História My Angel - Capítulo 28


Escrita por: ~ e ~idksuckers

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Cher Lloyd, Cody Simpson, Dylan O'Brien, Francisco Lachowski, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Dylan O'Brien, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Drama, Escola, Família, Festa, Luta, Novela, Romance, Shoujo Romântico, Violencia
Visualizações 559
Palavras 1.778
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 28 - Will you be my date?


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 28 - Will you be my date?

Dia seguinte

Depois de algum tempo no shoopping finalmente conseguimos nossos vestidos perfeitos, comprando um sapato e mala claro, não podia faltar. Me lembrei que tinha que falar com Justin sobre esse convite então pedi a Mary pra me deixar em sua casa. Estava realmente nervosa de tocar nesse assunto, com medo que ele surtasse, visto que é um estressadinho de merda.Só esperava que pelo menos dessa vez ele aceitasse e não ficasse sendo um completo idiota, grosso e idiota. Ai me desculpa já falei idiota, é mais forte que eu.

Sai do carro andando até os portões, os seguranças me conheciam então logo me deixaram entrar sem sequer questionar, mesmo que não deixassem eu falava qualquer desculpa e eles eram burros a esse ponto, e me davam passagem de qualquer jeito. Andei pelo gramado até chegar á porta de entrada, suspirei ganhando coragem, bati na porta que logo foi aberta por Justin. Estava com um calção e sem camisa deixando todas suas tatuagens visíveis me dando essa visão dos deuses. Este homem vai me matar, me ajuda. Acho que demorei um pouco entendendo que ele me encarava com um sorriso traveco. Pudera sua idiota, ficou babando no seu corpinho este tempo todo.

— Gostou?

— Repito, eu não estava olhando pra você. — disse indiferente e entrando dentro de sua casa sem pedir sua permissão.

— Pode entrar.— disse com sorriso amarelo, abrindo seus braços.

Fui olhando para tudo, apesar de já ter visto sua casa, toda vez me espanta a dimensão dela até mesmo a sua decoração e pelo facto de tudo estar limpo. Decerteza não tem mão de Justin pois deve ter suas faxineiras limpando pra ele e talvez sua mãe que decorou tudo deste jeito bem bonito.

— Posso saber o que trouxe você aqui?

— Um carro, hue. — disse tentando esconder o riso.

— Ah ah ah. Muito engraçada viu? — disse cruzando os braços com os olhos semicerrados. — Fala sério, porquê cê tá aqui mesmo?

— Porque pergunta? Estou interrompendo algo? — agora o encarava cruzando os braços do mesmo jeito.

— Claro, tem uma mina lá em cima me esperando. — disse se sentando no sofá e pegando o controlo da Tv, fazendo meus olhos se arregalarem e meu coração bater mais forte.

— Justin... — fui me dirigindo a ele, me preparando pra o xingar de todas as maneiras e feitios, mas logo me cortou.

— Tou brincando gata. — disse piscando pra mim, bufei e me joguei no sofá do seu lado, o encarando.

—Sei. Bom eu vim aqui por queria lhe pedir um favorzinho. — disse fazendo meus olhinhos de cachorro, receando sua resposta.

— Fala. — bufou, virou seu corpo pra mim me encarando.

—Os meu pais chegaram hoje como você sabe. — o mesmo assentiu esperando que eu continuasse. —  Eles meio que me fizeram um convite para uma conferência da empresa deles e disseram pra minha pessoa levar um acompanhante.

—E está me convidando pra ser seu acompanhante? — ele disse se achando com um sorriso traveco nos lábios.

Eu simplesmente amava quando ele sorria daquele jeito.

— Não, eu queria pedir a sua opinião, pois tou querendo levar o Chaz . — acabando de dizer isto o sorriso que estava em seu rosto desapareceu, vi suas veias ficarem mais salientes no pescoço e seu punho fechar.

Emma 1 | 0 Justin

— Me diz que não tá falando sério.

— Sim. Queria pedir opinião sobre o vestido que devo levar, longo, curto, simples ou bem ousado? — cada vez seu olhar demonstrava mais sua irritação e eu confesso que estava amando isso.

— SERIO ISSO? EU AQUI FAZENDO DE TUDO PRA VOCÊ ACHAR QUE EU CONSIGO SER UM POUCO MELHOR, TENTANDO ME REDIMIR E ATURAR SUA FRESCURA, E VOCÊ ESCOLHE A PORRA DO VIADÃO DO CHAZ? — depois dele jogar suas palavras já não conseguia mais controlar meu riso e acabei rindo na sua cara mesmo. — NÃO TÔ VENDO ONDE ESTÁ A GRACINHA? —  ele estava se levantado, vermelho de raiva. Se seu olhar matasse eu estaria morta neste momento, bem morta, enterrada a mil metros do chão que nem Allison Argent.(quem ve teen wolf vai entender, me desculpa gente ahahah)

—Eu tava só brincando bieber.— me levantei ficando de frente a ele, rodeando meus braços á volta do seu pescoço, sentindo seu corpo relaxar um pouco. — Gostou de provar seu próprio veneno? — sussurei com um sorriso, enquanto ele me fuzilava.

—Não achei graça nehuma.— ele não retribuiu o abraço continuando ainda um pouco irritado.

—Tá encuzado? — disse rindo.

—Não.— disse seco.

— Eu sei como isso pode passar. — disse o olhando com um sorriso e juntando nossos lábios sem hesitar.

Ao inicio ele não retribuiu mas logo caiu nos meus encantos e me puxou para um beijo mais quente me fazendo arrepiar, novamente me vieram cenas passadas na cabeça e Justin se encontrava em todas elas.

Ele disse que não era a melhor pessoa, que fazia coisas más, mas talvez para mim ele fosse a melhor pessoa do mundo. Todas as suas imperfeições, todas as suas manias, todas as suas revoltas, toda aquela possessividade, todos aqueles momentos que para os outros poderiam ser maus, para mim eram os melhores pois ele estava sendo ele próprio e estava revelando a pessoa que ele realmente era. Ele é humano. E isso o deixava perfeito nos meus olhos. Doía, mas eu estou condenada a gostar dele e desse seu jeito idiota.

Paramos o beijo e ficamos nos encarando por alguns minutos.

— Então Bieber aceita ser o meu acompanhante na gala? —disse engrossando a voz o fazendo dar uma gargalhada gostosa que só ele sabia dar.

—Aceito Palvin. — ri por ter usado meu sobrenome.

— Então passa lá no apartamento ás 9.00pm, sem atrasos. — disse apontando meu dedo no sua cara.

—Tabom bravinha. — disse sorrindo me dando um selinho.

— AH.— disse me lembrando. — Tem que usar terno. — o mesmo bufou e revirou seus olhos me fazendo rir.

— Sério isso?

—Sério. Eu tenho de ir agora. — disse indo em direção á porta.

—Entao nos vemos logo. — ele chegou perto de mim envolvendo suas mãos em torno da minha cintura, apertando um pouco como se eu fosse fugir, e me deu um beijo.

—Até. —sorri,e logo sai.

Mary estava me esperando no carro do lado de fora, provavelmente me xingando de todas as maneiras possíveis.

— ALELUIA GAROTA. — disse levantando os braços e batendo com as mãos no volante.

— Fala baixo garota. — disse entrando no carro rindo pela gritaria.

— Eai vagabunda, ele aceitou?

— Aceitou, ele vai passar lá no apartamento logo á noite.

—Está pensando apresenta ele pros seus pais?

—Acho que sim. — não tinha pensando muito nisso, até porque me dava medo, nós não temos nenhum tipo de relação, pelo menos por ele pois que se fosse eu decidindo não era bem assim.

—E esta pensando contar sobre ele?

— Não, acho que ele não quer, nem eu quero sinceramente. Não é como se eu fosse chegar neles e falar “Mãe, Pai este é meu acompanhante, ele é traficante, possesivo,  e vive fudendo com meus sentimentos, mas agora se tá redimindo por isso sem problema nenhum.” — mary riu.—Você é louca. — disse rindo dela que me mandou o dedo do meio.

—Tabom então, vamos nos preparar e ficar bem bonitas pra essa gala. – nem dei pelo tempo e logo já tinhamos chegado em casa.

Subimos para nosso apartamento e fomos em direção a nossos quartos para nos arranjarmos.

Entrei no banheiro, tirei as roupa que estava usando e fui para debaixo do chuveiro lavando meu cabelo e meu corpo, acabando meu duche rápido, sequei meu corpo, vesti meu robe e me sentei em frente ao espelho pra começar a fazer minha maquiagem. Não queria fazer nada lá muito pesado, mas também não queria fazer nada de muito leve(riam perante minha pessoa). Acabei por fazer uma maquiagem um pouco arrojada mas sem estar gritando ” SOU VADIA” não queria parecer uma idiota. Vi as horas no celular que marcavam 20.35pm. Comecei a tratar de colocar meu vestido que era vermelho rendado nos meus braços e longo até aos pés, e calçava uns saltos pretos .(1)

Me olhei no espelho e gostei do resultado, estava me sentindo elegante e sexy ao mesmo tempo, se eu fosse um garoto me pegava, deu por mim rindo que nem uma idiota de meus pensamentos.

Sai do quarto andando pelo corredor, entrei no quarto de Mary vendo a mesma com um vestido azul escuro que dava pelo joelho com uma pequena abertura de lado, a parte de cima era estilo croptop deixando seus ombros expostos, em volta do pescoço tinha um pequeno detalhe dourado, em seus pés usava uns saltos dourados também. Realmente o vestido era ainda mais bonito com ela o usando. Seu cabelo estava preso em um pucho elegante, e sua a sua make era algo bem simples com uma batom nude. Estava realmente muito bonita e elegante. (2)

— Você tá linda. Tou até orgulhosa de você.— disse sorrindo a abraçando, a mesma sorriu.

— Você não esta nada mal. — disse se soltando me encarando indiferente, abri a boca e coloquei minhas mãos no peito tentando mostrar que me senti ofendida com tal comentário, a mesma riu. — To brincando, se fosse homem eu pegava. — piscou sorrindo, ri com isso me lembrando que eu pensei do mesmo jeito.

Fomos para a sala esperando nossos “acompanhantes”, se é que podia chamar Bieber de acompanhante né. Alguém bate na porta e Mary abre fazendo me ter a visão de Jack de smoking, todo arranjando. Os dois se abraçaram e deram um beijo.

— Nada disso aqui. — disse fazendo careta.

— Cala boca idiota. — disse mary rindo pra mim.

— Tudo bem Jack? — me levantei pra o comprimentar.

—Tudo. — sorriu, me dando um beijo na bochecha.

— Jack, ficamos mais um pouco esperando o pau no cu, não vou deixar ela aqui esperando sozinha. — disse mary o encarando, o mesmo assentiu.

— Não. Nem pensar, vá.— disse sorrindo. — Ele deve estar chegando, sem problema. — eu realmente espero que esteja chegando, senão eu juro que mato ele.

— Tem certeza?

— Claro. — sorri e nos abraçamos, logo eles entraram dentro do carro e seguiram para o salão onde seria a gala.

Me sentei na cozinha tentando não bagunçar meu vestido e apenas fiquei esperando Bieber chegar. Já eram 22.47 e nada do Bieber. Eu tava ficando louca, só espero que ele venha. Tentei ligar, mas acabava sempre caíndo na caixa de mensagens de voz, já tinha ligado umas 30 vezes e nada. Meu desespero se tornou notável. Eu andava de um lado pro outro, esfregando minhas mãos que soavam frio.

O que eu ia falar pros meus pais?

Que meu acompanhante é um idiota e simplesmente não apareceu?

Que peguei um táxi pra lá e não tenho acompanhante?

Ou que ele não se preocupava com nada, nem com ninguém?


Notas Finais




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