxou-o então para seu colo, levantando-se o mais rápido que pudera para jogar o corpo de Jimin sobre a cama, e então subir para tomar sua boca novamente.  

Ajeitando-se, Jungkook ficara entre as pernas do híbrido, a bunda avantajada diretamente contra seu membro o fazia imaginar se ficasse sem as roupas, as mãozinhas usavam suas unhas para cravarem-se em seus ombros fazendo uma ardência gostosa tomar conta do local, as bocas formavam um ósculo quente e luxurioso, nem a falta de ar os fizera parar. A mão do maior deslizou pela cintura alheia arrastando as unhas ali enquanto desferia uma mordida no lábio inferior, um gemido ecoou entre os barulhos obscenos do beijo e as esfregadas nada castas do pau coberto contra as nádegas nua ― que se tornaram mais intensos quando as pernas de Jimin envolveram o tronco de Jungkook num pedido mudo por mais. 

Não é mentira que esperaram muito por aquilo  ― mesmo que Jeon fosse negar, até ele já perdeu algumas noites de sono pensando no corpo gostoso do híbrido  ―, esperar mais um pouco era digno de pecado, justo agora, com as bocas coladas de forma tão sensual e o cio fervente dentro do ômega.  

Felizmente Lalisa não decidira fazer uma visita a Jungkook de última hora, felizmente Lalisa não preparara um piquenique surpresa e fora chamar o Jeon e seu amigo para acompanha-la, certo? Errado, infelizmente. E talvez, só talvez fosse o motivo da garota de cabelos loiros estar em frente a casa não muito extensa de dois andares, franzindo o nariz ao sentir o cheiro nítido de cio. 

Para um ômega no cio, não deixaria de ser notado, é claro, outro ômega ameaçando seu local. Então cravou as unhas com mais força nos ombros do parceiro e rebolou com mais afinco, desocupando a boca para gemer alto. 

― O que ela faz aqui, Jungkookie? ― choraminga sem parar com o contato. 

Ah, aquela porra doía, ele tinha de arrumar um modo de se satisfazer, mesmo que parcialmente. 

― Ela quem? ―murmura levantando o olhar  

― A ômega com cheiro de abacaxi ― resmunga  manhoso . 

― Não sei o que ela faz aqui ― responde o olhando ― Quer que eu peça para ela ir embora? ― pergunta preocupado. Não era para Lalisa aparecer, ele avisou que não iria dar. 

Nem pelos sete infernos Jeon Jungkook iria sair dali, muito menos agora que a ômega estava lá para roubar o seu homem. Como resposta, Jimin puxou-o para um beijo voraz, as mãos deslizaram dos ombros machucados até a calça de moletom, empurrando-a para baixo para que tenha mais contato se possível. 

Jungkook riu. 

― Que gatinho possessivo eu tenho, uh? ― murmura jogando o quadril para cima, causando um gemido agudo do menor e um arfar vindo se si. 

Manhoso, o híbrido descolou suas bocas e abriu os olhinhos ― há muito fechados ―, os olhares se encontraram desejosos após muito tempo, ele desviou o olhar para baixo, focando na boca alheia, a mesma, porém logo saiu de seu campo de visão. 

Jimin arfou, jogando o pescoço para o lado ao sentir beijos molhados se espalharem por seu pescoço, alguns chupões também foram deixados, forçando-o a gemer, mesmo que baixo. Uma trilha de beijos fora deixada do maxilar até seu pomo de adão, chegando no local, Jungkook mordiscou a pele sensível de forma despreocupada, voltando-se a parte inferior do pescoço e dedicando-se a deixar a pele com manchas vermelhas e roxas. Suas mãos passeavam pelo corpo de Jimin, apertando locais inapropriados ― que pareciam muito apropriados para o momento.  

O lubrificante natural já escorria da entrada de um Jimin necessitado como nunca, estava dez vezes mais sensível que o normal, seu pau doia pela falta de estímulo e seu interior parecia que ia rasgar-se em pedaços. 

Porra, ele só precisava ser fodido. 

As mãos do Jeon escorregaram brevemente para as nádegas de Jimin, a cama que já estava molhada por tanta lubrificação servia de apoio para suas costas. Ele apertou com força, as pontas de seus dedos molharam ao mesmo tempo que o outro soltara um gemido mais alto que os outros, arqueando ar costas. Jeon ocupou-se de distribuir apertos por tais áreas ditas, a boca trabalhava habilidosamente em qualquer área livre e significativa, quando as mãos não apertavam sua bunda, distribuíam-se pelas coxas grossas. Jimin gemia em alto e bom som, havia perdido os sentidos faz tempo. O corpo em espasmos denunciava um orgasmo próximo, mesmo que faltassem poucos estímulos para que realmente conseguisse chegar ao ápice. Jeon parecia ter entendido o que estava acontecendo ao soltar um sorriso vitorioso, com o ego inflado, ele deslizou a boca até o mamilo esquerdo do amante e o circulou com a língua, chupando e mordendo em seguida, a sua mão direita teve de tomar o respectivo mamilo, apertando-o e massageando com a ponta dos dedos enquanto estalava um tapa na nádega esquerda. 

E então Jimin estava no limite, a boca aberta pelos estímulos tão pequenos e as costas arqueadas pelas sensações inquietantes dentro de si. Só precisava de mais um estímulo, um mísero estímulo para se desfazer no abdômen alheio. 

O moreno, como o bom  amigo que era, deu esse estímulo. Deslizou a mão direita sobre a área farta e circulou o dedo indicador em sua entrada molhada, o próprio Jeon teve de reprimir um gemido a fazer isso ― porque porra, ele estava tão preparado para si ―, penetrou a pontinha de seu dedo, nem metade fora, apenas a ponta, sentindo o interior de Jimin contrair-se para expulsa-lo. 

Foi o bastante para que o mais velho tivesse seu orgasmo. Jimin formou o arco mais bonito que pudera com as costas, a boca abriu-se num gemido mudo enquanto as unhas cravaram-se irregularmente nos ombros alheios junto a cauda que enroscou-se fortemente na coxa alheia, os olhos fecharam-se com força e a porra saiu em um esguicho, sujando o próprio abdômen e um pouco do de Jungkook. O momento de tensão passou, seus músculos relaxaram e então permitiu-se deitar a cabeça e ajeitar-se.  

Jungkook o olhara maravilhado. Nunca havia visto algo tão...bonito? Não, bonito não, nunca havia visto algo tão etéreo quanto aquilo. A visão de Jimin gozando foi a melhor de todas que já presenciou, o rosto bonito e suado, a boca aberta num “O” perfeito, os lábios inchados faziam um contorno bonito de se olhar e bem, ficou orgulhosos se si, por fazer o híbrido ter esse orgasmo tão facilmente. 

Com as respirações normalizadas, Jeon deitou-se ao lado de Jimin, que já lucido, resmungou. 

― Aproveite que deu um tempo e vá para sua mãe― murmura constrangido, escondendo-se sobre os lençóis.  

Tudo bem que não era hora de ter vergonha, mas é de Park Jimin que estamos falando. 

― Não vou para lá ― murmura o olhando ― Vou te ajudar com o cio, Jiminie. ― diz tirando o pano de seu rosto.  

Os olhinhos de desviaram, as bochechas coradas se tornaram mais vermelhas ainda e o Park mordeu o lábio inferior. 

― Certeza? ― sussurrou com um olhar baixo. 

Então, mais um beijo. 

― Quantas vezes você quer gozar hoje, Jiminie? ― a pergunta surgiu de repente, pegando o híbrido de surpresa. 

― Quatro ― respondeu. 

Só faltavam duas. 

E foi como se todo aquele fogo houvesse voltado com o dobro de força. O pênis de Jimin estava ― novamente ―, doendo de duro. Era incrível como em poucos segundos, e apenas com um ósculo, o corpo do mais baixo houvesse quase entrado em combustão. Ele gemeu baixo, deslizando as unhas por suas omoplatas.  

― Você está com muitas roupas ― sussurrou Jimin, deslizando uma mão por seu tórax e levantando a blusa levemente ao sentir o abdomen definido.  

Num movimento tão rápido quanto seus corpos se aqueceram, Jungkook arrancou sua blusa, jogando-a para um lugar qualquer do quarto. Puxando Jimin pelo quadril, o fez sentar-se sobre seu membro, os dois gemeram juntos, a bunda de Jimin fazia um trabalho surpreendente rebolando sobre Jeon, o lubrificante natural, molhando a calça de moletom e deixando o moreno mais duro a cada segundo, as orelhinhas a postos e a cauda enrolada em sua perna o faziam entender o quanto Park necessitava daquilo. Por fim, a boca aberta os olhinhos fechados lembravam seu orgasmo, mas dessa vez Jimin não queria gozar, não tão rápido, ele queria pau sob si, fodendo-o.  

Jungkook deslizou a mão sobre seu membro gotejante, usando o pré-gozo para facilitar os movimentos de sua mão, num vai  e vem lento, obrigando a Jimin gemer manhoso.  

―J-jung-gukkie ― murmurou deslizando sua mão esquerda até o mamilo oposto ― Mais ― implora , não sabendo se estocava em sua mão ou rebolava sobre seu pau.   

E então Jeon teve uma ideia, brilhante, em sua opinião, tanto para si, quanto para o ruivinho. 

― Sessenta e nove ― murmura, sendo perfeitamente ouvido pelo menor. 

E Jimin não perdeu tempo algum, antes que Jeon soltasse seu membro ele abaixou a calça do outro, levantando-se minimamente para trocar as pernas de lado, e então, abaixando-se ao nível do pau duro que lhe atingia o abdômen. Antes que pudesse fazer qualquer outro movimento o Park gemeu alto, Jungkook havia estalado um tapa relativamente forte em sua nádega esquerda. Porém, logo depois fora a vez de Jungkook gemer. Jimin não havia esperado, enfiando metade do membro duro em sua boca. Como resposta, Jungkook deslizou o indicador e o anelar por sua entrada, os dedos ficaram viscosos do líquido que o ânus do ruivinho insistia em expelir, provocando-o, Jeon apenas forçou o dedo contra si, sem penetrar. O aperto em volta de seu pau aumentou e o fez gemer extasiado antes de receber um resmungou manhoso. Sorriu, finalmente violando a entrada do híbrido, dessa vez, fazendo seu dedo anelar entrar completamente, até os nós dos dedos, o Park gemeu alto, retirando o pênis de Jungkook da boca para conseguir faze-lo, pouco depois voltando a colocar a glande em sua boca e chupar com afinco. 

E Jimin até podia gostar de gemer, principalmente com Jungkook indo tão fundo em si, mas queria devolver todo o prazer que estava sentido, e mesmo parecendo um pouco egoísta, queria engasgar com o pau do amigo em sua boca até que ela ficasse dormente. Já que todo o mastro não coubera na boca, Jimin aproveitou suas mãos para masturbar o que lhe faltava, incluindo o saco. Jungkoook revezava-se entre chupar a glande de Jimin, estocar dois dedos dentro de Jimin e morder suas coxas na parte inferior ― porque porra, era capaz de deixar marcas em todo corpo de Jimin, marcar toda aquela pele gostosa incansavelmente. 

E antes que pudesse pensar no que seria, Jimin sorriu ao sentir o pré-gozo ser expelido com mais intensidade, passando a focar na sua glande, deslizando a língua por sua fenda enquanto suas mãos ocupavam-se de masturbar todo o comprimento de Jungkook.  

O moreno sabia que iria gozar, a qualquer momento, e bem, mesmo que tentasse se segurar, a boca de Jimin fazendo um trabalho tão gostoso em si não iria deixar. Para não vir sozinho, o mais novo passou para outra tática ― na sua opinião, Jimin até iria preferir. E tirou os dedos do interior de Chim, recebendo de volta um resmungo, sorriu de canto e puxou o quadril do outro para baixo, levantando sua cabeça e deslizando a língua pela entrada molhada de Jimin.  

E caralho, era fodidamente gostoso, tão gostoso que Jimin rebolou com afinco, mesmo no primeiro contato, “esmagando” o rosto de Kook contra suas nádegas que eram espaçadas pelas mãos do maior enquanto a cauda agitava-se, por vezes enroscando-se no pescoço e deslizando até o peitoral alheio. O híbrido sentia a língua acariciando suas paredes internas intensamente, seu líquido pré-seminal já escorria do pênis, caindo diretamente sobre o tronco do Jeon, sua entrava expelia tanto lubrificante que até mesmo o pescoço de Jungkook fora molhado, ele estava a ponto de gozar, e Jeon também.  

E então Jungkook, entre uma sugada especialmente forte na glande e as mãos ligeiras apertando suas bolas nos lugares certos, a queimação pós-estômago chegou e ele grunhiu alto, indo tão fundo quanto conseguia com a língua dentro de Jimin. O híbrido engoliu toda porra que entrou em sua boca, deixando um pequeno filete ― que logo foi recuperado ―, escapar pelo lábio. Jeon estalou um tapa em sua coxa, um bocado exausto do orgasmo recente, porém sem parar momento algum com os movimentos da língua. Jimin deu-se a liberdade para gemer, já havia completado sua missão principal que era fazer o outro gozar, agora levantava o corpo para literalmente sentar-se sobre o rosto de Jungkook que era quase sufocado por aquela bunda gostosa. Rebolou contra o músculo e gemeu alto, passando as próprias mãos por seu corpo, levando ambas até seus respectivos mamilos e apertando-os. Também não demorou para que Jimin viesse, formando um de seus arcos bonitos com as costas, ele gritou tão alto quanto pudera, jogando o quadril para baixo e sentindo a língua ir fundo em si enquanto gozava em jatos no abdômen de Jungkook.  

Tão ofegante quanto pudera, o ruivinho grunhiu manhoso, deitando-se ao lado do moreno que se encontrava no mesmo estado. O terceiro round estava por vir, mesmo tendo gozado duas vezes, nunca sentir-se-ia satisfeito o bastante até ter Jungkook completamente dentro de si. 

As mãos ansiosas arranharam as coxas de Jungkook que olhou para Jimin um pouco surpreendido. 

― Isso não tem trégua? ― murmurou normalizando sua respiração e se sentando na cama. Jimin sorri travesso. 

― Terá, quando eu for fodido ― a voz sai quebrada e levemente manhosa. 

E porra, ele já estava duro novamente.  

Jimin desta vez subiu em cima do Jeon, ele não ficaria com o pau magicamente duro de um segundo para o outro. Após sentar-se em suas coxas, Jimin começou a masturbar o pênis sensível do parceiro. 

É, talvez quando se tratasse de Jimin, Kook ficasse sim de pau duro magicamente.  

E quando constatou que Jungkook já estava duro o bastante, o membro do amigo já gotejava o líquido pré-seminal, enquanto o quadril era jogado para cima e gemidos roucos escapavam-lhe da boca. 

Jimin sorriu. 

Não o levem a mal, mas o garoto estava ansioso, nunca se idealizara num momento como aquele ― na verdade já, só não acreditava na possibilidade ―, sequer pensara que um dia, Jungkook iria atravessar a porta de seu quarto e o fazer gemer para toda a vizinhança ouvir. 

Rebolou devagar, o membro descoberto roçando a glande em sua entrada que se contraia automaticamente, expelindo o líquido que deixava o pau de Jungkook ainda mais molhado. 

Jimin morde o lábio inferior, o gemido alto escapa de sua boca quando sente a glande forçar sua entrada, entrando minimamente. 

― Porra! ― Jeon estapeou a coxa de Jimin.  

O interior dele era quente. Não só quente, era o próprio inferno. 

E Jungkook adoraria ser um pecador. 

Não pensaram muito antes de continuar com o ato. Se chegaram aquele ponto, de qualquer modo, iriam terminar.  

O gemido mais alto e sôfrego da noite fora ouvido quando, em um movimento só, Jungkook penetrara todo o mastro dentro do ruivo.  

E merda, Jimin era tão fodidamente quente. 

E não era só a parte de estar dentro do mais velho. O Park era todo quente. Seu sorriso, sua voz, seus gestos, era tudo tão quente que não aqueciam só seu corpo, mas também traziam aquele aperto gostoso no peito. E era assim que Jeon se sentia, a adrenalina pegava corria em suas veias enquanto ele quase entrava em combustão espontânea.  

As reboladas de Jimin começaram tímidas, mas logo foram pegando ritmo de acordo com que Jungkook acertava fundo em si. Os gemidos altos se misturavam vindos de ambas as partes e os sons obscenos da bunda indo de encontro com a pélvis de Kook formavam um ambiente único e sensual no qual apenas eles compartilhavam. 

As mãos do moreno escorregaram para a cintura do passivo e apertou ali, a cauda retorcia e enroscava-se em qualquer coisa possível, o quadril subia e descia sobre o pau duro enquanto reboladas eram deixadas sempre que tinha-o todo dentro de si, uma vez ou outra, surrava-lhe a próstata de raspão, nessas horas, Jeon podia jurar que até o bairro vizinho poderia ouvir os gritos de Jimin. Seu ego inflava cada vez que ouvia o parceiro pedir por mais, dando o que ele pedia. Eles não estavam necessariamente num ritmo rápido, mas com certeza estavam forte, tão forte que Jimin apostaria não conseguir andar corretamente no dia seguinte e muito menos conseguir andar quando o cio terminasse. 

As bocas tentaram iniciar um ósculo desorganizado mas não tendo muito sucesso, a boca de Jeon vai de encontro ao mamilo de Jimin, mordendo e incitando-o a ser fodido com mais força.  

Era frenético, prazeroso e parecia que estavam sendo levados do céu ao inferno em segundos. O ruivo sentia-se maravilhosamente preenchido, mas diminuiu o ritmo, estava cansado, já gozara três vezes, estava a ponto de desmaiar. 

Mas antes de tudo, queria sentir a porra de Jeon o preenchendo. Não que fosse um fetiche ― com certeza era ―, mas Jimin não negava que gostava de sentir a porra escorrendo suas coxas abaixo.  

Jungkook, percebendo o cansaço do amigo, tomou o controle, virando na cama ainda dentro de Jimin e o deixando por baixo, segurou sua perna, apoiando uma em seu ombro e a outra Jimin fizera questão de prendê-la em sua cintura. 

Tão fundo quanto antes, Jungkook fodia Jimin com precisão, tendo mais facilidade em encontrar a próstata alheia, ele sorriu em êxtase. 

E a tão conhecida sensação de repuxamento do estômago apareceu, o mais velho que não tinha mais forças para gemer, revirou os olhos com o tamanho prazer e chamou pelo parceiro que o beijou. 

Não restou muito tempo, no máximo o intervalo de que mais cinco estocadas fossem deixadas contra sua próstata o fizessem soltar jatos de porra sobre o próprio abdômen, a visão era tão bonita quanto sempre fora, a boca aberta num círculo enquanto ele retirava as forças não se sabe da onde para rebolar contra o pau que ainda lhe fodia ― não por muito tempo, é claro.  

O interior de Jimin pulsou quando ele não teve mais forças e apertou o membro que lhe penetrava, empurrando Jeon até a borda.  

Gozou, então, os jatos de porra preenchendo o Park como o mesmo queria, gemeu manhoso e levemente incomodado quando sentiu o outro retirar-se de dentro de ti. 

Quando o colchão afundou ao teu lado, o híbrido sorriu sem mostrar os dentes, sentiu os lábios de Jeon encostarem em tua testa e um cafuné gostoso ser deixado sobre sua cabeça. 

― Jungkookie-ah ― murmurou aconchegando-se no peito do outro. 

― Sim? ― perguntou o olhando  

― Amanhã eu vou querer cinco ― disse sonolento, sorrindo levemente malicioso  

― Pode deixar ― riu nasalmente. 

 

É, aquela semana prometia. 

 

 

 


Notas Finais


Ai gente, to nervosa.
Espero que tenham gostado, beijos <3


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