História Mundo de Deuses e Demônios (Web Novel) - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - A Espada Sagrada


Se passou pouco mais de um mês desde que o Ken enfrentou a Jessica e conseguiu a Espada Demoníaca Judecca.

Depois de deixar passar um tempo para o Ken poder se acostumar com a Judecca. Eles decidiram ir atrás do próximo Equipamento Supremo.

Os que restavam eram: A Espada Sagrada Dymphna, O Olho de Laplace e a Varinha Mágica Suprema. Com as informações cruzadas do Fafnir, da Jessica e da Judecca, eles descobriram que os equipamentos restantes estavam no País-Reino, nas Ruinas Maias e na Ilha de Avalon respectivamente.

— Quais informações nós temos sobre o País-Reino e o guardião da Dymphna?

— Sabemos que a Espada Sagrada Dymphna é protegida pelo cavaleiro mais forte do País-Reino. Se bem me lembro, atualmente é um jovem, aproximadamente com 20 anos, chamado Rafael Alexander.

— O País-Reino já teve outros nomes, mas eu não lembro quais eram porque eu matei todas as aulas de história. Era Ingla-alguma coisa. O que importa é que esse país ainda tem uma monarquia, mas é parlamentarista.

O Fafnir e a Jessica responderam, respectivamente, ao Ken.

— Então nós vamos precisar chamar a atenção desse tal Rafael. Eu tenho uma ideia, mas primeiro eu preciso saber de duas coisas. Primeiro, você pode teleportar a gente pro País-Reino, Jessica?

— Poder, eu posso. Mas, se descobrirem a gente, com certeza os lideres mundiais vão botar alguma limitação nos teleportes pra tentar pegar a gente.

— Isso não vai ser problema. Segundo, Judecca, você falou que pode me auxiliar a liberar todo meu potencial, o que isso significa?

— Como o Fafnir já explicou para o mestre, caso continue treinando, um dia, poderá chegar a um nível que somente poucos conseguem, mas isso irá pedir por muitos treinamentos durante muitos anos. Como o mestre não tem esse tempo, eu posso compensar por sua falta de treino com meu poder. Provavelmente seria possivel lançar até Super-Magias.

— Certo. Já tenho todas as informações que eu preciso pro meu plano. Por hoje, Jessica tinha uma Super-Magia que era passada na sua família? Pode me ensinar ela?

— Depende, posso entender isso como um pedido de casamento? Já que só é pra eu ensinar isso pro meu marido. Brincadeira, eu ensino sim. 

— Se precisasse, eu ia pedir em casamento mesmo. Ok, hoje a Jessica me ensina a Super-Magia, amanhã eu vou contar meu plano e a Jessica teleporta a gente pro País-Reino.

A Jessica ficou treinando o Ken pelo resto do dia. Eles já tinham saído da cidade.

Como os quatro estavam em uma floresta, tentando evitar as forças policiais, eles procuraram por algum lugar pra passar a noite e acharam uma caverna bem escondida.

O Fafnir se encolheu e entrou na caverna para verificar se estava vazia. Após confirmar que não tinha nada na caverna, o Fafnir disse que ela se dividia em dois lados e sugeriu pra que eles se dividissem pois ele não queria se encolher mais ainda.

O Fafnir ficou do lado esquerdo da caverna e o Ken, a Jessica e a Judecca ficaram no direito.

Quando o Ken estava quase dormindo, a Jessica falou.

— Sabe Ken, agora que eu te ensinei a Super-Magia, você vai ter que se responsabilizar por isso. Já que é assim, que tal a gente aproveitar a noite? Dessa vez o Fafnir nem pode ver e a Judecca não parece se incomodar.

— ...bom, já que você vai teleportar a gente amanhã, não deve ter problema a gente dormir um pouco mais tarde... pensando bem, do jeito que você é, nós talvez passemos a noite toda em claro transando.

... não acho que eu precise falar o que aconteceu depois.

No outro dia, eles se teleportaram pro País-Reino. Após passarem aproximadamente uma semana colhendo informações. Eles tinham as informações que precisavam.

— Daqui a três dias, a família real e os parlamentares vão se reunir aqui, nessa cidade. É um evento tão grande que vai reunir grande parte da população mundial no País-Reino. A guarda real, da qual o Rafael faz parte, vem com eles pra fazer a segurança. Vamos chamar a atenção dele e fazer ele nos dizer onde está a Dymphna.

Logo em seguida, o Fafnir perguntou.

— O plano é bom, mas... tem certeza que quer fazer. Caso continue, com certeza, nós vamos virar inimigos de todos os países do mundo no mínimo. O seu plano com certeza vai atrair o Rafael pra nós, mas existem jeitos em que nós não precisamos nos arriscar tanto.

— Nós vamos em frente. Não importa se nós vamos virar inimigos de todos. Acha que eu gosto do governo só porque eu fui criado por eles?

— Você realmente tem um jeito estranho de tentar salvar a humanidade.

— Hã? Salvar a humanidade? Eu nunca disse isso. Eu só quero lutar contra um cara forte. Salvar a humanidade é só um bonus.

O Fafnir se surpreendeu. Quem diria que ele e o Ken pensam de uma forma tão parecida.

Se passaram os três dias. A família real, junto a toda sua guarda, estava reunida com os parlamentares. Havia muitos espectadores no local também, mas a maioria das pessoas estava assistindo a reunião em suas casas. Porém, a cidade em que eles estavam tinha mais de 5 milhões de pessoas nesse momento.

— Certo. Parece que está tudo pronto. Vamos Judecca.

Então os dois, como se suas vozes tivessem se fundido, disseram.

— Super-Magia: Película da Morte!

Então, logo após a magia ter sido lançada, algo como uma película escura cobriu toda a cidade. Após confirmar que a magia foi um sucesso, o Ken falou.

— Ataquem todos! Façam a guarda real vir até nós e me tragam o Rafael. Podem matar se quiserem, mas se virem um cara loiro de olhos azuis deixem ele vivo por um tempo, pode ser o Rafael.

Quando terminaram de ouvir a frase do Ken, eles se separaram e começaram a atacar tudo o que estava no caminho deles.

O Fafnir voltou ao seu tamanho normal e começou a cuspir fogo na cidade. A Jessica se teleportou pra cima dos políciais e começou a atacar eles com a Espada-Serpente. O Ken fez a Judecca voltar a forma de espada e foi destruir algumas construções e monumentos e atacar algumas pessoas.

Depois de 30 minutos de destuição, a guarda real foi mobilizada e a verdadeira batalha começou.

O Fafnir estava sobrevoando a cidade quando ele começou a ser atacado, mas, com um único bater de suas asas, ele mandou todos aqueles que estavam atacando para o ar.

— Já faz tempo que eu não como carne de humanos. Talvez eu deva aproveitar essa oportunidade.

Depois, o Fafnir foi pra cima de alguns guardas que ainda estavam caindo e mordeu eles. Alguns ele engoliu inteiros, outros ele só engoliu alguns mebros, como braços e pernas, mas os mais azarados tinham a parte inferior do corpo devorada. Mesmo que fossem morrer, não seria uma morte rápida.

O número de guardas que estavam contra o Fafnir tinha diminuido. Então, pra poder matar um tempo, ele decidiu matar todos os guardas que vinham pra cima dele pisoteando eles. Pra isso, ele aumentou ainda mais seu tamanho.

— Haha. Isso até que é divertido! Esmagar humanos só com meu peso é até um bom passatempo.

Ao mesmo tempo, a Jessica usava a Espada-Serpente de forma estendida para atacar os políciais a distância.

Ela não estava mirando em nada em particular, mas muitos coitados acabavam perdendo um braço, uma perna ou, as vezes, até um olho com os ataques aleatórios dela.

— Isso tá meio chato.

A Jessica guardou sua espada e começou a usar Magia de Eletricidade pra atacar os policiais.

Quando ela percebeu um grupo de políciais vindo juntos pra cima dela. Ela usou magia de água pra estourar os hidrantes perto deles. Quando todos já estavam molhados, ela usou magia de eletricidade e fritou todos de uma vez.

Como ela estava distraida, um dos políciais que tinha escapado da matança anterior conseguiu chegar perto dela e fez uma investida pra cima dela. Derrubando ela no chão.

— Sua vadia! Você matou meus amigos! — ele falava enquanto socava o rosto da Jessica — Eu devia te matar agor...

Mas, antes dele terminar sua frase, a Jessica teleportou a lâmina da espada dela para a garganta do polícial. Matando ele.

Ou, pelo menos, ele vai morrer. Eventualmente. Talvez demore alguns minutos.

Ela se levanta segurando o nariz, que agora estava sangrando.

— Aaah merda. Por que ele tinha que bater na minha cara? Espero que não fique feio. Se o Ken me achar feia por causa disso eu vou atrás da sua família e amigos pra matar cada um bem devagarzinho.

De algum jeito o policial ainda falou.

— V-você... só se importa... com ele?

— É claro que sim. Não é isso que as garotas apaixonadas fazem? Só se importam com o cara que gostam.

Ela saiu andando. Continuando a matança.

Enquanto isso, no lado do Ken, as coisas ainda estavam calmas. Calmas até demais.

— Eu pensei que ia ter que matar alguns guardas a mais, talvez até mais uns alguns civis, até você aparecer. Mas, que bom que veio logo, Rafael.

O Ken se virou e olhou para o jovem de aproximadamente 20 anos. Rafael Alexander.

— Eu também já sei quem você é, Ken. Agora me diga, por que queria tanto que eu viesse?

— Já não é obvio? — o Ken fala, mostrando a Judecca e seu braço esquerdo, a Armadura de Absorção — Eu quero que me leve até a Dymphna.

— Bom, você usou uma magia que mata qualquer um que tente sair ou entrar da cidade. Mesmo que seja por teleporte. — uma pausa — Que seja então, se me vencer eu te levo até ela, mas se eu vencer, você vai desativar a magia e você e seus amigos vão se render.

O Rafael desembainha a espada e a aponta para o Ken.

— Justo. Assim como eu esperava do atual cavaleiro mais forte.

Ao terminar a frase o Ken já estava na frente do Rafael. O Ken atacou com a Judecca, mas o Rafael se defendeu com sua espada, que acabou sendo quebrada.

Os dois se afastam e o Ken pergunta.

— Isso significa que vai desistir? Ou vai lutar desarmado?

— Nem um nem outro.

Nesse momento uma nova espada aparece aos pés do Rafael.

— Já entendi. Seu poder é criar espadas, mas ela é igual a anterior?

— Não. Eu também posso aumentar e dar qualquer atributo para as espadas que eu crio. Tipo assim!

Nesse mesmo instante, o Rafael já estava na frente do Ken. Ele atacou o Ken, que se defendeu com a Judecca.

Mesmo o Ken não tendo tomado nenhum dano, o chão ao redor deles foi completamente destruido. O Ken empurrou a Judecca, o que jogou o Rafael pra trás.

Antes do Rafael chegar no chão, o Ken usou a corrente da Judecca pra atacar de longe. O Rafael conseguiu se defender da Judecca, mas, ao mesmo tempo, o Ken saltou pra cima dele e deu um soco no Rafael.

Ao tocar o chão, o Rafael saltou para trás. Então, sua espada começou a soltar eletricidade. Ele se aproveitou dessa eletricidade pra atacar o Ken por quatro lados diferentes.

— Você pode se defender de um, mas não dos quatro.

— Hahahahaha. — o Ken ri — Se erro foi pensar que eu só podia absorver energia se entrasse em contato com ela!

Quando o Ken diz essa frase, todos os quatro ataques eletricos são absorvidos.

— Contanto que eu possa dizer qual a fonte e qual tipo de energia é, eu posso absorver qualquer energia. Esteja ela onde estiver.

Nesse momento, o Ken salta pra cima do Rafael.

— Essa vitória é minha!

E deu um chute no Rafael, que o mandou contra a parede e deixou ele inconsciente.

Alguns minutos depois, quando o Rafael recobrou a consciência, o Ken falou pra eles irem logo até a Dymphna. O Rafael obedeceu e levou ele até a espada.

— Essa é a Espada Sagrada Dymphna. Basta empunha-lá e você será seu mestre.

O Ken foi até o pedestal da espada e, com seu braço esquerdo, a empunhou a espada branca.

— A-ah. B-bom dia, hum... ah! V-você é meu mestre agora, vai ser um prazer trabalhar, n-não, quero dizer, servir você. Eu já fiz o Contrato de Mestre e Servo, então o senhor não precisa fazer nada.

— Eh... então... quais são suas habilidades?

— Ah s-sim. Eu posso mudar de forma a vontade, até tenho uma forma humana caso queira. Posso liberar minha energia sagrada pra aumentar meu poder de ataque. E, como agora nós estamos conectados espiritualmente, posso me teleportar diretamente pra você, quer dizer, para o senhor. Também, graças a estarmos conectados pela alma, eu posso lhe ajudar a usar magias.

— Mais alguma coisa?

— Errr... ah sim. Eu espero que isso nunca aconteça com você, quer dizer com o senhor, mas caso algo aconteça com a sua alma, como ser dividida ou até mesmo destruída, você, quer dizer o senhor não precisa se preocupar, pois eu vou garantir que nada lhe aconteça. E você, não, o senhor também ganhou de mim a habilidade de transformar qualquer coisa com que entre em contato espiritualmente quando eu fiz o Contrato de Mestre e Servo.

— Então, resumindo, você é basicamente uma versão mais inocente e inexperiente da Judecca. Também, enquanto a Judecca é uma espada preta você é uma espada branca. Beleza. Ah, e não precisa me chamar se senhor. Pode me chamar como quiser. Isso também vale pra você Judecca. Pensando bem, agora eu tenho a habilidade de transformar qualquer coisa com que entre em contato, né?

Ao terminar a frase, o Ken transformou a Dymphna em uma meia capa que escondia seu braço esquerdo e fez a Judecca voltar a forma de braçadeira.

— Posso perguntar pra que você está recolhendo os Equipamentos Supremos? Será só pelo poder?

— Ah não. Na verdade o exército do Representante dos Demônios está vindo e eu tó afim de enfrentar eles.

O Rafael ficou surpreso. Realmente, eram poucos que sabiam a verdade sobre o exército do Dante.

— Vocês vão enfrentar o Dante, certo? Então me deixe ir com vocês.

— Você não era um cara bonzinho?

— Muitos vão morrer se ele não for impedido. E também, se estiver com vocês, posso evitar, ou pelo menos, diminuir as mortes.

Nesse momento, uma garota com cabelos bem castanhos e olhos azuis da cor do céu entrou na sala onde o Ken e o Rafael estavam. Essa garota falou pro Rafael.

— Rafael! Eu ouvi o que disse. Por que quer ir com eles?

— Princesa, eu...

— Quem é ela? A sua namorada? Bom tanto faz, explica logo pra ela e vamos.

— Não é tão simples. Ela não sabe sobre o Dante nem nada assim.

— Ah, entendi. Que seja. Faz o que você quiser e vem comigo. Vamos chamar os outros e vamos embora.

O Rafael olhou pra princesa como se quisesse ficar, mas ele sabia que devia ir com o Ken.

O Ken se encontrou com o Fafnir e a Jessica depois. Ele parou a Super-Magia que tinha lançado e depois a Jessica teleportou eles pra longe.

Algumas horas depois.

— Que merda. Aqueles guardas não sabem que não se deve bater em mulheres?

O Ken falou enquanto fazia curativos na Jessica. Quem respondeu ele foi o Rafael.

— O cara que ordenou um massacre só pra me chamar realmente tá falando isso?

— É diferente. Eu ainda vou salvar a humanidade. Supondo que a humanidade sobreviva aos meus ataques. Prontinho, agora é só usar uma magia de cura que vai ficar como se nada tivesse acontecido.

O Ken disse e quem continuou foi a Jessica.

— Mesmo que ninguém aqui na Terra aguente seus ataques, contanto que eu ainda esteja viva, nós podemos repovoar a Terra todinha. Nesse caso, você ainda seria o salvador da humanidade.

— Você até que tem um ponto. Eu gostei principalmente da parte do repovoar. Acho que, a partir de hoje, pra cada vida que eu tomar, eu vou fazer uma nova. Você me ajuda Jessica?

— Claro. Vamos começar agora mesmo.

Vendo essa cena, o Rafael se perguntou se ele realmente fez a escolha certa em vir com eles.


Notas Finais


Mais uma semana e mais um capítulo.
Dessa vez foi o Rafael quem apareceu. Ele é um dos meus personagens favoritos do primeiro arco, apesar de que depois do primeiro arco o Rafael perde bastante importância.
Agora foram 3 dos 5 Equipamentos Supremos. Parece que foi ontem que eu comecei a postar essa história.
Bom, vejo vocês semana que vem.


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